Fiquei feliz que você lembrou da frase dos pulsos XD Passando aqui para dizer que a One-Shot ficou demais! Um belo presente, você não explorou tanta maldade, mas soube me convencer com a mensagem da fic e isso é o que eu queria que acontecesse. Tantas coisas para falar, nem sei por onde começar >_<.
Vamos iniciar pela ingenuidade. Essa característica já me marcou - e ainda marca às vezes - minha vida. Acreditar nos outros com facilidade, depositar confiança rápido demais, tudo isso, com o tempo, eu aprendi a não fazer. Helena, infelizmente, era assim e pagou da pior forma possível. Além disso, ela leva comida a sério, não recusa o pudim de chocolate, essa garota já ganhou ponto comigo".
A falta de liberdade... Superproteção dos pais, como lidar? Eu nunca sofri com isso, mas conheço gente que já e ainda sofre. Eu sou uma pessoa muito liberal, sou amigo da liberdade (junto com a responsabilidade, é claro) e me ver numa situação dessa me daria raiva; eu me rebelaria. A Helena, infelizmente, talvez por ainda ser nova, não carregou a responsabilidade com ela. Ela chega a comentar que não pode falar com estranhos, mas o segue só por causa de pudim (está certa em não recusar comida, mas está errada em aceitá-la de estranhos). Ele citou conhecê-la... Se alguém chega perto de mim e começa a falar coisas da minha vida, eu saio correndo para as montanhas!! Pelo menos o Arthur era jovem, pois um possível criminoso gordo e calvo, além de clichê, é nojento x.x Pela capa, eu achei que ia ter pedofilia e fiquei com medo kkkk
*Momento para falar do gatinho* Foi muita coincidência, porque estou cogitando ter um gatinho chamado Marshmallow u_u Tudo bem, vai ser de pelúcia, mas não deixa de ser um gato. Aí ele fará companhia para o meu porquinho Bacon *-* Voltando.... Gatinho *u*
*Momento para voltar a falar da fic* Aquela cena da polícia... Eu já estava começando a shippá-los... (Não gosto de romance, mas shippo tudo o que eu vejo kkkk). Coitado, tanto lugar para levar tiro e ele leva logo na cabeça u_u Mas eu já esperava mortes (Adoro mortes *-* Uma das primeiras coisas que eu faço em fics é escolher quem vai morrer :v).
Bom, o final... Eu entendi e não entendi ao mesmo tempo, apesar de tê-lo amado, pois adoro finais impactantes que mudam todo o rumo da história em um parágrafo. Tipo, eel falou que ela tinha morrido há um dia, mas, quando a polícia chega no local, ela fala com ele; então foi obra da imaginação conturbada e obsessiva dele? Eu nunca vi tanta obsessão (já vi parecido em um filme), mas a história realmente me surpreendeu e por isso eu a adorei.
*Momento para falar do gatinho de novo* Ele morreu T_T *Eis o motivo de eu estar me cortando*
*Voltando para a fic* Muito obrigado pelo texto mesmo, adorei ver esse novo tipo de obsessão, algo que eu pensei que era pedofilia, mas não era. Sei como foi um desafio para você, pois passei por uma situação semelhante, você sabe XD Você conseguiu ^^ Fez até um Dark Romance (eu AMO Dark Romance) e esse é outro ponto que me fez gostar muito! Obrigado ^^
Review gigante, ADORO! Que vergonha, olha tempo que eu levei para responder kkk.
Ok, vamos lá. Primeiramente fico muito feliz que tenha gostado, sinto que tenho muito a evoluir nesse gênero, mas adorei o desafio.
Quando eu escrevi, eu imaginei a história se passando em uma época mais antiga, apesar de não dar nenhum indício no texto. Ou seja, as crianças eram um pouco mais ingênuas do que hoje em dia, principalmente as meninas, Helena era uma dessas. E quem não gosta de pudim de chocolate, não é?! ;P
Eu acredito que a liberdade é sua até que interfira na vida de outra pessoa, sempre pensei assim, não tenho certeza qual dos pensadores importantes lá definiu a palavra dessa maneira primeiro. No entanto, como sou a caçula da família e filhinha do papai (sim, sim, isso mesmo e não tenho vergonha de admitir), posso dizer que já sofri um pouco com superproteção. No caso da Helena, ela era uma garotinha ingênua e chateada por não poder fazer o que queria. Talvez os pais não fossem assim tão controladores, mas ela, naquele momento, achava que sim.
Ai, a pedofilia. Debati comigo mesma várias e várias vezes se colocaria algo assim, mas, realmente, além de ser muito clichê, não me achei pronta para escrever isso. E a capa... Bom, a capa foi a segunda que eu fiz em toda a minha vida, mal sabendo mexer no photoscape, então, don't judge me u.u (na verdade até gostei levando em consideração a primeira que eu fiz ;P). Porém, tive esse problema de não saber que idade eu daria para eles, se eu fizesse Helena muito jovem, ficaria essa coisa esquisita que eu não queria escrever no momento, mas se fosse mais velha, ela não seria tão ingênua e certamente sairia correndo se um cara chegasse e falasse que sabe coisas da vida dela, como você mesmo disse. Portanto, achei melhor deixar dessa forma.
