O.O vc vai ter que me dizer onde você aprendeu a escrever assim, essa fic tá perfeita, quando eu vi o nome da fic, eu pensei que vc tinha se baseado no filme, mas com o decorrer vi que era do game.
Mas ficou PERFEITA, a discrição, a historia, os deuses, as lutas, os Abkanis, tudo enfim, o final então, foi surpreendente.
Parabens, vc está de parabens (eu sei que demorei a ler essa fic, vc me indicou ela por mensagem, mas andei meio sem tempo e me arrependi agora de nao ter arrumado um tempo antes, vou considerar ela como um presente de aniversario e de natal agora .. rsrsrsrsr)
Muito obrigado pelos elogios! Eu usei o game como base porque no filme eles decepcionaram e estragaram a obra. Sem dizer que também eu mudei quase que por completo a história original, acrescentando a histórias dos deuses, mitos e personagens.
Enfim, mais uma vez, obrigado!
A
Anônimo
Oi!
QUE LEGAL!
Gostei muito da fic, sério. Só fiquei com uma dúvida final... e o Lamb?!
Gostei bastante do Príncipe do Mal (é que não tenho certeza do nome dele) ter voltado para a luz. Gostei bastante do penúltimo capítulo, de toda a guerra dos deuses e os Guerreiros correndo com as estatuetas. Os príncipes se unindo para matar as criaturas irritantes das trevas também foi interessante... E o xamã e Obet (ou Obed? Ainda não gravei, haha) ficando na ilha foi emocionante. Acho que o caso de Obet(d) foi até merecido, porque ele cometeu um baita erro ajudando Allan. Pena que Aline não pôde localizar seu pai no final das contas.
Gostei muito também na cena do jogo de xadrez. Felipe, acho, se tornou meu personagem favorito; ajeitando os óculos e morrendo de medo de tudo, hahaha. Ele é o mais engraçado.
Quero te parabenizar pelo vocabulário extremamente vasto e bem utilizado, talvez essa seja sua principal marca. Em questões de melhoria, acho que apenas as narrações - tem que decidir se quer fazer em primeira pessoa (com um só personagem) ou em terceira - e senti falta de alguns detalhes, até mesmo coisas básicas como aparência, descrição de expressões faciais ao longo da história e descrições de cenários.
Oi. Muito obrigado por ter lido até o fim. Fico muito feliz que você tenha gostado.
Lamb? Bem, ele conseguiu "fugir". Na verdade, como dito no último capítulo por Johnson, ele é intocável, achado somente quando quer - uma espécie de corruptor governamental que é "abafado" por seu poder e influência (nossa! que explicação para ele, hein!?). Quem sabe não haja mais aventuras de Carnby contra ele? Afinal, ainda há a possibilidade de ter outros portais para serem abertos.
Obed (sim, é Obed, com "d") se arrependeu de seus erros, o que tornou ele bem quisto no final. Na verdade, ele não era mau. Ele recebia muita pressão de seu irmão e de Lamb, ambos querendo a mesma coisa mas com propósitos diferentes, e então fez a burrada toda.
O jogo de xadrez do Felipe foi demais! Esse capítulo foi o que mais gostei, e também o personagem que mais gostei de ter criado. Eu criei Felipe e o introduzi na história para dar um ar mais cômico e alegre, para assim dar um contraste em alguns momentos sérios e macabros. E que pessoa no mundo é mais alegre, engraçada e divertida do que o brasileiro?
Em relação às narrativas, hoje em dia os escritores estão fazendo muito isso - mudar as pessoas (da primeira para a terceira e vice e versa). Você verá muito isso nos livros de Eduardo Spohr. Assim também como descrição física não muito detalhada, para que o leitor possa ter sua própria imaginação.
Enfim, muito obrigado mesmo, por ter deixado seus reviews e ter lido até o fim. Um grande abraço!!!
L
Layse Muryere
interesante... logo de cara gostei da sua fic, vc escreve bem, muito bem mesmo estou ansiosa para ver uma segunda temporada ou uns capitulos bonus... talvez um mistura de mais ficção cientifica, uma fantasia de passado e presente envolvendo todos os peronagens como um quebra - cabeças, mas sem sair do tema original... kkkkk é só uma ideia... ;) mas realmente e ameii a sua fic!
Muito obrigado por ter lido! Sim, estou pensando em escrever uma estória paralela dos deuses da luz - uma batalha entre deuses.
Caso eu escreva, posso te enviar o link?
Resolvi, a partir do meu último review, terminar de ler e comentar no último capítulo, se não meus reviews ficariam curtos e cansaria você respondê-los individualmente.
Foi de arregalar os olhos a traição entre os deuses do submundo. Pra mim, foi totalmente imprevisível o que Zarel iria fazer.
