Cara, eu morro de rir quando leio "Sanderson". Não é um nome muito atraente, né? SHAUHUSAHUSAHUSAHUSHAUHUSA. Ok, não vou zoar ele, pois eu o adorei também! E essa menina, Savannah? Ela é uma doçura também... Eu gostei dos dois, hihi.
Vai ser legal a parte da arena, então, não demore para postar, viu? Estamos quase lá! ♥
Oh, a mudança de assunto do "tanãnãnã" para o Sanderson me fez imaginar a musiquinha dizendo "Sanderson", ao invés de "Batman". Eu realmente preciso ser mais séria. IUAHSIUAHSIU
Que bom que tenha gostado dele e da Savannah ^_^ Gosto quando gostam dos tributos.
E vai ser legal para mim escrever a parte da arena também...Altas emoções kk
Muito obrigada por ler, comentar, e pelos elogios!
"Se eles queriam ver algo engraçado, que comprassem um espelho." Gabbe, você é o cara.
Isso foi realmente emocionante. Não soltei aqueles piripaques de "Ai meu coração" porque enfim estou meio triste e a despedida de Sanderson e Savannah me deixou mais emocionado ainda. Bem, eu gosto da Savannah. Se o Sanderson morrer logo, vou ficar torcendo pra ela (ok, eu deveria apostar em um Carreirista, mas meu coração falou mais alto).
Bem, fique tranquilo, pois tanto o Sanderson quanto os gêmeos ainda aparecerão muito pela frente XD
E essa história de Carreirista não tem muita validade nesta fic. Estou julgando os tributos de muitas formas para ver quem irá viver mais e quem será o vencedor, e o principal quesito é a participação dos leitores. Afinal, o nome desse estilo de fic é "interativa". Se não houver a interação de leitor e autor, não há motivos para ir muito além com determinados personagens.
É, acho, inclusive, que eu deveria avisar isso nas notas... Bem, obrigada pela ideia AIUAUHS
Obrigada também por ler e comentar ;) Fico contente que tenha gostado!
Sanderson kkkkkkk, parece aqueles nomes que as mães dão pros filhos quando querem juntar os nomes dos avós, tipo : Sandro + Anderson = Sanderson hahahahahaha ri pakas agr...
Gostei bastante do cap, e to mt ansiosa pelo proximo
Eu não sei exatamente o motivo, mas, seja lá qual ele for, eu ando tendo muita dificuldade em escrever o comentário do capítulo anterior. Por isso, decidi tentar escrever logo o desse aqui pra ver se sai alguma coisa dessa vez. Tentar não mata, certo? c:
Eu já comentei o quanto eu adoro esses tributos com famílias grandes? Sim? Adivinha, eu vou comentar de novo, porque as cenas deles (quase) sempre acabam sendo as coisinhas mais fofas (e tristes) do mundo ♥
Sabe, eu acho o Sanderson um fofo desde o primeiro capítulo em que ele apareceu, na Colheita. Eu adorei o jeito como ele foi honesto com os próprios sentimentos nesse capítulo: ele não escondeu nada que ele sentiu a não ser que soubesse que isso ia magoar a família dele. Ele é um desses personagens que não tem medo de admitir o que sente e que parece tentar tanto proteger as pessoas que ele ama, e eu tão adoro personagens assim. Eles sempre acabam virando meus bebês.
Sinceramente, é tão deprimente que o aniversário dele seja logo alguns dias antes de ele entrar na Arena. Quer dizer, só imagina como deve ser horrível passar o próprio aniversário treinando ou sendo avaliado ou em um apartamento de um andar com o represente da Capital, um mentor praticamente desconhecido e uma menina cuja morte ele talvez precise presenciar. Não é exatamente o que eu chamo de melhor comemoração do mundo, especialmente considerando que esse supostamente devia ser um ano a menos pra ele ser sorteado pros Jogos. Só que não é. Porque o Leanel é estúpido e precisou sortear, dentre tanta gente, o irmão mais novo dele. Eu quase me sinto feliz por existirem personagens de quem eu não gosto nessa história, porque pelo menos eu não preciso me sentir mal por todo mundo. Esse é o problema de ter personagens de quem você gosta. Você sempre quer que coisas legais aconteçam com eles, mas acontece exatamente o contrário e eles sempre acabam tendo os piores destinos. É tão totalmente frustrante e injusto.
