Eu me expressei mal, deixa a pressão pra lá. Eu só estava aproveitando que vocês estavam quietinhos e me fingindo de morta, mas pode deixar que eu tomo prumo na vida.
Eu sei que mereci a provocação, então nem vou me queixar.
Obrigada por ler e pelos comentários infalíveis e sempre gentis.
É incrível cm vc conseguiu expor de maneira tão incrivelmente linda todas as adversidades da maternidade. Esse capítulo foi realmente mto especial e tira dos ombros da Peg o estigma de alíenigena e coloca o de m&atild
O que acho que pode melhorar:
Sei q vc deve ser atarefada, então apenas deixe fluir as postagens. Bjos
Ah, Thays! A cada dia mais me surpreendo com seus comentários tão carinhosos e gentis. Obrigada. Sim, vou seguir seu conselho, melhor deixar fluir.e
Quanto à Peg, ela está mesmo passando por um processo de humanização ainda maior do que quando John não existia. Acredito que a maternidade faça isso com as pessoas: faz com que se tornem ainda mais PESSOAS mesmo, humanas, vulneráveis, paradoxais. Com a Peg não poderia ser diferente.
O capítulo ficou lindo e tão fofo. Pare de se cobrar tanto, Rain. Todos sabemos que você não vive de CD2 e que você tem suas obrigações. O tempo corre para todos nós. Deixe de se preocupar tanto com isso, afinal CD2 é para ser uma diversão e não um problema, né?
Independente disso, ficou tão bonito... Eu simplesmente a-do-ro suas metáforas. Tem autor que usa descrições minuciosas, tem autores que usam sinestesia, outros preferem os longos diálogos e tantas outros recursos, mas suas metáforas são tão você. Essas metáforas são a principal característica da sua obra e são tão belas... "Bolas de vidro", "balões coloridos", "pés ensaboados", "velho mustang", "pintura surrealista", "fogo e gelo", "mar revolto", "gotas de chuva", ganham infinitos e deliciosos sentidos nas suas habilidosas mãos. É demais.
Peg sendo Peg. Mesmo estando com dor, com dificuldades, com medo, abrir mão de si para se preocupar com o Ian e se achar egoísta. Tão Peg, céus.
Preciso confessar: chorei. Quando ela diz: "Foi quando eu entendi que todas passam pelas mesmas dúvidas, pelas mesmas incertezas, e pelo mesmo medo paralisante de que não seja permitido à balança da vida permanecer muito tempo pendendo para a felicidade absoluta de ter seu filho ao seu lado, mas que essa felicidade sempre arranja um jeito de enganar a balança, mesmo quando não parece possível.", eu desabei. E nem estou grávida, nem nada, mas foi tão lindo... assim como todo ocapítulo.
PS1: Agora vou usar Pss. Gostei disso.
PS2: Vendo Kyle com Lindsay me ocorreu uma ideia. É só uma ideia, sem pressão ok? Sério. Que tal um momento Kyle, Ian e John? Momento O'Shea genuíno? Seria fofo!!! Seguidoainda deum momento romântico O'Wanda não seria nada mal também. kkkkk
É, eu tenho que fazer a Peg sendo Peg. Pelo menos do jeito que eu acho que seria a Peg sendo Peg. É o meu tributo a essa personagem a quem devo tantos momentos legais.
Sério mesmo, May? Vc chora com meus capítulos, né? Awww, eu acho isso tão lindo, pq eu quase não choro. Queria ser mais sensível. Ou pelo menos ter uma sensibilidade mais convencional, pq, tipo, eu assisto 12 anos de escravidão e seguro o choro. Vejo o Jared morrer cuspindo sangue e chorando em Dallas Buyers Club (e, cara, é o Jared! Tá certo que ele morre em todo filme, mas, né? É o Jared! E a Rayon não quer morrer!) e nada. Aí eu vejo um filme de ação e minha tornerinha se abre na hora em que o herói está eviscerando o assassino da esposa kkkkk. Tô brincando, eu não vi essa cena da evisceração, mas é uma metáfora para os caminhos tortuosos da minha maneira estranha de ver o mundo, já que vc gosta delas.
Obrigada.
PS: Sempre gostei de PSs.
PS²: Posso pensar no caso, com certeza.
