Antes de qualquer coisa, gostaria de elogiar a qualidade de sua ortografia. Um vocabulário extremamente rico e elaborado.
Quanto ao enredo, creio que esbanjou originalidade. Gostei da crítica aos problemas ambientais. Não é algo esperado em uma história com mortos-vivos.
Como técnico formado em Biotecnologia, achei genial a ideia da manipulação genética do fungo. Os termos científicos estão muito bem colocados e a explicação da simbiose entre o fungo e o hospedeiro está bem teorizada e desenvolvida. Claro que, diante inúmeras impossibilidades científicas, temos que viajar um pouco para criar algo -ao menos um pouco- plausível.
Também gostei do fato de que a história já começa com as origens do apocalipse. É diferente, pois as pessoas normalmente se preocupam mais em um grupo sobrevivendo e, quando 'tentam' explicar as origens do apocalipse, dizem que foi um mero acidente em um laboratório (por esse e muitos outros motivos, odeio Resident Evil).
Pra finalizar, encontrei apenas trêsfalhas no texto:
-Em um momento, você cita que a população mundial corresponde à seis bilhões de pessoas. Na verdade já são sete.
-Em uma parte do texto você descreveu:"Você deve estar se perguntando que diabos é essa vacina de que tanto falo e pouco digo." Este contato repentino com o leitor não ficou muito confortável, pois a estrutura da narrativa é diferente no texto inteiro, sendo que apenas nesse ponto, a narrativa fugiu de sua estrutura predominante. É uma boa ideia interagir com o leitor, porém, essa interação deve ser constante para evitar um "desconforto" na leitura. Mas de qualquer forma, é um erro ínfimo.
- Na parte onde o assistente realiza o procedimento da prática, parece que tudo está acontecendo na frente do protagonista. Como é um laboratório onde são estudados agentes patológicos que podem causar epidemias sem uma cura conhecida, trata-se de um laboratório de risco 4 - o maior existente - e os EPIs e EPCs, além do controle e estrutura do laboratório, são extremamente complexos. Sugiro que dê uma pesquisada, pois pode enriquecer sua história.
Concluindo, até agora, é a história de mortos-vivos com sua introdução mais plausível e 'consistente' que já vi, ou seja, tudo está bem definido e teorizado.
Gostei do rumo diferente que a história pretende chegar.
Já recebi comentários de bons escritores e tudo mais, agora de um técnico formado em biotecnologia? Essa é nova e para mim muito gratificante! Joseph Falks, escrevo essa história desde que tinha 11 anos de idade, claro tive que editar os capítulos e tudo mais para a ortografia se moldar com o meu conhecimento. Juro, é muito bom ler comentários como esse que não só elogia, mas que também ajuda nas falhas que eu ainda estou para rever. Me desculpe não ter lhe respondido antes, espero te ver por aqui mais vezes! Valeu!
Bem, essa história. definitivamente, surpreendeu.
Antes de qualquer coisa, gostaria de elogiar a qualidade de sua ortografia. Um vocabulário extremamente rico e elaborado.
Quanto ao enredo, creio que esbanjou originalidade. Gostei da crítica aos problemas ambientais. Não é algo esperado em uma história com mortos-vivos.
Como técnico formado em Biotecnologia, achei genial a ideia da manipulação genética do fungo. Os termos científicos estão muito bem colocados e a explicação da simbiose entre o fungo e o hospedeiro está bem teorizada e desenvolvida. Claro que, diante inúmeras impossibilidades científicas, temos que viajar um pouco para criar algo -ao menos um pouco- plausível.
Também gostei do fato de que a história já começa com as origens do apocalipse. É diferente, pois as pessoas normalmente se preocupam mais em um grupo sobrevivendo e, quando 'tentam' explicar as origens do apocalipse, dizem que foi um mero acidente em um laboratório (por esse e muitos outros motivos, odeio Resident Evil).
Pra finalizar, encontrei apenas trêsfalhas no texto:
-Em um momento, você cita que a população mundial corresponde à seis bilhões de pessoas. Na verdade já são sete.
-Em uma parte do texto você descreveu:"Você deve estar se perguntando que diabos é essa vacina de que tanto falo e pouco digo." Este contato repentino com o leitor não ficou muito confortável, pois a estrutura da narrativa é diferente no texto inteiro, sendo que apenas nesse ponto, a narrativa fugiu de sua estrutura predominante. É uma boa ideia interagir com o leitor, porém, essa interação deve ser constante para evitar um "desconforto" na leitura. Mas de qualquer forma, é um erro ínfimo.
- Na parte onde o assistente realiza o procedimento da prática, parece que tudo está acontecendo na frente do protagonista. Como é um laboratório onde são estudados agentes patológicos que podem causar epidemias sem uma cura conhecida, trata-se de um laboratório de risco 4 - o maior existente - e os EPIs e EPCs, além do controle e estrutura do laboratório, são extremamente complexos. Sugiro que dê uma pesquisada, pois pode enriquecer sua história.
Concluindo, até agora, é a história de mortos-vivos com sua introdução mais plausível e 'consistente' que já vi, ou seja, tudo está bem definido e teorizado.
Gostei do rumo diferente que a história pretende chegar.
Estou ansioso pelo próximo capítulo.
Obrigado
Joseph Falks
Já recebi comentários de bons escritores e tudo mais, agora de um técnico formado em biotecnologia? Essa é nova e para mim muito gratificante! Joseph Falks, escrevo essa história desde que tinha 11 anos de idade, claro tive que editar os capítulos e tudo mais para a ortografia se moldar com o meu conhecimento. Juro, é muito bom ler comentários como esse que não só elogia, mas que também ajuda nas falhas que eu ainda estou para rever. Me desculpe não ter lhe respondido antes, espero te ver por aqui mais vezes! Valeu!