Kkkk antes um de pelúcia do que nenhum. Eu não sei, mas eu tenha essa coisa de querer chamar meus animais de estimação por nomes de comida também (pipoca, marshmallow, cupcake...), acho que isso diz alguma coisa sobre mim :/, pena que minha família não me apoia *cries*. O Bacon é de pelúcia ou de verdade? Porque seria muito maneiro se fosse de verdade :D.
É clássico shippar policiais que são parceiros, quem nunca? É que na cabeça é mais rápido, sem paciência para esse negócio de "ah, me acertaram no coração, por favor, deixe-me dizer minhas últimas palavras para minha amada, meu último suspiro", ou no estômago, que demora uns quinze minutos para morrer, imagina! Não, na cabeça ele leva o tiro e em um segundo os miolos já estão na parede e ele já está caído no chão. Way faster! Sabe que eu também adoro mortes, estou planejando uma fic que vou matar quase todo mundo muahahah! ~n
Então, na verdade, eu sou muito fã de Criminal Minds, conhece? E sou apaixonada por essas coisas de como psicopatas pensam e como é a obsessão de uma pessoa, enfim... Acabei me inspirando ali. E se você reparar bem, assim que a polícia entra na casa, Helena não fala nada ou sequer faz algum movimento, então sim, foi tudo coisa da cabeça dele e ela já estava morta a algum tempo, outra dica é o gato morto também. A menina já não estava mais viva quando Arthur trouxe o gato, então ela também não o viu, tão pouco o gato se mexeu ou miou quando ele o trouxe para ela, o gato também já estava morto.
Anyway, fico realmente feliz que tenha gostado, dá uma sensação de dever cumprido. Comecei até a esperar pelo próximo amigo secreto da Liga XD.
V
Vanessa
Ameiiiii, eu geralmente n comento mas esse eu gostei mesmo entao decidi entar em minha conta e vim comentar, muito boa ela, mesmo sendo soh um capitulo ( queria mais capitulos) eu gostei ficou muito boa ;)
Muito obrigada, querida. Fico feliz que tenha gostado. Essa fic n?o ter? mais cap?tulos, pois foi um presente de amigo secreto e tinha de ser one-shot, ou seja, um ?nico cap?tulo. Mas fique de olho que eu estou escrevendo mais algumas coisas. Beijos, flor.
Fiquei feliz que você lembrou da frase dos pulsos XD Passando aqui para dizer que a One-Shot ficou demais! Um belo presente, você não explorou tanta maldade, mas soube me convencer com a mensagem da fic e isso é o que eu queria que acontecesse. Tantas coisas para falar, nem sei por onde começar >_<.
Vamos iniciar pela ingenuidade. Essa característica já me marcou - e ainda marca às vezes - minha vida. Acreditar nos outros com facilidade, depositar confiança rápido demais, tudo isso, com o tempo, eu aprendi a não fazer. Helena, infelizmente, era assim e pagou da pior forma possível. Além disso, ela leva comida a sério, não recusa o pudim de chocolate, essa garota já ganhou ponto comigo".
A falta de liberdade... Superproteção dos pais, como lidar? Eu nunca sofri com isso, mas conheço gente que já e ainda sofre. Eu sou uma pessoa muito liberal, sou amigo da liberdade (junto com a responsabilidade, é claro) e me ver numa situação dessa me daria raiva; eu me rebelaria. A Helena, infelizmente, talvez por ainda ser nova, não carregou a responsabilidade com ela. Ela chega a comentar que não pode falar com estranhos, mas o segue só por causa de pudim (está certa em não recusar comida, mas está errada em aceitá-la de estranhos). Ele citou conhecê-la... Se alguém chega perto de mim e começa a falar coisas da minha vida, eu saio correndo para as montanhas!! Pelo menos o Arthur era jovem, pois um possível criminoso gordo e calvo, além de clichê, é nojento x.x Pela capa, eu achei que ia ter pedofilia e fiquei com medo kkkk
*Momento para falar do gatinho*
Foi muita coincidência, porque estou cogitando ter um gatinho chamado Marshmallow u_u Tudo bem, vai ser de pelúcia, mas não deixa de ser um gato. Aí ele fará companhia para o meu porquinho Bacon *-* Voltando.... Gatinho *u*
*Momento para voltar a falar da fic*
Aquela cena da polícia... Eu já estava começando a shippá-los... (Não gosto de romance, mas shippo tudo o que eu vejo kkkk). Coitado, tanto lugar para levar tiro e ele leva logo na cabeça u_u Mas eu já esperava mortes (Adoro mortes *-* Uma das primeiras coisas que eu faço em fics é escolher quem vai morrer :v).
