Drogas levam a algum lugar sim, mas ele não deve ser o lugar que todo mundo quer ir, não? Oo. Eu digo isso porque é realmente assustador o fato de haver uma banalização das drogas no nosso tempo e ser a coisa mais comum do mundo você acabar conhecendo alguém que era usuário (não precisa ser amigo, pode ser vizinho, colega de trabalho, parente, enfim! É meio que comum conhecer isso... e trágico).
Eu acredito que no tempo do Arthura droga era algo "recreativo" mesmo, não deveriam existir muitos estudos sobre se ela fazia bem ou mau de fato. Nós temos o John reclamando isso para o Sherlock, o dizendo que deveria parar e tal, mas acho que ele especulava isso. Arhur foi genial em jogar essas duas correntes de pensamento nas histórias e não puxar sardinha pra lado algum por carecer de comprovação em seu tempo. Foi genial, hein?
Ainda mais que nós temos que pensar que na época dele a Inglaterra vendia papoula (que produzia alucinógenos como remédio e era usado indiscriminadamente como muitas drogas que hoje são ilícitas) para os Chineses (se não me engano). Eu sei que houve até uma guerra sobre o "direito de se vender papoula e outras drogas" mais ou menos nessa época. Detalhes me fogem, mas lembro de algo por altos...
Puxa, que raiva, voltou eu a escrever demais, ahauhaua, droga!
Mas vamos ao que importa, o capítulo que eu amei muito.
Ok, nós sabemos que ele tinha que dar um jeitinho de ficar por alie não parecer algo suspeito, sabemos que ele acabou cedendo as "drogas" meio que pra se enturmar (e porque quis também, vai, vamos ser adultos aqui e admitir que ele queria, que tava com vontade porque já foi praticamente um viciado, como o John alertava e ele não ouvia), mas duvido muio que ele achou que ia reagir tão mal a coisa, eheheh.
Mesmo tentando usar o mínimo possível, o baque foi forte, hein? Algo me diz que a moça em questão é a tal vizinha que estava doidinha para "ver o corpinho nu" dele, ahuahaua.
Ok, mas ele chamá-la de Esther prova que ele não quer esquecer aquela dama, mesmo que a parte racional dele queira, a gente sabe que a mente não é algo muito focado no racional, amigo, relaxe, ehehhee.
Estou curiosa para ler o seguinte, vou correr lá :D
E, claro, você sabe que estou amando e que estava morrendo de saudades de ler. :D
Adorei toda a historicidade que você levou ao tema "droga"! Concordo com tudo! E de fato, naquels tempos as drogas ainda eram vistas como coisas inofensivas, muito embora alguns médicos como o próprio Arthur C. Doyle, tenham sido contra seu uso recreatvio. Eu realmente me surpreendo em ver que Doyle usou seu próprio trabalho para levantar essa bandeira e mostrar um lado mais sombrio de seu uso, ainda que sutilmente, em uma época onde ainda se duvidava de seus efeitos negativos a longo prazo. Isso só me faz admirá-lo ainda mais.
O Holmes estava há muito tempo sem usar. Sua proximidade com Esther influenciou muito para isto. Afinal, estar ao lado dela lhe fazia esquecer, e havia também outro lado: ele não queria desapontá-la, da mesma maneira que fez a Watson. Mas agora, ele estava se sentindo tão solitário, e com a tentação tão próxima, ele acabou não resistindo. E sim, ele é um adulto e sabe das consequências. O baque foi forte porque ele fez uma perigosa mistura de álcool com drogas, mistura esta que já matou muita gente e algo que ele não está acostumado a fazer. Os anos de abstinência também favoreceram que seu organismo fosse mais "atacado" pelo narcótico. É como alguém que tem uma recaída: ela se torna mais dura.
Ele vai se arrepender muito do que fez, pode ter certeza!
Muito obrigada pelo review! E pode falar à vontade, eu adoro ler seus comentários! São sempre enriquecedores!
Será aquela prostitutazinha que OUSOU sorrir para ele? Sherlock Holmes! Se você cogitar a ideia de se deitar com ela agora... EU JURO QUE EU MATO VOCÊ!!!!!!!!! Se bem que será engraçado ver a reação dele... own, Holmes, você não aprende. Deveria aprender a ouvir sua mulher... Bem, bem, fico feliz por esse capítulo, sério! Bjooos!
