Que coisa mais linda a cena de lembranças do Kenny no chuveiro. Achei sexy e romântica ao mesmo tempo (coisa que pra eu escrever, por exemplo, é sempre um desafio). Ficou lindo as descrições de carinho natural, os risos, ficou realmente tocante. Gostei inclusive da música (também acho a melhor versão!).
Eu adorei isso: "E Kenny se sentiu um babaca. Não acontecia com frequência, porque ele não era o cara mais auto-consciente do mundo. Mas quando acontecia, era um atropelamento de trem." Muito interessante essa sua outra abordagem em relação ao Kenny, achei extremamente apropriado.
Apesar de eu tentar sempre ao máximo ter em mente que liberdade criativa é o que importa e que a partir do momento que você cria um universo para o personagem, tudo é possível, tenho um sério problema ao mesmo tempo com coerência. Eu não consigo me desvencilhar da pergunta: "quão real isso poderia ser?" Só pra citar um exemplo, depois que li "Inferno", do Dan Brown, muita gente - não sei porque raios ou cargas d'água - me recomendou "O Inferno de Gabriel" (que na verdade é apenas o primeiro livro ao que me parece ser uma trilogia). E digo que realmente não sei porque me recomendaram, já que os livros não tem NADA em comum a não ser pelo fato de ambos citarem Dante, mas enfim... Comecei a ler e era aquela ladainha parecida com 50 Tons de Cinza menos a parte de BDSM. Ou seja: ridículo e irreal (não sei se vc gosta do livro, se sim, me desculpe, mas é uma bobagem mal escrita!). É aquela coisa que eu, pessoalmente, particularmente, eu tenho consciência ser uma característica minha, leio e penso: gente, isso não é possível, isso não acontece, isso não existe, isso não faz sentido.
Fazer sentido. É isso que acho difícil de encontrar em casinhos onde o cara ricaço arrogante, bilionário, estúpido e lindo de morrer se apaixona pela inocente, ingênua, fofinha, amável, tímida e desajeitada mocinha, com um charme único. AH ME POUPE KKKKKKKKKKKKKK... Essas coisas NÃO acontecem, cara! Uma coisa é você escrever sci-fi, inventar um universo com elfos e fadas, escrever Star Trek, inventar poção do tempo e feitiços de Harry Potter, outra bem diferente é você querer colocar que porcos voam na nossa realidade, basta você olhar pra fora.
Por isso bato na tecla da coerência, gosto muito de como você desenha os personagens, porque eles 'combinam' com o que de fato são. Liberdade criativa nos personagens a gente tem (desde que faça sentido) nas originais, mas trabalhar com personagens que já existem é um pouco diferente. Acho que se você tivese, por exemplo, descrito um Kenny extrovertido, festeiro, ou até mesmo o colocado com uma reputação meio "Eric Cartman", eu acho que eu não iria gostar, confesso haahahahha... Porque é um personagem que já existe, ele não é invenção sua. É a mesma coisa que eu escrever sobre o Homem Aranha mas colocar na minha história que ele se chama James Bond (parafraseando um exemplo de Pablo Villaça) hahahahhaa...
Enfim, escrevi tudo isso só para dizer uma coisa simples: adorei seu kenny, ele é coerente ahhahaaha... *___* Eu fiquei SUPER NERVOSA COM ELE na cena da ligação, JESUS, ERA O MEU CORAÇÃO QUE IA PARAR DE BATER KKKKKKKK... Ai não aguento essas coisas não!
Já que à essa altura ainda não ficou muito esclarecido o que aconteceu entre os dois (apenas o fato de que Kenny vasou de South Park), achei adequeda a atitude do Kyle ao telefone, não estava esperando que ele fizesse festa e também acharia um pouco infantil se ele tratasse o outro mal, achei apropriada a construção da cena. Agora é só esperar ansiosamente pra ver como e quando eles vão ficar frente a frente - adoro esses suspenses! - e o quão culpado o "mensageiro" (Stan) será hahahaha...
Só pra ressaltar que o cérebro é, indeed, a little bitch.