Por mais que a ideia da Juniper tenha diminuído o tempo que o Sanderson pôde passar com cada um dos familiares dele, eu apoio ela. Eles são uma família, e é assim que deviam se despedir dele. Quer dizer, união é algo essencial, especialmente entre famílias grandes. Em um momento como os Jogos, ela deve se tornar algo ainda mais importante do que já era antes.
Uma parte de mim desesperadamente quer que o que o Sanderson tenha dito pra consolar a mãe dele seja verdade, enquanto a outra desesperadamente quer que seja mentira porque ele vencer significaria a Lyre morrendo. Mas a essa altura eu já quero que tanta gente vença junto com ela que eu acho mais fácil eu querer que essa edição dos Jogos tenha dez vencedores.
E, adivinha só, o Sanderson não é o único tributo do Distrito 10 que entraria nessa lista de dez vencedores!
A Savannah é tão fofa quanto ele, pelo menos pra mim. Eu acho que eu ainda não superei totalmente que uma garota com um nome legal e que trabalha em um orfanato pra ajudar criancinhas foi sorteada pros Jogos. A despedida dela também não ajudou muito, sinceramente. O esforço que ela fez pra se manter sorrindo mesmo em uma situação absolutamente horrorosa foi algo tão... Nobre. Pessoalmente, eu acho lindo o modo como ela, assim como o Sanderson, tenta proteger a própria família. Não é como se o sorriso dela vá impedir que eles chorem mais tarde, quando/se algo acontecer com ela, mas ela sorri do mesmo jeito. Ela podia se afogar em lágrimas se quisesse, mas em vez disso ela escolheu fingir que estava bem pra não fazer os pais e o irmão se sentirem tão mal com a situação toda. E eu sei o quanto é difícil se obrigar a ignorar os próprios sentimentos para fazer com que outra pessoa se sinta melhor, então, pra mim, foi algo realmente admirável da parte dela.
E talvez tenha sido por isso que a última frase da parte dela do capítulo quebrou o meu coração em pedacinhos ainda menores do que ele já estava quebrado antes.
Imaginar ela se esforçando para continuar sorrindo mesmo depois de a família dela já ter ido embora, chorando sozinha naquela sala, foi tão triste. Mas eu acho que foi um momento bem simbólico, também. Pelo que eu pude entender desse capítulo, quando a irmã dela morreu nos Jogos, foi o otimismo dela que fez com que a família dela seguisse em frente. Agora, ela precisa do próprio otimismo pra conseguir seguir em frente, na pior direção possível: os Jogos.
O que não significa que eu odeie menos quando pessoas legais precisam chorar. Eu odeio quando coisas ruins acontecem com pessoas que eu gosto.
E eu acho que já é a décima vez que eu comento isso nesse comentário. Ooops.
Mas sabe de uma coisa? Eu concordo com ela quanto àquele comentário sobre a Capital provavelmente achar engraçado levar gente da mesma família. Considerando a frequência com que isso anda acontecendo nessa história, e especialmente depois do capítulo final de Panem Et Circenses, essa é a única explicação lógica que eu consigo encontrar pra tanta tragédia de uma vez só.
Sabe, são quase três e meia da madrugada agora e eu acabei de perceber que passei uma hora escrevendo um comentário que pode ser resumido basicamente em “esse capítulo teve duas despedidas absolutamente tristes e que quebraram o meu coração e eu odeio gente legal indo direto pro corredor da morte”. É, eu acho que eu realmente adoro escrever coisas longas.
