Já tinha começado a pensar na possibilidade de você ter desistido da fic, ia ser muito triste só ler até a parte em que eles se separam. =\
"Frio era o chão, frias eram as lagrimas que saiam dos olhos castanhos. Para os mortos, não existe choro, Rodrigo. Então como você chora? Para as ciências, não existe frio. Então como nós o sentimos? Dizem que só há calor. Calor este que está presente na sensação de um abraço, em ver um sorriso dedicado somente a você e a ninguém mais. Calor de ter um amigo, uma família, um amor.
-Rodrigo, des...
Frio é a simples ausência de calor, dizem. E no frio o menino alado desapareceu. E no frio ficou o inglês, com a frase ainda presa na boca."
Achei particularmente linda essa comparação entre ciência e sentimento, principalmente em "E no frio ficou o inglês", que carrega esses dois significados.
Outra coisa interessante é essa história que o Arthur sonha.Imagino o quão legal seria sonhar todo dia com o pedaço de uma história.
*CHATIADA porque o Arthur pode ter um coelho e eu não, porque minha cachorra o mataria T.T
Já que você disse que pode pedir alguma coisa, queria pedir outro lemon (*vergonha), em que o Arthur faça o papel de ativo (*esconde o rosto). Se não me engano você tinha escrito algo assim, só que não foi explícito, só descreveu o comecinho.
Quanto aos erros de gramática, achei alguns nesses trechos aqui:
"Não consigo parar de pensar em como as coisas são mais fácil quando se conhece as pessoas certas..."
"Sua magoa, que apertava-lhe o coração [...]" - Nesse caso, não se usa ênclise e sim próclise, porque está junto a uma conjunção subordinativa, em suma, fica "lhe apertava".
"Apareça nesse endereço daqui a três dias lá pelas 16 horas, vou falar com ele amanha." - Só esqueceu do til.
"Sempre tinha Scott para chuta-lo da cama e puxar seus cabelos loiros ou, no ultimo mês, Francis para chama-lo em francês." - Tembém esqueceu do acento em "chutá-lo" e "chamá-lo"
"– Brasileiro, sua esposa acabou de perder um filho, não é?
Esposa? Rodrigo não lembrava de ter uma mãe..." - Acho que nesse caso seria "não se lembrava"
"– Então... foi assim que vim parar aqui? Mas... Ainda não sei de onde surgiram essas asas... e agora estou falando sozinho, acho que a queda afetou meu cérebro... Aliais, por que eu cai? Sei voar..." - O verbo cair na 1[ pessoa do pretérito perfeito tem acento. (Só que disso não tenho erteza, não me lembro de quase nada do novo acordo ortográfico).
Ah, e não esquece que se antes de usar reticências a ideia da oração estiver gramaticalmente concluída, depois delas se usa letra maiúscula. E só nesse caso.
Aguardo anciosamente o próximo capítulo. ♥
Beijos, e espero que as coisas melhorem para você, é um saco quando a família resolve brigar =\
Meu deus, não acredito que eu deixei passar tanta coisa! Mil poerdões, vou arrumar tudo ainda hoje. Sabo como é, já tava bem tarde quando eu terminei de escrever isso... Muito obrigada mesmo por avisar!
Ah, eu não pretendo desistir dessa fic! Por mais que eu demore, por mais que tenha horas que eu não consiga escrever nem um misera palavrinha e que essa coisa me deixe mais confusa do que eu geralmente sou, nunca vou desistir dela! Mas demorar já é outra história...
Eu gostei de escrever essa comparação. eu não tava muito bem na hora e as coisas realmente pareciam "frias" aqui (no sentido sentimental, pq no literal tá um calor do quinto dos infernos nessa cidade), então acabei meio que desabafando nessa comparação.
Essa história dos sonhos do Arthur é um reflexo de um desejo muito forte meu de saber como são sonhos. eu nunca lembro dos meus sonhos, nunca mesmo! Queria tanto poder lembrar, ai acabo me imaginando como as outras pessoas sonham... E ainda foi um bom motivo para escrever sobre o Capitão Kirkland *--*
Eu ganhei um coleho uma vez... só que quando ele chegou aqui em casa eu tava na casa de um amigo meu ai minha mae simplesmente mandou devolver!! tinha sido presente de um namorado dela da época, eu tinha uns 5 anos. Só descobri essa história pq o coelho foi para na casa desse meu amigo ai eu vi o bichinho. só que nem tive muito tempo de ficar trsite, pq ganhei minha cadelinha linda, maravilhosa e perfeita pouco tempo depois *--* é, acho que o coelho viraria jantar se morasse aqui em casa agora...
Tudo bem, vou escrever um mais pra frente e tentar não ter outro ataque de vergonha! Tá anotado aqui já! ^-^ Adoro Seme!Arthur, fiquei feliz de vc ter pedido isso *--* No plano original, aquele primeiro lemon era para ser com o Arthur seme, só que uma das minhas leitoras pediu que fosse ao contrario. Como ela foi a primeira que comentou nessa fic e me tirou do meu buraco depressivo depois de ninguem comentar nada e eu estar me achando a pior escritora do mundo, resolvi satisfazer o pedido.
obrigada, também espero que eles parem, mas sei que isso não vai acontecer... Incomoda muito e o povo daqui de casa briga basicamente todo dia...
