Comentários em “Alone In The Dark E A Ilha Das Sombras”: “Capítulo 2 – O Último Xamã”

Areals

Aqui estou de novo.

Sim, digo de novo porque no meu do meu review a luz caiu. Estou tentando lembrar da maior parte das coisas que havia no outro, mas não sei se vai dar.

Não gosto muito de pov (ou narrador-personagem/1ª pessoa), principalmente por causa da descrição. É meio estranho um personagem não ser perito em pedras e saber o tipo/nome da qual é feita a mesa, principalmente quando está se escondendo de algo. Principalmente por detalhes na escrita os quais melhorariam seu texto, porém como está na 1ª pessoa elas são "perdoadas", afinal o personagem não precisa ter um diploma de português. Resumindo, quando se é pov, pode escrever do jeito que quiser.

Porém, você tinha me pedido um review construtivo, por isso vou falar sobre esses detalhes com mais atenção:

- 2º parágrafo, 4ª linha: em vez de "ares", poderia ter usado "céus" porque o ar (oxigênio+nitrogênio+7263765 gases) existe poor todo canto, dá a ideia da critura dominar a ilha. Não sei qual foi a sua intenção, mas eu li como se tratasse somente do céu (sem terra ou mar);

- Evite usar "minha", "meu" sempre que for necessário, veja a diferença no exemplo: "vasculhei a minha bolsa procurando a minha lanterna tentando não me entregar ao meu desespero" / "vasculhei a bolsa procurando uma lanterna tentando não me entregar ao desespero";

- Evite usar palavras repetidas, principalmente o famoso: "que". Cansa o leitor e dá a impressão de deja-vú (pelo menos pra mim, haha). Esse é o vício mais difícil de largar, eu vivo isso também e para reduzir, sempre uso um "que" por parágrafo.

Acho que acabou, se tiver mais nem lembro...

Voltando a história, confesso que achei que a Aline ia ser quem teria a maior dificuldade com os monstros (fala sério, jogaram a coitada do avião) e achei interessante o Felipe (o mais empolgado) tremer nas bases. Bom, sempre tem um(a) lento(a) nos grupos né? haha. Carnby tremeu nas bases e pensou muito rápido na hora de guardar as balas do revólver sem atirar muito ou tudo (como a maioria faz nos filmes).

Gostei bastante das frases de efeito da senhora, sobre a luz mesmo acabando com a escuridão, também forma sombras. Espero que abuse do sentido dessa frase na fic quanto o mordomo xamã, ele me lembra aqueles mestres que aparecem do nada e falam uma maluquice para os heróis, mas que acaba fazendo sentido no final.

Cris Varella
Cris Varella Autor

Oi, novamente obrigado pelo comentário. Bem, em relação ao ponto de vista/narração e aos "erros", foi exatamente o que você comentou depois. Eu injetei uma narrativa bem informal em cada um dos três personagens, para que a "conversa" se tornasse natural. Esses "erros" ficam, então, caracterizados como licença poética. Mais pra frente a narrativa voltará para terceira pessoa, e esses erros não serão comuns (espero rsrs).

G
Gabrielle Mariano

Isso tá ficando bom, haha...

Muito bom, bem escrito, gostei muito do enredo.

Cris Varella
Cris Varella Autor

Muito obrigado! ^^

H

Particularmente, não gosto muito de histórias que mudam o narrador, mas o mistério já me envolveu. Também tenho medo de histórias de terror, mas espero que essa não me tire o sono, porque terei que ler até o final...

Em uma certa parte do capítulo, Aline encontra um monstro dentro da mansão. Ela o vê e, só depois, lança o facho de luz nele. Eu achei que estava muito escuro para que Aline pudesse ver sem a ajuda da lanterna.

Aline também, depois de ser “sequestrada”, espiona o professor Morton que fala em um rádio. Depois que ele termina a ligação:

“Após alguns segundos, ouvi um ruído de porta se abrindo. O professor Morton se levantou com grande susto e, tanto ele quanto eu, ao vermos de quem se travava, arregalamos

os olhos.”

Eu tinha entendido que Aline e o professor Morton tinham se visto, porque achei que o cômodo que Aline via só tinha uma porta – a que ela estava usando para observar. Só depois entendi que o lugar tina mais de uma porta. Acho que uma pequena descrição da sala deixaria essa cena mais clara.

Fiquei um pouco confusa na conversa dos irmãos Morton. Não sabia quem falava exatamente o quê.

É até engraçado como Felipe, no começo, se lamenta pela chance que estava perdendo de encontrar o professor Morton para estudar uma civilização antiga. É engraçado como nós sempre encontramos algo para nos deixar infelizes, até que aparece algo que parece pior e pensamos “eu era feliz e não sabia”. No caso do Felipe, ele vai descobrir que pode não só perder seu encontro com o professor Morton, mas também a própria vida.

Você manteve bem a característica dos personagens, cada um com seu perfil. Isso dá muita verossimilhança à história, e eu admiro muito isso porque não é uma técnica na qual eu me dou bem.