Hum... Mistério, mistério... RS Terá que aguardar o próx. cap para descobrir a reação dele...
Que bom que esse cap foi bem recebido, estava com medo de ter ousado demais em falar desse tema. Acho que ninguém fala de maneira tão explícita dos vícios de Holmes. Bjs, e obrigada pelo review.
Eu estou lendo tão rápido que não to parando para comentar, na verdade nem tenho raciocinado bem o que comentar.
Mas esse cap me fez parar para comentar. Sinto em dizer que imaginei o Dollynho dando esses conselhos de: Não usem drogas; drogas não levam a lugal nenhum.
Por favor, não me odeie rs. Você não está errada, muito pelo contrário, ver um personagem tão amado quanto o Sherlock ser viciado pode levar pessoas a crerem que usar drogas será legal e vai deixá-la mais “inteligente”. Não sei né. Mas eu realmente imaginei o Dollynho e estou rindo por causa disso.
Vou tirar o atraso dos outros capítulos aqui.
Puxa, ele ficou dois anos sozinho naquela cidade pequena a qual esqueci o nome?
Eu acharia bem triste, porque lembraria dela no caminho pra faculdade etc.
Achei a piada do Mycraft sobre o buldogue ótima.
Sobre a Esther. Palpito que ela foi escrava por algum tempo lá na fazenda.
Vou continuar, aproveitar que hoje o dia está tranquilo.
KKKKK Ah, os pecados da primeira fanfic... *tapa forte na testa*
Dollynho, cara?! DOLLYNHO?! WTF?! Sacanagem! Mas não fico ofendida, não.
O fato é que o Sherlock Holmes drogado e viciado em cocaína não aparece nos filmes recentes, nem no Sherlock da BBC e nem nos do Downey Jr. Só o Sherlock Holmes da série da Granada mostrou esse lado, e mostrou explicitamente, o que achei bem corajoso. Meu medo era mostrar isso como algo positivo.
Haha vou deixar que os caps respondam por mim a respeito da Esther.
Drogas levam a algum lugar sim, mas ele não deve ser o lugar que todo mundo quer ir, não? Oo. Eu digo isso porque é realmente assustador o fato de haver uma banalização das drogas no nosso tempo e ser a coisa mais comum do mundo você acabar conhecendo alguém que era usuário (não precisa ser amigo, pode ser vizinho, colega de trabalho, parente, enfim! É meio que comum conhecer isso... e trágico).
Eu acredito que no tempo do Arthura droga era algo "recreativo" mesmo, não deveriam existir muitos estudos sobre se ela fazia bem ou mau de fato. Nós temos o John reclamando isso para o Sherlock, o dizendo que deveria parar e tal, mas acho que ele especulava isso. Arhur foi genial em jogar essas duas correntes de pensamento nas histórias e não puxar sardinha pra lado algum por carecer de comprovação em seu tempo. Foi genial, hein?
Ainda mais que nós temos que pensar que na época dele a Inglaterra vendia papoula (que produzia alucinógenos como remédio e era usado indiscriminadamente como muitas drogas que hoje são ilícitas) para os Chineses (se não me engano). Eu sei que houve até uma guerra sobre o "direito de se vender papoula e outras drogas" mais ou menos nessa época. Detalhes me fogem, mas lembro de algo por altos...
Puxa, que raiva, voltou eu a escrever demais, ahauhaua, droga!
Mas vamos ao que importa, o capítulo que eu amei muito.
Ok, nós sabemos que ele tinha que dar um jeitinho de ficar por alie não parecer algo suspeito, sabemos que ele acabou cedendo as "drogas" meio que pra se enturmar (e porque quis também, vai, vamos ser adultos aqui e admitir que ele queria, que tava com vontade porque já foi praticamente um viciado, como o John alertava e ele não ouvia), mas duvido muio que ele achou que ia reagir tão mal a coisa, eheheh.
Mesmo tentando usar o mínimo possível, o baque foi forte, hein? Algo me diz que a moça em questão é a tal vizinha que estava doidinha para "ver o corpinho nu" dele, ahuahaua.
