O QUE?!! O QUEEEEEEEEEEEEEEEE?!! COMASSIM???!!! JÁ TA CHEGANDO AO FIM! NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO! POR QUE DEUS? POR QUE FICS PERFEITAS ACABAM TÃO RÁPIDO? POR QUÊ??!!
Não, agora é sério. Eu não acredito que a fic já ta acabando. Isso é muito triste.
Voltando ao capítulo: MEU DEUS DO CÉU, ESSES DOIS NÃO PODEM SE ENCONTRAR QUE ROLA COISA INAPROPRIADAS PARA MENORES! QUE ISSO!
ADA, SUA BITCH LINDA, POR QUE NÃO VOLTA LOGO PROS BRAÇOS DESSE AGENTE GOSTOSO?!! POR QUE? ME RESPONDE! Aff, se sou eu, eu nem tinha abandonado ele depois do pedido de casamento. Aliás, eu tinha dado um jeito de ir embora de Raccoon City com ele.. cê acha!.. Até parece que eu ia perder um lindo desse. Ah ta.
E gente, como eu amo o Leon sarcástico/mal humorado.
Sim amiga! Já pensou? "A estória sem fim de Leon & Ada" ??? vcs iam enjoar de mim!!!!
Foi rápido né? É que normalmente ficwriters postam uma vez na semana - eu bem sei que alguns usam como tática para acumular reviews pq da tempo de td mundo ler e tals...rs -, ou ficam semanas sem postar nada pq dá branco mesmo... Mas como eu ja tinha em mente a questão das minhas provas eu fui vomitando a fic logo td de uma vez, sem fazer suspense que é pra ficar td bem adiantadinho pra quando eu realmente precisasse parar. Juro que nao vou sumir completamente, só não vou estar postando 16 capitulos e um mês...hahahahahaha
ENTÃO, eu nunca lí isso em fonte oficial, mas DIZEM as más linguas, que o Leon é escorpiano... se for mesmo, isso explica pq ele não pode ver a Ada que só pensa "naquilo". Se não, esse horoscopo e blablabla astral é uma balela e a tarada é a autora libriana aqui mesmo...kkkkk OU...cara... eles não fazem tanto sexo assim, eles ficam DOIS ANOS sem se veeeerrrr... coitados, quando se veêm, tem que tirar o atraso, né? (eu até pensei em botar os dois num relacionamento aberto, para eles poderem ter uns peguetes nesse meio tempo, mas os personagens iam ficar muito tortos....)
Pois é Ada... coitada... tenho pena. no lugar dela, com esse "lorão" aí na minha cola... eu ia me divertir muito mais...*muuuuahahahaha*
"Era só mais uma manha de trabalho na D.S.O. Leon não gostava dos dias entediantes nessa profissão, pensava que talvez tenha se tornado algum tipo de viciado em adrenalina, pois quando estava em missões de campo, amaldiçoava seu emprego e sua sorte, porém, além de nunca pensar em fazer outra coisa da vida, quando se vê em dias como esse, acaba por sentir falta da emoção e da aventura. Leon se espreguiçava na cadeira, tentando se livrar da maldita tensão nos ombros que o incomodava há meses.
Talvez seja apenas o mau humor de costume, que o assola nos últimos tempos. Sempre conhecido em seu ambiente de trabalho como uma pessoa tranquila e de fácil trato, e apesar de nunca ter sido grosseiro com ninguém e sempre manter a mesma postura calma, para aqueles que realmente o conheciam, ou que chegavam muito perto, não podiam deixar de perceber o humor seco e sarcástico, as respostas irônicas em vários momentos inoportunos, um olhar distante como se sua alma estivesse a quilômetros dali, nunca mais frequentando as happy hours com os colegas e evitando perguntas de foro íntimo."
Que isso, amigo? Perdeu o amor a vida, é isso?
"Leon não sabia dizer se seu abandono dessa vez, sem Ada como sua amante, era melhor ou pior do que quando ainda estavam juntos mas temendo que ela estivesse morta, ou agora. Por um lado agora é melhor, pois Wescker estava morto, e ela, ao que tudo indica – segundo as ultimas noticias – estava viva. Por outro lado suas noites solitárias não eram tão melhores ou menos assustadoras. As suas miseráveis noites de bebedeira, na tentativa de dormir tão profundamente a ponto de não conseguir mais sonhar.
Os pesadelos não eram mais tão constantes, mas ainda vinham. E eram repetitivos, extremamente reais, desde lembranças vívidas com seus momentos junto a ela em Raccon City, quando ele não era nada além de um jovem e ingênuo, que acabou por conhecer a mulher mais incrível que um dia poderia sonhar em conhecer, revivendo sentimentos como paixão, interesse, traição, horror... desde ser novamente um policial tentando protegê-la, completamente inocente de quem ela realmente era. Até o de tê-la novamente “morta” em seus braços depois de confessar que se apaixonou por ele. De reviver em cada pesadelo assim, o primeiro beijo que trocaram e o mesmo desespero de a ter perdido. Fora os inúmeros outros pesadelos, em que apenas recebia a noticia de que Ada Wong foi morta em missão, foi capturada, foi presa ou condenada a morte...
O agente nunca entendeu esse sentimento, sempre se perguntou e por muitas vezes logo após Raccon City, até pensou em procurar ajuda profissional. Por quê a morte de uma mulher que havia conhecido por algumas horas, doeu tanto? Como que uma paixão pôde ter crescido de maneira tão desgovernada num espaço tão curto de tempo? Leon sempre buscou ser uma pessoa racional e contida, nunca acreditaria que um dia seria vitima de um sentimento assim, tão inexplicável. Não chegaram a ser nem amantes, trocaram um único beijo... e ele já estava traumatizado como um viúvo. E o que é pior, ele não foi o único. A mesma armadilha também pegou a toda poderosa Ada Wong, que segundo ela própria, nunca se importou com ninguém até então. Uma espiã treinada para ser uma assassina e ladra, fria e calculista. E até mesmo ela, no final, “morreu” para salvá-lo, com direito a declaração de amor, lagrimas e beijo de despedida.
Contudo, agora haviam outros sonhos, que o assustavam e o destruíam por dentro, tanto quanto os pesadelos, os sonhos que supostamente deveriam ser bons. Quando sonhava que estavam juntos outra vez, ou que acordava com a salto dela em sua varanda, ou que abria os olhos e tinha ela novamente deitada em sua cama. Sonhos em que chega em casa e a escuta cantando no chuveiro, dela abrindo os armários da cozinha e reclamando que não tinha nada para comer, de pedir que ele pare de espalhar as coisas pela casa, de bagunçar a parte dela do armário e que não foi isso que ela pensou para vida dela. Sonhos em que estão vivendo juntos, leem o jornal juntos, de estarem usando alianças de casamento, de abraçá-la por trás enquanto acariciava sua barriga estufada, gravida de uns seis meses. Sonhos quentes em que faziam sexo, ou em que ele chega no quarto e a vê se arrumando para sair, com seu vestido vermelho, se maquiando, colocando o salto alto, então ele a olha e por algum motivo se sente o miserável mais sortudo do mundo.
Eram sonhos, eram pesadelos, cujo o final era sempre o mesmo; Acordar sozinho, emplastado em suor, sem ar e segurando o choro. Chegou a conclusão que já chorou demais, o suficiente para aprender como evitar que as lagrimas surjam, ou simplesmente, porque elas já secaram. Hoje, elas simplesmente não brotam mais, mas, o sentimento ainda era o mesmo.
Leon estava perdido em seus pensamentos quando recebe uma chamada direta de Hunnigan ao telefone.
“ - Hunnigan, hoje a sua voz é música para os meus ouvidos.”
“ - Achei que já era hora de hora de acrescentar algum trabalho nessa sua repartição monótona.”
“ - Sim senhora. Em que posso ser útil?”
“ - Você lembra daquela jovem agente federal de quem eu te falei?”
“ - Hn... honestamente?”
“ - Leon!”
“ - Tá... Não precisa ficar nervosa. Eu estou de frente para o computador, me refresque a memória.” - O loiro acessava os arquivos conforme a coordenadas de Hunnigan. - “ - Oh sim! Agente Harper.” - Leon lembrava vagamente sobre Hunnigan estar monitorando os passos da moça a distância, acreditando ser ela um jovem talento, com grande potencial e estudando a possibilidade dela ser uma nova recruta do serviço secreto. - “ - O que há de novo?”
“ - Tivemos alguns problemas... A senhorita Harper não passou em alguns testes, foi considerada com personalidade imprópria para o serviço secreto. E atualmente foi afastada do FBI por tempo indeterminado.”"
ENTÃO VAMOS MANDÁ-LA PARA UMA MISSÃO PARA VERIFICAR SE ISSO É VERDADE!
"“ - Ah, mas o que essa menina aprontou?” - O loiro verificou novamente seus arquivos e encontrou os relatórios. - “ - Agente Helena Harper, suspensa por agressão e insubordinação. Inapta ao serviço secreto devido a personalidade rebelde e histórico de violência. Puxa Ingrid, onde você foi encontrar essa flor de pessoa?”"
Nos mesmo lugares que você frequenta ¬¬
"“ - Leon, é mais complicado que isso. Você se lembra da prisão do Brian Green?”
“ - O psicopata?”
“ - Ele mesmo, foi a Agente Harper, mesmo tão jovem, quem conduziu toda a investigação, perseguição e por fim, efetuou a prisão. Contudo ele não ficou nem um ano preso, acabou saindo em liberdade condicional devido a um acordo onde ele entregou alguns nomes de traficantes importantes de armas, drogas e pessoas. Alguns dias mais tarde, dois policiais que a ajudaram na investigação apareceram mortos, Helena perseguiu Brian sem um mandato de busca e o espancou... graças a Deus ela foi detida antes de matar o sujeito.”"