E a cena em que Carnby encontra Allan fazendo sua mutação em Obed foi de arrepiar. Talvez não tanto pelo monstro que Allan estava criando, mas morro de medo do observador ser pego pelo observado. Isso me faz ficar tensa até o último instante.
Achei um pouco descontextualizada a paixão que Carnby e Aline sentiram no meio da adrenalina de conseguir salvar o mundo. Acho que esse sentimento ficaria melhor no final, quando eles se despedem e provavelmente os dois percebem como a despedida torna-se dolorosa demais.
No capítulo quinze, o narrador fala que Edenshaw traz consigo duas estatuetas, e pelo que ele disse antes da batalha com Judas, na verdade ele só traz uma.
A partida de xadrez do Felipe contra ele mesmo foi vibrante! Nunca achei que alguém conseguisse narrar um jogo tão monótono de maneira tão envolvente.
A traição entre os deuses e a batalha em Elendor me lembra um pouco o livro A Batalha do Apocalipse, você já leu? Na verdade, a história de seres divinos presos no submundo vem da própria bíblia. Talvez por isso teve uma coincidência.
Não acho que seja a atitude de um deus matar os seres que o traem. Até porque, a história diz que todos os anjos resolveram trair os príncipes e o rei, então isso significa que Hecatonchires mata todos os anjos de Elendor. Eu acharia mais misericordioso ele expulsar os anjos daquele lugar até que possam se redimir e voltar.
Particularmente gostei muito da cena em que Felipe e Aline jogam pedras em Zarel para proteger Carnby. Lealdade não é uma coisa que se vê muito hoje em dia, né?
Em algum momento, Edenshaw explicou aos guerreiros da luz que o ritual para impedir a abertura do portal só poderia ser feito antes das 23h59 daquele dia. Mas, pelo que parece, o ritual foi feito depois desse horário, pois o portal para o submundo já tinha sido aberto.
Algumas linhas acima comentei que achei muito impiedoso da parte de Hecatonchires matar todos os anjos, e acho-o muito misericordioso ao perdoar Zarel “só” por ele ter sido sincero. Foram nada mais nada menos que cem mil anos de maldade... pelo menos um castigozinho ele tinha que ter.
Quando os guerreiros se despedem, Felipe vai embora e não deixa nem celular nem e-mail pra contato!
O segredo que guardou sobre Obed até o penúltimo capítulo foi uma ótima ideia. Uma maneira de não deixar a história tão maniqueísta. Nesse enredo, é um pouco difícil não termos pessoas totalmente boas ou totalmente ruins, mas na vida real não é assim... e é esse fato que traz algumas histórias para a falta de verossimilhança.
E, sim, você tem razão quanto à narrativa: livros como a série Morada da Noite e Sol da Meia-noite (versão de Crepúsculo com a visão de Edward), trocam os seus narradores-personagens. Na minha opinião como leitora: a arte é a “magia” de nos despirmos para nos tornar outra personagem. E cada arte tem sua profundidade e seu tempo para causar essa sensação de “nudez” no leitor. A literatura é uma das artes que mais aprofundam e mais demoram para isso. Então a troca constante de narradores-personagens não permite que isso aconteça, porque antes que o leitor se “dispa”, o narrador-personagem já foi trocado. Em outras palavras: a investigação que você faz sobre cada personagem com essa técnica é rasa, o que impede o leitor de se colocar no lugar do personagem e sentir-lhe as dores, as angústias, as alegrias, etc. Eu mesma tive dificuldades de sentir adrenalina, por mais cenas com esse intuito que tivessem.
Espero que tenha sido clara em tudo o que comentei. Obrigada pelo convite para ler sua fanfic, não me arrependi em nenhum minuto, e espero que você também não tenha se arrependido.
Poxa, muito obrigado por ter acompanhado a fic até o fim. Sua opinião foi muito importante e seus reviews foram excelentes e inspiradores.
A paixão entre Carnby e Aline pegou muita gente de surpresa, muitos nem imaginavam os dois juntos.
Bem no começo da fic, onde eles entram no quarto de Edenshaw, este diz que tem guardado uma estatueta consigo e precisaria entrar na dimensão dos espelhos para resgatar a outra que estava com Judas De Certo.
O Labirinto das Provações, onde tem a partida de xadrez, foi um dos capítulos que mais gostei de escrever. Ficofeliz que você também tenha gostado.
O motim e traição dos anjos e dos dois príncipes foi um ato cruel e deixou o rei extremamente furioso. E em suas leis, essa era apunição para os anjos. Ele não fez o mesmo com Zarel e Lothiel por se tratarem de príncipes, e ele os amava muito e os considerava irmãos.
Eu adorei sim você ter lido minha fic e expressado seu ponto de vista com maravilhosos reviews - são pouquíssimos que fazem isso. Você é muito inteligente e sabe escrever muito bem, além de ajudar. Se eu escrever outra fic lhe convidarei a ler.
