Mycroft reclama, reclama, reclama... Mas ficou lá "duas horas", ou seja, ele ouve a ladainha que for se puder encher sua barriguinha com comida gostosa, ahuahaua. Eu acredito que ele seja igual a como o meu pai era, ele tinha uma capacidade enorme dese desligar das conversas ao redor e caçava apenas palavras importantes no ar, quando alguém o acusava de "não estar ouvindo", ele tinha a resposta na ponta a língua com o "você estava falando disso". E eu achava fenomenal, porque ele admitia mesmo que desligava, principalmente quando minha mãe e a mãe dela e irmãs ficavam falando da vida alheia, ahauahua. Eu vejo o Mycroft assim também, aposto que ele pega as palavras chaves e é atraído a prestar atenção total na conversa quando um maior número delas palavras parecem soar a seus ouvidos, aposto que ele faz muito disso.
Com certeza o Mycroft está certo ao dizer: se essa gente aí estivesse realmente trabalhando em seus escritórios, com afinco, aposto que tudo ficara pronto em algumas horas; agora eles perdem dias aí, fazendo sala, fumando e jogando conversa fora, para depois voltarem a seus países e darem a desculpa do cansaço e começarem a trabalhar no assunto mais ou menos uma semana depois, ahauhaua. isso me lembra muito funcionarismo público, sabe? ahauhauahau.
Acho a observação mental da moça muito bem colocada: parentes dificilmente tratam-se por sobrenome, afinal, em sua maioria, eles o dividem e isso tornaria as coisas bem estranhas, né? Imagine chamar a pessoa A e todas as 20 na sala atenderem porque todos são chamados pelo sobrenome, ehehhe, não ia rolar!
Aliás, e digo mais, ele negou que eles eram irmãos para Esther a primeira vez, dizendo que ele nunca teria um irmão como Sigerson, só para depois falar com todas as letras que "a mãe deles ficaria orgulhosa", ahauahuahau. Se ela achava que Sigerson estivesse mentindo ao admitir o parentesco (se pensou isso por algum momento), agora já está mais do que provado que o mentiroso foi o Mike, ehehhehehe. Esses futuros cunhados começaram mesmo com o pé esquerdo, a mão esquerda, o pulmão esquerdo e toda e qualquer "parte" esquerda que possa ser mencionada, ahauahuahaua.
Então essa e a história dela? Pobrezinha... Mas então uma das minhas hipóteses (a de ela mentir o sobrenome) já caiu por terra, porque ela realmente é Katz, ehehhhe. Muito bom para o composto, ele ainda é homenagem a ela, de qualquer forma, ehehehhee.
E, oh, o pai dela então era um espião?! Mas, gente! Oo
E Mycroft o conhecia.... Ah eu sinto cheiro de muita encrenca em curso, sabe? E isso é muito bom, ehehhe
Aliás, quando ela diz que tinha dez anos e o cara já queria levá-la, Sherlock está mesmo envolvido com a moça por ficar "abalado" com a informação, aliás na própria literatura da época as pessoas se casavam entre 9 e 11 anos. Também, com uma expectativa de vida de 27 anos em países mais ricos, imagina só o como era prematuro tudo na vida do povo. Aliás, assustador, não? Oo
Hhahaha Eu imagino Mycroft devorando um pernil inteiro e dizendo "ahãm" entre uma garfada e outra para esse pessoal do governo. Eu confesso que, na época que escrevi essa fanfic, eu estagiava em uma empresa estatal e o pessoal de lá fazia reuniões em resorts... KKKK Acho que eu compartilho as mesmas idéias que o Mycroft.
Cara, os dois estão deixando escapar cada furo... Hahahaha É sacanagem minha. Acho que estou exagerando nisto, porque penso eu que seja difícil esconder a cumplicidade, ainda mais por 2 identidades falsas. Certamente os dois saberiam disfarçar mais.
A Esther não mentiria o sobrenome dela porque isso seria crime. E ela não recorre a coisas como falsificação, da mesma forma que o Holmes. Ela e David eram honestos neste aspecto - e por isso viviam em constante fuga, porque era fácil descobrir seu paradeiro.
Eu vou falar mais sobre o pai dela ser um espião no seu review do próximo cap.
O Holmes ficou horrorizado com a mera hipótese. Mas isso é verdade, mas em sociedades mais evoluídas, como a inglesa, sociedade a qual pertenciam o Mr. Katz, pai da Esther, 10 anos é ainda muito cedo. Deveria ser uns 13 anos a idade mais aceitável. Além do fato de o homem que a desejava ser um perseguidor. E é assustador demais!!! Por isso estou abordando nesta fanfic, porque é uma situação que me deixa perplexa!!
Um detalhe: minha tia-avó ficou grávida pela primeira vez com 11 anos... oO
Sem comentários... então por que raios estou escrevendo aqui? Enfim... quero maaaaaaais, não pode acabar um cap. assim, oras... Quero a reação do Sherlock e mais do mano Mycroft... que isso hein Esther... pagando de honesta mas ó.. mó mentiras! kkkkkkkkkkk... adoooooro! Bjooos
É, não tem jeito... Só teremos as respostas no próximo capítulo (adoro torturar, rs)
Sim, a Esther ainda tem muito para aprontar. Primeiro, deixa os rapazes de queixo caído, e depois... Bem, depois só nos próximos capítulos! Obrigada pelos reviews, continue acompanhando, bjs.