Tô até ouvindo Hallelujah de novo. É incrível como essa música ficou atrelada a essa condição dos dois pra mim, encaixou de um jeito extraordinário. Ouvi em looping infinito enquanto escrevia essa cena. É um dos capítulos mais tristes pra mim, porque a nostalgia é algo muito cruel. As coisas mudam, as pessoas mudam, mas quando a gente ainda se sente da mesma forma que se sentia quando tudo era diferente... É foda, né?
Nossa, eu concordo perfeitamente. Eu vou te dizer, quando penso nas minhas fanfics preferidas (acho que isso vale pra toda forma de arte que conte uma história), o que me prende e faz com que eu surte nunca são os acontecimentos extraordinários, mas sim o quanto os personagens são reais ou não. Quando você enxerga seres humanos verdadeiros, com todos os defeitos e toda a sujeira que nós, humanos, temos... p****, é isso que faz com que eu queira cada vez mais devorar uma história. O psicológico dos personagens é muito mais importante, pra mim, do que aquilo que acontece com eles. A verossimilhança na construção de qualquer personagem é importantíssima. Por isso eu não tenho paciência pra livros e filmes (ou mesmo músicas) feitos somente pra explorar esse complexo de princesa das mocinhas, em que os "defeitos" dos personagens são endossados como se fossem coisas maravilhosas, porque tudo neles é maravilhoso. Cê pode reparar, nessas histórias os personagens são sempre fisicamente atraentes (caucasianos e heterossexuais, quase sempre), a mulher não sabe fazer NADA sozinha e precisa de um herói rico maravilhoso que vai ser um stalker possessivo louco do c****** mas isso vai parecer oh so romantic. Véi. Isso, além de irreal e doentio, também é machista beyond words.
Você pode escrever fantasia com personagens reais, palpáveis, bem construídos, profundos, caracterizados, cujas atitudes não são simplesmente convenientes ao que o autor quer pra história. Aliás, muitas vezes, eu me sinto fora do controle com essa fic e tudo mais que eu escrevo. Como se os personagens é que me dissessem do que eles precisam. Você tem que respeitar essas necessidades, o que esse personagem faria, sentiria, mesmo quando eles são criação sua. Mas quando não são, no caso de fanfics, isso é ainda mais forte. O que eu curto pra c****** em trabalhar com os personagens de South Park é que eles são crianças no desenho. A gente muita DEMAIS dos dez anos aos trinta, obviamente, mas as coisas precisam ser fundamentadas. Você precisa saber o que houve com eles pra que isso acontecesse. É por isso que eu tenho preguiça demais dos estereótipos de qualquer fandom, geralmente são assim porque são e whatever.
Cau! Adivinha só quem decidiu reler Trégua?? hohohoho E como eu disse que faria, vou deixar meus comentários jogados por aqui. Em capítulos aleatórios. Porque eu tava em dúvida entre comentar cada um deles ou fazer um único review geral pra postar no final, acabei não fazendo nenhum dos dois. hehe Pois então, no início eu fui bem relutante em ler essa fanfic porque "K2? Por que raios eles shippam isso?" foi meu primeiro pensamento. Felizmente o desejo de ler algo novo foi mais forte que meu preconceito. E hoje eu sou apaixonada por toda K2 que tu escreve! Coisas do destino, né... Esse capítulo em especial é o meu favorito. Tanto da primeira vez que li, quanto agora, ele me transmitiu uma coisa muito gostosa de ser sentida, que eu ainda não tô sabendo definir o que é. hehe Na verdade, suas narrações me deixam sentimental bem facilmente. Não é raro eu ler algo seu e ficar muito eufórica ou chorosa ou leve e feliz. Quando li pela primeira vez, fiquei com muita vontade de comentar. Por quê, cara, foi meu primeiro contato com o shipp e eu já me apaixonei! Foi muito lindo e instantâneo! haha Só não comentei porque eu era novata no fandom e dá aquela vergonha, sei lá, eu sempre passo por isso. hauah (se bem que eu ainda sou "novata", visto que você, por exemplo, tá aqui há anos) Eu adoro mistura cultural! Adoro essas famílias que juntam a cultura dos antepassados imigrantes