Por mim, que matasse!
"Leon podia entender, também já foi jovem, também já teve o sangue quente e uma cabeça cheia de ideais sem nenhuma prática. Contudo os anos trabalhando diretamente para o governo o tornaram uma pessoa mais fria, mais ponderada, teve que aprender a se calar, a se fazer de cego de vez em quando, a deixar as emoções de lado quando estava à trabalho, provavelmente, tudo o que essa moça ainda não sabe.
“ - Eu não entendo, Hunnigan. Onde você quer chegar? Você sabe que esse tipo de comportamento não é aceito, e ao que tudo indica, ela realmente não tem o perfil para esse tipo de trabalho.”
“ - Você sabe que está difícil recrutar novos agentes, de bom caráter e que não deixem se corromper. Se nós não começarmos a aceitar um delito ou outro... muito em breve seremos só você e eu.”
“ - Hmmm...”
“ - Leon... é serio!”
“ - Certo, se você acha que essa menina vale a pena, então eu confio em você. Nem vou checar, é por sua conta. Se vira. Até porque eu ainda tenho que ir para casa e fazer as minhas malas, eu devo estar em Moscou amanha.”"
Morei lá por quatro anos.
"“ - De qualquer maneira eu preciso de um relatório seu dizendo que concorda comigo e que ela seja recrutada para o serviço secreto. Por favor não me faça telefonar para Moscou só para te lembrar. ”
Leon sorriu antes de desligar. Pobre Hunnigan, já o aguentava há muito tempo... talvez fosse a hora de pedir algo que nunca ousou pedir, há mais de dez anos a serviço do governo; Ferias.
Há rumores sobre o uso de armas bio-orgânicas na Europa Oriental, com o fim do comunismo e a emancipação de vários pequenos países antes pertencentes a União Soviética, uma onda de conflitos entre classes surgiu na região, e ao que tudo indica, a coisa saiu do controle. B.O.W's sendo vendidas no mercado negro, e agora usadas por rebeldes em guerras civis. O governo dos Estados Unidos, agora aliado ao governo Russo, estudam uma maneira de conter os rebeldes, provavelmente será necessário uma invasão, contudo, toda a ação deve negociada com outros lideres mundiais, chefes de segurança e membros da ONU. De qualquer maneira, isso é trabalho para a B.S.A.A. Não para a D.S.O. Poderia ter o seu merecido descanso.
Sentia falta de se encontrar com Sherry, e fazerem alguma coisa juntos. Era sua única programação rotineira. Mas ao que tudo indica, parece que ela realmente cresceu, e agora com Albert Wescker morto, ela não para mais quieta em casa. Novos horizontes, novos amigos... e pelo visto, perdeu todo o interesse nele também. Claire tinha toda razão, era só uma paixonite adolescente que se prolongou um pouco, nada mais.
Sendo assim, só restava ir para casa e arrumar suas coisas para a viagem."
Paixonite? Por você? Há! Ele quer é o gostoso do Jake Muller!
"************
Leon sentiu o ar gelado golpear sua face com mais um sopro impiedoso. Olhou para trás onde estava a porta que o levaria de volta ao prédio. Nunca imaginou que o frio russo pudesse ser tão.... Frio! Seu terno e gravata não eram o suficiente para aquecê-lo, contudo esse era o traje exigido, não tinha como fugir. Gostaria de procurar um lugar aquecido, porém lembrou-se que la dentro estava um ambiente insuportável.
Era enojante ver como a sede pelo poder era capaz de cegar as pessoas. Havia uma onda de bioterrorismo eminente, pessoas morrendo, tantas outras ainda iriam morrer, e mesmo assim, tudo o que uma reunião entre grandes líderes consegue colocar como tópico de pauta era: dominação, exploração e interesses políticos e financeiros.
Bem, não poderia enrolar muito mais tempo naquela varanda, por dois motivos: Um, morreria congelado. Dois, já devem ter dado por sua falta lá dentro, tinha obrigações a cumprir. De volta ao salão de reuniões, viu-se novamente perdido naquela imensidão de pessoas, uma sempre tentando tirar vantagem de outra. Reuniões a respeito de B.O.W's, por sí só eram sempre rápidas, já a hora do coquetel, da comida, da bebida e de aproveitar a oportunidade para expandir outros tipos de acordos “in-off” sempre era demorado. “As pessoas não sabem mesmo o que é uma prioridade.”
Um garçom passou por Leon deixando um copo de vodca. Leon apesar do abuso de álcool em sua estória, não era um alcoólatra, não era do tipo que não sabia se controlar em público, que tinha tremedeiras se ficasse sem beber ou que tivesse qualquer sintoma de crise de abstinência, contudo chegou a conclusão de que tomar algumas doses naquele lugar enquanto saia dali à francesa inventando qualquer desculpa, era a melhor decisão a ser tomada, pela chatice, pela hipocrisia... e pelo frio que era aquela porra de país! Até porque, e isso não era nenhuma surpresa, no meio de tantos russos bêbados naquele salão, até uma menina de seis anos após duas garrafas de vodca ainda seria considerada sóbria...
Sorvia o liquido transparente, sentindo que ele o aquecia de alguma forma e escutando a conversa de alguns líderes de segurança que se aglomeravam a sua volta, um coronel do exército russo, um chefe do serviço secreto britânico, um general japonês, dois agentes chefes da CIA... Escutou e manifestou algumas opiniões sobre um plano de estratégias para rastrear e destruir focos de bioterrorismo de maneira silenciosa, destruindo as B.O.W's na fonte, investigando e destruindo laboratórios clandestinos, descobrindo e prendendo os líderes, que deveriam investir pesado em ações como essas, que era mais econômico e que poupava mais vidas de civis e combatentes do que simplesmente “esperar acontecer” para então promover um conflito armado em grandes proporções.
Outro garçom passou e recolheu os copos vazios, e todos os presentes incluindo Leon, pegaram mais um copo, cheio.
“ - Mas que frio da porra!” - Exclamou o Inglês - “ - E acho que esse aquecedor simplesmente não dá vazão!”"
Porra!, para de falar palavrão, viado!
"O coronel russo apenas gargalhou alto. - “ - Vodca meninos! Não se acanhem!”, quando todos viraram suas doses, ele chamou o garçom e pediu mais.
Okay, se for para encher a cara, preferia fazer isso no hotel, não alí. Até porque, já estava acostumado aonde aquelas reuniões tão longe de casa sempre chegavam, fossem para os militares de alta patente, para os chefes de segurança, para os políticos ou negociadores da ONU... bebidas caras... caviar... prostitutas de luxo, enquanto esposas de meia idade esperavam em casa, isso, quando não rolava coisa pior. Não tinha mais paciência ou até mesmo estômago para isso, aliás, nunca teve.
Terminava seu terceiro copo quando se perguntava, por que aceitou o trabalho. Bem, porque Adam era seu amigo, e precisava dele. Isso era um motivo forte. Porque com toda a honestidade, não conhecia ninguém – isso mesmo, ninguém! - Honesto, confiável e competente para esse tipo de serviço, que envolvia ação em campo, investigação e negociação politica ao mesmo tempo, além dele – Leon - para assumir tal cargo. E... bem... a quem queria enganar... era óbvio que “ela” também foi o motivo, acreditou que chegando a um posto elevado de poder no governo, poderia ajudá-la, poderia dar a ela uma nova vida, uma outra chance... que finalmente poderiam sossegar juntos.
“Ela não quis, Kennedy. Não quis. Não era para ser... esquece, você consegue.” – Ele tinha esse pensamento repetitivo, muitas vezes acreditando nele, acreditando que cedo ou tarde, era isso que aconteceria. Até que a noite chegava, e estava sozinho outra vez, para ser atacado por lembranças, sonhos ou pesadelos, que muitas vezes, nem sempre, o álcool o ajudava a esquecer.
“ - Nossa. Eu tenho que admitir, eu estou congelando. Vou deixá-los mais cedo, Hunnigan me pediu um relatório sobre um assunto delicado, e depois disso, eu vou dormir cedo.”
“ - Kennedy, pelo amor de Deus! Você nunca segue com a gente, nenhuma vez. É o mais jovem entre nós, e o mais boa pinta também...” - Todos riram - “ - Fica por aqui... você sabe... mais tarde as russas chegam... Vou começar a achar que você não gosta da fruta!”"
Você que não sabem que o cara pegou...
"Leon suspirou, resignado, cansado. Definitivamente, detestava esse trabalho. - “ - Tenham uma boa noite Senhores.”
Saiu dali com uma expressão monótona, infeliz, um pouco decepcionado consigo mesmo. Talvez isso tenha sido tão desnecessário... nunca foi de cair na pilha de ninguém sobre o fato de estar há tanto tempo sem uma namorada, ou melhor, de nunca ter sido visto com nenhuma, ou de nunca ter se casado, apesar de ter constantemente lindos exemplares do sexo feminino grudados em seus sapatos pela Casa Branca a fora, com direito a risos e suspiros pelos corredores quando ele passa. Sabia que piadinhas assim aconteciam e elas nunca o incomodaram, sabia inclusive que o seu penteado não ajudava... Mas também sabia que era muito respeitado em seu trabalho, perincipalmente pelo seu histórico impecável como um verdadeiro “exercito de um homem só” a resolver missões impossíveis. Brincadeiras eram só brincadeiras, não precisava ter sido rude.
