Esse capítulo está quase tão doce quanto o chá com oito colheres de açúcar, mas muito mais lúdico e muito frio na barriga quando a possibilidade de ela ler algum dia, eu sei que isso dá medo, acho que sei, nunca dá pra saber de nada quando a questão é tão incalculável, mas sei que conheço algo parecido e por isso me identifiquei com esse capítulo, já escrevi muitos textos pra muitas pessoas e a sensação era a que descreveu, e sobre pensar e pensar e não conseguir dormir, mas talvez dormir nem seja tão bom assim e esse sentimento ser de comer pelas beiradas, uma sopa fervendo, é, isso eu acho que sei, ou pelo menos um dia soube o que é. Aparentemente todas as minhas analogias envolvem alimentos, me desculpe por ter espírito de gorda, mas sempre penso que de comida todo mundo entende, todo mundo tem de comer pelo menos uma vez a cada três dias, independente das dietas malucas e de dietas malucas eu também entendo. E sabe, quanto mais se priva da comida mais se ama comer. Acho que o amor é quase isso, quando menos se tem, mais valor dá quando ele, finalmente, aparece. Ou algo assim, se é que ele não é um conto de fadas, como o manjar dos deuses, a comida que deveria ser incrível, mas nenhum humano provou.
Capítulo incrível, me arrependo imenso de não ter lido antes, boa sorte com ela, cara :3
Medo... Isso é meio estranho de se falar pra mim, que sou um cara muito medroso. Muito provavelmente, um dos motivos de eu continuar escrevendo aqui e não falando pra ela é exatamente isso, medo. Medo da reação, seja ela positiva ou não... E sério que foi tão doce assim? Achei até que foi o mais "sem sal, nem açúcar" dos 3 até agora. Sei lá, escrevi meio que com raiva, não dela, mas das coisas que acabaram por acontecer. Comer pelas beiradas é bom, pode se aproveitar cada momento, aos poucos, sem pressa nem nada. Apenas você e a sopa, como foi seu exemplo, mesmo eu não gostando muito de sopa. Não se preocupe por falar tanto de comida, afinal, é algo bom e sempre cabe lugar pra mais. Acho que a frase "quanto mais, melhor" caberia aqui. Ou não, depende de como você olha.
Obrigado por continuar lendo e comentando, me sinto melhor e muito contente por saber que alguém acompanha esses desabafos e, acima de tudo, comenta cada um :D
Ei, oi.
Esse capítulo está quase tão doce quanto o chá com oito colheres de açúcar, mas muito mais lúdico e muito frio na barriga quando a possibilidade de ela ler algum dia, eu sei que isso dá medo, acho que sei, nunca dá pra saber de nada quando a questão é tão incalculável, mas sei que conheço algo parecido e por isso me identifiquei com esse capítulo, já escrevi muitos textos pra muitas pessoas e a sensação era a que descreveu, e sobre pensar e pensar e não conseguir dormir, mas talvez dormir nem seja tão bom assim e esse sentimento ser de comer pelas beiradas, uma sopa fervendo, é, isso eu acho que sei, ou pelo menos um dia soube o que é. Aparentemente todas as minhas analogias envolvem alimentos, me desculpe por ter espírito de gorda, mas sempre penso que de comida todo mundo entende, todo mundo tem de comer pelo menos uma vez a cada três dias, independente das dietas malucas e de dietas malucas eu também entendo. E sabe, quanto mais se priva da comida mais se ama comer. Acho que o amor é quase isso, quando menos se tem, mais valor dá quando ele, finalmente, aparece. Ou algo assim, se é que ele não é um conto de fadas, como o manjar dos deuses, a comida que deveria ser incrível, mas nenhum humano provou.
Capítulo incrível, me arrependo imenso de não ter lido antes, boa sorte com ela, cara :3
Abraços o/
Medo... Isso é meio estranho de se falar pra mim, que sou um cara muito medroso. Muito provavelmente, um dos motivos de eu continuar escrevendo aqui e não falando pra ela é exatamente isso, medo. Medo da reação, seja ela positiva ou não... E sério que foi tão doce assim? Achei até que foi o mais "sem sal, nem açúcar" dos 3 até agora. Sei lá, escrevi meio que com raiva, não dela, mas das coisas que acabaram por acontecer. Comer pelas beiradas é bom, pode se aproveitar cada momento, aos poucos, sem pressa nem nada. Apenas você e a sopa, como foi seu exemplo, mesmo eu não gostando muito de sopa. Não se preocupe por falar tanto de comida, afinal, é algo bom e sempre cabe lugar pra mais. Acho que a frase "quanto mais, melhor" caberia aqui. Ou não, depende de como você olha.
Obrigado por continuar lendo e comentando, me sinto melhor e muito contente por saber que alguém acompanha esses desabafos e, acima de tudo, comenta cada um :D