Mycroft reclama, reclama, reclama... Mas ficou lá "duas horas", ou seja, ele ouve a ladainha que for se puder encher sua barriguinha com comida gostosa, ahuahaua. Eu acredito que ele seja igual a como o meu pai era, ele tinha uma capacidade enorme dese desligar das conversas ao redor e caçava apenas palavras importantes no ar, quando alguém o acusava de "não estar ouvindo", ele tinha a resposta na ponta a língua com o "você estava falando disso". E eu achava fenomenal, porque ele admitia mesmo que desligava, principalmente quando minha mãe e a mãe dela e irmãs ficavam falando da vida alheia, ahauahua. Eu vejo o Mycroft assim também, aposto que ele pega as palavras chaves e é atraído a prestar atenção total na conversa quando um maior número delas palavras parecem soar a seus ouvidos, aposto que ele faz muito disso.
Com certeza o Mycroft está certo ao dizer: se essa gente aí estivesse realmente trabalhando em seus escritórios, com afinco, aposto que tudo ficara pronto em algumas horas; agora eles perdem dias aí, fazendo sala, fumando e jogando conversa fora, para depois voltarem a seus países e darem a desculpa do cansaço e começarem a trabalhar no assunto mais ou menos uma semana depois, ahauhaua. isso me lembra muito funcionarismo público, sabe? ahauhauahau.
Acho a observação mental da moça muito bem colocada: parentes dificilmente tratam-se por sobrenome, afinal, em sua maioria, eles o dividem e isso tornaria as coisas bem estranhas, né? Imagine chamar a pessoa A e todas as 20 na sala atenderem porque todos são chamados pelo sobrenome, ehehhe, não ia rolar!
Aliás, e digo mais, ele negou que eles eram irmãos para Esther a primeira vez, dizendo que ele nunca teria um irmão como Sigerson, só para depois falar com todas as letras que "a mãe deles ficaria orgulhosa", ahauahuahau. Se ela achava que Sigerson estivesse mentindo ao admitir o parentesco (se pensou isso por algum momento), agora já está mais do que provado que o mentiroso foi o Mike, ehehhehehe. Esses futuros cunhados começaram mesmo com o pé esquerdo, a mão esquerda, o pulmão esquerdo e toda e qualquer "parte" esquerda que possa ser mencionada, ahauahuahaua.
Então essa e a história dela? Pobrezinha... Mas então uma das minhas hipóteses (a de ela mentir o sobrenome) já caiu por terra, porque ela realmente é Katz, ehehhhe. Muito bom para o composto, ele ainda é homenagem a ela, de qualquer forma, ehehehhee.
E, oh, o pai dela então era um espião?! Mas, gente! Oo
E Mycroft o conhecia.... Ah eu sinto cheiro de muita encrenca em curso, sabe? E isso é muito bom, ehehhe
Aliás, quando ela diz que tinha dez anos e o cara já queria levá-la, Sherlock está mesmo envolvido com a moça por ficar "abalado" com a informação, aliás na própria literatura da época as pessoas se casavam entre 9 e 11 anos. Também, com uma expectativa de vida de 27 anos em países mais ricos, imagina só o como era prematuro tudo na vida do povo. Aliás, assustador, não? Oo
Beijinhos
Hhahaha Eu imagino Mycroft devorando um pernil inteiro e dizendo "ahãm" entre uma garfada e outra para esse pessoal do governo. Eu confesso que, na época que escrevi essa fanfic, eu estagiava em uma empresa estatal e o pessoal de lá fazia reuniões em resorts... KKKK Acho que eu compartilho as mesmas idéias que o Mycroft.
Cara, os dois estão deixando escapar cada furo... Hahahaha É sacanagem minha. Acho que estou exagerando nisto, porque penso eu que seja difícil esconder a cumplicidade, ainda mais por 2 identidades falsas. Certamente os dois saberiam disfarçar mais.
A Esther não mentiria o sobrenome dela porque isso seria crime. E ela não recorre a coisas como falsificação, da mesma forma que o Holmes. Ela e David eram honestos neste aspecto - e por isso viviam em constante fuga, porque era fácil descobrir seu paradeiro.
Eu vou falar mais sobre o pai dela ser um espião no seu review do próximo cap.
O Holmes ficou horrorizado com a mera hipótese. Mas isso é verdade, mas em sociedades mais evoluídas, como a inglesa, sociedade a qual pertenciam o Mr. Katz, pai da Esther, 10 anos é ainda muito cedo. Deveria ser uns 13 anos a idade mais aceitável. Além do fato de o homem que a desejava ser um perseguidor. E é assustador demais!!! Por isso estou abordando nesta fanfic, porque é uma situação que me deixa perplexa!!
Um detalhe: minha tia-avó ficou grávida pela primeira vez com 11 anos... oO
Um grande bj e obrigada pelo review.
Sem comentários... então por que raios estou escrevendo aqui? Enfim... quero maaaaaaais, não pode acabar um cap. assim, oras... Quero a reação do Sherlock e mais do mano Mycroft... que isso hein Esther... pagando de honesta mas ó.. mó mentiras! kkkkkkkkkkk... adoooooro! Bjooos
É, não tem jeito... Só teremos as respostas no próximo capítulo (adoro torturar, rs)
Sim, a Esther ainda tem muito para aprontar. Primeiro, deixa os rapazes de queixo caído, e depois... Bem, depois só nos próximos capítulos! Obrigada pelos reviews, continue acompanhando, bjs.