com a cultura atual e falam duas línguas dentro de casa e têm sobrenomes impronunciáveis e comem comidas exóticas e coisas assim. E por isso mesmo eu morri de amores com a menção do hebraico, primeiro porque eu amo imaginar o Kyle falando hebraico, e também porque eu tenho essas brizas de morar com um estrangeiro (ou fazer um tour fora do Brasil) e compartilhar culturas e essas coisas todas. Não sei se deu pra entender, mas enfim. hauah Eu ri tanto com o "Sua mãe sabe que você ouve essas coisas?", talvez por ser uma frase que se encaixa muito bem na minha vida. :v Acho que todo mundo já achou que Hallelujah é uma música gospel. Ainda mais porque a versão em português é gospel mesmo. haha Já mencionei que amo teu Kenny? É tão fácil se apaixonar por ele! É tão gostoso ler as narrações focadas nele! Eu tô muito cheia de amor hoje. Pois bem, chega de fangirlzar! Talvez eu volte no próximo capítulo, ou daqui cinco capítulos, não sei. hehe xoxo~
Comentário seu por aqui é sempre uma alegria enorme, Bells. E ler o que você disse me deixou em uma nostalgia desgraçada com Trégua, de verdade. Foi a primeira fic de South Park que eu comecei e terminei, foi o que estabeleceu a minha dinâmica pra K2 (embora isso seja mutável), enfim. Eu tenho muito carinho por essa história e acho que esse capítulo também é o meu preferido. Vai ser delicioso saber o que você tem a dizer sobre essa história. Eu gosto muito quando comentam nela hoje em dia porque tem meses que eu a finalizei e eu já esqueci algumas coisas, até. HUAUHA Aí fico relendo pra saber do que a pessoa tava falando e é mó gostoso.
Não é incomum eu ouvir isso de quem começou a ler essa história, que não entendia K2 e depois pirou nos dois, ou pelo menos em como eu enxerguei e escrevi os dois. Essa é uma das coisas que mais me deixa feliz, porque a minha descoberta com K2 teve a ver com uma história magnífica que eu li uma vez e Trégua Suspensa nasceu só porque eu li aquela história e fiquei remoendo os personagens no meu cérebro, tentando lidar com o fim daquela fic e enfim. Então saber que o que eu escrevi também teve esse impacto em alguém, de mostrar o que esses dois personagens podem ser juntos... Me deixa tão feliz, de verdade.
Até tô ouvindo Hallelujah agora e ficando emotiva (e retardada) HUAHUAHUA Mas é porque meu, esses dois são meu otp e K2 é tão diferente de Style, que eu consigo imaginar facilmente em uma relação estável, feliz, duradoura. Até os finalmentes dessa fic, eu nem sabia ao certo se eles ficariam juntos mesmo. Talvez você fique sentimental quando lê determinadas fics minhas porque eu mesma tava em prantos ou empolgadíssima quando escrevi, eu realmente acabo colocando a alma nessas histórias, não tem jeito.
Ainda bem que agora cê deixa os comentários mais lindos contando tudo que cê sente no processo de leitura, seus comentários me fazem tão bem. E não tem porque ter vergonha mesmo :3
Eu gosto muito de imaginar a família Broflovski por isso, acabei pesquisando o máximo que foi possível sobre os aspectos da cultura judaica que eu trouxe pra essa história, eu gosto de imaginar o quanto esse tipo de educação influenciou em quem o Kyle se torna, assim como o background ferrado do Kenny também diz muito sobre ele.
Nunca pare de fangirlzar comigo, por favor ♥ Companhia pra fangirlzar sobre esses boys me faz uma pessoa mais feliz. Muito obrigada, linda ♥
Comentário seu por aqui é sempre uma alegria enorme, Bells. E ler o que você disse me deixou em uma nostalgia desgraçada com Trégua, de verdade. Foi a primeira fic de South Park que eu comecei e terminei, foi o que estabeleceu a minha dinâmica pra K2 (embora isso seja mutável), enfim. Eu tenho muito carinho por essa história e acho que esse capítulo também é o meu preferido. Vai ser delicioso saber o que você tem a dizer sobre essa história. Eu gosto muito quando comentam nela hoje em dia porque tem meses que eu a finalizei e eu já esqueci algumas coisas, até. HUAUHA Aí fico relendo pra saber do que a pessoa tava falando e é mó gostoso.