Muito obrigado mais uma vez. Um grande abraço.
O.O vc vai ter que me dizer onde você aprendeu a escrever assim, essa fic tá perfeita, quando eu vi o nome da fic, eu pensei que vc tinha se baseado no filme, mas com o decorrer vi que era do game.
Mas ficou PERFEITA, a discrição, a historia, os deuses, as lutas, os Abkanis, tudo enfim, o final então, foi surpreendente.
Parabens, vc está de parabens (eu sei que demorei a ler essa fic, vc me indicou ela por mensagem, mas andei meio sem tempo e me arrependi agora de nao ter arrumado um tempo antes, vou considerar ela como um presente de aniversario e de natal agora .. rsrsrsrsr)
Muito obrigado pelos elogios! Eu usei o game como base porque no filme eles decepcionaram e estragaram a obra. Sem dizer que também eu mudei quase que por completo a história original, acrescentando a histórias dos deuses, mitos e personagens.
Enfim, mais uma vez, obrigado!
Oi!
QUE LEGAL!
Gostei muito da fic, sério. Só fiquei com uma dúvida final... e o Lamb?!
Gostei bastante do Príncipe do Mal (é que não tenho certeza do nome dele) ter voltado para a luz. Gostei bastante do penúltimo capítulo, de toda a guerra dos deuses e os Guerreiros correndo com as estatuetas. Os príncipes se unindo para matar as criaturas irritantes das trevas também foi interessante... E o xamã e Obet (ou Obed? Ainda não gravei, haha) ficando na ilha foi emocionante. Acho que o caso de Obet(d) foi até merecido, porque ele cometeu um baita erro ajudando Allan. Pena que Aline não pôde localizar seu pai no final das contas.
Gostei muito também na cena do jogo de xadrez. Felipe, acho, se tornou meu personagem favorito; ajeitando os óculos e morrendo de medo de tudo, hahaha. Ele é o mais engraçado.
Quero te parabenizar pelo vocabulário extremamente vasto e bem utilizado, talvez essa seja sua principal marca. Em questões de melhoria, acho que apenas as narrações - tem que decidir se quer fazer em primeira pessoa (com um só personagem) ou em terceira - e senti falta de alguns detalhes, até mesmo coisas básicas como aparência, descrição de expressões faciais ao longo da história e descrições de cenários.
Mas é fato que você tem o dom da coisa.
Abraços e até mais =]
Oi. Muito obrigado por ter lido até o fim. Fico muito feliz que você tenha gostado.
Lamb? Bem, ele conseguiu "fugir". Na verdade, como dito no último capítulo por Johnson, ele é intocável, achado somente quando quer - uma espécie de corruptor governamental que é "abafado" por seu poder e influência (nossa! que explicação para ele, hein!?). Quem sabe não haja mais aventuras de Carnby contra ele? Afinal, ainda há a possibilidade de ter outros portais para serem abertos.
Obed (sim, é Obed, com "d") se arrependeu de seus erros, o que tornou ele bem quisto no final. Na verdade, ele não era mau. Ele recebia muita pressão de seu irmão e de Lamb, ambos querendo a mesma coisa mas com propósitos diferentes, e então fez a burrada toda.
O jogo de xadrez do Felipe foi demais! Esse capítulo foi o que mais gostei, e também o personagem que mais gostei de ter criado. Eu criei Felipe e o introduzi na história para dar um ar mais cômico e alegre, para assim dar um contraste em alguns momentos sérios e macabros. E que pessoa no mundo é mais alegre, engraçada e divertida do que o brasileiro?
Em relação às narrativas, hoje em dia os escritores estão fazendo muito isso - mudar as pessoas (da primeira para a terceira e vice e versa). Você verá muito isso nos livros de Eduardo Spohr. Assim também como descrição física não muito detalhada, para que o leitor possa ter sua própria imaginação.
Enfim, muito obrigado mesmo, por ter deixado seus reviews e ter lido até o fim. Um grande abraço!!!
interesante... logo de cara gostei da sua fic, vc escreve bem, muito bem mesmo estou ansiosa para ver uma segunda temporada ou uns capitulos bonus... talvez um mistura de mais ficção cientifica, uma fantasia de passado e presente envolvendo todos os peronagens como um quebra - cabeças, mas sem sair do tema original... kkkkk é só uma ideia... ;) mas realmente e ameii a sua fic!
Caso eu escreva, posso te enviar o link?
Resolvi, a partir do meu último review, terminar de ler e comentar no último capítulo, se não meus reviews ficariam curtos e cansaria você respondê-los individualmente.
Foi de arregalar os olhos a traição entre os deuses do submundo. Pra mim, foi totalmente imprevisível o que Zarel iria fazer.
E a cena em que Carnby encontra Allan fazendo sua mutação em Obed foi de arrepiar. Talvez não tanto pelo monstro que Allan estava criando, mas morro de medo do observador ser pego pelo observado. Isso me faz ficar tensa até o último instante.
Achei um pouco descontextualizada a paixão que Carnby e Aline sentiram no meio da adrenalina de conseguir salvar o mundo. Acho que esse sentimento ficaria melhor no final, quando eles se despedem e provavelmente os dois percebem como a despedida torna-se dolorosa demais.
No capítulo quinze, o narrador fala que Edenshaw traz consigo duas estatuetas, e pelo que ele disse antes da batalha com Judas, na verdade ele só traz uma.
A partida de xadrez do Felipe contra ele mesmo foi vibrante! Nunca achei que alguém conseguisse narrar um jogo tão monótono de maneira tão envolvente.
A traição entre os deuses e a batalha em Elendor me lembra um pouco o livro A Batalha do Apocalipse, você já leu? Na verdade, a história de seres divinos presos no submundo vem da própria bíblia. Talvez por isso teve uma coincidência.
Não acho que seja a atitude de um deus matar os seres que o traem. Até porque, a história diz que todos os anjos resolveram trair os príncipes e o rei, então isso significa que Hecatonchires mata todos os anjos de Elendor. Eu acharia mais misericordioso ele expulsar os anjos daquele lugar até que possam se redimir e voltar.
Particularmente gostei muito da cena em que Felipe e Aline jogam pedras em Zarel para proteger Carnby. Lealdade não é uma coisa que se vê muito hoje em dia, né?
Em algum momento, Edenshaw explicou aos guerreiros da luz que o ritual para impedir a abertura do portal só poderia ser feito antes das 23h59 daquele dia. Mas, pelo que parece, o ritual foi feito depois desse horário, pois o portal para o submundo já tinha sido aberto.
Algumas linhas acima comentei que achei muito impiedoso da parte de Hecatonchires matar todos os anjos, e acho-o muito misericordioso ao perdoar Zarel “só” por ele ter sido sincero. Foram nada mais nada menos que cem mil anos de maldade... pelo menos um castigozinho ele tinha que ter.
Quando os guerreiros se despedem, Felipe vai embora e não deixa nem celular nem e-mail pra contato!
O segredo que guardou sobre Obed até o penúltimo capítulo foi uma ótima ideia. Uma maneira de não deixar a história tão maniqueísta. Nesse enredo, é um pouco difícil não termos pessoas totalmente boas ou totalmente ruins, mas na vida real não é assim... e é esse fato que traz algumas histórias para a falta de verossimilhança.
E, sim, você tem razão quanto à narrativa: livros como a série Morada da Noite e Sol da Meia-noite (versão de Crepúsculo com a visão de Edward), trocam os seus narradores-personagens. Na minha opinião como leitora: a arte é a “magia” de nos despirmos para nos tornar outra personagem. E cada arte tem sua profundidade e seu tempo para causar essa sensação de “nudez” no leitor. A literatura é uma das artes que mais aprofundam e mais demoram para isso. Então a troca constante de narradores-personagens não permite que isso aconteça, porque antes que o leitor se “dispa”, o narrador-personagem já foi trocado. Em outras palavras: a investigação que você faz sobre cada personagem com essa técnica é rasa, o que impede o leitor de se colocar no lugar do personagem e sentir-lhe as dores, as angústias, as alegrias, etc. Eu mesma tive dificuldades de sentir adrenalina, por mais cenas com esse intuito que tivessem.
Espero que tenha sido clara em tudo o que comentei. Obrigada pelo convite para ler sua fanfic, não me arrependi em nenhum minuto, e espero que você também não tenha se arrependido.
A paixão entre Carnby e Aline pegou muita gente de surpresa, muitos nem imaginavam os dois juntos.
Bem no começo da fic, onde eles entram no quarto de Edenshaw, este diz que tem guardado uma estatueta consigo e precisaria entrar na dimensão dos espelhos para resgatar a outra que estava com Judas De Certo.
O Labirinto das Provações, onde tem a partida de xadrez, foi um dos capítulos que mais gostei de escrever. Ficofeliz que você também tenha gostado.
O motim e traição dos anjos e dos dois príncipes foi um ato cruel e deixou o rei extremamente furioso. E em suas leis, essa era apunição para os anjos. Ele não fez o mesmo com Zarel e Lothiel por se tratarem de príncipes, e ele os amava muito e os considerava irmãos.
Eu adorei sim você ter lido minha fic e expressado seu ponto de vista com maravilhosos reviews - são pouquíssimos que fazem isso. Você é muito inteligente e sabe escrever muito bem, além de ajudar. Se eu escrever outra fic lhe convidarei a ler.
Muito obrigado mais uma vez. Um grande abraço.