Comentários em “Shalom - As Memórias de John Sigerson”: “Capítulo 9: O Presente e o Passado de Esther”

Mary Morstan
Destacado pelo autor

Eu queria ter comentado tudo ontem... mas quando vi 2 horas da manhã do relógio eu percebi que já era hoje, então.... (já seria hoje de qualquer maneira, ehehheh)

Sim, minha cara, você escreve tão bem como o Andrew Lane, e algumas caracterizações eu acho que você até o supera e eu juro que estou sendo 100% honesta.

Você tem histórias sobre o cotidiano brasileiro em 1800? Noooosssa! Eu acho que você deveria ir atrás de registrá-lo, imprimir isso e correr atrás de editoras! Eu compraria um livro desses, mesmo se eu não tivesse lido nada seu antes, pois AMO histórias de época tão bem feitas :D

Sabe que quando se fala em machismo nós não estamos apenas tratando de algo de anos atrás, né? Até hoje ele é bem vivo... Digamos que existem até muitas mulheres que são machistas. Quantas mães não dizem que filho homem não deve lavar a louça ou cozinhar, hein? (a minha, por exemplo, sobre o meu irmão). E quantas mulheres dirigindo ao verem uma mulher virar sem seta (por exemplo) não soltam o "só podia ser mulher!"? O machismo social é algo tão forte em nossa própria sociedade que as próprias mulheres são adeptas fervorosas dele. Isso é assustador!

Cara, eu também sou do interior de São Paulo, se bobear somos vizinhas de cidades até, ehehehhe. :D

E, sim, naquela coleção da Zahar eles falam várias teorias, entre elas está essa do hospício em que Mary estaria. Eu também acho que ela morreu (e fico triste com isso), mas acho que temos essa impressão porque o próprio Arthur deixou a moça de lado e voltou John para a casa de Sherlock nas últimas histórias. Ele até esqueceu que a moça era órfão de mãe e a faz visitar sua mãe numa história, ehheheh. Mas, eu não sei, eu acho que era esquecimento dele, ele tinha uma obra enorme, e muitas outras com outros personagens, acho que ele mesmo não se deu conta de algumas gafes, eheheh.

Bem, mas Mary morta ajuda na sua fic? Sabe, meu coração se partiu um tiquinho mais com isso.... Oh, Deus! (me senti a dramática agora, ehhehehe)

Agora vamos ao que diz respeito ao capítulo em si, né? Porque, vamos combinar, ele está muito bom!

Holmes se empenhou muito, hein? Se isso tudo não é amor, admiração, apreço, ou qualquer outra palavra que ele queira usar para denominar o quanto essa mulher é importante para ele, eu não sei o que é, ehehhe.

Gostei muito desses presentes a parte (e eu queria falar um "mesmo que", mas me segurarei para o comentário que vem, ehehhehe).

A ideia de um composto químico que homenageasse a família paterna dela (porque, sim, acabou sendo mais que uma homenagem apenas a ela, né?), foi algo muito criativo! Acho que ele se superou bastante e gostei muito de todo o empenho que ele usou nisso e a reação dela ao saber. Digamos que ele pareceu até cômico em certos momentos e achei isso divertidíssimo. É Holmes, com certeza, tentando fazer de conta que ele não é ele, ehehehe. Perfeito!

E depois ele decidiu levá-la para jantar nesse restaurante onde não entende o cardápio, ehhehe, mas que a deixaria mais conectada consigo mesma, seus costumes, sua cultura e com todas as coisas que ela inevitavelmente acabou deixando para trás no momento em que deixou sua Terra Natal, e a cada instante em que perdia mais uma conexão (seus familiares). Eu fiquei realmente impressionada com isso, ele foi fofo, não acha? Eu acho!

E então ele fechou a noite com chave de ouro lhe dando um simbolo judaico que deveria lembra-la de sua mãe. E realmente o fez! Holmes está apaixonado, com certeza! Ele fez o possível e impossível para agradá-la, ele só não foi perspicaz o bastante para se dar conta disso, eheheh.

E, ah deixa eu comentar o seguinte, que tal como o capítulo irmão, o comentário é irmão, eheheh :D Lá posso me aprofundar mais!

