Ok. Foi absolutamente tenso ler esse capítulo antes de dormir, possuindo uma mente psicótica e perturbada como a minha. Motivo ainda mais ressaltado por ter olhos castanhos. Segundo, adorei todos os detalhes, e não sei se é por estar com sono demais, mas não percebi as entrelinhas desse texto. Lembre-me pelo facebook de reler o conto amanhã, vai que eu percebo os detalhes que me fugiram. Não consegui perceber o assassino, sei lá. Mas como sempre, conto muito bem construído, e bem diferente do padrão que via em vc. Parabéns.
Meus olhos são castanhas, vei. Puramente castanhos. Não faça isso comigo, Mamy.
Mas agora é sério, quero saber mais sobre esse assassino. Quem é ele? Qual é o interesse dele? Acho justo a senhorita fazer um texto com o ponto de vista dele. Vou te desafiar também, você vai ver só u_u
Aliás, aqui estou eu, morrendo de sono, mas não podia ir dormir sem antes atualizar minhas leituras e deixar um comentário decente em cada um delas. Minha sinusite não passou, mas minha curiosidade para esse texto foi maior. Sinta-se mordida e querida, sua fofa.
Muito, muito bom. Nunca tinha visto até agora o seu caso de mistério com suspense e tenho que dizer que ficou de um jeito bastante interessante, assim por dizer. Deu-me uma pitada de curiosidade que me fez pensar sobre o assunto e passei cinco minutos - ou mais - tentando sair da curiosidade. Poderia me dizer quem é o carinha? Ou talvez faça parte de um jogo que não mesmo vos sabe?
Muito, muito obrigada. Você nunca tinha visto porque, bem, eu nunca tinha escrito. Pelo menos não seriamente. Na verdade, faz parte de um jogo que desconheço ainda, mas muito em breve, e se tudo der certo, conheceremos juntos.
''MONSTRO DE FLORENÇA'', falei que ele seria útil para alguma coisa u.ú
E a senhorita, que VIVE falando que odeia coisas sem final, foi lá e me fez um conto sem final... Não acredito Marina... PQP!
Quanto ao título, não precisa! Um conto sem fim, não precisa ter um título. Deixe com o suspense, atrai mais leitores, vai por mim!
Agora vamos lá... respondendo a sua pergunta: sim, gostei do conto! E acho que você deveria sim escrever mais como esse de vez em quando. Li alguns dos comentários, e é evidente que os leitores gostaram. E realmente, você conseguiu escrevê-lo muito bem! Por alguns motivos:
- a escrita prendeu os leitores e isso é essencial para contos desse tipo, principalmente;
- você se prendeu a dois mistérios: o assassino e quem mandava as mensagens;
- criou um ''status quo" interessante para as vítimas, como o fato delas terem olhos castanhos;
- não deixou claro o perfil psicológico do assassino, o que só acentuou o suspense;
- não criou um final esperado, deixando por fim, os leitores ainda mais curiosos e pensativos, e dando-lhes espaços para que eles imaginem o assassino fisicamente e psicologicamente.
Vou te falar como eu imaginei Ele. Na verdade eu não o imaginei bem. Talvez um pouco do perfil psicológico dele, tipo o fato das vitimas serem mulheres e de olhos castanhos me fazem pensar que ele era... maluco e que eu estava FUDIDA se ele existisse (me faz pensar também que no subconsciente da Marina, ela estava querendo matar a Yolanda, mas eu ignorei essa hipótese, para não ficar magoada). Quanto ao aspecto físico, só imaginei um cara alto e com um sorriso sedutor (sei lá... acho que fico atraída por psicopatas... impossível Marina, juro... tenho medo de mim as vezes).
Imaginei o conto acontecendo sempre com o dia nublado, e a noite chuvosa (por talvez estar chovendo enquanto estou lendo), e gostei da originalidade de fazer a promotora tomar "Coca-Cola", ao invés de Café.
Você realmente me surpreendeu, então parabéns! Conseguiu vencer o desafio, e por isso ganhará outra recomendação!
E esse comentário nem foi, de longe o meu melhor... mas é que ainda estou paralisada com o conto que acabei de ler. *Yolanda levanta e tranca a porta* as vítimas não podiam ter outra cor de olhos??!