Caminhou pelo longo salão, desviando de grupos e mesas, chegou até um longo corredor principal, cheios de portas que levavam a salas de reuniões e escritórios. Deixou uma pasta com alguns relatórios que ganhou durante a reunião, seu pendrive com sua apresentação de slides e alguns acordos que conseguiu que fossem assinados dentro de um desses escritórios, precisava passar lá para buscar antes de sair.
“ - Senhor Kennedy, espere!” - Chamou um homem com forte sotaque eslavo.
“ - Pois não?”
“ - Meu nome é Vladimir Kovacevic, eu sou um negociador representante da Republica Eslava Oriental, o senhor não sabe há quanto tempo estou tentando um oportunidade de conversar com algum representante norte americano.”
“ - Caro Sr. Kovacevic, eu recebi o seu pedido oficial para uma reunião em particular, inclusive o meu Presidente também já recebeu uma carta oficial de sua Presidente, me abordar em um corredor público não nos vai fazer mudar de ideia...”
“ - Eu só peço alguns segundos para...”
“ - Sr. Kovacevic. A posição dos Estados Unidos é bem clara, estamos aliados aos russos. Não é mais uma questão de independência... Nós entendemos vossa luta e o ressentimento em relação aos russos, mas vocês permitiram que uma guerra civil começasse. Por mais irônico que isso pareça, o meu país, capitalista, está decidido a ajudar a Russia que instaurou um regime comunista em seu país e está sim, se manifestando contrário ao seu governo numa tentativa de instalar um regime igual ao nosso. E você sabe porque? Porque a guerra pró-capitalismo que vocês iniciaram culminou com o uso de armas bio-orgânicas! Nenhuma “ameaça socialista” no mundo é mais perigoso do que isso!”
“ - Nosso governo não tem nada a ver com o uso dessas armas! Não fazemos ideia de como os rebeldes tiveram acesso a isso. E estamos dispostos a cooperar, tudo o que pedimos é o reconhecimento do nosso país como estado e membro da União Europeia.”
“ - Pela ultima vez. A nossa decisão está tomada. Até o momento seu país encontra-se sob investigação e até termos certeza do que se passa por lá, vocês estarão suscetíveis a se tornar novamente um território russo. Com sua licença.”
Leon deu as costas para o eslavo, tomando seu rumo à passos largos, dessa vez não se preocupando em ser rude. Detestava esse tipo de gente, e nesse aspecto, seu faro nunca o enganou. Sabia quando um governo estava mentindo – já sentiu isso na pele – um bando de rebeldes esfomeados e maltrapilhos comprando BOW's... era tão confortável colocar toda a culpa neles que só fazia esse governo da Republica Eslava Oriental parecer cada dia mais suspeito."
Leon sendo rude e desconfiado é tão... sério!
"*************
Bateu a porta atrás de sí, não se importando com o barulho que fez. Observou a enorme mesa de reuniões, agora vazia e desarrumada, cheia de papeis sem importância espalhados por todos os lados e cadeiras fora do lugar. Caminhou até o outro lado da sala, aonde ficava o quadro branco e o datashow, em cima de uma outra mesa menor, estava suas coisas e o material com a apresentação que tinha feito horas antes. O lugar já estava escuro e Leon precisou acender uma lâmpada para enxergar melhor o que estava fazendo. E quando o fez, a surpresa...
“ - Há quanto tempo, Leon.” - Disse a voz calma e feminina.
Deixou que todos os papeis que estavam em suas mãos caíssem sobre a mesa outra vez.
“ - Ada.”
A espiã recolhia calmamente alguns papeis e os colocava em sua pasta, calmamente, sem demonstrar qualquer tipo de emoção. - “ - Parece que até sem querer, eu sempre apareço da sua frente de um jeito surpreendente, ah?”
“ - O que você está fazendo aqui?”
“ - Trabalho.”
“ - Como assim....trabalho?! Você é tem um mandato de prisão emitido por nove países nas suas costas!” - Leon bufou, se ela estava alí tão tranquila, de peito aberto, sem nem ao menos um disfarce, é porque tinha coisa muito podre por trás daquela reunião toda.
“ - Não os nove mais importantes... Hn okay, talvez três ou quatro tenham importância...” - disse secamente fechando sua pasta e caminhando em direção a porta.
“ - Eu vou perguntar de novo, o que faz aqui?” – Caminhou a passos largos até ela, interceptando sua saída.
“ - Digamos que... alguns governos e pessoas importantes precisam muito dos meus serviços, sendo assim, cá estou, livre para circular e negociar... Pelo menos por aqui.”"
E o Leon vem a ser uma dessas pessoas importantes?
"Tapa de luva. Ele era o amante dela, a pediu em casamento, a amava desesperadamente, e ele estava disposto a dar ela uma vida livre nos Estados Unidos. E ela não aceitou, por quê? Porque não acreditava que ele fosse capaz? Mas porque aceitou a oferta de outros?
“ - Que pessoas são essas, que importância elas tem, o que elas querem?”"
Calma, amigo!
"Ada deixou escapar o seu tipico sorriso debochado, ao mesmo tempo provocador. - “ - Bonitão, eu sei que isso é desconcertante, eu realmente não esperava te encontrar aqui... - Leon sabia que era verdade, desde os ataques de Onze de Setembro que agentes e representantes do governo só viajam para reuniões da ONU com nomes e documentos falsos, para voos e hotéis ou qualquer outro tipo de registro - Só porque não somos mais amantes e você se ache no direito de quebrar o nosso trato a respeito de perguntas, não significa que você possa ter esperanças que eu as responda.”"
Querendo ou não ele vai perguntar filha! Não precisa de responder!
"Leon não podia aceitar. Não podia acreditar que depois de tudo o que houve no ultimo encontro ela pudesse se manter tão fria e calma, apenas parada de fronte a ele, esperando que ele lhe desse acesso à porta. O agente pôde perceber a diferença também na maneira dela se vestir, de terno e saia... tão sóbrios e discretos para Ada Wong, a única diferença entre aquela roupa para os terninhos da Hunnigan era que Ada usava a saia muito mais justa com uma fenda provocante na coxa direita, ainda assim, nem a metade da ousadia característica dela, e claro, seus sapatos eram vermelhos.
Mas ainda assim, era ela. Ele sabia que se encontrariam de novo, não por esperanças, ou porque acreditasse em destino, mas simplesmente porque “esbarrar em Ada Wong” era sua sina, já há tantos anos, que permanecer esbarrando nela até o dia em que um dos dois morra, era nada mais nada menos, que uma probabilidade matemática. E mesmo sabendo que isso inevitavelmente aconteceria, não pôde se preparar a tempo, só pode constatar que estar de novo perto dela, porém agora, tudo acabado entre os dois, era muito pior do que tinha imaginado e foi pego em cheio pela amargura, sem chances de defesa.
Ada percebeu a decepção estampada na face de Leon, ele tentava, mas não era tão bom em disfarçar seus sentimentos como ela. Aliás, ela mesma não sabia mais por quanto tempo suportaria, sabia que tinha que sair dali rápido.
“ - Leon, me dá licença. Não me faça ter que passar por você à força.” - Seu tom de voz era calmo, sereno... e tratava Leon como se ele fosse um garoto. Isso o irritou.
“ - Por quê você não tenta?” - Ele desafiou, afastando um pouco as pernas e fincando melhor os pés no chão."
Desafio aceito!
"O agente até esperava que a espiã realmente aceitasse tal desafio – talvez porque inconscientemente chegou a conclusão de que já não podia tocá-la da forma como gostaria, então o faria de outra. Se a linha entre o amor e o ódio era muito tênue, entre a luta e o sexo talvez não fosse diferente. - Contudo esperava ao menos um aviso. Que não veio. Deu graças a Deus por ter feito uma boa base de apoio antes e pelo seu peso ser quase o dobro do dela, pois foi só por isso, que ele não foi ao chão quando recebeu o primeiro golpe em seu abdome. Mal teve tempo de gemer quando teve que desviar de um chute cruzado que vinha a toda força em direção ao seu rosto.
O loiro avançou para cima da mulher, prendendo-a por trás em seus braços, tentando aplicar uma chave de pescoço, sem sucesso, ela era escorregadia feito um quiabo. Tentou um golpe rasteiro para levá-la ao chão, mas ela saltou, agarrou-lhe a mão e tentou uma chave de braço, ela esquivou também, acabou apelando para as roupas dela, agarrando-a pela gola para novamente tentar um golpe de queda... seus olhos arregalaram quando ela usou a força que ele mesmo aplicou contra ela, para alavancá-lo usando os pés enquanto se jogava no chão. Leon grunhiu quando sentiu suas costas se chocarem contra o solo. Ada numa cambalhota rápida pôs-se em cima dele, prendendo-o entre as pernas e preparando o golpe final. Ele fechou os olhos quando viu o punho fechado apontado em sua direção. Aquilo ia doer..."
Vai doer pra caralho, véi!
"Breves segundos se passaram, e o murro não veio. Uma Ada Wong ofegante abaixou a guarda enquanto observava o seu “prisioneiro” quase indefeso em baixo de sí, também ofegante, abrir seus lindos olhos azuis. Ela sorriu.: “ - Isso foi gostoso. Devíamos praticar mais.” , ironizou. Mas seu sentimento de superioridade durou pouco, quando deu por sí, foi derrubada sendo chocada contra o chão também, sentindo uma leve dor nas costas, estando agora com o agente americano por cima de si.
