Provavelmente você deve ter achado que eu sumi, mas não. Eu imprimi sua fic e estava lendo ela enquanto saia por aí com a minha mãe, tia, prima e esse mundo familiar que me pegou de motorista esses dias... Coisas da vida, eu estou no 17, mas você merece comentários então eu vou correr os olhos nos capítulos e fazer alguns comentários, ok?
Não vai ficar algo: "nooooosssa, que comentário", mas eu prometo me esforçar. :D Ainda mais que eu vou ter que testar minha memória quanto ao que acontecer no capítulo e não me confundir, na virada será bem interessante, ehehehhehe.
Esses carinha do navio, que chega "chegando" e se achando a segunda bolacha do pacote (porque a primeira vem quebrada e ninguém quer, e a última muitas vezes é renegada porque está todo mundo cheio; se formos analisar bem a segunda é a mais amada do pacote, ehehehhehe - e é melhor eu me ater ao que importa senão você me acharará muito louca, ahuahaua), aff, que idiota!
Ok, eu vou me ater ao fato de que na era vitoriana, ainda mais para a mentalidade dos súditos reais, uma mulher que "desfila por aí" se dizendo casada e sem uma aliança (o simbolo campeão das religiões para denominar isso) realmente deveria ser a coisa mais questionável do mundo.
É como dizem, quem não presta conhece seus iguais. Se bobear, ele mesmo é casado e arranca sua aliança para frequentar prostíbulos! E, como ele faz, com certeza acha que o mundo faz também. Aí temos mais um ponto, ele mostrasse um homem totalmente machista (como 99,9% dos homens da sociedade vitoriana eram, com certeza!) e por vê-la sem aliança em frente ao "marido", com certeza queria vê-lo esbofeteá-la e acusá-la de grandes calúnias. Porque homens podem trair, mas as mulheres não... Pensamento infeliz, mas vigente até hoje.
No meu ponto de vista, para falar a verdade, traição é uma coisa errada vinda de um homem ou de uma mulher. Se a pessoa está em uma relação que não tem mais conserto é bem melhor se divorciarem como amigos do que como arquirivais... Mas, enfim....
Acho que quando ela "ofendeu a monarca" ganhou alguns pontos em frente a esses bastardos... Mas, ainda assim, havia certo risco e eu aposto que ele não engoliu bem a ideia de Sigerson não estar nenhum pouco chocado por ela ser tão bocudinha, ahauahau.
Bem, conseguir sair do navio até que foi o menor dos problemas... Aposto que ter que contar que David não está mais entre os vivos é algo bem mais complicado, né?
Esther viajou bastante, não? Me parece que essa família viveu mesmo em constante fuga... A mãe deles parecia uma boa pessoa, mas quem tem esse pai está perdido na vida, não? Ele a prometeu para um cara inescrupuloso... Ok, que as condições que o levaram a isso não são de nosso conhecimento, não sabemos em que situação ele se encontrava... Mas pobre Esther.
Pelo menos eles vão poder estar por perto mais um tempo e ela não estará tão sozinha enfrentando esse difícil luto...
Tadinha.
.
Ah, eu confesso que não lembro sobre o nome Singerson, mas eu li faz um tempinho todas as histórias, e eu li mais de 50 livros só esse ano, então as informações andam me fugindo da memória no momento....
Beijinhos e, é claro, estou amando, porque se eu não estivesse (creia em mim) eu não comentaria em todos os capítulos só para dizer o quão incrível você é. Você merecia era mil comentários por capítulo no mínimo, viu?
Puxa, seus comentários são IMPRESSIONANTES!!! Você analisa tão bem a história que é até difícil fazer comentários que simplesmente não repitam o que você está dizendo, mas eu vou tentar, rs.
Bom, a família de Esther realmente passava por graves problemas. E há uma boa explicação para o pai da Esther ter feito isso. Por mais que possa parecer, ele não foi um canalha. Mesmo fazendo isso, a Esther seria incapaz de ter raiva de seu pai.
Eu tentei passar o máximo do machismo da época - inclusive Holmes será machista, como você poderá perceber nos próximos caps. Que bom que teve o efeito desejado. Já Esther tem uma mente mais despojada, acredito que isso reflita muito este estilo de vida que ela possui, em constante deslocamento. Ela acabou se tornando uma mulher mais independente que as de sua idade - e nem todo mundo entende isso. Nem Holmes vai entender, aliás.
Uau!!! Eu me sinto lisonjeada em ler isso!!!! Fico muito feliz que minhas histórias estejam te entretendo tanto. Que bom que está gostando de lê-la!! Sinceramente eu espero que você ainda possa se divertir e se surpreender muito com ela. Não há nada melhor do que ver pessoas tão satisfeitas assim com nossos escritos. Obrigada e continue acompanhando.