Eu não podia fazer um final, porque se o fizesse, seria feliz. E ai, fugiria do desafio...
Vou deixar sem título, então. Porque é você quem sabe, oras.
Yoyo, se fiz mesmo tudo isso, saiba que foi muito sem querer. Tipo, não foi algo tão elaborado, embora eu saiba que devesse ter sido.
Sabe, o plano inicial era focar a narrativa Nele. Mas acontece que não consegui... O pensamento no começo também era fazer com que a detetive tivesse olhos verdes, e que a tara fosse olhos verdes, mas já tinha dedicado um conto a essa cor, então, tive de mudar de ideia. Mas talvez tenha sido só meu subconsciente te matando indiretamente.
(Sabe, eu também tenho medo de você as vezes. Acontece.)
Também pensei em fazê-la tomar café, mas já tinha dedicado um conto à café, então tive de improvisar. Coca-Cola dá mais energia que café, então, tá valendo.
Não, as vítimas não poderiam ter outra cor de olhos. Desculpe.
Obrigada, mesmo. Mesmo, mesmo. Espero ansiosamente pela recomendação.
Caraca! Como eu disse! Você consegue se adequar perfeitamente a qualquer gênero! Muito muito bom o conto, de uma dedução não tão simples assim heim! Mas me deixou com um ar de: omg ficou muito bom! Parabéns sis! A minha área é provocar mais o sobrenatural... que, falando nisso, preciso continuar com a minha fic! Enfim, ficou muito bom e não quero e nem vou exigir mais de você, porque não quero você pro em terror! ahhahahahaha Parabéns sis!
E aqui estou eu de novo! Te importunando mais um pouco com reviews confusos. E nesse de hoje, falarei o que achei sobre esse conto sem título e sem final.
Primeiro de tudo, senti falta de um título. Eu gosto dos seus, os acho originais e talvez até brincalhões. Não necessariamente infantis, não, não digo isso. Mas é que, Senhorita Fortes, seus títulos são... diferentes. Não consigo explicar. É como querer explicar o fanatismo da Luna por pudim. Ou querer descrever os brincos laranja berrante dela. Em outras palavras, impossível. Mas eles me encantam. E adoraria saber qual seria o título desse conto, se ele o tivesse. Não poderia ser Olhos Castanhos, uma vez que já tem Olhos Verdes. Coca-Cola seria interessante mas já existe um outro título relacionado a uma bebida, Café De Deus. É coisa de louco desocupado, mas estou gostando de pensar nisso.
Quanto a história do conto em si, eu gostei. Não digo que foi minha preferida. Não porque está ruim, não está, mas porque achei um pouco corrido, talvez. Sabe, acho que poderia ter estendido mais o conto, falado um pouco mais. Não sobre o assassino porque o ponto foi deixa-lo em segredo. Na verdade, não tem nada que ainda falte para falar, mas achei corrido do mesmo jeito. (Vê? Meus reviews são confusos!) Mas mesmo assim eu gostei. Gostei porque não me deu medo, e isso foi muito bom, porque eu com medo é uma coisa absurdamente insuportável e irei lhe dizer o porque: porque quando eu estou com medo eu começo a cantar. Mas eu não ter sentido medo não significa que não fiquei assustada. Não sei exatamente por que, uma vez que meus olhos não são castanhos puros, mas fiquei. Fiquei assustada com esse cara, e seus olhos castanhos. E isso apenas prova mais uma vez que 1) eu sou confusa, assim como meus reviews; 2) esse conto está muito bem escrito; e 3) sua escrita é incrível.
E caso esteja se perguntando, sim, o imaginei com olhos castanhos. O imaginei de pele clara, alto, olhos castanhos, sorriso de canto e risada alta e debochada. Mas nada disso importava realmente, porque para ele, tudo era sobre os olhos castanhos. E ele matava as moças porque elas não eram dignas do mar castanho? Foi a minha ideia depois de ler o conto pela quinta ou sexta vez. Permaneço com essa. Não vou te cobrar uma resposta para a teoria, mas seria interessante e eu ficaria muito feliz em receber uma. Mas não se sinta obrigada nem nada.