Não teve tempo de protestar ou de tentar qualquer contra-ataque, aliás, o único ataque que aconteceu alí foi a sua boca ser atacada pela de Leon, a principio apenas pressionando-a com toda a força. Ela tentou empurrá-lo, sem sucesso. Ele começou a forçar passagem com a língua, e ela serrou os lábios com mais força. O loiro usou a mão para puxar seu queixo para baixo conseguindo finalmente o seu intento. Ada bem que tentou... tentou fugir, evitar, resistir... mas não conseguiu. Estava novamente nos braços dele, beijando-o com toda a paixão, sentindo inclusive o hálito e o gosto de vodca que ele tinha. Aliás sabia que tinha perdido a briga no momento em que partiu para cima dele quando ele a desafiou, sabia o tempo todo que no momento em que seus corpos se tocassem mais uma vez, o final seria exatamente esse."
Se a Química não rolar, tenta a Física!
"As mãos da espiã rapidamente trataram de puxar a camisa do agente para fora da calça, afim de poder explorar o corpo musculoso por baixo dela, sentiu o seu traseiro encostar no chão frio quando Leon levantou a sua saia até a cintura, ela repetiu o gesto livrando-o do cinto e abaixando as suas calças. O loiro não queria perder tempo, sabia que aquele não era o melhor lugar, poderiam ser pegos a qualquer momento e por mais incrível que pareça, isso só o deixava mais excitado. Se livrou o mais rápido que pode do terno e da gravata para então voltar a atacar o lábios carmesi que agora já estavam levemente inchados, puxando o terno e a blusa dela para o lado, em um só movimento expondo um seio e apertando-o. Leon saiu do beijo e gemeu alto sendo obrigado a morder os lábios com força para não fazer barulho, quando Ada tomou-lhe o sexo, masturbando-o vigorosamente.
O loiro sabia que não tinham muito tempo, e sentia-se um miserável por ter que fazer aquilo correndo, mas boa parte de suas preocupações foram embora quando tocou a mulher entre as pernas e sentiu aquela calcinha completamente encharcada, se deu ao luxo de perder algum tempo enfiando os dedos por dentro daquela peça de roupa, penetrando na intimidade daquela mulher e vê-los sair de lá melados com o prazer dela. Ada segurou o grito quando sentiu sua minuscula roupa intima ser arrancada num só movimento.
Como ele pôde fazer isso com ela? Por culpa dele ela voltaria sem calcinha para o hotel, ficaria sem calcinha por mais duas reuniões ainda!"
Você nem vai sentir falta...
"“ - Eu ia precisar disso, Bonitão.”"
Ia. Verbo não precisa mais.
"“ - Ela já era minúscula, não fará nenhuma diferença.”"
Pior que faz...
"Ada sorriu vitoriosa com a sua vingança, quando abriu a camisa do agente arrebentando todos os botões, revelando o peito pálido, musculoso e marcado de Leon. Quando ele se posicionou melhor sobre ela, puxou a camisa para trás, deixando os ombros expostos e mordendo-o com força quando ele a penetrou fundo.
“ - Me fala... por quê você usa essas coisas... tão pequenas...” - Ele ainda se referia a roupa intima dela, a medida que se movia rápido dentro dela. - “ - Mais alguém vê isso além de mim?”"
Não pergunte nada quando não suporta a resposta!
"Ela achou graça do comentário, e mais engraçado ainda o quanto ela gostou. Gostou de ter aqueles olhos azuis escurecidos de tesão e ciúme em cima de si, privilégio que ela só concedia – e concedeu – a ele, e mais ninguém. Além de estar alí, em cima dela, invadindo seu corpo, enlouquecendo-a de prazer, ainda se achava no direito de fazer perguntas, era engraçado, era muito engraçado amar alguém... - “ - Merda. Você quando bebe vira um chato tão gostoso!” - Não ia responder nada. Apenas calou-o com um beijo."
Já eu acho pessoas bêbadas adoráveis e pronta para interrogatórios!
"Ada sentiu vontade de virar o jogo, que socá-lo no chão e montá-lo do seu jeito, daí lembrou do frio que fazia aquele dia, e o quanto estava bem aquecida com o corpo sadio e naturalmente quente – em todos os sentidos da palavra – de Leon cobrindo o seu, e mudou de ideia, ergueu mais o joelhos e cravou as unhas nas nádegas brancas e firmes, exigindo que ele fosse mais rápido e mais fundo. Por fim, estavam se amando mais uma vez, naquele chão frio, com representantes de todo o mundo – literalmente – circulando do lado de fora, podendo entrar alguém à qualquer minuto, deixando que seus corpos se entregassem aos desejos, se importando apenas com o momento, recebendo um belo orgasmo como premio, dessa vez, ao mesmo tempo."
Não sei se eu aplaudo a coragem ou vaio a burrice.
"*************
Arrumavam suas roupas – ou o que sobrou delas – em silencio. Leon achou estranho o silêncio repentino.
“ - Ada...eu...”
“ - Psss...” - ela o interrompeu, pegando a gravata que estava longe e jogando-a de volta para ele. - “ - Leon, vamos deixar uma coisa clara. Nada mudou, okay?”
“ - Mas...”
“ - Foi só sexo.” - Ela o olhou no fundo dos olhos, tentando parecer o mais convincente possível. - “ - Um sexo muito bom, como sempre. Obrigada por isso, mas agora eu tenho que ir.”
Leon esperava que tais palavras o machucassem, e sabia que essa era a intenção dela. Machucá-lo para afastá-lo. Contudo não foi exatamente o que aconteceu, porque mesmo ela se achando tão esperta, no fundo... ele sabia a verdade.
“ - Você mente muito mal para uma espiã.” - Ele respondeu simplesmente."
Há, trouxa! Se fudeu otária!
"“ - Você tem o direito de acreditar no que quiser.”
Ada levou as mãos a maçaneta e abriu a porta, entes de sair, ela ouviu:
“ - Foi bom fazer amor com você de novo, Ada. Até a próxima.”
Ela fechou os olhos por alguns segundos, se sentindo a mulher mais sortuda e miserável do mundo aos mesmo tempo. Queria voltar lá, contar para ele toda a verdade... ao invés disso, fechou a porta atrás de sí, e seguiu para sua missão."
Até a próxima foda, né?
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Chris querendo pegar a mulher do amigo? Essa eu vou ler com certeza!
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Alguém importante vai morre? Uhhhhh, eu vou ler!
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Leon x Helena x Ada? Tenso isso...
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Chris x Piers? Por mais que eu ache estranho, eu vou ler sim!
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Essas besteiras eu também amo ver na internet! Se fizer um blog me fala, viu?
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Eu? Escrever fics? Não dá! Eu sou materna e romântica demais para fazer um de Resident Evil que tem ação e tudo mais... Sem contar que eu entraria em depressão sem comentários...
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FALTA POUCO PARA O FIM? COMO ASSIM "FALTA POUCO PARA O FIM"? QUER ME MATAR É ISSO? Mas tudo que é bom dura pouco, nada é eterno...
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Acho que vou jogar com o gostoso do Jake Muller agora, estou com saudades de jogar...
Vééééiii!!!!!! Vc morou 4 anos em MOSCOU! p**a m**da! Amiga, meu loiro lindo é alemão.... mas eu sempre ouvi falar muito bem dos Russos...*_*
Quérida! Com esses dois rola a quimica, a fisica, a biologia (muita biologia...rs), rola linguas, a sociologia, rola até a filosofia!
Ação? Cadê a ação na minha fic de Resident Evil??? Tem ação aqui não véi, nem terror, nem suspense, eu tento... mas sai coisas bem mixurucas. Ação tem de sobra nos games, nas fics eu quero ver o que o jogo não mostra...kkkkkkkkk comovocesabeque...ficaria sem comentários?????????? anyway, Resident Evil não é um redito de leitores ávidos por fics, como.... fics sobre vampiros que brilham, ou o Harry Pote de Erva, mas um leitor ou outro até q aparece. eu to postando essa fic no FF.net, tem ZERO reviews lá... td mundo q le resident evil lá le em espanhol ou ingles... mas ha pouco tempo um sujeito começou a seguir a fic e marcou como favorita... viu só? unzinho sempre aparece...rs mesmo que timido e nao deixe review...rs Até aqui mesmo, se for comparar o numero de favoritos, ou o numero de leitores com o numero de reviews que eu recebo, vc vai ver, mó galera timida...rs Aco que no proximo capitulo vou deixar meu e-mail, pq aí quem não quiser postar um comemtario, mas quiser falar algo, ou mandar alguma critica, manda escondidinho por e-mail, aí nao tem motivo pra timidez...rs
É... falta pouco. Afinal, o proximo capitulo já é Resident Evil Damnation... depois eu ja começo a narrar RE6... então... mais um epilogo maybe... e over.
Jake Muller... gostoso. Quanto mais mal encarado melhor...hehehe, bad boy, com that scar in the face...hmmmm delicinha de boy magia... ai chega... vou estudar!
"Não chegaram nem a ser amantes, e ele traumatizado como um viúvo", "então ele a olha e de repente se sente o miserável mais sortudo do mundo", "no meio de tantos russos bêbados naquele salão, até uma menina de seis anos após duas garrafas de vodka seria considerada sóbria...". = rachei de rir em todas. Ú.Ú vai ser épico o final dessa fic, só não imagino como Leon irá reagir ao saber de toda a verdade.