E acho que eu já perdi mais do que tempo o suficiente falando sobre as Despedidas, então agora é hora de começar a falar sobre o trem.
A Savannah errou! Eu sabia que ela ia errar. Eu sabia que, no final, ela ia enxergar que o Sanderson não é uma pessoa ruim e que eles dois iam acabar virando amigos, mesmo que isso não seja uma ocasião muito apropriada pra isso.
É uma pena que o final do capítulo tenha destruído a aura rápida de felicidade que se formou quando eles começaram a conversar brevemente um com o outro. Mas eu não posso realmente reclamar, porque eles estão certos. A não ser que eles ganhem os Jogos, é improvável que alguém da Capital volte a se lembrar deles, porque é assim que os Jogos e a Capital funcionam.
Mas mesmo que os outros personagens da história esqueçam eles, eu vou lembrar dos dois. Pra sempre. Porque eles são dois fofos ♥
Como de costume, o capítulo foi excelente, Giullia. Mas afinal, existe alguma coisa que você escreva que não seja? A essa altura, acho que já virou repetitivo eu incluir isso nos meus comentários.
Mas, por outro lado, esse com certeza não foi o melhor review que eu te mandei e eu sinto muito por isso. Eu não consigo me sentir satisfeita de verdade com ele, mas pelo menos eu consegui mandar alguma coisa. Eu tenho tido muita dificuldade de escrever e me focar em Jogos Vorazes ultimamente, então eu estou feliz de ter conseguido mandar algo, mesmo que não seja tão bom quanto eu queria que fosse. Bem, esse é um comentário a menos na minha lista! Agora só faltam mais três c:
Tanãnãnã, como sempre, muito bom.
Cara, eu morro de rir quando leio "Sanderson". Não é um nome muito atraente, né? SHAUHUSAHUSAHUSAHUSHAUHUSA. Ok, não vou zoar ele, pois eu o adorei também! E essa menina, Savannah? Ela é uma doçura também... Eu gostei dos dois, hihi.
Vai ser legal a parte da arena, então, não demore para postar, viu? Estamos quase lá! ♥
Parabéns, moça.
TANÃNÃNÃ, BATMAAAN!
Oh, a mudança de assunto do "tanãnãnã" para o Sanderson me fez imaginar a musiquinha dizendo "Sanderson", ao invés de "Batman". Eu realmente preciso ser mais séria. IUAHSIUAHSIU
Que bom que tenha gostado dele e da Savannah ^_^ Gosto quando gostam dos tributos.
E vai ser legal para mim escrever a parte da arena também...Altas emoções kk
Muito obrigada por ler, comentar, e pelos elogios!
"Se eles queriam ver algo engraçado, que comprassem um espelho." Gabbe, você é o cara.
Isso foi realmente emocionante. Não soltei aqueles piripaques de "Ai meu coração" porque enfim estou meio triste e a despedida de Sanderson e Savannah me deixou mais emocionado ainda. Bem, eu gosto da Savannah. Se o Sanderson morrer logo, vou ficar torcendo pra ela (ok, eu deveria apostar em um Carreirista, mas meu coração falou mais alto).
Enfim, amei o capítulo, amei amei.
Bem, fique tranquilo, pois tanto o Sanderson quanto os gêmeos ainda aparecerão muito pela frente XD
E essa história de Carreirista não tem muita validade nesta fic. Estou julgando os tributos de muitas formas para ver quem irá viver mais e quem será o vencedor, e o principal quesito é a participação dos leitores. Afinal, o nome desse estilo de fic é "interativa". Se não houver a interação de leitor e autor, não há motivos para ir muito além com determinados personagens.
É, acho, inclusive, que eu deveria avisar isso nas notas... Bem, obrigada pela ideia AIUAUHS
Obrigada também por ler e comentar ;) Fico contente que tenha gostado!