PS³: Vou seguir seu conselho e parar de me cobrar. Vc tem razão. Isso é pra ser divertido. É que eu tenho que dividir meu tempo com minha outra história, aí acabo dando umas piradas.
Recado para o Nyah!: Querido Nyah, quero lhe informar que se você sumir novamente com esse comentário eu irei ficar com muuuiiitta raiva e colocarei buscadores atrás de você.
Com amor.
Kah.
Bem, agora que o recado foi dado vou ao que interessa. A Peg é definitivamente o ser mais meigo e doce que já pisou na fase da terra! Coitadinha! Eu não sabia se ria ou se iria ao encontro dela. E o Ian, coitado, ficou mais perdido do que cego em tiroteio. Não tiro a razão dele afinal, ele é pai de primeira viaje e a Alma que ele ama estar chorando junto de seu filho recen nascido!kkkk
Ainda bem que a Peg entendeu que todo mundo passa pelo que ela passou e isso é comum, pois medos e incertezas é o que rege esse mundo nosso.
Já falei que Amo o John? E a Lindsay? Vou sequestrar essas crianças! Então, se você não os ver mais na história saiba que estão na minha casa.
Adorei o capitulo e desculpe por não ter comentado no anterior...
Sugestão anotada. Mas vc deve se lembrar que a Peg não é protagonista de CD, aqui a maior parte dos POVs serão do Logan. Peg aparecerá apenas com a mesma frequência que os demais personagens.
Entretanto, quando um POV dela couber nos meus planos para o enredo, pode ter certeza de que levarei seu pedido em consideração.
Ela sempre se preocupar, né? É tão...Peg,se preocupar em pensar nela mesmo de vez em quando heueheueheu. Bem, imagino que realmente seja difícil ter um filho (ainda mais num mundo cheio de alienígenas heueheuehu). Mas sei, porque eu vejo, não só nos filmes, mas em minha mãe também, o amor incondicional de uma mãe. É difícil, mas só de ver a preocupação que elas têm por nós, sabemos que tudo, para elas, vale apenas por nos verem felizes e saudáveis.
Amei o capítulo fofura. Ian, como sempre, encantando as pessoas. Kate e Jamie, mais ainda *-----------* tudo perfeito, hermosa. Como sempre!
Você tem razão em relação às mães, hermosita. Acho que todas as dores e preocupações valem a pena ao nos verem felizes. Realmente acredito nisso, ainda mais quando paro para imaginar o quanto eu amaria um filho meu.
Obrigada por ler e pelos comentários sempre fofos.
Por que é que eu te daria bronca por um capítulo tão lindo?
Uma vez você me disse que não era minha obrigação ler, ou comentar, e muito menos fazer isso rápido. Mas, quando eu pulo um capítulo (eu nem vi quando esse saiu!), me sinto mal e em falta, porque sei que certas coisas levam tempo e dedicação, ainda mais quando se está escrevendo sobre algo que não se viveu. Ser mãe não é uma experiência qualquer, é algo único e indiscutivelmente bonito e inspirador. Faço uma ideia de como foi escrever com essa profundidade sobre a maternidade sem ter tido a experiência, mas devo ressaltar (só mais uma vez) a forma brilhante como você consegue captar as ideias e transferi-las para o papel.
Confesso que ri horrores com a cena de quando Ian entra no quarto e se depara com aquela cena apocalíptica e totalmente desesperadora, em que Peg não sabe se ri ou se chora, porque dói ser mãe, a gente sabe que dói, já tivemos essa discussão antes, kkk; Mas as alegrias também são multiplicadas, e a felicidade sempre pesa mais nessa balança.
Vc não tem obrigação mesmo, minha linda Luddy. Ainda mais porque eu sei que quando isso acontece é por falta de tempo, nunca por preguiça. Vc sempre se dedica a me deixar um feedback atencioso e cheio de carinho, então eu jamais tomaria sua ausência como algo pessoal. Entretanto, tenho que confessar que quando postei esse capítulo pensei: "Acho que a Luddy vai gostar dele. Ela sempre comenta a coisa da maternidade". Aí esperei uns dias e nada... Achei estranho, mas logo deduzi que vc estaria ocupada, então desencanei.
Por favor, não deixe que essa seja a última vez que vc diz isso. Elogios não cansam nunca.