Leon saber toda a verdade um dia??? Será? Não sei se eu teria coragem de tirar o maior prazer da vida da Ada Wong, que é ver o loirinho sempre cobfyso e perdido....rs vou pensar a respeito...kkkkkk
O QUE?!! O QUEEEEEEEEEEEEEEEE?!! COMASSIM???!!! JÁ TA CHEGANDO AO FIM! NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO! POR QUE DEUS? POR QUE FICS PERFEITAS ACABAM TÃO RÁPIDO? POR QUÊ??!!
Não, agora é sério. Eu não acredito que a fic já ta acabando. Isso é muito triste.
Voltando ao capítulo: MEU DEUS DO CÉU, ESSES DOIS NÃO PODEM SE ENCONTRAR QUE ROLA COISA INAPROPRIADAS PARA MENORES! QUE ISSO!
ADA, SUA BITCH LINDA, POR QUE NÃO VOLTA LOGO PROS BRAÇOS DESSE AGENTE GOSTOSO?!! POR QUE? ME RESPONDE! Aff, se sou eu, eu nem tinha abandonado ele depois do pedido de casamento. Aliás, eu tinha dado um jeito de ir embora de Raccoon City com ele.. cê acha!.. Até parece que eu ia perder um lindo desse. Ah ta.
E gente, como eu amo o Leon sarcástico/mal humorado.
Beijos, até
Sim amiga! Já pensou? "A estória sem fim de Leon & Ada" ??? vcs iam enjoar de mim!!!!
Foi rápido né? É que normalmente ficwriters postam uma vez na semana - eu bem sei que alguns usam como tática para acumular reviews pq da tempo de td mundo ler e tals...rs -, ou ficam semanas sem postar nada pq dá branco mesmo... Mas como eu ja tinha em mente a questão das minhas provas eu fui vomitando a fic logo td de uma vez, sem fazer suspense que é pra ficar td bem adiantadinho pra quando eu realmente precisasse parar. Juro que nao vou sumir completamente, só não vou estar postando 16 capitulos e um mês...hahahahahaha
ENTÃO, eu nunca lí isso em fonte oficial, mas DIZEM as más linguas, que o Leon é escorpiano... se for mesmo, isso explica pq ele não pode ver a Ada que só pensa "naquilo". Se não, esse horoscopo e blablabla astral é uma balela e a tarada é a autora libriana aqui mesmo...kkkkk OU...cara... eles não fazem tanto sexo assim, eles ficam DOIS ANOS sem se veeeerrrr... coitados, quando se veêm, tem que tirar o atraso, né? (eu até pensei em botar os dois num relacionamento aberto, para eles poderem ter uns peguetes nesse meio tempo, mas os personagens iam ficar muito tortos....)
Pois é Ada... coitada... tenho pena. no lugar dela, com esse "lorão" aí na minha cola... eu ia me divertir muito mais...*muuuuahahahaha*
Obrigada pela força mais uma vez Xuxu!!!! bjsssss
"Era só mais uma manha de trabalho na D.S.O. Leon não gostava dos dias entediantes nessa profissão, pensava que talvez tenha se tornado algum tipo de viciado em adrenalina, pois quando estava em missões de campo, amaldiçoava seu emprego e sua sorte, porém, além de nunca pensar em fazer outra coisa da vida, quando se vê em dias como esse, acaba por sentir falta da emoção e da aventura. Leon se espreguiçava na cadeira, tentando se livrar da maldita tensão nos ombros que o incomodava há meses.
Talvez seja apenas o mau humor de costume, que o assola nos últimos tempos. Sempre conhecido em seu ambiente de trabalho como uma pessoa tranquila e de fácil trato, e apesar de nunca ter sido grosseiro com ninguém e sempre manter a mesma postura calma, para aqueles que realmente o conheciam, ou que chegavam muito perto, não podiam deixar de perceber o humor seco e sarcástico, as respostas irônicas em vários momentos inoportunos, um olhar distante como se sua alma estivesse a quilômetros dali, nunca mais frequentando as happy hours com os colegas e evitando perguntas de foro íntimo."
Que isso, amigo? Perdeu o amor a vida, é isso?
"Leon não sabia dizer se seu abandono dessa vez, sem Ada como sua amante, era melhor ou pior do que quando ainda estavam juntos mas temendo que ela estivesse morta, ou agora. Por um lado agora é melhor, pois Wescker estava morto, e ela, ao que tudo indica – segundo as ultimas noticias – estava viva. Por outro lado suas noites solitárias não eram tão melhores ou menos assustadoras. As suas miseráveis noites de bebedeira, na tentativa de dormir tão profundamente a ponto de não conseguir mais sonhar.
Os pesadelos não eram mais tão constantes, mas ainda vinham. E eram repetitivos, extremamente reais, desde lembranças vívidas com seus momentos junto a ela em Raccon City, quando ele não era nada além de um jovem e ingênuo, que acabou por conhecer a mulher mais incrível que um dia poderia sonhar em conhecer, revivendo sentimentos como paixão, interesse, traição, horror... desde ser novamente um policial tentando protegê-la, completamente inocente de quem ela realmente era. Até o de tê-la novamente “morta” em seus braços depois de confessar que se apaixonou por ele. De reviver em cada pesadelo assim, o primeiro beijo que trocaram e o mesmo desespero de a ter perdido. Fora os inúmeros outros pesadelos, em que apenas recebia a noticia de que Ada Wong foi morta em missão, foi capturada, foi presa ou condenada a morte...
O agente nunca entendeu esse sentimento, sempre se perguntou e por muitas vezes logo após Raccon City, até pensou em procurar ajuda profissional. Por quê a morte de uma mulher que havia conhecido por algumas horas, doeu tanto? Como que uma paixão pôde ter crescido de maneira tão desgovernada num espaço tão curto de tempo? Leon sempre buscou ser uma pessoa racional e contida, nunca acreditaria que um dia seria vitima de um sentimento assim, tão inexplicável. Não chegaram a ser nem amantes, trocaram um único beijo... e ele já estava traumatizado como um viúvo. E o que é pior, ele não foi o único. A mesma armadilha também pegou a toda poderosa Ada Wong, que segundo ela própria, nunca se importou com ninguém até então. Uma espiã treinada para ser uma assassina e ladra, fria e calculista. E até mesmo ela, no final, “morreu” para salvá-lo, com direito a declaração de amor, lagrimas e beijo de despedida.
Contudo, agora haviam outros sonhos, que o assustavam e o destruíam por dentro, tanto quanto os pesadelos, os sonhos que supostamente deveriam ser bons. Quando sonhava que estavam juntos outra vez, ou que acordava com a salto dela em sua varanda, ou que abria os olhos e tinha ela novamente deitada em sua cama. Sonhos em que chega em casa e a escuta cantando no chuveiro, dela abrindo os armários da cozinha e reclamando que não tinha nada para comer, de pedir que ele pare de espalhar as coisas pela casa, de bagunçar a parte dela do armário e que não foi isso que ela pensou para vida dela. Sonhos em que estão vivendo juntos, leem o jornal juntos, de estarem usando alianças de casamento, de abraçá-la por trás enquanto acariciava sua barriga estufada, gravida de uns seis meses. Sonhos quentes em que faziam sexo, ou em que ele chega no quarto e a vê se arrumando para sair, com seu vestido vermelho, se maquiando, colocando o salto alto, então ele a olha e por algum motivo se sente o miserável mais sortudo do mundo.
Eram sonhos, eram pesadelos, cujo o final era sempre o mesmo; Acordar sozinho, emplastado em suor, sem ar e segurando o choro. Chegou a conclusão que já chorou demais, o suficiente para aprender como evitar que as lagrimas surjam, ou simplesmente, porque elas já secaram. Hoje, elas simplesmente não brotam mais, mas, o sentimento ainda era o mesmo.
Leon estava perdido em seus pensamentos quando recebe uma chamada direta de Hunnigan ao telefone.
“ - Hunnigan, hoje a sua voz é música para os meus ouvidos.”
“ - Achei que já era hora de hora de acrescentar algum trabalho nessa sua repartição monótona.”
“ - Sim senhora. Em que posso ser útil?”
“ - Você lembra daquela jovem agente federal de quem eu te falei?”
“ - Hn... honestamente?”
“ - Leon!”
“ - Tá... Não precisa ficar nervosa. Eu estou de frente para o computador, me refresque a memória.” - O loiro acessava os arquivos conforme a coordenadas de Hunnigan. - “ - Oh sim! Agente Harper.” - Leon lembrava vagamente sobre Hunnigan estar monitorando os passos da moça a distância, acreditando ser ela um jovem talento, com grande potencial e estudando a possibilidade dela ser uma nova recruta do serviço secreto. - “ - O que há de novo?”
“ - Tivemos alguns problemas... A senhorita Harper não passou em alguns testes, foi considerada com personalidade imprópria para o serviço secreto. E atualmente foi afastada do FBI por tempo indeterminado.”"
ENTÃO VAMOS MANDÁ-LA PARA UMA MISSÃO PARA VERIFICAR SE ISSO É VERDADE!
"“ - Ah, mas o que essa menina aprontou?” - O loiro verificou novamente seus arquivos e encontrou os relatórios. - “ - Agente Helena Harper, suspensa por agressão e insubordinação. Inapta ao serviço secreto devido a personalidade rebelde e histórico de violência. Puxa Ingrid, onde você foi encontrar essa flor de pessoa?”"
Nos mesmo lugares que você frequenta ¬¬
"“ - Leon, é mais complicado que isso. Você se lembra da prisão do Brian Green?”
“ - O psicopata?”
