Primeiramente, com um pedido de desculpas; você sabe que já li todas as suas histórias, e essa também não me escapou. Todavia, eu não havia comentado e peço imensas desculpas, mesmo! Eu pensei em relê-la para comentar, mas... O sentimento que ela me causou permaneceu vívido dentro de mim. O terror me acompanhou para onde eu ia; as suas palavras me espreitavam por detrás dos móveis, sorrateiramente me assolando enquanto eu apagava as luzes da casa, uma à uma, para ir dormir — ou tentar vagamente fazê-lo, uma vez que estas palavras chamais permitiriam que eu encontrasse a plenitude no sono —, porque temendo os pesadelos que a irmã afogada me causou, sequer via conforto no adormecer. E o sentimento foi murchando, murchando... Até que decidi, seja por estupidez ou sabedoria, reler esse conto. E mais uma vez, me encontro pasma, interrompendo este comentário inúmeras vezes para olhar atrás dos meus ombros, espiar atrás da porta, com medo das sombras que o cabideiro projeta na parede.
A sua loucura repleta de genialidade é o que mais me encanta. Os seus escritos são únicos, todos eles, sem exceção — seja a história de Jenny, de Cassandra, do robô de "Realidade Virtual" ou do garoto que fugia, todos os dias, dos homens com cabeça de gato, morrendo todos os dias —, e o terror que me causou é diferente de todos os tipos de terrores que já vivi.
E eu confesso, é fantástico.
Sua habilidade é fascinante e o medo nunca me pareceu tão atrativo; por favor, escreva mais histórias nesse gênero; por algum motivo um tanto masoquista, irei amar lê-las.
Atenciosamente,
A menina que está morrendo de medo do cabideiro.
O que mais gostei: Tenho um fraco por títulos grandes; seja do capítulo ou da história em si.
O que acho que pode melhorar: Meus batimentos cardíacos, porque estão um tanto acelerados após ler essa história.
Nossa.
Nem sei por onde começar.
Primeiramente, com um pedido de desculpas; você sabe que já li todas as suas histórias, e essa também não me escapou. Todavia, eu não havia comentado e peço imensas desculpas, mesmo! Eu pensei em relê-la para comentar, mas... O sentimento que ela me causou permaneceu vívido dentro de mim. O terror me acompanhou para onde eu ia; as suas palavras me espreitavam por detrás dos móveis, sorrateiramente me assolando enquanto eu apagava as luzes da casa, uma à uma, para ir dormir — ou tentar vagamente fazê-lo, uma vez que estas palavras chamais permitiriam que eu encontrasse a plenitude no sono —, porque temendo os pesadelos que a irmã afogada me causou, sequer via conforto no adormecer. E o sentimento foi murchando, murchando... Até que decidi, seja por estupidez ou sabedoria, reler esse conto. E mais uma vez, me encontro pasma, interrompendo este comentário inúmeras vezes para olhar atrás dos meus ombros, espiar atrás da porta, com medo das sombras que o cabideiro projeta na parede.
A sua loucura repleta de genialidade é o que mais me encanta. Os seus escritos são únicos, todos eles, sem exceção — seja a história de Jenny, de Cassandra, do robô de "Realidade Virtual" ou do garoto que fugia, todos os dias, dos homens com cabeça de gato, morrendo todos os dias —, e o terror que me causou é diferente de todos os tipos de terrores que já vivi.
E eu confesso, é fantástico.
Sua habilidade é fascinante e o medo nunca me pareceu tão atrativo; por favor, escreva mais histórias nesse gênero; por algum motivo um tanto masoquista, irei amar lê-las.
Atenciosamente,
A menina que está morrendo de medo do cabideiro.
O que mais gostei: Tenho um fraco por títulos grandes; seja do capítulo ou da história em si.
O que acho que pode melhorar: Meus batimentos cardíacos, porque estão um tanto acelerados após ler essa história.