Ok, mas ele chamá-la de Esther prova que ele não quer esquecer aquela dama, mesmo que a parte racional dele queira, a gente sabe que a mente não é algo muito focado no racional, amigo, relaxe, ehehhee.
Estou curiosa para ler o seguinte, vou correr lá :D
E, claro, você sabe que estou amando e que estava morrendo de saudades de ler. :D
Adorei toda a historicidade que você levou ao tema "droga"! Concordo com tudo! E de fato, naquels tempos as drogas ainda eram vistas como coisas inofensivas, muito embora alguns médicos como o próprio Arthur C. Doyle, tenham sido contra seu uso recreatvio. Eu realmente me surpreendo em ver que Doyle usou seu próprio trabalho para levantar essa bandeira e mostrar um lado mais sombrio de seu uso, ainda que sutilmente, em uma época onde ainda se duvidava de seus efeitos negativos a longo prazo. Isso só me faz admirá-lo ainda mais.
O Holmes estava há muito tempo sem usar. Sua proximidade com Esther influenciou muito para isto. Afinal, estar ao lado dela lhe fazia esquecer, e havia também outro lado: ele não queria desapontá-la, da mesma maneira que fez a Watson. Mas agora, ele estava se sentindo tão solitário, e com a tentação tão próxima, ele acabou não resistindo. E sim, ele é um adulto e sabe das consequências. O baque foi forte porque ele fez uma perigosa mistura de álcool com drogas, mistura esta que já matou muita gente e algo que ele não está acostumado a fazer. Os anos de abstinência também favoreceram que seu organismo fosse mais "atacado" pelo narcótico. É como alguém que tem uma recaída: ela se torna mais dura.
Ele vai se arrepender muito do que fez, pode ter certeza!
Muito obrigada pelo review! E pode falar à vontade, eu adoro ler seus comentários! São sempre enriquecedores!
Será aquela prostitutazinha que OUSOU sorrir para ele? Sherlock Holmes! Se você cogitar a ideia de se deitar com ela agora... EU JURO QUE EU MATO VOCÊ!!!!!!!!! Se bem que será engraçado ver a reação dele... own, Holmes, você não aprende. Deveria aprender a ouvir sua mulher... Bem, bem, fico feliz por esse capítulo, sério! Bjooos!
Hum... Mistério, mistério... RS Terá que aguardar o próx. cap para descobrir a reação dele...
Que bom que esse cap foi bem recebido, estava com medo de ter ousado demais em falar desse tema. Acho que ninguém fala de maneira tão explícita dos vícios de Holmes. Bjs, e obrigada pelo review.
Eu estou lendo tão rápido que não to parando para comentar, na verdade nem tenho raciocinado bem o que comentar.
Mas esse cap me fez parar para comentar. Sinto em dizer que imaginei o Dollynho dando esses conselhos de: Não usem drogas; drogas não levam a lugal nenhum.
Por favor, não me odeie rs. Você não está errada, muito pelo contrário, ver um personagem tão amado quanto o Sherlock ser viciado pode levar pessoas a crerem que usar drogas será legal e vai deixá-la mais “inteligente”. Não sei né. Mas eu realmente imaginei o Dollynho e estou rindo por causa disso.
Vou tirar o atraso dos outros capítulos aqui.
Puxa, ele ficou dois anos sozinho naquela cidade pequena a qual esqueci o nome?
Eu acharia bem triste, porque lembraria dela no caminho pra faculdade etc.
Achei a piada do Mycraft sobre o buldogue ótima.
Sobre a Esther. Palpito que ela foi escrava por algum tempo lá na fazenda.
Vou continuar, aproveitar que hoje o dia está tranquilo.
O que mais gostei: Das Advertências
KKKKK Ah, os pecados da primeira fanfic... *tapa forte na testa*
Dollynho, cara?! DOLLYNHO?! WTF?! Sacanagem! Mas não fico ofendida, não.
O fato é que o Sherlock Holmes drogado e viciado em cocaína não aparece nos filmes recentes, nem no Sherlock da BBC e nem nos do Downey Jr. Só o Sherlock Holmes da série da Granada mostrou esse lado, e mostrou explicitamente, o que achei bem corajoso. Meu medo era mostrar isso como algo positivo.
Haha vou deixar que os caps respondam por mim a respeito da Esther.