Obrigada por seu comentário sempre tão lindo e minuncioso.
PS: Cena apocalíptica é uma boa definição daquele momento.
Que fofo! Essas mães deviam ter feito, sei lá, uma rodinha pra tirar as duvidas da Peg e da Estrela, ser mãe já complicado pra uma humana que teoricamente sabe das coisas, imagina para duas almas com pouco tempo de humanas?
Siiiim! Sou eu! A menina que tem um pé no chão, outro nas nuvens, outro num espaço etéreo e, nesse momento, um no Nyah!
Acho que não são pés, são tentáculos. Sou uma polva. =D
Ahhhhhhh, Mai! Eu sei que já tinha lido esse capítulo, mas relembrar é viver, esquecer é morrer, por isso eu vivo, pois eu lembro de você! ^-^
Essa frase não é minha, não faço ideia de quem seja, mas let it be.
Como eu me emocionei nesse capítulo, de verdade. As falas em bebenês do John... e só de imaginar Lindsay, tão fluente nesse idioma, já me deixa com os olhos marejados. Sabe que... todas essas ponderações de Peg acerca do mundo que John vai escolher... acho que o ápice das emoções.
A verdade verdadeira mesmo é que... sob hipótese alguma eu me permiti pensar nessa possibilidade: John querer "voar". Não tinha me passado pela cabeça que chegaria o momento em que a vida nas cavernas seria pouco para ele. Especialmente quando é tudo o que humanos, aculturados e companhia têm. Só que John pode ser livre... ter a chance de ir e vir, né? Eu entendo isso.
Bom, em suma:
Lindo capítulo, adorável como sempre. Sim, eu me lembro de como você cozinhou Tico e Teco para que ele saísse e, tudo o que posso dizer, é que valeu muito a pena. Valeu à beça. :)
Masi óia! Quer dizer que chantagem emocional eventualmente funciona? Hum, vou tentar mais vezes.
Bebenês. Acho que vc batizou o idioma. E legal é que nós duas somos duas tontas fluentes em bebenês kkkkkk As pessoas nos internariam se lessem nossas conversas qdo começamos com isso.
Sabe, Eve, eu comprei ingresso para viajar num rabo de foguete quando inventei essa de gravidez da Peg e depois da Estrelinha, pq agora, sempre que penso nos bebês, fico preocupada com o futuro deles. É inevitável. Dessa inquietação toda é que nasceu a ideia de segunda temporada. Mas, né? Rabo de foguete. Fim.
E Tico e Teco? É assim que vc se refere aos meus midi-clhorians? Mais respeito padawan. ¬¬
E eu sei que Miss Stevens nunca recebe confete suficiente, pq ela é uma diva, mas, de boa, vc merece mais um pouco, pq na época desse capítulo vc teve que suportar muito mimimi da minha parte. Então obrigada de novo.
Sabe que este, mesmo sendo o mais curto, foi o que me deu mais trabalho? Eu não conseguia encontrar o ponto onde a Peg se encaixava no espectro, sabe? Porque há tantos tipos de mães. Mas cheguei à conclusão de que o melhor a fazer era explorar a imperfeição, porque eu acho que deve ser assim que alguém se torna uma boa mãe.
ah choreiiii mama eu te amo, de que adianta escrever? eu to indo dar um beijo nela! fui!
Aí a autora fica feliz, porque provocar uma reação dessas é sinal de que o capítulo foi bom. Um beijo pra vc e pra sua mamis.
Então... Você precisa de cobrança para postar, é? Deixa comigo!! kkkk
Estava com saudade de nossa Peg. Muito bom ler como ela está se saindo como mãezinha. Obrigada!
O que mais gostei:
"cercado de choro por todos os lados"
O que acho que pode melhorar:
A postagem! kkkk. Gostou da provocação?
Oh, no, no, no, no!
Eu me expressei mal, deixa a pressão pra lá. Eu só estava aproveitando que vocês estavam quietinhos e me fingindo de morta, mas pode deixar que eu tomo prumo na vida.
Eu sei que mereci a provocação, então nem vou me queixar.
Obrigada por ler e pelos comentários infalíveis e sempre gentis.
