Oi, tudo bem? :) Então, de cara já vou falar que fiquei encantado com a beleza do que foi descrito. Com o que foi detalhado, consegui sentir ventos mexendo com as folhas, raios solares criando um contraste agradável, além de brisa e cabelos voando, com alguns insetos voando e um gramado perfeitamente colocado, além do cinza da chuva ou os sorrisos desenhados. Seu senso poético é muito bom, você foge um pouco da rotina da narração (descrever ações e mais ações) e isso é muito bom, pois você "pausa" a história para dar ao leitor um pouco do que está ao redor, portanto, elogio a beleza do seu texto e a poesia que, nele, contém. As comparações também estão encaixadas nisso, um jeito diferente de descrever. O clima entre os dois foi muito aconchegante.
No entanto, a narração não está muito bem direcionada. Como assim? Teve uma hora que ele falou que ia poupar o "caro leitor", mas, depois, ficou falando "quando eu vi você" e essas coisas, deu a impressão de que o segundo personagem era o leitor. Na verdade, essa conversa "íntima" entre o narrador e o leitor é o que atrapalha, algo que não deve ser feito, porque tira o foco da narração. Conversar assim com o leitor pode ser feito nas notas inicias e/ou finais, assim como por MPs e reviews, mas o texto é sagrado nesse ponto, entende?
A história, como um todo, achei bem cativante, justamente por ela não ter iniciado do começo nem do fim, foi um momento aleatório; gosto dessas aleatoriedades. E apesar de eu não saber o nome deles ou como eles são, eu pude, mesmo assim, ter uma ideia (a poesia faz isso conosco, nos revela coisas da própria alma), então eu tenho que elogiá-lo por isso. É um texto bem equilibrado entre narração e poesia. Estou acompanhando.
Oi, tudoótimo e contigo? :) Sinto-me feliz em poder passar essas sensações pra você, me esforcei o suficiente para tentar mantê-las, não em uma ordem natural, mas em uma ordem que os sentidos pudessem ser desenvolvidos da melhor maneira e colocar o leitor dentro da situação. E agradeço por ter achado tudo isso. Por ter sentido e talvez vivenciado junto a eles.
É na narração que algumas coisas mudaram, eu iniciei esse texto com a perspectiva de um novo estilo de iniciar uma história. Coloquei dois focos em duas perspectivas, a primeira de um contato direto com o leitor, que quase nunca ocorre nos outros capítulos, e a perspectiva do personagem com o seu redor. Ali se baseia não em dois personagens, em primeira impressão, mas em três. Isso se puder ser comparado a ter chamado o leitor para dentro da nossa pequena história. Para mim ficou muito bem entendido isso, obrigado por ter mencionado, se não eu poderia ter seguido assim por mais alguns momentos.
Momentos aleatórios, tá ai uma coisa que eu sempre estive interessado, mais raramente eu os uso, exceto nas minhas histórias atuais. O nome e como eles são será revelado um pouco mais a frente, eu me dediquei tanto as outras histórias que parecia que essa mesmo havia sido esquecida, quando não ocorreu isso, acho que o segundo capítulo eu já perdi umas sete vezes, o que me prejudicou bastante, mais em breve já estará disponível. A poesia é algo incrível, que muda o nosso pensar. Obrigado por acompanhar e espero que goste do desenvolver da história. Até o próximo capítulo!
Oi, tudo bem? :) Então, de cara já vou falar que fiquei encantado com a beleza do que foi descrito. Com o que foi detalhado, consegui sentir ventos mexendo com as folhas, raios solares criando um contraste agradável, além de brisa e cabelos voando, com alguns insetos voando e um gramado perfeitamente colocado, além do cinza da chuva ou os sorrisos desenhados. Seu senso poético é muito bom, você foge um pouco da rotina da narração (descrever ações e mais ações) e isso é muito bom, pois você "pausa" a história para dar ao leitor um pouco do que está ao redor, portanto, elogio a beleza do seu texto e a poesia que, nele, contém. As comparações também estão encaixadas nisso, um jeito diferente de descrever. O clima entre os dois foi muito aconchegante.
No entanto, a narração não está muito bem direcionada. Como assim? Teve uma hora que ele falou que ia poupar o "caro leitor", mas, depois, ficou falando "quando eu vi você" e essas coisas, deu a impressão de que o segundo personagem era o leitor. Na verdade, essa conversa "íntima" entre o narrador e o leitor é o que atrapalha, algo que não deve ser feito, porque tira o foco da narração. Conversar assim com o leitor pode ser feito nas notas inicias e/ou finais, assim como por MPs e reviews, mas o texto é sagrado nesse ponto, entende?
A história, como um todo, achei bem cativante, justamente por ela não ter iniciado do começo nem do fim, foi um momento aleatório; gosto dessas aleatoriedades. E apesar de eu não saber o nome deles ou como eles são, eu pude, mesmo assim, ter uma ideia (a poesia faz isso conosco, nos revela coisas da própria alma), então eu tenho que elogiá-lo por isso. É um texto bem equilibrado entre narração e poesia. Estou acompanhando.
O que mais gostei:
Poesia, beleza, algumas comparações.
O que acho que pode melhorar:
Direcionamento da narração.
Oi, tudoótimo e contigo? :) Sinto-me feliz em poder passar essas sensações pra você, me esforcei o suficiente para tentar mantê-las, não em uma ordem natural, mas em uma ordem que os sentidos pudessem ser desenvolvidos da melhor maneira e colocar o leitor dentro da situação. E agradeço por ter achado tudo isso. Por ter sentido e talvez vivenciado junto a eles.
É na narração que algumas coisas mudaram, eu iniciei esse texto com a perspectiva de um novo estilo de iniciar uma história. Coloquei dois focos em duas perspectivas, a primeira de um contato direto com o leitor, que quase nunca ocorre nos outros capítulos, e a perspectiva do personagem com o seu redor. Ali se baseia não em dois personagens, em primeira impressão, mas em três. Isso se puder ser comparado a ter chamado o leitor para dentro da nossa pequena história. Para mim ficou muito bem entendido isso, obrigado por ter mencionado, se não eu poderia ter seguido assim por mais alguns momentos.
Momentos aleatórios, tá ai uma coisa que eu sempre estive interessado, mais raramente eu os uso, exceto nas minhas histórias atuais. O nome e como eles são será revelado um pouco mais a frente, eu me dediquei tanto as outras histórias que parecia que essa mesmo havia sido esquecida, quando não ocorreu isso, acho que o segundo capítulo eu já perdi umas sete vezes, o que me prejudicou bastante, mais em breve já estará disponível. A poesia é algo incrível, que muda o nosso pensar. Obrigado por acompanhar e espero que goste do desenvolver da história. Até o próximo capítulo!