Senhorita Fortes, meu deus, eu não consigo parar de falar. É culpa sua! Sim, senhorita, culpa sua. Culpa sua e desse seu conto. Desse seu maldito e pequeno conto que agora está me deixando louca porque não sei se as mulheres eram dignas de olhos castanhos ou não. Culpa sua que colocou esse cara, esse cara apaixonado por castanhos com uma risada debochada que arrepiam os nervos (essa expressão é tão estranha!) Esse conto é ótimo e eu escreveria até amanhã falando sobre ele. Parabéns pelo conto, esse conto que é assustador e me fez não ter mais certeza se estou com medo ou não.
Acho melhor eu começar a cantar. Só por via das dúvidas.
Vamos lá, responder esse review confuso e amável. (Que, só pra que saiba, eu não acho encheção de saco de jeito nenhum. É bem pelo contrário!)
Sobre títulos... Fico MUITO feliz que goste dos meus títulos, porque eu mesma não tenho muito carinho por eles, e eles devem gostar de receber carinho de outras pessoas, eu acho. E nesse conto, por mais incrível que pareça, os questionamentos que tive sobre o título foram no mesmo nível que os seus. Não poderia ser sobre a cor de olhos, nem sobre bebidas, nem sobre o que a personagem é, como no caso de A Bailarina, e nem sobre casas, porque as casas não existem, e nem sobre nada o que eu conseguisse pensar. Por isso, resolvi pedir a quem tinha me desafiado que escolhesse um título, e ela somente disse que um conto sem final, podia não ter títulos, também. Então gostei da ideia, porque eu sempre discuto com meu professor sobre a necessidade de títulos (embora eu tenha claro que eles são necessários, ainda odeio ter que colocá-los), e colocar 'Sem título' seria a forma mais efetiva de brincar com a estrutura do conto e com meu desgosto com entitular textos.
Sabe, muito provavelmente está corrido. Porque era algo que eu não tenho a mínima afinidade para escrever, mas mesmo assim era algo que queria tentar, e que muito provavelmente eu tinha que mostrar pra vocês.
Essa coisa de cantar... Você canta quando está com medo. Eu canto quando existe música. Então, no meu caso é pior.
Agora vou te contar a teoria sobre o assassino, e minhas amigas vão me odiar por isso, porque você será a primeira pessoa a ouvir (ou ler, no caso). O assassino era um velho conhecido de Anne, que ela já tinha esquecido. E foi por sua causa que ele começou achar que todas as castanhas desmereciam uma cor tão intensa e tão profunda. O assassino e Anne foram amigos no tempo de faculdade, mas quando ele começou a envolver-se com drogas ela simplesmente o abandonou, com medo de que pudesse se envolver também e ficar a um passo da carreira de seus sonhos sem nunca poder alcançá-la. Então, o rapaz jamais pôde perdoá-la. E quando viu uma nota sobre a tão odiada carreira de Anne no jornal, todo seu ódio voltou, e ele teve de arquitetar uma forma de pô-la em cheque. Conhecia-a melhor que ninguém, então, soube apreciar as oportunidades. Deu no que deu.
Enfim, também não consigo parar de falar, mas vou me obrigar a parar. Muito, muito obrigada por esse comentário, Senhorita Ramos. Foi um prazer responde-lo.
Eu adorei, amo histórias de mistérios, são sinistras eu amo isso! Ficou perfeito
Nossa, obrigada mesmo. Eu também adoro ler mistério, terror, e suspense. Mas não tenho o mínimo dom pra escrever isso...
Ok. Foi absolutamente tenso ler esse capítulo antes de dormir, possuindo uma mente psicótica e perturbada como a minha. Motivo ainda mais ressaltado por ter olhos castanhos. Segundo, adorei todos os detalhes, e não sei se é por estar com sono demais, mas não percebi as entrelinhas desse texto. Lembre-me pelo facebook de reler o conto amanhã, vai que eu percebo os detalhes que me fugiram. Não consegui perceber o assassino, sei lá. Mas como sempre, conto muito bem construído, e bem diferente do padrão que via em vc. Parabéns.