O que mais gostei:
É incrível cm vc conseguiu expor de maneira tão incrivelmente linda todas as adversidades da maternidade. Esse capítulo foi realmente mto especial e tira dos ombros da Peg o estigma de alíenigena e coloca o de m&atild
O que acho que pode melhorar:
Sei q vc deve ser atarefada, então apenas deixe fluir as postagens. Bjos
Ah, Thays! A cada dia mais me surpreendo com seus comentários tão carinhosos e gentis. Obrigada. Sim, vou seguir seu conselho, melhor deixar fluir.e
Quanto à Peg, ela está mesmo passando por um processo de humanização ainda maior do que quando John não existia. Acredito que a maternidade faça isso com as pessoas: faz com que se tornem ainda mais PESSOAS mesmo, humanas, vulneráveis, paradoxais. Com a Peg não poderia ser diferente.
Beijos e obrigada pelo review.
OOOwwww Peg. Saudadezinha dela!
O capítulo ficou lindo e tão fofo. Pare de se cobrar tanto, Rain. Todos sabemos que você não vive de CD2 e que você tem suas obrigações. O tempo corre para todos nós. Deixe de se preocupar tanto com isso, afinal CD2 é para ser uma diversão e não um problema, né?
Independente disso, ficou tão bonito... Eu simplesmente a-do-ro suas metáforas. Tem autor que usa descrições minuciosas, tem autores que usam sinestesia, outros preferem os longos diálogos e tantas outros recursos, mas suas metáforas são tão você. Essas metáforas são a principal característica da sua obra e são tão belas... "Bolas de vidro", "balões coloridos", "pés ensaboados", "velho mustang", "pintura surrealista", "fogo e gelo", "mar revolto", "gotas de chuva", ganham infinitos e deliciosos sentidos nas suas habilidosas mãos. É demais.
Peg sendo Peg. Mesmo estando com dor, com dificuldades, com medo, abrir mão de si para se preocupar com o Ian e se achar egoísta. Tão Peg, céus.
Preciso confessar: chorei. Quando ela diz: "Foi quando eu entendi que todas passam pelas mesmas dúvidas, pelas mesmas incertezas, e pelo mesmo medo paralisante de que não seja permitido à balança da vida permanecer muito tempo pendendo para a felicidade absoluta de ter seu filho ao seu lado, mas que essa felicidade sempre arranja um jeito de enganar a balança, mesmo quando não parece possível.", eu desabei. E nem estou grávida, nem nada, mas foi tão lindo... assim como todo ocapítulo.
PS1: Agora vou usar Pss. Gostei disso.
PS2: Vendo Kyle com Lindsay me ocorreu uma ideia. É só uma ideia, sem pressão ok? Sério. Que tal um momento Kyle, Ian e John? Momento O'Shea genuíno? Seria fofo!!! Seguidoainda deum momento romântico O'Wanda não seria nada mal também. kkkkk
É, eu tenho que fazer a Peg sendo Peg. Pelo menos do jeito que eu acho que seria a Peg sendo Peg. É o meu tributo a essa personagem a quem devo tantos momentos legais.
Sério mesmo, May? Vc chora com meus capítulos, né? Awww, eu acho isso tão lindo, pq eu quase não choro. Queria ser mais sensível. Ou pelo menos ter uma sensibilidade mais convencional, pq, tipo, eu assisto 12 anos de escravidão e seguro o choro. Vejo o Jared morrer cuspindo sangue e chorando em Dallas Buyers Club (e, cara, é o Jared! Tá certo que ele morre em todo filme, mas, né? É o Jared! E a Rayon não quer morrer!) e nada. Aí eu vejo um filme de ação e minha tornerinha se abre na hora em que o herói está eviscerando o assassino da esposa kkkkk. Tô brincando, eu não vi essa cena da evisceração, mas é uma metáfora para os caminhos tortuosos da minha maneira estranha de ver o mundo, já que vc gosta delas.
Obrigada.
PS: Sempre gostei de PSs.
PS²: Posso pensar no caso, com certeza.
PS³: Vou seguir seu conselho e parar de me cobrar. Vc tem razão. Isso é pra ser divertido. É que eu tenho que dividir meu tempo com minha outra história, aí acabo dando umas piradas.
Aaaah meu Deus *-* Eu amei *-* Quero mais *-*
Que bom!!! Obrigada. Você terá mais, pode deixar.