Sanderson kkkkkkk, parece aqueles nomes que as mães dão pros filhos quando querem juntar os nomes dos avós, tipo : Sandro + Anderson = Sanderson hahahahahaha ri pakas agr...
Gostei bastante do cap, e to mt ansiosa pelo proximo
KKKKKKKK, sim, parece mesmo. Mas no caso desse Sanderson, o pai dele se chama "Sander". Filho do Sander, em inglês, Sanderson rsrs.
Muito obrigada por ler e comentar ^_^ Fico feliz que tenha gostado.
Eu não sei exatamente o motivo, mas, seja lá qual ele for, eu ando tendo muita dificuldade em escrever o comentário do capítulo anterior. Por isso, decidi tentar escrever logo o desse aqui pra ver se sai alguma coisa dessa vez. Tentar não mata, certo? c:
Eu já comentei o quanto eu adoro esses tributos com famílias grandes? Sim? Adivinha, eu vou comentar de novo, porque as cenas deles (quase) sempre acabam sendo as coisinhas mais fofas (e tristes) do mundo ♥
Sabe, eu acho o Sanderson um fofo desde o primeiro capítulo em que ele apareceu, na Colheita. Eu adorei o jeito como ele foi honesto com os próprios sentimentos nesse capítulo: ele não escondeu nada que ele sentiu a não ser que soubesse que isso ia magoar a família dele. Ele é um desses personagens que não tem medo de admitir o que sente e que parece tentar tanto proteger as pessoas que ele ama, e eu tão adoro personagens assim. Eles sempre acabam virando meus bebês.
Sinceramente, é tão deprimente que o aniversário dele seja logo alguns dias antes de ele entrar na Arena. Quer dizer, só imagina como deve ser horrível passar o próprio aniversário treinando ou sendo avaliado ou em um apartamento de um andar com o represente da Capital, um mentor praticamente desconhecido e uma menina cuja morte ele talvez precise presenciar. Não é exatamente o que eu chamo de melhor comemoração do mundo, especialmente considerando que esse supostamente devia ser um ano a menos pra ele ser sorteado pros Jogos. Só que não é. Porque o Leanel é estúpido e precisou sortear, dentre tanta gente, o irmão mais novo dele. Eu quase me sinto feliz por existirem personagens de quem eu não gosto nessa história, porque pelo menos eu não preciso me sentir mal por todo mundo. Esse é o problema de ter personagens de quem você gosta. Você sempre quer que coisas legais aconteçam com eles, mas acontece exatamente o contrário e eles sempre acabam tendo os piores destinos. É tão totalmente frustrante e injusto.
Por mais que a ideia da Juniper tenha diminuído o tempo que o Sanderson pôde passar com cada um dos familiares dele, eu apoio ela. Eles são uma família, e é assim que deviam se despedir dele. Quer dizer, união é algo essencial, especialmente entre famílias grandes. Em um momento como os Jogos, ela deve se tornar algo ainda mais importante do que já era antes.
Uma parte de mim desesperadamente quer que o que o Sanderson tenha dito pra consolar a mãe dele seja verdade, enquanto a outra desesperadamente quer que seja mentira porque ele vencer significaria a Lyre morrendo. Mas a essa altura eu já quero que tanta gente vença junto com ela que eu acho mais fácil eu querer que essa edição dos Jogos tenha dez vencedores.
E, adivinha só, o Sanderson não é o único tributo do Distrito 10 que entraria nessa lista de dez vencedores!