Não é incomum eu ouvir isso de quem começou a ler essa história, que não entendia K2 e depois pirou nos dois, ou pelo menos em como eu enxerguei e escrevi os dois. Essa é uma das coisas que mais me deixa feliz, porque a minha descoberta com K2 teve a ver com uma história magnífica que eu li uma vez e Trégua Suspensa nasceu só porque eu li aquela história e fiquei remoendo os personagens no meu cérebro, tentando lidar com o fim daquela fic e enfim. Então saber que o que eu escrevi também teve esse impacto em alguém, de mostrar o que esses dois personagens podem ser juntos... Me deixa tão feliz, de verdade.
Até tô ouvindo Hallelujah agora e ficando emotiva (e retardada) HUAHUAHUA Mas é porque meu, esses dois são meu otp e K2 é tão diferente de Style, que eu consigo imaginar facilmente em uma relação estável, feliz, duradoura. Até os finalmentes dessa fic, eu nem sabia ao certo se eles ficariam juntos mesmo. Talvez você fique sentimental quando lê determinadas fics minhas porque eu mesma tava em prantos ou empolgadíssima quando escrevi, eu realmente acabo colocando a alma nessas histórias, não tem jeito.
Ainda bem que agora cê deixa os comentários mais lindos contando tudo que cê sente no processo de leitura, seus comentários me fazem tão bem. E não tem porque ter vergonha mesmo :3
Eu gosto muito de imaginar a família Broflovski por isso, acabei pesquisando o máximo que foi possível sobre os aspectos da cultura judaica que eu trouxe pra essa história, eu gosto de imaginar o quanto esse tipo de educação influenciou em quem o Kyle se torna, assim como o background ferrado do Kenny também diz muito sobre ele.
Nunca pare de fangirlzar comigo, por favor ♥ Companhia pra fangirlzar sobre esses boys me faz uma pessoa mais feliz. Muito obrigada, linda ♥
Que coisa mais linda a cena de lembranças do Kenny no chuveiro. Achei sexy e romântica ao mesmo tempo (coisa que pra eu escrever, por exemplo, é sempre um desafio). Ficou lindo as descrições de carinho natural, os risos, ficou realmente tocante. Gostei inclusive da música (também acho a melhor versão!).
Eu adorei isso: "E Kenny se sentiu um babaca. Não acontecia com frequência, porque ele não era o cara mais auto-consciente do mundo. Mas quando acontecia, era um atropelamento de trem." Muito interessante essa sua outra abordagem em relação ao Kenny, achei extremamente apropriado.
Apesar de eu tentar sempre ao máximo ter em mente que liberdade criativa é o que importa e que a partir do momento que você cria um universo para o personagem, tudo é possível, tenho um sério problema ao mesmo tempo com coerência. Eu não consigo me desvencilhar da pergunta: "quão real isso poderia ser?" Só pra citar um exemplo, depois que li "Inferno", do Dan Brown, muita gente - não sei porque raios ou cargas d'água - me recomendou "O Inferno de Gabriel" (que na verdade é apenas o primeiro livro ao que me parece ser uma trilogia). E digo que realmente não sei porque me recomendaram, já que os livros não tem NADA em comum a não ser pelo fato de ambos citarem Dante, mas enfim... Comecei a ler e era aquela ladainha parecida com 50 Tons de Cinza menos a parte de BDSM. Ou seja: ridículo e irreal (não sei se vc gosta do livro, se sim, me desculpe, mas é uma bobagem mal escrita!). É aquela coisa que eu, pessoalmente, particularmente, eu tenho consciência ser uma característica minha, leio e penso: gente, isso não é possível, isso não acontece, isso não existe, isso não faz sentido.
Fazer sentido. É isso que acho difícil de encontrar em casinhos onde o cara ricaço arrogante, bilionário, estúpido e lindo de morrer se apaixona pela inocente, ingênua, fofinha, amável, tímida e desajeitada mocinha, com um charme único. AH ME POUPE KKKKKKKKKKKKKK... Essas coisas NÃO acontecem, cara! Uma coisa é você escrever sci-fi, inventar um universo com elfos e fadas, escrever Star Trek, inventar poção do tempo e feitiços de Harry Potter, outra bem diferente é você querer colocar que porcos voam na nossa realidade, basta você olhar pra fora.