Recado para o Nyah!: Querido Nyah, quero lhe informar que se você sumir novamente com esse comentário eu irei ficar com muuuiiitta raiva e colocarei buscadores atrás de você.
Com amor.
Kah.
Bem, agora que o recado foi dado vou ao que interessa. A Peg é definitivamente o ser mais meigo e doce que já pisou na fase da terra! Coitadinha! Eu não sabia se ria ou se iria ao encontro dela. E o Ian, coitado, ficou mais perdido do que cego em tiroteio. Não tiro a razão dele afinal, ele é pai de primeira viaje e a Alma que ele ama estar chorando junto de seu filho recen nascido!kkkk
Ainda bem que a Peg entendeu que todo mundo passa pelo que ela passou e isso é comum, pois medos e incertezas é o que rege esse mundo nosso.
Já falei que Amo o John? E a Lindsay? Vou sequestrar essas crianças! Então, se você não os ver mais na história saiba que estão na minha casa.
Adorei o capitulo e desculpe por não ter comentado no anterior...
BEIJÃO!
PROCURA-SE:
Usuária de site de fanfics
Nome: Kálita Paiva a.k.a Kah Borel
Acusações: Ameaças aos administradores do site e sequestro de crianças imaginárias.
Status: Desarmada, mas perigosa.
Modus Operandis: Costuma cercar as pessoas de amor e elogios até que elas entreguem voluntariamente seus corações.
Recompensa: Amizade, detalhes a combinar.
O que mais gostei:
Gostei muito do capítulo, só acho que deveria ter mais Povs da Peg, fora isso o capítulo ta perfeito, a fic está perfeita.
Sugestão anotada. Mas vc deve se lembrar que a Peg não é protagonista de CD, aqui a maior parte dos POVs serão do Logan. Peg aparecerá apenas com a mesma frequência que os demais personagens.
Entretanto, quando um POV dela couber nos meus planos para o enredo, pode ter certeza de que levarei seu pedido em consideração.
Awwwwwwwwwn, Peg ♥
Ela sempre se preocupar, né? É tão...Peg,se preocupar em pensar nela mesmo de vez em quando heueheueheu. Bem, imagino que realmente seja difícil ter um filho (ainda mais num mundo cheio de alienígenas heueheuehu). Mas sei, porque eu vejo, não só nos filmes, mas em minha mãe também, o amor incondicional de uma mãe. É difícil, mas só de ver a preocupação que elas têm por nós, sabemos que tudo, para elas, vale apenas por nos verem felizes e saudáveis.
Amei o capítulo fofura. Ian, como sempre, encantando as pessoas. Kate e Jamie, mais ainda *-----------* tudo perfeito, hermosa. Como sempre!
Você tem razão em relação às mães, hermosita. Acho que todas as dores e preocupações valem a pena ao nos verem felizes. Realmente acredito nisso, ainda mais quando paro para imaginar o quanto eu amaria um filho meu.
Obrigada por ler e pelos comentários sempre fofos.
Por que é que eu te daria bronca por um capítulo tão lindo?
Uma vez você me disse que não era minha obrigação ler, ou comentar, e muito menos fazer isso rápido. Mas, quando eu pulo um capítulo (eu nem vi quando esse saiu!), me sinto mal e em falta, porque sei que certas coisas levam tempo e dedicação, ainda mais quando se está escrevendo sobre algo que não se viveu. Ser mãe não é uma experiência qualquer, é algo único e indiscutivelmente bonito e inspirador. Faço uma ideia de como foi escrever com essa profundidade sobre a maternidade sem ter tido a experiência, mas devo ressaltar (só mais uma vez) a forma brilhante como você consegue captar as ideias e transferi-las para o papel.
Confesso que ri horrores com a cena de quando Ian entra no quarto e se depara com aquela cena apocalíptica e totalmente desesperadora, em que Peg não sabe se ri ou se chora, porque dói ser mãe, a gente sabe que dói, já tivemos essa discussão antes, kkk; Mas as alegrias também são multiplicadas, e a felicidade sempre pesa mais nessa balança.
Obrigada por um capítulo tão lindo.