A Savannah é tão fofa quanto ele, pelo menos pra mim. Eu acho que eu ainda não superei totalmente que uma garota com um nome legal e que trabalha em um orfanato pra ajudar criancinhas foi sorteada pros Jogos. A despedida dela também não ajudou muito, sinceramente. O esforço que ela fez pra se manter sorrindo mesmo em uma situação absolutamente horrorosa foi algo tão... Nobre. Pessoalmente, eu acho lindo o modo como ela, assim como o Sanderson, tenta proteger a própria família. Não é como se o sorriso dela vá impedir que eles chorem mais tarde, quando/se algo acontecer com ela, mas ela sorri do mesmo jeito. Ela podia se afogar em lágrimas se quisesse, mas em vez disso ela escolheu fingir que estava bem pra não fazer os pais e o irmão se sentirem tão mal com a situação toda. E eu sei o quanto é difícil se obrigar a ignorar os próprios sentimentos para fazer com que outra pessoa se sinta melhor, então, pra mim, foi algo realmente admirável da parte dela.
E talvez tenha sido por isso que a última frase da parte dela do capítulo quebrou o meu coração em pedacinhos ainda menores do que ele já estava quebrado antes.
Imaginar ela se esforçando para continuar sorrindo mesmo depois de a família dela já ter ido embora, chorando sozinha naquela sala, foi tão triste. Mas eu acho que foi um momento bem simbólico, também. Pelo que eu pude entender desse capítulo, quando a irmã dela morreu nos Jogos, foi o otimismo dela que fez com que a família dela seguisse em frente. Agora, ela precisa do próprio otimismo pra conseguir seguir em frente, na pior direção possível: os Jogos.
O que não significa que eu odeie menos quando pessoas legais precisam chorar. Eu odeio quando coisas ruins acontecem com pessoas que eu gosto.
E eu acho que já é a décima vez que eu comento isso nesse comentário. Ooops.
Mas sabe de uma coisa? Eu concordo com ela quanto àquele comentário sobre a Capital provavelmente achar engraçado levar gente da mesma família. Considerando a frequência com que isso anda acontecendo nessa história, e especialmente depois do capítulo final de Panem Et Circenses, essa é a única explicação lógica que eu consigo encontrar pra tanta tragédia de uma vez só.
Sabe, são quase três e meia da madrugada agora e eu acabei de perceber que passei uma hora escrevendo um comentário que pode ser resumido basicamente em “esse capítulo teve duas despedidas absolutamente tristes e que quebraram o meu coração e eu odeio gente legal indo direto pro corredor da morte”. É, eu acho que eu realmente adoro escrever coisas longas.
E acho que eu já perdi mais do que tempo o suficiente falando sobre as Despedidas, então agora é hora de começar a falar sobre o trem.
A Savannah errou! Eu sabia que ela ia errar. Eu sabia que, no final, ela ia enxergar que o Sanderson não é uma pessoa ruim e que eles dois iam acabar virando amigos, mesmo que isso não seja uma ocasião muito apropriada pra isso.
É uma pena que o final do capítulo tenha destruído a aura rápida de felicidade que se formou quando eles começaram a conversar brevemente um com o outro. Mas eu não posso realmente reclamar, porque eles estão certos. A não ser que eles ganhem os Jogos, é improvável que alguém da Capital volte a se lembrar deles, porque é assim que os Jogos e a Capital funcionam.
Mas mesmo que os outros personagens da história esqueçam eles, eu vou lembrar dos dois. Pra sempre. Porque eles são dois fofos ♥
Como de costume, o capítulo foi excelente, Giullia. Mas afinal, existe alguma coisa que você escreva que não seja? A essa altura, acho que já virou repetitivo eu incluir isso nos meus comentários.
Mas, por outro lado, esse com certeza não foi o melhor review que eu te mandei e eu sinto muito por isso. Eu não consigo me sentir satisfeita de verdade com ele, mas pelo menos eu consegui mandar alguma coisa. Eu tenho tido muita dificuldade de escrever e me focar em Jogos Vorazes ultimamente, então eu estou feliz de ter conseguido mandar algo, mesmo que não seja tão bom quanto eu queria que fosse. Bem, esse é um comentário a menos na minha lista! Agora só faltam mais três c: