Bom, esse capítulo me deixou com um ar quase perdido em meio à situação.
Quero dizer, fiquei extremamente feliz quando o capítulo anterior anunciou um encontro entre os dois, mas as circunstâncias se tornaram escrupulosamente dolorosas. Isso foi um pouco impactante, eu não esperava por isso.
Não imaginei em nenhum momento que a antiga ferida de Zuko fosse se abrir ou que Katara não teria percebido isso. Tal fato me levou a pensar no quão desgastado física e emocionalmente o Zuko estava. Mesmo depois de tudo, tentando consolar Katara por algo que ele se sentia culpado. Essa ideia de mártir me trouxe uma sensação cálida de proteção. Essa aura tranquila de quem quer abraçar e cuidar do outro. Nesse ponto, você foi bem conciso, gostei do resultado.
Estou muito curiosa para descobrir como o Aang agirá perante Zuko, porém estou ainda mais preocupada em saber se o Senhor do Fogo irá ou não ficar bem. Não é justo tal sofrimento após todo esse tempo. Ambos os personagens precisam um do outro e isso me parte o coração. Sinto que foi um golpe necessário, fez com que a dobradora d'água percebesse que Zuko precisa dele mais do que qualquer outra pessoa. Essa também foi uma sensação boa. Necessidade.
No geral, o capítulo ficou ótimo e você não expressou suas possíveis dificuldades com a descrição dos "sentimentos", isso se tornou sua marca registrada por sinal. Até breve.
O que acho que pode melhorar:
Tem um pequeno errinho na frase: "Ela havia enganado ela com sua dor!"
Bom, esse capítulo me deixou com um ar quase perdido em meio à situação.
Quero dizer, fiquei extremamente feliz quando o capítulo anterior anunciou um encontro entre os dois, mas as circunstâncias se tornaram escrupulosamente dolorosas. Isso foi um pouco impactante, eu não esperava por isso.
Não imaginei em nenhum momento que a antiga ferida de Zuko fosse se abrir ou que Katara não teria percebido isso. Tal fato me levou a pensar no quão desgastado física e emocionalmente o Zuko estava. Mesmo depois de tudo, tentando consolar Katara por algo que ele se sentia culpado. Essa ideia de mártir me trouxe uma sensação cálida de proteção. Essa aura tranquila de quem quer abraçar e cuidar do outro. Nesse ponto, você foi bem conciso, gostei do resultado.
Estou muito curiosa para descobrir como o Aang agirá perante Zuko, porém estou ainda mais preocupada em saber se o Senhor do Fogo irá ou não ficar bem. Não é justo tal sofrimento após todo esse tempo. Ambos os personagens precisam um do outro e isso me parte o coração. Sinto que foi um golpe necessário, fez com que a dobradora d'água percebesse que Zuko precisa dele mais do que qualquer outra pessoa. Essa também foi uma sensação boa. Necessidade.
No geral, o capítulo ficou ótimo e você não expressou suas possíveis dificuldades com a descrição dos "sentimentos", isso se tornou sua marca registrada por sinal. Até breve.
O que acho que pode melhorar:
Tem um pequeno errinho na frase: "Ela havia enganado ela com sua dor!"