Beijos,
Vc não tem obrigação mesmo, minha linda Luddy. Ainda mais porque eu sei que quando isso acontece é por falta de tempo, nunca por preguiça. Vc sempre se dedica a me deixar um feedback atencioso e cheio de carinho, então eu jamais tomaria sua ausência como algo pessoal. Entretanto, tenho que confessar que quando postei esse capítulo pensei: "Acho que a Luddy vai gostar dele. Ela sempre comenta a coisa da maternidade". Aí esperei uns dias e nada... Achei estranho, mas logo deduzi que vc estaria ocupada, então desencanei.
Por favor, não deixe que essa seja a última vez que vc diz isso. Elogios não cansam nunca.
Obrigada por seu comentário sempre tão lindo e minuncioso.
PS: Cena apocalíptica é uma boa definição daquele momento.
Que fofo! Essas mães deviam ter feito, sei lá, uma rodinha pra tirar as duvidas da Peg e da Estrela, ser mãe já complicado pra uma humana que teoricamente sabe das coisas, imagina para duas almas com pouco tempo de humanas?
sei que demorei, mas estou aqui!
bjs
Não tem problema demorar. Eu tb tenho demorado décadas pra atualizar.
Quanto à rodinha, a Trudy se apresentou. Antes tarde do que nunca, rsrs.
Obrigada pelo comentário. Bjs
Siiiim! Sou eu! A menina que tem um pé no chão, outro nas nuvens, outro num espaço etéreo e, nesse momento, um no Nyah!
Acho que não são pés, são tentáculos. Sou uma polva. =D
Ahhhhhhh, Mai! Eu sei que já tinha lido esse capítulo, mas relembrar é viver, esquecer é morrer, por isso eu vivo, pois eu lembro de você! ^-^
Essa frase não é minha, não faço ideia de quem seja, mas let it be.
Como eu me emocionei nesse capítulo, de verdade. As falas em bebenês do John... e só de imaginar Lindsay, tão fluente nesse idioma, já me deixa com os olhos marejados. Sabe que... todas essas ponderações de Peg acerca do mundo que John vai escolher... acho que o ápice das emoções.
A verdade verdadeira mesmo é que... sob hipótese alguma eu me permiti pensar nessa possibilidade: John querer "voar". Não tinha me passado pela cabeça que chegaria o momento em que a vida nas cavernas seria pouco para ele. Especialmente quando é tudo o que humanos, aculturados e companhia têm. Só que John pode ser livre... ter a chance de ir e vir, né? Eu entendo isso.
Bom, em suma:
Lindo capítulo, adorável como sempre. Sim, eu me lembro de como você cozinhou Tico e Teco para que ele saísse e, tudo o que posso dizer, é que valeu muito a pena. Valeu à beça. :)
Masi óia! Quer dizer que chantagem emocional eventualmente funciona? Hum, vou tentar mais vezes.
Bebenês. Acho que vc batizou o idioma. E legal é que nós duas somos duas tontas fluentes em bebenês kkkkkk As pessoas nos internariam se lessem nossas conversas qdo começamos com isso.
Sabe, Eve, eu comprei ingresso para viajar num rabo de foguete quando inventei essa de gravidez da Peg e depois da Estrelinha, pq agora, sempre que penso nos bebês, fico preocupada com o futuro deles. É inevitável. Dessa inquietação toda é que nasceu a ideia de segunda temporada. Mas, né? Rabo de foguete. Fim.
E Tico e Teco? É assim que vc se refere aos meus midi-clhorians? Mais respeito padawan. ¬¬
E eu sei que Miss Stevens nunca recebe confete suficiente, pq ela é uma diva, mas, de boa, vc merece mais um pouco, pq na época desse capítulo vc teve que suportar muito mimimi da minha parte. Então obrigada de novo.
Capitulo mais que perfeito. Amei o modo como colocou a Peg,sendo um otima mãe,por não ser perfeita,fazendo assim dela tão.. humana. Perfeito.
Sabe que este, mesmo sendo o mais curto, foi o que me deu mais trabalho? Eu não conseguia encontrar o ponto onde a Peg se encaixava no espectro, sabe? Porque há tantos tipos de mães. Mas cheguei à conclusão de que o melhor a fazer era explorar a imperfeição, porque eu acho que deve ser assim que alguém se torna uma boa mãe.