BadWolf
BadWolf Autor

Olá!!

E mais uma vez você brinda a minha noite comseus reviews, sempre tão bem analisados e inteligentes. Ahahaha, mais comparações ao Lane e vou acabar ficando sem graça, rs. Mas enfim, vou tentar acreditar nisto.

Sim, eu tenho minhas histórias, e elas são romance policial também e se passam no Brasil, período imperial, com meus próprios personagens. Embora eu confesse que está tudo engavetado. Infelizmente eu costumo ser mais exigente com elas do que com as fanfics, então eu nunca acho que está bom. Um dia, caso eu venha a registrá-las e, sabe-se lá, não é, eu consiga uma editora, você será uma das primeiras a saber. Mas acho que esse dia ainda está longe de acontecer, então eu vou me divertindo por aqui mesmo.

Olha, o Holmes está apaixonado, mas não se deu conta disto. Só isso explica o empenho. Aliás, eu diria que impressionar uma mulher é uma oportunidade única na vida dele. Como Sherlock Holmes, ele jamais faria uma coisa dessa,s porque precisa manter "o papel". E você captou bem o espírito da coisa, mesmo errando (foi spoiler?), ele acertou em cheio, trazendo a Esther, ainda que por uma noite, para mais perto de sua cultura há muito esquecida. Ela vive praticamente na clandestinidade, e graças ao Holmes pôde até ouvir um pouco da música de suas raízes. E a história dela é mais tenebrosa do que parece, você está certa. Acho que só vimos a ponta do iceberg até agora.

Você gostou da idéia do composto? Achei bem a cara do Holmes fazer algo assim, uma nerdice bem Sherlockiana, rsrs. E ele correu o riscode ela sequer ter se interessado (conheço muita mulher que torceria o nariz para isto) Acho que esses dois foram feitos um para o outro. Pena que ainda não se tocaram disso.

Obrigada pelo review! Correndo para responder o próximo! Bjs

Ana Barbieri

Amei a frase de sua autoria, amei OS presentes, amei o capítulo, senti ciúme do aperto de mãos, amei tudo! Perfeito, querida, nossa, a cada dia que passa fico mais apaixonada por essa história! Continue assim... mas não tome muitas liberdades porque se não a Anne vai baixar nela e o bicho vai pegar! Kkkkkkkk... bjooos!

BadWolf
BadWolf Autor

Olá!!!! É muito bom despertar ciúmes em você e na sua Anne, rs. Sinal de que estou conseguindo chegar aonde quero, ainda que bem devagar. E de fato, foram PRESENTES mesmo, e por um motivo que já vou adiantar: o Holmes estava jogando todas as suas fichas nisso, e achou melhor dar mais de um (nesse caso, 3!) para não correr o risco de errar. Acho que o nosso 'Pomposo Detetive" não é tão eficiente nesse departamento.

Continue acompanhando, que o próximo capítulo tá prometendo!! Um pouco de ação e... Bem... Teremos um avanço daqueles, um verdadeiro "agora vai";;; Chega de spoilers, rs... Só posso te pedir que continue acompanhando. Bjs.

Meurtriere

Porque fiquei com vontade de comer aquele prato ali rs. Eu pesquei a dica no cap anterior. Imaginei que fosse uma joia, mas ao longo do cap (com a nomeação e o restaurante) eu tinha deixado a ideia para lá. Mas então fui surpreendida mais uma vez. Não sou muito culta nas tradições londrinas, ainda mais na época vitoriana então não sei o nível de intimidade que significa apertar as mãos.

Só pra constar que acho o máximo a fic se passar na França né ;)



O que mais gostei: Da comida
BadWolf
BadWolf Autor

Hahaha Não sei se disse isso em algum momento, mas vou te dizer: o Holmes fez tantas surpresas porque ele não queria errar. Ele realmente queria surpreende-la epensou: bom, se eu der 1 presente, tenho mais chance de errar, então vou dar 3. Espertinho, ele... rs

Significa bastante intimidade. E eu só disse isso porque tem fanfic que li sobre casais vitorianos que já saem se pegando, o que é bem fora da época.

Quanto à França: prefiro Londres, mas a França tem lá seu charme.

Um abç e obrigada pelo review maravilhoso!