Jurava já ter respondido esse review. Foi mal.
Deuses, isso foi motivo de transtorno pra mais pessoas do que eu imaginava. Foi mal. ^^
Muito, muito obrigada por gostar. O assassino é meio imperceptivel, mas estou trabalhando com isso.
Beijoos
AMEIIIIIII!! meu deus, muito perfeito, adoro assim historias policiais, por causa do misterio e suspense que nos prendem! MUITO PERFEITO!!
Muito, muito, muito obrigada! Beijoos
Meus olhos são castanhas, vei. Puramente castanhos. Não faça isso comigo, Mamy.
Mas agora é sério, quero saber mais sobre esse assassino. Quem é ele? Qual é o interesse dele? Acho justo a senhorita fazer um texto com o ponto de vista dele. Vou te desafiar também, você vai ver só u_u
Aliás, aqui estou eu, morrendo de sono, mas não podia ir dormir sem antes atualizar minhas leituras e deixar um comentário decente em cada um delas. Minha sinusite não passou, mas minha curiosidade para esse texto foi maior. Sinta-se mordida e querida, sua fofa.
Beijos Beijos
~K
Foi mal =X
Como sou narrador preso somente a Anne no conto, não sei muito sobre ele. Mas assim que me informar, te conto. Ah, deus. Seja boazinha comigo, vai...
Melhoras na sinusite, Carol.
~me sentindo mordida e querida~
Obrigada.
Beijoos
Muito, muito bom. Nunca tinha visto até agora o seu caso de mistério com suspense e tenho que dizer que ficou de um jeito bastante interessante, assim por dizer. Deu-me uma pitada de curiosidade que me fez pensar sobre o assunto e passei cinco minutos - ou mais - tentando sair da curiosidade. Poderia me dizer quem é o carinha? Ou talvez faça parte de um jogo que não mesmo vos sabe?
Espero o capítulo, até mais ver.
Muito, muito obrigada. Você nunca tinha visto porque, bem, eu nunca tinha escrito. Pelo menos não seriamente. Na verdade, faz parte de um jogo que desconheço ainda, mas muito em breve, e se tudo der certo, conheceremos juntos.
'Té mais.
''MONSTRO DE FLORENÇA'', falei que ele seria útil para alguma coisa u.ú
E a senhorita, que VIVE falando que odeia coisas sem final, foi lá e me fez um conto sem final... Não acredito Marina... PQP!
Quanto ao título, não precisa! Um conto sem fim, não precisa ter um título. Deixe com o suspense, atrai mais leitores, vai por mim!
Agora vamos lá... respondendo a sua pergunta: sim, gostei do conto! E acho que você deveria sim escrever mais como esse de vez em quando. Li alguns dos comentários, e é evidente que os leitores gostaram. E realmente, você conseguiu escrevê-lo muito bem! Por alguns motivos:
- a escrita prendeu os leitores e isso é essencial para contos desse tipo, principalmente;
- você se prendeu a dois mistérios: o assassino e quem mandava as mensagens;
- criou um ''status quo" interessante para as vítimas, como o fato delas terem olhos castanhos;
- não deixou claro o perfil psicológico do assassino, o que só acentuou o suspense;
- não criou um final esperado, deixando por fim, os leitores ainda mais curiosos e pensativos, e dando-lhes espaços para que eles imaginem o assassino fisicamente e psicologicamente.
Vou te falar como eu imaginei Ele. Na verdade eu não o imaginei bem. Talvez um pouco do perfil psicológico dele, tipo o fato das vitimas serem mulheres e de olhos castanhos me fazem pensar que ele era... maluco e que eu estava FUDIDA se ele existisse (me faz pensar também que no subconsciente da Marina, ela estava querendo matar a Yolanda, mas eu ignorei essa hipótese, para não ficar magoada). Quanto ao aspecto físico, só imaginei um cara alto e com um sorriso sedutor (sei lá... acho que fico atraída por psicopatas... impossível Marina, juro... tenho medo de mim as vezes).
Imaginei o conto acontecendo sempre com o dia nublado, e a noite chuvosa (por talvez estar chovendo enquanto estou lendo), e gostei da originalidade de fazer a promotora tomar "Coca-Cola", ao invés de Café.
