O ritmo calmo como as coisas iam acontecendo, não deixando que simplesmente a história acelerasse para a jornada, deixando assim buracos pela trama.
O efeito pokebola vazia foi bem legal. Dando ao leitor aquela sensação de que as habilidades eram testadas desde o inicio. Ao mesmo tempo a surpresa da pokebola Scyther eliminou essa parte e já era esperada. Realmente não acreditava que todos os quatro fossem começar do zero. Se Scyther vai obedecê-lo de inicio é outra história, mas já esperava que William viesse a ter um dos pokemon do pai (ou deiados nesse caso).
A melhor parte, sem dúvidas é a conversa dele com sua mãe. Onde ele vai tomando ciência do que é proteger as pessoas. Será legal que as palavras do presidente da liga sobre a terceira regra a fraternidade, um dia tocarão tão fundo no jovem William que ele perceberá o quão errado era com sua mãe e para com muitas outras pessoas.
Esse negócio do pokémon não obedecer de início é um velho clichê em Pokémon, mas já adianto que vou usá-lo sim como já era de se esperar, mesmo porque não faria muito sentido um Scyther raivoso obedecer um iniciante assim logo de cara.
Sobre a discussão entre os dois, que bom que gostou! Mas vou fazer uma autocrítica aqui, depois de eu reler algumas vezes o capítulo, eu fiquei com impressão de que forcei demais um draminha ali, dando um toque de novela mexicana à cena. Hahaha
Obrigado pela sugestão! Na realidade eu já tinha em mente mesmo usar essa regra da fraternidade para desenvolver os personagens!
Um enredo brilhante para o capitulo.
O ritmo calmo como as coisas iam acontecendo, não deixando que simplesmente a história acelerasse para a jornada, deixando assim buracos pela trama.
O efeito pokebola vazia foi bem legal. Dando ao leitor aquela sensação de que as habilidades eram testadas desde o inicio. Ao mesmo tempo a surpresa da pokebola Scyther eliminou essa parte e já era esperada. Realmente não acreditava que todos os quatro fossem começar do zero. Se Scyther vai obedecê-lo de inicio é outra história, mas já esperava que William viesse a ter um dos pokemon do pai (ou deiados nesse caso).
A melhor parte, sem dúvidas é a conversa dele com sua mãe. Onde ele vai tomando ciência do que é proteger as pessoas. Será legal que as palavras do presidente da liga sobre a terceira regra a fraternidade, um dia tocarão tão fundo no jovem William que ele perceberá o quão errado era com sua mãe e para com muitas outras pessoas.
Excelente capítulo!
Esse negócio do pokémon não obedecer de início é um velho clichê em Pokémon, mas já adianto que vou usá-lo sim como já era de se esperar, mesmo porque não faria muito sentido um Scyther raivoso obedecer um iniciante assim logo de cara.
Sobre a discussão entre os dois, que bom que gostou! Mas vou fazer uma autocrítica aqui, depois de eu reler algumas vezes o capítulo, eu fiquei com impressão de que forcei demais um draminha ali, dando um toque de novela mexicana à cena. Hahaha
Obrigado pela sugestão! Na realidade eu já tinha em mente mesmo usar essa regra da fraternidade para desenvolver os personagens!
Muito obrigado, Kevin!