“ - Ele mesmo, foi a Agente Harper, mesmo tão jovem, quem conduziu toda a investigação, perseguição e por fim, efetuou a prisão. Contudo ele não ficou nem um ano preso, acabou saindo em liberdade condicional devido a um acordo onde ele entregou alguns nomes de traficantes importantes de armas, drogas e pessoas. Alguns dias mais tarde, dois policiais que a ajudaram na investigação apareceram mortos, Helena perseguiu Brian sem um mandato de busca e o espancou... graças a Deus ela foi detida antes de matar o sujeito.”"
Por mim, que matasse!
"Leon podia entender, também já foi jovem, também já teve o sangue quente e uma cabeça cheia de ideais sem nenhuma prática. Contudo os anos trabalhando diretamente para o governo o tornaram uma pessoa mais fria, mais ponderada, teve que aprender a se calar, a se fazer de cego de vez em quando, a deixar as emoções de lado quando estava à trabalho, provavelmente, tudo o que essa moça ainda não sabe.
“ - Eu não entendo, Hunnigan. Onde você quer chegar? Você sabe que esse tipo de comportamento não é aceito, e ao que tudo indica, ela realmente não tem o perfil para esse tipo de trabalho.”
“ - Você sabe que está difícil recrutar novos agentes, de bom caráter e que não deixem se corromper. Se nós não começarmos a aceitar um delito ou outro... muito em breve seremos só você e eu.”
“ - Hmmm...”
“ - Leon... é serio!”
“ - Certo, se você acha que essa menina vale a pena, então eu confio em você. Nem vou checar, é por sua conta. Se vira. Até porque eu ainda tenho que ir para casa e fazer as minhas malas, eu devo estar em Moscou amanha.”"
Morei lá por quatro anos.
"“ - De qualquer maneira eu preciso de um relatório seu dizendo que concorda comigo e que ela seja recrutada para o serviço secreto. Por favor não me faça telefonar para Moscou só para te lembrar. ”
Leon sorriu antes de desligar. Pobre Hunnigan, já o aguentava há muito tempo... talvez fosse a hora de pedir algo que nunca ousou pedir, há mais de dez anos a serviço do governo; Ferias.
Há rumores sobre o uso de armas bio-orgânicas na Europa Oriental, com o fim do comunismo e a emancipação de vários pequenos países antes pertencentes a União Soviética, uma onda de conflitos entre classes surgiu na região, e ao que tudo indica, a coisa saiu do controle. B.O.W's sendo vendidas no mercado negro, e agora usadas por rebeldes em guerras civis. O governo dos Estados Unidos, agora aliado ao governo Russo, estudam uma maneira de conter os rebeldes, provavelmente será necessário uma invasão, contudo, toda a ação deve negociada com outros lideres mundiais, chefes de segurança e membros da ONU. De qualquer maneira, isso é trabalho para a B.S.A.A. Não para a D.S.O. Poderia ter o seu merecido descanso.
Sentia falta de se encontrar com Sherry, e fazerem alguma coisa juntos. Era sua única programação rotineira. Mas ao que tudo indica, parece que ela realmente cresceu, e agora com Albert Wescker morto, ela não para mais quieta em casa. Novos horizontes, novos amigos... e pelo visto, perdeu todo o interesse nele também. Claire tinha toda razão, era só uma paixonite adolescente que se prolongou um pouco, nada mais.
Sendo assim, só restava ir para casa e arrumar suas coisas para a viagem."
Paixonite? Por você? Há! Ele quer é o gostoso do Jake Muller!
"************
Leon sentiu o ar gelado golpear sua face com mais um sopro impiedoso. Olhou para trás onde estava a porta que o levaria de volta ao prédio. Nunca imaginou que o frio russo pudesse ser tão.... Frio! Seu terno e gravata não eram o suficiente para aquecê-lo, contudo esse era o traje exigido, não tinha como fugir. Gostaria de procurar um lugar aquecido, porém lembrou-se que la dentro estava um ambiente insuportável.
Era enojante ver como a sede pelo poder era capaz de cegar as pessoas. Havia uma onda de bioterrorismo eminente, pessoas morrendo, tantas outras ainda iriam morrer, e mesmo assim, tudo o que uma reunião entre grandes líderes consegue colocar como tópico de pauta era: dominação, exploração e interesses políticos e financeiros.
Bem, não poderia enrolar muito mais tempo naquela varanda, por dois motivos: Um, morreria congelado. Dois, já devem ter dado por sua falta lá dentro, tinha obrigações a cumprir. De volta ao salão de reuniões, viu-se novamente perdido naquela imensidão de pessoas, uma sempre tentando tirar vantagem de outra. Reuniões a respeito de B.O.W's, por sí só eram sempre rápidas, já a hora do coquetel, da comida, da bebida e de aproveitar a oportunidade para expandir outros tipos de acordos “in-off” sempre era demorado. “As pessoas não sabem mesmo o que é uma prioridade.”
Um garçom passou por Leon deixando um copo de vodca. Leon apesar do abuso de álcool em sua estória, não era um alcoólatra, não era do tipo que não sabia se controlar em público, que tinha tremedeiras se ficasse sem beber ou que tivesse qualquer sintoma de crise de abstinência, contudo chegou a conclusão de que tomar algumas doses naquele lugar enquanto saia dali à francesa inventando qualquer desculpa, era a melhor decisão a ser tomada, pela chatice, pela hipocrisia... e pelo frio que era aquela porra de país! Até porque, e isso não era nenhuma surpresa, no meio de tantos russos bêbados naquele salão, até uma menina de seis anos após duas garrafas de vodca ainda seria considerada sóbria...
Sorvia o liquido transparente, sentindo que ele o aquecia de alguma forma e escutando a conversa de alguns líderes de segurança que se aglomeravam a sua volta, um coronel do exército russo, um chefe do serviço secreto britânico, um general japonês, dois agentes chefes da CIA... Escutou e manifestou algumas opiniões sobre um plano de estratégias para rastrear e destruir focos de bioterrorismo de maneira silenciosa, destruindo as B.O.W's na fonte, investigando e destruindo laboratórios clandestinos, descobrindo e prendendo os líderes, que deveriam investir pesado em ações como essas, que era mais econômico e que poupava mais vidas de civis e combatentes do que simplesmente “esperar acontecer” para então promover um conflito armado em grandes proporções.
Outro garçom passou e recolheu os copos vazios, e todos os presentes incluindo Leon, pegaram mais um copo, cheio.
“ - Mas que frio da porra!” - Exclamou o Inglês - “ - E acho que esse aquecedor simplesmente não dá vazão!”"
Porra!, para de falar palavrão, viado!
"O coronel russo apenas gargalhou alto. - “ - Vodca meninos! Não se acanhem!”, quando todos viraram suas doses, ele chamou o garçom e pediu mais.
Okay, se for para encher a cara, preferia fazer isso no hotel, não alí. Até porque, já estava acostumado aonde aquelas reuniões tão longe de casa sempre chegavam, fossem para os militares de alta patente, para os chefes de segurança, para os políticos ou negociadores da ONU... bebidas caras... caviar... prostitutas de luxo, enquanto esposas de meia idade esperavam em casa, isso, quando não rolava coisa pior. Não tinha mais paciência ou até mesmo estômago para isso, aliás, nunca teve.
Terminava seu terceiro copo quando se perguntava, por que aceitou o trabalho. Bem, porque Adam era seu amigo, e precisava dele. Isso era um motivo forte. Porque com toda a honestidade, não conhecia ninguém – isso mesmo, ninguém! - Honesto, confiável e competente para esse tipo de serviço, que envolvia ação em campo, investigação e negociação politica ao mesmo tempo, além dele – Leon - para assumir tal cargo. E... bem... a quem queria enganar... era óbvio que “ela” também foi o motivo, acreditou que chegando a um posto elevado de poder no governo, poderia ajudá-la, poderia dar a ela uma nova vida, uma outra chance... que finalmente poderiam sossegar juntos.
“Ela não quis, Kennedy. Não quis. Não era para ser... esquece, você consegue.” – Ele tinha esse pensamento repetitivo, muitas vezes acreditando nele, acreditando que cedo ou tarde, era isso que aconteceria. Até que a noite chegava, e estava sozinho outra vez, para ser atacado por lembranças, sonhos ou pesadelos, que muitas vezes, nem sempre, o álcool o ajudava a esquecer.
“ - Nossa. Eu tenho que admitir, eu estou congelando. Vou deixá-los mais cedo, Hunnigan me pediu um relatório sobre um assunto delicado, e depois disso, eu vou dormir cedo.”
“ - Kennedy, pelo amor de Deus! Você nunca segue com a gente, nenhuma vez. É o mais jovem entre nós, e o mais boa pinta também...” - Todos riram - “ - Fica por aqui... você sabe... mais tarde as russas chegam... Vou começar a achar que você não gosta da fruta!”"
Você que não sabem que o cara pegou...
"Leon suspirou, resignado, cansado. Definitivamente, detestava esse trabalho. - “ - Tenham uma boa noite Senhores.”
Saiu dali com uma expressão monótona, infeliz, um pouco decepcionado consigo mesmo. Talvez isso tenha sido tão desnecessário... nunca foi de cair na pilha de ninguém sobre o fato de estar há tanto tempo sem uma namorada, ou melhor, de nunca ter sido visto com nenhuma, ou de nunca ter se casado, apesar de ter constantemente lindos exemplares do sexo feminino grudados em seus sapatos pela Casa Branca a fora, com direito a risos e suspiros pelos corredores quando ele passa. Sabia que piadinhas assim aconteciam e elas nunca o incomodaram, sabia inclusive que o seu penteado não ajudava... Mas também sabia que era muito respeitado em seu trabalho, perincipalmente pelo seu histórico impecável como um verdadeiro “exercito de um homem só” a resolver missões impossíveis. Brincadeiras eram só brincadeiras, não precisava ter sido rude.