Você realmente me surpreendeu, então parabéns! Conseguiu vencer o desafio, e por isso ganhará outra recomendação!
E esse comentário nem foi, de longe o meu melhor... mas é que ainda estou paralisada com o conto que acabei de ler. *Yolanda levanta e tranca a porta* as vítimas não podiam ter outra cor de olhos??!
Parabéns! Amei!
Beijoos...
Não é que serviu mesmo??
Eu não podia fazer um final, porque se o fizesse, seria feliz. E ai, fugiria do desafio...
Vou deixar sem título, então. Porque é você quem sabe, oras.
Yoyo, se fiz mesmo tudo isso, saiba que foi muito sem querer. Tipo, não foi algo tão elaborado, embora eu saiba que devesse ter sido.
Sabe, o plano inicial era focar a narrativa Nele. Mas acontece que não consegui... O pensamento no começo também era fazer com que a detetive tivesse olhos verdes, e que a tara fosse olhos verdes, mas já tinha dedicado um conto a essa cor, então, tive de mudar de ideia. Mas talvez tenha sido só meu subconsciente te matando indiretamente.
(Sabe, eu também tenho medo de você as vezes. Acontece.)
Também pensei em fazê-la tomar café, mas já tinha dedicado um conto à café, então tive de improvisar. Coca-Cola dá mais energia que café, então, tá valendo.
Não, as vítimas não poderiam ter outra cor de olhos. Desculpe.
Obrigada, mesmo. Mesmo, mesmo. Espero ansiosamente pela recomendação.
Beijo, te amo.
Caraca! Como eu disse! Você consegue se adequar perfeitamente a qualquer gênero! Muito muito bom o conto, de uma dedução não tão simples assim heim! Mas me deixou com um ar de: omg ficou muito bom! Parabéns sis! A minha área é provocar mais o sobrenatural... que, falando nisso, preciso continuar com a minha fic! Enfim, ficou muito bom e não quero e nem vou exigir mais de você, porque não quero você pro em terror! ahhahahahaha Parabéns sis!
Não exagere, sis linda. Não ficou tudo isso não, sabemos. Mas foi uma tentativa. Obrigada por dizer que deu certo...
Precisa mesmo, mocinha. E não se preocupe, terror não é nada que eu vá tentar tão logo... hahaha
Obrigada! =)
Uau.
Obrigada, Bea!
Bom, muito bom.
Obrigada, muito obrigada.
E aqui estou eu de novo! Te importunando mais um pouco com reviews confusos. E nesse de hoje, falarei o que achei sobre esse conto sem título e sem final.
Primeiro de tudo, senti falta de um título. Eu gosto dos seus, os acho originais e talvez até brincalhões. Não necessariamente infantis, não, não digo isso. Mas é que, Senhorita Fortes, seus títulos são... diferentes. Não consigo explicar. É como querer explicar o fanatismo da Luna por pudim. Ou querer descrever os brincos laranja berrante dela. Em outras palavras, impossível. Mas eles me encantam. E adoraria saber qual seria o título desse conto, se ele o tivesse. Não poderia ser Olhos Castanhos, uma vez que já tem Olhos Verdes. Coca-Cola seria interessante mas já existe um outro título relacionado a uma bebida, Café De Deus. É coisa de louco desocupado, mas estou gostando de pensar nisso.
Quanto a história do conto em si, eu gostei. Não digo que foi minha preferida. Não porque está ruim, não está, mas porque achei um pouco corrido, talvez. Sabe, acho que poderia ter estendido mais o conto, falado um pouco mais. Não sobre o assassino porque o ponto foi deixa-lo em segredo. Na verdade, não tem nada que ainda falte para falar, mas achei corrido do mesmo jeito. (Vê? Meus reviews são confusos!) Mas mesmo assim eu gostei. Gostei porque não me deu medo, e isso foi muito bom, porque eu com medo é uma coisa absurdamente insuportável e irei lhe dizer o porque: porque quando eu estou com medo eu começo a cantar. Mas eu não ter sentido medo não significa que não fiquei assustada. Não sei exatamente por que, uma vez que meus olhos não são castanhos puros, mas fiquei. Fiquei assustada com esse cara, e seus olhos castanhos. E isso apenas prova mais uma vez que 1) eu sou confusa, assim como meus reviews; 2) esse conto está muito bem escrito; e 3) sua escrita é incrível.