Já tinha começado a pensar na possibilidade de você ter desistido da fic, ia ser muito triste só ler até a parte em que eles se separam. =\
"Frio era o chão, frias eram as lagrimas que saiam dos olhos castanhos. Para os mortos, não existe choro, Rodrigo. Então como você chora? Para as ciências, não existe frio. Então como nós o sentimos? Dizem que só há calor. Calor este que está presente na sensação de um abraço, em ver um sorriso dedicado somente a você e a ninguém mais. Calor de ter um amigo, uma família, um amor.
-Rodrigo, des...
Frio é a simples ausência de calor, dizem. E no frio o menino alado desapareceu. E no frio ficou o inglês, com a frase ainda presa na boca."
Achei particularmente linda essa comparação entre ciência e sentimento, principalmente em "E no frio ficou o inglês", que carrega esses dois significados.
Outra coisa interessante é essa história que o Arthur sonha.Imagino o quão legal seria sonhar todo dia com o pedaço de uma história.
*CHATIADA porque o Arthur pode ter um coelho e eu não, porque minha cachorra o mataria T.T
Já que você disse que pode pedir alguma coisa, queria pedir outro lemon (*vergonha), em que o Arthur faça o papel de ativo (*esconde o rosto). Se não me engano você tinha escrito algo assim, só que não foi explícito, só descreveu o comecinho.
Quanto aos erros de gramática, achei alguns nesses trechos aqui:
"Não consigo parar de pensar em como as coisas são mais fácil quando se conhece as pessoas certas..."
"Sua magoa, que apertava-lhe o coração [...]" - Nesse caso, não se usa ênclise e sim próclise, porque está junto a uma conjunção subordinativa, em suma, fica "lhe apertava".
"Apareça nesse endereço daqui a três dias lá pelas 16 horas, vou falar com ele amanha." - Só esqueceu do til.
"Sempre tinha Scott para chuta-lo da cama e puxar seus cabelos loiros ou, no ultimo mês, Francis para chama-lo em francês." - Tembém esqueceu do acento em "chutá-lo" e "chamá-lo"
"– Brasileiro, sua esposa acabou de perder um filho, não é?
Esposa? Rodrigo não lembrava de ter uma mãe..." - Acho que nesse caso seria "não se lembrava"
"– Então... foi assim que vim parar aqui? Mas... Ainda não sei de onde surgiram essas asas... e agora estou falando sozinho, acho que a queda afetou meu cérebro... Aliais, por que eu cai? Sei voar..." - O verbo cair na 1[ pessoa do pretérito perfeito tem acento. (Só que disso não tenho erteza, não me lembro de quase nada do novo acordo ortográfico).
Ah, e não esquece que se antes de usar reticências a ideia da oração estiver gramaticalmente concluída, depois delas se usa letra maiúscula. E só nesse caso.
Aguardo anciosamente o próximo capítulo. ♥
Beijos, e espero que as coisas melhorem para você, é um saco quando a família resolve brigar =\
Meu deus, não acredito que eu deixei passar tanta coisa! Mil poerdões, vou arrumar tudo ainda hoje. Sabo como é, já tava bem tarde quando eu terminei de escrever isso... Muito obrigada mesmo por avisar!
Ah, eu não pretendo desistir dessa fic! Por mais que eu demore, por mais que tenha horas que eu não consiga escrever nem um misera palavrinha e que essa coisa me deixe mais confusa do que eu geralmente sou, nunca vou desistir dela! Mas demorar já é outra história...
Eu gostei de escrever essa comparação. eu não tava muito bem na hora e as coisas realmente pareciam "frias" aqui (no sentido sentimental, pq no literal tá um calor do quinto dos infernos nessa cidade), então acabei meio que desabafando nessa comparação.
Essa história dos sonhos do Arthur é um reflexo de um desejo muito forte meu de saber como são sonhos. eu nunca lembro dos meus sonhos, nunca mesmo! Queria tanto poder lembrar, ai acabo me imaginando como as outras pessoas sonham... E ainda foi um bom motivo para escrever sobre o Capitão Kirkland *--*
Eu ganhei um coleho uma vez... só que quando ele chegou aqui em casa eu tava na casa de um amigo meu ai minha mae simplesmente mandou devolver!! tinha sido presente de um namorado dela da época, eu tinha uns 5 anos. Só descobri essa história pq o coelho foi para na casa desse meu amigo ai eu vi o bichinho. só que nem tive muito tempo de ficar trsite, pq ganhei minha cadelinha linda, maravilhosa e perfeita pouco tempo depois *--* é, acho que o coelho viraria jantar se morasse aqui em casa agora...
Tudo bem, vou escrever um mais pra frente e tentar não ter outro ataque de vergonha! Tá anotado aqui já! ^-^ Adoro Seme!Arthur, fiquei feliz de vc ter pedido isso *--* No plano original, aquele primeiro lemon era para ser com o Arthur seme, só que uma das minhas leitoras pediu que fosse ao contrario. Como ela foi a primeira que comentou nessa fic e me tirou do meu buraco depressivo depois de ninguem comentar nada e eu estar me achando a pior escritora do mundo, resolvi satisfazer o pedido.
obrigada, também espero que eles parem, mas sei que isso não vai acontecer... Incomoda muito e o povo daqui de casa briga basicamente todo dia...
Vou tentar não demorar muito mais no próximo!
Beijos!