Provavelmente você deve ter achado que eu sumi, mas não. Eu imprimi sua fic e estava lendo ela enquanto saia por aí com a minha mãe, tia, prima e esse mundo familiar que me pegou de motorista esses dias... Coisas da vida, eu estou no 17, mas você merece comentários então eu vou correr os olhos nos capítulos e fazer alguns comentários, ok?
Não vai ficar algo: "nooooosssa, que comentário", mas eu prometo me esforçar. :D Ainda mais que eu vou ter que testar minha memória quanto ao que acontecer no capítulo e não me confundir, na virada será bem interessante, ehehehhehe.
Esses carinha do navio, que chega "chegando" e se achando a segunda bolacha do pacote (porque a primeira vem quebrada e ninguém quer, e a última muitas vezes é renegada porque está todo mundo cheio; se formos analisar bem a segunda é a mais amada do pacote, ehehehhehe - e é melhor eu me ater ao que importa senão você me acharará muito louca, ahuahaua), aff, que idiota!
Ok, eu vou me ater ao fato de que na era vitoriana, ainda mais para a mentalidade dos súditos reais, uma mulher que "desfila por aí" se dizendo casada e sem uma aliança (o simbolo campeão das religiões para denominar isso) realmente deveria ser a coisa mais questionável do mundo.
É como dizem, quem não presta conhece seus iguais. Se bobear, ele mesmo é casado e arranca sua aliança para frequentar prostíbulos! E, como ele faz, com certeza acha que o mundo faz também. Aí temos mais um ponto, ele mostrasse um homem totalmente machista (como 99,9% dos homens da sociedade vitoriana eram, com certeza!) e por vê-la sem aliança em frente ao "marido", com certeza queria vê-lo esbofeteá-la e acusá-la de grandes calúnias. Porque homens podem trair, mas as mulheres não... Pensamento infeliz, mas vigente até hoje.
No meu ponto de vista, para falar a verdade, traição é uma coisa errada vinda de um homem ou de uma mulher. Se a pessoa está em uma relação que não tem mais conserto é bem melhor se divorciarem como amigos do que como arquirivais... Mas, enfim....
Acho que quando ela "ofendeu a monarca" ganhou alguns pontos em frente a esses bastardos... Mas, ainda assim, havia certo risco e eu aposto que ele não engoliu bem a ideia de Sigerson não estar nenhum pouco chocado por ela ser tão bocudinha, ahauahau.
Bem, conseguir sair do navio até que foi o menor dos problemas... Aposto que ter que contar que David não está mais entre os vivos é algo bem mais complicado, né?
Esther viajou bastante, não? Me parece que essa família viveu mesmo em constante fuga... A mãe deles parecia uma boa pessoa, mas quem tem esse pai está perdido na vida, não? Ele a prometeu para um cara inescrupuloso... Ok, que as condições que o levaram a isso não são de nosso conhecimento, não sabemos em que situação ele se encontrava... Mas pobre Esther.
Pelo menos eles vão poder estar por perto mais um tempo e ela não estará tão sozinha enfrentando esse difícil luto...
Tadinha.
.
Ah, eu confesso que não lembro sobre o nome Singerson, mas eu li faz um tempinho todas as histórias, e eu li mais de 50 livros só esse ano, então as informações andam me fugindo da memória no momento....
Beijinhos e, é claro, estou amando, porque se eu não estivesse (creia em mim) eu não comentaria em todos os capítulos só para dizer o quão incrível você é. Você merecia era mil comentários por capítulo no mínimo, viu?
Vamos ao seguinte :D
Puxa, seus comentários são IMPRESSIONANTES!!! Você analisa tão bem a história que é até difícil fazer comentários que simplesmente não repitam o que você está dizendo, mas eu vou tentar, rs.
Bom, a família de Esther realmente passava por graves problemas. E há uma boa explicação para o pai da Esther ter feito isso. Por mais que possa parecer, ele não foi um canalha. Mesmo fazendo isso, a Esther seria incapaz de ter raiva de seu pai.
Eu tentei passar o máximo do machismo da época - inclusive Holmes será machista, como você poderá perceber nos próximos caps. Que bom que teve o efeito desejado. Já Esther tem uma mente mais despojada, acredito que isso reflita muito este estilo de vida que ela possui, em constante deslocamento. Ela acabou se tornando uma mulher mais independente que as de sua idade - e nem todo mundo entende isso. Nem Holmes vai entender, aliás.
Uau!!! Eu me sinto lisonjeada em ler isso!!!! Fico muito feliz que minhas histórias estejam te entretendo tanto. Que bom que está gostando de lê-la!! Sinceramente eu espero que você ainda possa se divertir e se surpreender muito com ela. Não há nada melhor do que ver pessoas tão satisfeitas assim com nossos escritos. Obrigada e continue acompanhando.