E caso esteja se perguntando, sim, o imaginei com olhos castanhos. O imaginei de pele clara, alto, olhos castanhos, sorriso de canto e risada alta e debochada. Mas nada disso importava realmente, porque para ele, tudo era sobre os olhos castanhos. E ele matava as moças porque elas não eram dignas do mar castanho? Foi a minha ideia depois de ler o conto pela quinta ou sexta vez. Permaneço com essa. Não vou te cobrar uma resposta para a teoria, mas seria interessante e eu ficaria muito feliz em receber uma. Mas não se sinta obrigada nem nada.
Senhorita Fortes, meu deus, eu não consigo parar de falar. É culpa sua! Sim, senhorita, culpa sua. Culpa sua e desse seu conto. Desse seu maldito e pequeno conto que agora está me deixando louca porque não sei se as mulheres eram dignas de olhos castanhos ou não. Culpa sua que colocou esse cara, esse cara apaixonado por castanhos com uma risada debochada que arrepiam os nervos (essa expressão é tão estranha!) Esse conto é ótimo e eu escreveria até amanhã falando sobre ele. Parabéns pelo conto, esse conto que é assustador e me fez não ter mais certeza se estou com medo ou não.
Acho melhor eu começar a cantar. Só por via das dúvidas.
Vamos lá, responder esse review confuso e amável. (Que, só pra que saiba, eu não acho encheção de saco de jeito nenhum. É bem pelo contrário!)
Sobre títulos... Fico MUITO feliz que goste dos meus títulos, porque eu mesma não tenho muito carinho por eles, e eles devem gostar de receber carinho de outras pessoas, eu acho. E nesse conto, por mais incrível que pareça, os questionamentos que tive sobre o título foram no mesmo nível que os seus. Não poderia ser sobre a cor de olhos, nem sobre bebidas, nem sobre o que a personagem é, como no caso de A Bailarina, e nem sobre casas, porque as casas não existem, e nem sobre nada o que eu conseguisse pensar. Por isso, resolvi pedir a quem tinha me desafiado que escolhesse um título, e ela somente disse que um conto sem final, podia não ter títulos, também. Então gostei da ideia, porque eu sempre discuto com meu professor sobre a necessidade de títulos (embora eu tenha claro que eles são necessários, ainda odeio ter que colocá-los), e colocar 'Sem título' seria a forma mais efetiva de brincar com a estrutura do conto e com meu desgosto com entitular textos.
Sabe, muito provavelmente está corrido. Porque era algo que eu não tenho a mínima afinidade para escrever, mas mesmo assim era algo que queria tentar, e que muito provavelmente eu tinha que mostrar pra vocês.
Essa coisa de cantar... Você canta quando está com medo. Eu canto quando existe música. Então, no meu caso é pior.
Agora vou te contar a teoria sobre o assassino, e minhas amigas vão me odiar por isso, porque você será a primeira pessoa a ouvir (ou ler, no caso). O assassino era um velho conhecido de Anne, que ela já tinha esquecido. E foi por sua causa que ele começou achar que todas as castanhas desmereciam uma cor tão intensa e tão profunda. O assassino e Anne foram amigos no tempo de faculdade, mas quando ele começou a envolver-se com drogas ela simplesmente o abandonou, com medo de que pudesse se envolver também e ficar a um passo da carreira de seus sonhos sem nunca poder alcançá-la. Então, o rapaz jamais pôde perdoá-la. E quando viu uma nota sobre a tão odiada carreira de Anne no jornal, todo seu ódio voltou, e ele teve de arquitetar uma forma de pô-la em cheque. Conhecia-a melhor que ninguém, então, soube apreciar as oportunidades. Deu no que deu.
Enfim, também não consigo parar de falar, mas vou me obrigar a parar. Muito, muito obrigada por esse comentário, Senhorita Ramos. Foi um prazer responde-lo.