Bom, o final... Eu entendi e não entendi ao mesmo tempo, apesar de tê-lo amado, pois adoro finais impactantes que mudam todo o rumo da história em um parágrafo. Tipo, eel falou que ela tinha morrido há um dia, mas, quando a polícia chega no local, ela fala com ele; então foi obra da imaginação conturbada e obsessiva dele? Eu nunca vi tanta obsessão (já vi parecido em um filme), mas a história realmente me surpreendeu e por isso eu a adorei.
*Momento para falar do gatinho de novo*
Ele morreu T_T *Eis o motivo de eu estar me cortando*
*Voltando para a fic*
Muito obrigado pelo texto mesmo, adorei ver esse novo tipo de obsessão, algo que eu pensei que era pedofilia, mas não era. Sei como foi um desafio para você, pois passei por uma situação semelhante, você sabe XD Você conseguiu ^^ Fez até um Dark Romance (eu AMO Dark Romance) e esse é outro ponto que me fez gostar muito! Obrigado ^^
Review gigante, ADORO! Que vergonha, olha tempo que eu levei para responder kkk.
Ok, vamos lá. Primeiramente fico muito feliz que tenha gostado, sinto que tenho muito a evoluir nesse gênero, mas adorei o desafio.
Quando eu escrevi, eu imaginei a história se passando em uma época mais antiga, apesar de não dar nenhum indício no texto. Ou seja, as crianças eram um pouco mais ingênuas do que hoje em dia, principalmente as meninas, Helena era uma dessas. E quem não gosta de pudim de chocolate, não é?! ;P
Eu acredito que a liberdade é sua até que interfira na vida de outra pessoa, sempre pensei assim, não tenho certeza qual dos pensadores importantes lá definiu a palavra dessa maneira primeiro. No entanto, como sou a caçula da família e filhinha do papai (sim, sim, isso mesmo e não tenho vergonha de admitir), posso dizer que já sofri um pouco com superproteção. No caso da Helena, ela era uma garotinha ingênua e chateada por não poder fazer o que queria. Talvez os pais não fossem assim tão controladores, mas ela, naquele momento, achava que sim.
Ai, a pedofilia. Debati comigo mesma várias e várias vezes se colocaria algo assim, mas, realmente, além de ser muito clichê, não me achei pronta para escrever isso. E a capa... Bom, a capa foi a segunda que eu fiz em toda a minha vida, mal sabendo mexer no photoscape, então, don't judge me u.u (na verdade até gostei levando em consideração a primeira que eu fiz ;P). Porém, tive esse problema de não saber que idade eu daria para eles, se eu fizesse Helena muito jovem, ficaria essa coisa esquisita que eu não queria escrever no momento, mas se fosse mais velha, ela não seria tão ingênua e certamente sairia correndo se um cara chegasse e falasse que sabe coisas da vida dela, como você mesmo disse. Portanto, achei melhor deixar dessa forma.
Kkkk antes um de pelúcia do que nenhum. Eu não sei, mas eu tenha essa coisa de querer chamar meus animais de estimação por nomes de comida também (pipoca, marshmallow, cupcake...), acho que isso diz alguma coisa sobre mim :/, pena que minha família não me apoia *cries*. O Bacon é de pelúcia ou de verdade? Porque seria muito maneiro se fosse de verdade :D.
É clássico shippar policiais que são parceiros, quem nunca? É que na cabeça é mais rápido, sem paciência para esse negócio de "ah, me acertaram no coração, por favor, deixe-me dizer minhas últimas palavras para minha amada, meu último suspiro", ou no estômago, que demora uns quinze minutos para morrer, imagina! Não, na cabeça ele leva o tiro e em um segundo os miolos já estão na parede e ele já está caído no chão. Way faster! Sabe que eu também adoro mortes, estou planejando uma fic que vou matar quase todo mundo muahahah! ~n
Então, na verdade, eu sou muito fã de Criminal Minds, conhece? E sou apaixonada por essas coisas de como psicopatas pensam e como é a obsessão de uma pessoa, enfim... Acabei me inspirando ali. E se você reparar bem, assim que a polícia entra na casa, Helena não fala nada ou sequer faz algum movimento, então sim, foi tudo coisa da cabeça dele e ela já estava morta a algum tempo, outra dica é o gato morto também. A menina já não estava mais viva quando Arthur trouxe o gato, então ela também não o viu, tão pouco o gato se mexeu ou miou quando ele o trouxe para ela, o gato também já estava morto.
Anyway, fico realmente feliz que tenha gostado, dá uma sensação de dever cumprido. Comecei até a esperar pelo próximo amigo secreto da Liga XD.
Muito obrigada, querida. Fico feliz que tenha gostado.
Essa fic n?o ter? mais cap?tulos, pois foi um presente de amigo secreto e tinha de ser one-shot, ou seja, um ?nico cap?tulo. Mas fique de olho que eu estou escrevendo mais algumas coisas.
Beijos, flor.