Caminhou pelo longo salão, desviando de grupos e mesas, chegou até um longo corredor principal, cheios de portas que levavam a salas de reuniões e escritórios. Deixou uma pasta com alguns relatórios que ganhou durante a reunião, seu pendrive com sua apresentação de slides e alguns acordos que conseguiu que fossem assinados dentro de um desses escritórios, precisava passar lá para buscar antes de sair.
“ - Senhor Kennedy, espere!” - Chamou um homem com forte sotaque eslavo.
“ - Pois não?”
“ - Meu nome é Vladimir Kovacevic, eu sou um negociador representante da Republica Eslava Oriental, o senhor não sabe há quanto tempo estou tentando um oportunidade de conversar com algum representante norte americano.”
“ - Caro Sr. Kovacevic, eu recebi o seu pedido oficial para uma reunião em particular, inclusive o meu Presidente também já recebeu uma carta oficial de sua Presidente, me abordar em um corredor público não nos vai fazer mudar de ideia...”
“ - Eu só peço alguns segundos para...”
“ - Sr. Kovacevic. A posição dos Estados Unidos é bem clara, estamos aliados aos russos. Não é mais uma questão de independência... Nós entendemos vossa luta e o ressentimento em relação aos russos, mas vocês permitiram que uma guerra civil começasse. Por mais irônico que isso pareça, o meu país, capitalista, está decidido a ajudar a Russia que instaurou um regime comunista em seu país e está sim, se manifestando contrário ao seu governo numa tentativa de instalar um regime igual ao nosso. E você sabe porque? Porque a guerra pró-capitalismo que vocês iniciaram culminou com o uso de armas bio-orgânicas! Nenhuma “ameaça socialista” no mundo é mais perigoso do que isso!”
“ - Nosso governo não tem nada a ver com o uso dessas armas! Não fazemos ideia de como os rebeldes tiveram acesso a isso. E estamos dispostos a cooperar, tudo o que pedimos é o reconhecimento do nosso país como estado e membro da União Europeia.”
“ - Pela ultima vez. A nossa decisão está tomada. Até o momento seu país encontra-se sob investigação e até termos certeza do que se passa por lá, vocês estarão suscetíveis a se tornar novamente um território russo. Com sua licença.”
Leon deu as costas para o eslavo, tomando seu rumo à passos largos, dessa vez não se preocupando em ser rude. Detestava esse tipo de gente, e nesse aspecto, seu faro nunca o enganou. Sabia quando um governo estava mentindo – já sentiu isso na pele – um bando de rebeldes esfomeados e maltrapilhos comprando BOW's... era tão confortável colocar toda a culpa neles que só fazia esse governo da Republica Eslava Oriental parecer cada dia mais suspeito."
Leon sendo rude e desconfiado é tão... sério!
"*************
Bateu a porta atrás de sí, não se importando com o barulho que fez. Observou a enorme mesa de reuniões, agora vazia e desarrumada, cheia de papeis sem importância espalhados por todos os lados e cadeiras fora do lugar. Caminhou até o outro lado da sala, aonde ficava o quadro branco e o datashow, em cima de uma outra mesa menor, estava suas coisas e o material com a apresentação que tinha feito horas antes. O lugar já estava escuro e Leon precisou acender uma lâmpada para enxergar melhor o que estava fazendo. E quando o fez, a surpresa...
“ - Há quanto tempo, Leon.” - Disse a voz calma e feminina.
Deixou que todos os papeis que estavam em suas mãos caíssem sobre a mesa outra vez.
“ - Ada.”
A espiã recolhia calmamente alguns papeis e os colocava em sua pasta, calmamente, sem demonstrar qualquer tipo de emoção. - “ - Parece que até sem querer, eu sempre apareço da sua frente de um jeito surpreendente, ah?”
“ - O que você está fazendo aqui?”
“ - Trabalho.”
“ - Como assim....trabalho?! Você é tem um mandato de prisão emitido por nove países nas suas costas!” - Leon bufou, se ela estava alí tão tranquila, de peito aberto, sem nem ao menos um disfarce, é porque tinha coisa muito podre por trás daquela reunião toda.
“ - Não os nove mais importantes... Hn okay, talvez três ou quatro tenham importância...” - disse secamente fechando sua pasta e caminhando em direção a porta.
“ - Eu vou perguntar de novo, o que faz aqui?” – Caminhou a passos largos até ela, interceptando sua saída.
“ - Digamos que... alguns governos e pessoas importantes precisam muito dos meus serviços, sendo assim, cá estou, livre para circular e negociar... Pelo menos por aqui.”"
E o Leon vem a ser uma dessas pessoas importantes?
"Tapa de luva. Ele era o amante dela, a pediu em casamento, a amava desesperadamente, e ele estava disposto a dar ela uma vida livre nos Estados Unidos. E ela não aceitou, por quê? Porque não acreditava que ele fosse capaz? Mas porque aceitou a oferta de outros?
“ - Que pessoas são essas, que importância elas tem, o que elas querem?”"
Calma, amigo!
"Ada deixou escapar o seu tipico sorriso debochado, ao mesmo tempo provocador. - “ - Bonitão, eu sei que isso é desconcertante, eu realmente não esperava te encontrar aqui... - Leon sabia que era verdade, desde os ataques de Onze de Setembro que agentes e representantes do governo só viajam para reuniões da ONU com nomes e documentos falsos, para voos e hotéis ou qualquer outro tipo de registro - Só porque não somos mais amantes e você se ache no direito de quebrar o nosso trato a respeito de perguntas, não significa que você possa ter esperanças que eu as responda.”"
Querendo ou não ele vai perguntar filha! Não precisa de responder!
"Leon não podia aceitar. Não podia acreditar que depois de tudo o que houve no ultimo encontro ela pudesse se manter tão fria e calma, apenas parada de fronte a ele, esperando que ele lhe desse acesso à porta. O agente pôde perceber a diferença também na maneira dela se vestir, de terno e saia... tão sóbrios e discretos para Ada Wong, a única diferença entre aquela roupa para os terninhos da Hunnigan era que Ada usava a saia muito mais justa com uma fenda provocante na coxa direita, ainda assim, nem a metade da ousadia característica dela, e claro, seus sapatos eram vermelhos.
Mas ainda assim, era ela. Ele sabia que se encontrariam de novo, não por esperanças, ou porque acreditasse em destino, mas simplesmente porque “esbarrar em Ada Wong” era sua sina, já há tantos anos, que permanecer esbarrando nela até o dia em que um dos dois morra, era nada mais nada menos, que uma probabilidade matemática. E mesmo sabendo que isso inevitavelmente aconteceria, não pôde se preparar a tempo, só pode constatar que estar de novo perto dela, porém agora, tudo acabado entre os dois, era muito pior do que tinha imaginado e foi pego em cheio pela amargura, sem chances de defesa.
Ada percebeu a decepção estampada na face de Leon, ele tentava, mas não era tão bom em disfarçar seus sentimentos como ela. Aliás, ela mesma não sabia mais por quanto tempo suportaria, sabia que tinha que sair dali rápido.
“ - Leon, me dá licença. Não me faça ter que passar por você à força.” - Seu tom de voz era calmo, sereno... e tratava Leon como se ele fosse um garoto. Isso o irritou.
“ - Por quê você não tenta?” - Ele desafiou, afastando um pouco as pernas e fincando melhor os pés no chão."
Desafio aceito!
"O agente até esperava que a espiã realmente aceitasse tal desafio – talvez porque inconscientemente chegou a conclusão de que já não podia tocá-la da forma como gostaria, então o faria de outra. Se a linha entre o amor e o ódio era muito tênue, entre a luta e o sexo talvez não fosse diferente. - Contudo esperava ao menos um aviso. Que não veio. Deu graças a Deus por ter feito uma boa base de apoio antes e pelo seu peso ser quase o dobro do dela, pois foi só por isso, que ele não foi ao chão quando recebeu o primeiro golpe em seu abdome. Mal teve tempo de gemer quando teve que desviar de um chute cruzado que vinha a toda força em direção ao seu rosto.
O loiro avançou para cima da mulher, prendendo-a por trás em seus braços, tentando aplicar uma chave de pescoço, sem sucesso, ela era escorregadia feito um quiabo. Tentou um golpe rasteiro para levá-la ao chão, mas ela saltou, agarrou-lhe a mão e tentou uma chave de braço, ela esquivou também, acabou apelando para as roupas dela, agarrando-a pela gola para novamente tentar um golpe de queda... seus olhos arregalaram quando ela usou a força que ele mesmo aplicou contra ela, para alavancá-lo usando os pés enquanto se jogava no chão. Leon grunhiu quando sentiu suas costas se chocarem contra o solo. Ada numa cambalhota rápida pôs-se em cima dele, prendendo-o entre as pernas e preparando o golpe final. Ele fechou os olhos quando viu o punho fechado apontado em sua direção. Aquilo ia doer..."
Vai doer pra caralho, véi!
"Breves segundos se passaram, e o murro não veio. Uma Ada Wong ofegante abaixou a guarda enquanto observava o seu “prisioneiro” quase indefeso em baixo de sí, também ofegante, abrir seus lindos olhos azuis. Ela sorriu.: “ - Isso foi gostoso. Devíamos praticar mais.” , ironizou. Mas seu sentimento de superioridade durou pouco, quando deu por sí, foi derrubada sendo chocada contra o chão também, sentindo uma leve dor nas costas, estando agora com o agente americano por cima de si.