Por isso bato na tecla da coerência, gosto muito de como você desenha os personagens, porque eles 'combinam' com o que de fato são. Liberdade criativa nos personagens a gente tem (desde que faça sentido) nas originais, mas trabalhar com personagens que já existem é um pouco diferente. Acho que se você tivese, por exemplo, descrito um Kenny extrovertido, festeiro, ou até mesmo o colocado com uma reputação meio "Eric Cartman", eu acho que eu não iria gostar, confesso haahahahha... Porque é um personagem que já existe, ele não é invenção sua. É a mesma coisa que eu escrever sobre o Homem Aranha mas colocar na minha história que ele se chama James Bond (parafraseando um exemplo de Pablo Villaça) hahahahhaa...
Enfim, escrevi tudo isso só para dizer uma coisa simples: adorei seu kenny, ele é coerente ahhahaaha... *___* Eu fiquei SUPER NERVOSA COM ELE na cena da ligação, JESUS, ERA O MEU CORAÇÃO QUE IA PARAR DE BATER KKKKKKKK... Ai não aguento essas coisas não!
Já que à essa altura ainda não ficou muito esclarecido o que aconteceu entre os dois (apenas o fato de que Kenny vasou de South Park), achei adequeda a atitude do Kyle ao telefone, não estava esperando que ele fizesse festa e também acharia um pouco infantil se ele tratasse o outro mal, achei apropriada a construção da cena. Agora é só esperar ansiosamente pra ver como e quando eles vão ficar frente a frente - adoro esses suspenses! - e o quão culpado o "mensageiro" (Stan) será hahahaha...
Indo pro próximo! Adorei o capítulo! ^^
O que mais gostei:
"Mas o cérebro é uma vadia sem escrúpulos."
Só pra ressaltar que o cérebro é, indeed, a little bitch.
Tô até ouvindo Hallelujah de novo. É incrível como essa música ficou atrelada a essa condição dos dois pra mim, encaixou de um jeito extraordinário. Ouvi em looping infinito enquanto escrevia essa cena. É um dos capítulos mais tristes pra mim, porque a nostalgia é algo muito cruel. As coisas mudam, as pessoas mudam, mas quando a gente ainda se sente da mesma forma que se sentia quando tudo era diferente... É foda, né?
Nossa, eu concordo perfeitamente. Eu vou te dizer, quando penso nas minhas fanfics preferidas (acho que isso vale pra toda forma de arte que conte uma história), o que me prende e faz com que eu surte nunca são os acontecimentos extraordinários, mas sim o quanto os personagens são reais ou não. Quando você enxerga seres humanos verdadeiros, com todos os defeitos e toda a sujeira que nós, humanos, temos... p****, é isso que faz com que eu queira cada vez mais devorar uma história. O psicológico dos personagens é muito mais importante, pra mim, do que aquilo que acontece com eles. A verossimilhança na construção de qualquer personagem é importantíssima. Por isso eu não tenho paciência pra livros e filmes (ou mesmo músicas) feitos somente pra explorar esse complexo de princesa das mocinhas, em que os "defeitos" dos personagens são endossados como se fossem coisas maravilhosas, porque tudo neles é maravilhoso. Cê pode reparar, nessas histórias os personagens são sempre fisicamente atraentes (caucasianos e heterossexuais, quase sempre), a mulher não sabe fazer NADA sozinha e precisa de um herói rico maravilhoso que vai ser um stalker possessivo louco do c****** mas isso vai parecer oh so romantic. Véi. Isso, além de irreal e doentio, também é machista beyond words.
Você pode escrever fantasia com personagens reais, palpáveis, bem construídos, profundos, caracterizados, cujas atitudes não são simplesmente convenientes ao que o autor quer pra história. Aliás, muitas vezes, eu me sinto fora do controle com essa fic e tudo mais que eu escrevo. Como se os personagens é que me dissessem do que eles precisam. Você tem que respeitar essas necessidades, o que esse personagem faria, sentiria, mesmo quando eles são criação sua. Mas quando não são, no caso de fanfics, isso é ainda mais forte. O que eu curto pra c****** em trabalhar com os personagens de South Park é que eles são crianças no desenho. A gente muita DEMAIS dos dez anos aos trinta, obviamente, mas as coisas precisam ser fundamentadas. Você precisa saber o que houve com eles pra que isso acontecesse. É por isso que eu tenho preguiça demais dos estereótipos de qualquer fandom, geralmente são assim porque são e whatever.
NOSSA, DESABAFEI ALTOS, OBG BJO HUAHUAHUAHUA
Eu achei essa fic simplesmente genial,tão bem escrita e meu Deus!! ♥
O que mais gostei:
Tudo
O que acho que pode melhorar:
NADA
Cau! Adivinha só quem decidiu reler Trégua?? hohohoho
E como eu disse que faria, vou deixar meus comentários jogados por aqui. Em capítulos aleatórios. Porque eu tava em dúvida entre comentar cada um deles ou fazer um único review geral pra postar no final, acabei não fazendo nenhum dos dois. hehe
Pois então, no início eu fui bem relutante em ler essa fanfic porque "K2? Por que raios eles shippam isso?" foi meu primeiro pensamento. Felizmente o desejo de ler algo novo foi mais forte que meu preconceito. E hoje eu sou apaixonada por toda K2 que tu escreve! Coisas do destino, né...
Esse capítulo em especial é o meu favorito. Tanto da primeira vez que li, quanto agora, ele me transmitiu uma coisa muito gostosa de ser sentida, que eu ainda não tô sabendo definir o que é. hehe Na verdade, suas narrações me deixam sentimental bem facilmente. Não é raro eu ler algo seu e ficar muito eufórica ou chorosa ou leve e feliz.
Quando li pela primeira vez, fiquei com muita vontade de comentar. Por quê, cara, foi meu primeiro contato com o shipp e eu já me apaixonei! Foi muito lindo e instantâneo! haha Só não comentei porque eu era novata no fandom e dá aquela vergonha, sei lá, eu sempre passo por isso. hauah (se bem que eu ainda sou "novata", visto que você, por exemplo, tá aqui há anos)
Eu adoro mistura cultural! Adoro essas famílias que juntam a cultura dos antepassados imigrantes com a cultura atual e falam duas línguas dentro de casa e têm sobrenomes impronunciáveis e comem comidas exóticas e coisas assim. E por isso mesmo eu morri de amores com a menção do hebraico, primeiro porque eu amo imaginar o Kyle falando hebraico, e também porque eu tenho essas brizas de morar com um estrangeiro (ou fazer um tour fora do Brasil) e compartilhar culturas e essas coisas todas. Não sei se deu pra entender, mas enfim. hauah
Eu ri tanto com o "Sua mãe sabe que você ouve essas coisas?", talvez por ser uma frase que se encaixa muito bem na minha vida. :v Acho que todo mundo já achou que Hallelujah é uma música gospel. Ainda mais porque a versão em português é gospel mesmo. haha
Já mencionei que amo teu Kenny? É tão fácil se apaixonar por ele! É tão gostoso ler as narrações focadas nele! Eu tô muito cheia de amor hoje.
Pois bem, chega de fangirlzar! Talvez eu volte no próximo capítulo, ou daqui cinco capítulos, não sei. hehe
xoxo~
♥
Comentário seu por aqui é sempre uma alegria enorme, Bells. E ler o que você disse me deixou em uma nostalgia desgraçada com Trégua, de verdade. Foi a primeira fic de South Park que eu comecei e terminei, foi o que estabeleceu a minha dinâmica pra K2 (embora isso seja mutável), enfim. Eu tenho muito carinho por essa história e acho que esse capítulo também é o meu preferido. Vai ser delicioso saber o que você tem a dizer sobre essa história. Eu gosto muito quando comentam nela hoje em dia porque tem meses que eu a finalizei e eu já esqueci algumas coisas, até. HUAUHA Aí fico relendo pra saber do que a pessoa tava falando e é mó gostoso.
Não é incomum eu ouvir isso de quem começou a ler essa história, que não entendia K2 e depois pirou nos dois, ou pelo menos em como eu enxerguei e escrevi os dois. Essa é uma das coisas que mais me deixa feliz, porque a minha descoberta com K2 teve a ver com uma história magnífica que eu li uma vez e Trégua Suspensa nasceu só porque eu li aquela história e fiquei remoendo os personagens no meu cérebro, tentando lidar com o fim daquela fic e enfim. Então saber que o que eu escrevi também teve esse impacto em alguém, de mostrar o que esses dois personagens podem ser juntos... Me deixa tão feliz, de verdade.
Até tô ouvindo Hallelujah agora e ficando emotiva (e retardada) HUAHUAHUA Mas é porque meu, esses dois são meu otp e K2 é tão diferente de Style, que eu consigo imaginar facilmente em uma relação estável, feliz, duradoura. Até os finalmentes dessa fic, eu nem sabia ao certo se eles ficariam juntos mesmo. Talvez você fique sentimental quando lê determinadas fics minhas porque eu mesma tava em prantos ou empolgadíssima quando escrevi, eu realmente acabo colocando a alma nessas histórias, não tem jeito.
Ainda bem que agora cê deixa os comentários mais lindos contando tudo que cê sente no processo de leitura, seus comentários me fazem tão bem. E não tem porque ter vergonha mesmo :3
Eu gosto muito de imaginar a família Broflovski por isso, acabei pesquisando o máximo que foi possível sobre os aspectos da cultura judaica que eu trouxe pra essa história, eu gosto de imaginar o quanto esse tipo de educação influenciou em quem o Kyle se torna, assim como o background ferrado do Kenny também diz muito sobre ele.
Nunca pare de fangirlzar comigo, por favor ♥ Companhia pra fangirlzar sobre esses boys me faz uma pessoa mais feliz. Muito obrigada, linda ♥
♥
Comentário seu por aqui é sempre uma alegria enorme, Bells. E ler o que você disse me deixou em uma nostalgia desgraçada com Trégua, de verdade. Foi a primeira fic de South Park que eu comecei e terminei, foi o que estabeleceu a minha dinâmica pra K2 (embora isso seja mutável), enfim. Eu tenho muito carinho por essa história e acho que esse capítulo também é o meu preferido. Vai ser delicioso saber o que você tem a dizer sobre essa história. Eu gosto muito quando comentam nela hoje em dia porque tem meses que eu a finalizei e eu já esqueci algumas coisas, até. HUAUHA Aí fico relendo pra saber do que a pessoa tava falando e é mó gostoso.
Não é incomum eu ouvir isso de quem começou a ler essa história, que não entendia K2 e depois pirou nos dois, ou pelo menos em como eu enxerguei e escrevi os dois. Essa é uma das coisas que mais me deixa feliz, porque a minha descoberta com K2 teve a ver com uma história magnífica que eu li uma vez e Trégua Suspensa nasceu só porque eu li aquela história e fiquei remoendo os personagens no meu cérebro, tentando lidar com o fim daquela fic e enfim. Então saber que o que eu escrevi também teve esse impacto em alguém, de mostrar o que esses dois personagens podem ser juntos... Me deixa tão feliz, de verdade.
Até tô ouvindo Hallelujah agora e ficando emotiva (e retardada) HUAHUAHUA Mas é porque meu, esses dois são meu otp e K2 é tão diferente de Style, que eu consigo imaginar facilmente em uma relação estável, feliz, duradoura. Até os finalmentes dessa fic, eu nem sabia ao certo se eles ficariam juntos mesmo. Talvez você fique sentimental quando lê determinadas fics minhas porque eu mesma tava em prantos ou empolgadíssima quando escrevi, eu realmente acabo colocando a alma nessas histórias, não tem jeito.
Ainda bem que agora cê deixa os comentários mais lindos contando tudo que cê sente no processo de leitura, seus comentários me fazem tão bem. E não tem porque ter vergonha mesmo :3
Eu gosto muito de imaginar a família Broflovski por isso, acabei pesquisando o máximo que foi possível sobre os aspectos da cultura judaica que eu trouxe pra essa história, eu gosto de imaginar o quanto esse tipo de educação influenciou em quem o Kyle se torna, assim como o background ferrado do Kenny também diz muito sobre ele.
Nunca pare de fangirlzar comigo, por favor ♥ Companhia pra fangirlzar sobre esses boys me faz uma pessoa mais feliz. Muito obrigada, linda ♥