Não teve tempo de protestar ou de tentar qualquer contra-ataque, aliás, o único ataque que aconteceu alí foi a sua boca ser atacada pela de Leon, a principio apenas pressionando-a com toda a força. Ela tentou empurrá-lo, sem sucesso. Ele começou a forçar passagem com a língua, e ela serrou os lábios com mais força. O loiro usou a mão para puxar seu queixo para baixo conseguindo finalmente o seu intento. Ada bem que tentou... tentou fugir, evitar, resistir... mas não conseguiu. Estava novamente nos braços dele, beijando-o com toda a paixão, sentindo inclusive o hálito e o gosto de vodca que ele tinha. Aliás sabia que tinha perdido a briga no momento em que partiu para cima dele quando ele a desafiou, sabia o tempo todo que no momento em que seus corpos se tocassem mais uma vez, o final seria exatamente esse."
Se a Química não rolar, tenta a Física!
"As mãos da espiã rapidamente trataram de puxar a camisa do agente para fora da calça, afim de poder explorar o corpo musculoso por baixo dela, sentiu o seu traseiro encostar no chão frio quando Leon levantou a sua saia até a cintura, ela repetiu o gesto livrando-o do cinto e abaixando as suas calças. O loiro não queria perder tempo, sabia que aquele não era o melhor lugar, poderiam ser pegos a qualquer momento e por mais incrível que pareça, isso só o deixava mais excitado. Se livrou o mais rápido que pode do terno e da gravata para então voltar a atacar o lábios carmesi que agora já estavam levemente inchados, puxando o terno e a blusa dela para o lado, em um só movimento expondo um seio e apertando-o. Leon saiu do beijo e gemeu alto sendo obrigado a morder os lábios com força para não fazer barulho, quando Ada tomou-lhe o sexo, masturbando-o vigorosamente.
O loiro sabia que não tinham muito tempo, e sentia-se um miserável por ter que fazer aquilo correndo, mas boa parte de suas preocupações foram embora quando tocou a mulher entre as pernas e sentiu aquela calcinha completamente encharcada, se deu ao luxo de perder algum tempo enfiando os dedos por dentro daquela peça de roupa, penetrando na intimidade daquela mulher e vê-los sair de lá melados com o prazer dela. Ada segurou o grito quando sentiu sua minuscula roupa intima ser arrancada num só movimento.
Como ele pôde fazer isso com ela? Por culpa dele ela voltaria sem calcinha para o hotel, ficaria sem calcinha por mais duas reuniões ainda!"
Você nem vai sentir falta...
"“ - Eu ia precisar disso, Bonitão.”"
Ia. Verbo não precisa mais.
"“ - Ela já era minúscula, não fará nenhuma diferença.”"
Pior que faz...
"Ada sorriu vitoriosa com a sua vingança, quando abriu a camisa do agente arrebentando todos os botões, revelando o peito pálido, musculoso e marcado de Leon. Quando ele se posicionou melhor sobre ela, puxou a camisa para trás, deixando os ombros expostos e mordendo-o com força quando ele a penetrou fundo.
“ - Me fala... por quê você usa essas coisas... tão pequenas...” - Ele ainda se referia a roupa intima dela, a medida que se movia rápido dentro dela. - “ - Mais alguém vê isso além de mim?”"
Não pergunte nada quando não suporta a resposta!
"Ela achou graça do comentário, e mais engraçado ainda o quanto ela gostou. Gostou de ter aqueles olhos azuis escurecidos de tesão e ciúme em cima de si, privilégio que ela só concedia – e concedeu – a ele, e mais ninguém. Além de estar alí, em cima dela, invadindo seu corpo, enlouquecendo-a de prazer, ainda se achava no direito de fazer perguntas, era engraçado, era muito engraçado amar alguém... - “ - Merda. Você quando bebe vira um chato tão gostoso!” - Não ia responder nada. Apenas calou-o com um beijo."
Já eu acho pessoas bêbadas adoráveis e pronta para interrogatórios!
"Ada sentiu vontade de virar o jogo, que socá-lo no chão e montá-lo do seu jeito, daí lembrou do frio que fazia aquele dia, e o quanto estava bem aquecida com o corpo sadio e naturalmente quente – em todos os sentidos da palavra – de Leon cobrindo o seu, e mudou de ideia, ergueu mais o joelhos e cravou as unhas nas nádegas brancas e firmes, exigindo que ele fosse mais rápido e mais fundo. Por fim, estavam se amando mais uma vez, naquele chão frio, com representantes de todo o mundo – literalmente – circulando do lado de fora, podendo entrar alguém à qualquer minuto, deixando que seus corpos se entregassem aos desejos, se importando apenas com o momento, recebendo um belo orgasmo como premio, dessa vez, ao mesmo tempo."
Não sei se eu aplaudo a coragem ou vaio a burrice.
"*************
Arrumavam suas roupas – ou o que sobrou delas – em silencio. Leon achou estranho o silêncio repentino.
“ - Ada...eu...”
“ - Psss...” - ela o interrompeu, pegando a gravata que estava longe e jogando-a de volta para ele. - “ - Leon, vamos deixar uma coisa clara. Nada mudou, okay?”
“ - Mas...”
“ - Foi só sexo.” - Ela o olhou no fundo dos olhos, tentando parecer o mais convincente possível. - “ - Um sexo muito bom, como sempre. Obrigada por isso, mas agora eu tenho que ir.”
Leon esperava que tais palavras o machucassem, e sabia que essa era a intenção dela. Machucá-lo para afastá-lo. Contudo não foi exatamente o que aconteceu, porque mesmo ela se achando tão esperta, no fundo... ele sabia a verdade.
“ - Você mente muito mal para uma espiã.” - Ele respondeu simplesmente."
Há, trouxa! Se fudeu otária!
"“ - Você tem o direito de acreditar no que quiser.”
Ada levou as mãos a maçaneta e abriu a porta, entes de sair, ela ouviu:
“ - Foi bom fazer amor com você de novo, Ada. Até a próxima.”
Ela fechou os olhos por alguns segundos, se sentindo a mulher mais sortuda e miserável do mundo aos mesmo tempo. Queria voltar lá, contar para ele toda a verdade... ao invés disso, fechou a porta atrás de sí, e seguiu para sua missão."
Até a próxima foda, né?
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Chris querendo pegar a mulher do amigo? Essa eu vou ler com certeza!
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Alguém importante vai morre? Uhhhhh, eu vou ler!
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Leon x Helena x Ada? Tenso isso...
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Chris x Piers? Por mais que eu ache estranho, eu vou ler sim!
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Essas besteiras eu também amo ver na internet! Se fizer um blog me fala, viu?
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Eu? Escrever fics? Não dá! Eu sou materna e romântica demais para fazer um de Resident Evil que tem ação e tudo mais... Sem contar que eu entraria em depressão sem comentários...
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FALTA POUCO PARA O FIM? COMO ASSIM "FALTA POUCO PARA O FIM"? QUER ME MATAR É ISSO? Mas tudo que é bom dura pouco, nada é eterno...
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Acho que vou jogar com o gostoso do Jake Muller agora, estou com saudades de jogar...
Amei o capítulo, querida! Boas provas!
Vééééiii!!!!!! Vc morou 4 anos em MOSCOU! p**a m**da! Amiga, meu loiro lindo é alemão.... mas eu sempre ouvi falar muito bem dos Russos...*_*
Quérida! Com esses dois rola a quimica, a fisica, a biologia (muita biologia...rs), rola linguas, a sociologia, rola até a filosofia!
Ação? Cadê a ação na minha fic de Resident Evil??? Tem ação aqui não véi, nem terror, nem suspense, eu tento... mas sai coisas bem mixurucas. Ação tem de sobra nos games, nas fics eu quero ver o que o jogo não mostra...kkkkkkkkk comovocesabeque...ficaria sem comentários?????????? anyway, Resident Evil não é um redito de leitores ávidos por fics, como.... fics sobre vampiros que brilham, ou o Harry Pote de Erva, mas um leitor ou outro até q aparece. eu to postando essa fic no FF.net, tem ZERO reviews lá... td mundo q le resident evil lá le em espanhol ou ingles... mas ha pouco tempo um sujeito começou a seguir a fic e marcou como favorita... viu só? unzinho sempre aparece...rs mesmo que timido e nao deixe review...rs Até aqui mesmo, se for comparar o numero de favoritos, ou o numero de leitores com o numero de reviews que eu recebo, vc vai ver, mó galera timida...rs Aco que no proximo capitulo vou deixar meu e-mail, pq aí quem não quiser postar um comemtario, mas quiser falar algo, ou mandar alguma critica, manda escondidinho por e-mail, aí nao tem motivo pra timidez...rs
É... falta pouco. Afinal, o proximo capitulo já é Resident Evil Damnation... depois eu ja começo a narrar RE6... então... mais um epilogo maybe... e over.
Jake Muller... gostoso. Quanto mais mal encarado melhor...hehehe, bad boy, com that scar in the face...hmmmm delicinha de boy magia... ai chega... vou estudar!
Beijo moreco!!!!! Obrigada mais uma vez!!!!!!!!!
"Não chegaram nem a ser amantes, e ele traumatizado como um viúvo", "então ele a olha e de repente se sente o miserável mais sortudo do mundo", "no meio de tantos russos bêbados naquele salão, até uma menina de seis anos após duas garrafas de vodka seria considerada sóbria...". = rachei de rir em todas. Ú.Ú vai ser épico o final dessa fic, só não imagino como Leon irá reagir ao saber de toda a verdade.