Cris Varella
Cris Varella Autor
Poxa, seus reviews estão sendo muito bons para mim. Dividir as experiências e ouvir as diferentes técnicas e opiniões só nos ajuda a crescer e melhorar cada vez mais.
Em relação à mudança de narrativa, eu tentei usar a técnica que novos escritores estão adotando. Fiz isso somente no início, para que os leitores conheçam a fundo cada personagem. Depois a narrativa volta à terceira pessoa.
Felipe é muito engraçado, tenho certeza que você vai rir muito com ele.
Nallylaysu

Então... Você conseguiu montar um ambiente macabro muito bem, e os personagens estão bem estabelecidos, mas quando você passa pra primeira pessoa, você precisa ser mais parcial. Xingue mais, se irrite mais, se espante mais, trema mais, pule mais, sinta sua joelhos falharem e sua cabeça doer, mais exclamações na sua vida! Basicamente, esquente a sua escrita. O narrador em 3ª pessoa é um narrador um pouco frio, ele pode ser intrometido e fazer comentários, por assim dizer, mas por ser oniciênte e onipresente, ele não se espanta, nem se altera por nenhum acontecimento da história, ele sabe o que vem em seguida. O narrador em primeira pessoa não. É como se fosse um relato mental. Está acontecendo agora, eu não sei que eu vou sair vivo dessa, eu sinto muito medo da morte, eu não sou corajoso, no máximo, quero me provar corajoso, ou sou curioso de mais para me manter longe, estou lutando contra meus instintos de sobrevivência para avançar (desculpa, eu sei que você quer marcar o Carnby como o Indiana Jones da sua história, só alguém muito narcisista lembraria de suas glórias passadas numa situação daquelas, por mais que o lugar lembrasse Londres). Você não pega pessoas normais se elogiando ou se analisando enquanto pensam não é mesmo? Passe isso pra sua escrita. Deixe o leitor tremer de medo com o personagem.



O que mais gostei: O senhor Edenshaw é ótimo, tenho um personagem preferido.
Cris Varella
Cris Varella Autor
Todo mundo gosta do Edenshaw, mas não fale ainda que é seu personagem favorito - ainda há muitos a serem apresentados, inclusive deuses.
Bom conselho acerca da narrativa em primeira pessoa. Particularmente não gosto de escrever em primeira pessoa, acho que em terceira o livro fica menos cansativo.
A
Anônimo

Se para você, que já deve estar acostumado a pular de pára-quedas por ai, foi dificil imagine para os demais... Tsc, tsc... Muito feio o que fez rsrs

E para de ficar pensando no mostro do hidro que eu já estou curiosa demais rs. Se no ar tinha aquilo, imagine por terra rsrs.

Viu... Não falei que ele está triste pela perda... Talvez não seja tão rude assim rsrs.

Hunf! Espero que estejam bem... Pensa nisso na próxima vez! (calma Violet, era a única opção, era o que tinha para o momento).

Buraco do Inferno? o.O

Se eles estavam correndo perigo? Cara é para rir? Se for não teve graça. Se tu está, imagine eles rsrs. Não era sua obrigação protegê-los?

O fulano morre carcomido dizendo que o lugar é o buraco do inferno, que há criaturas e Carnby fica admirando luzinha... Oh Lord rsrs. (tá, ele tem que se atentar á tudo a sua volta até mesmo para se proteger rsrs. Acho que to pegando pesado com ele rs).

Engraçado, uma criatura que surge da luz, mas que esse também é seu ponto fraco.

Pelo menos agora dá para ter noção do que há pelas sombras.

Coitada da Aline. Teve sorte de chegar viva ao chão e só na cabeça dela velas esquentariam um quarto rsrs.

Não entendi... De que adiantariam trancar as portas por causa das criaturas?

Cara, ou essa Aline é lerda ou o medo estava se apossando dela. A senhora disse 03 vezes que Obed é filho dela...

Pai? Ok, mais uma história paralela rsrs

Como assim Aline sabe tanto da vida do famoso professor Obed, o qual pode até ser seu pai, mas não sabe que ele tem um irmão? E outra, se Obed conversava com Lamb, como que Carnby não sabia disso também. Quanto mais eu leio fico com mais dúvidas rs

Felipe conseguiu chegar ao chão de óculos? O.o

Estou cada vez mais impressionada com essas criaturas. A cada cena aparece um totalmente diferente. Isso é satisfatório, pois é algo que surpreende. Não fica tão entediante ter que acabar com as mesmas sempre.

Para que perder tempo com o professor Obed se podemos ir direto á fonte? Vamos aproveitar a presença de Edenshaw

Claire LF

Oi, Cris, tudo bem?

É, eu não venho aqui faz um BELO tempo, não é? ahhaha, desculpe, mas é que estava um pouco sem tempo para ler as fanfics que acompanho, e acabei entrando no Nyah! apenas para atualizar minhas histórias (Claire Lafontaine e Léon, o Deus do Gelo), verificar minhas mensagens privadas, responder alguns reviews novos e para ler as fanfics que o pessoal me mandava por MP e que eu estava prometendo ler há alguns milênios.

haahhaha, estava bem atarefada. Mas, eu resolvi organizar meu tempo e decidi que toda sexta-feira viria ler as fanfics que acompanho, para não deixá-las de lado - o que me deixava com um peso na consciência horrível.

Enfim.

Eu fiquei fora da sua história há um bom tempo, mas ainda lembro os detalhes e tudo mais hahaha. E digo que esse capitulo me fez perceber que, possivelmente, Aline se tornará a minha personagem favorita de sua história.

Esse capitulo foi dividido em três partes - o que eu achei bem justo e interessante - e a primeira foi do Carnby. Então, eu fiquei muito intrigada sobre esse tal mistério que ronda a Mansão/nome dos Morton/civilização antiga dos índios. Realmente, parece que algo de sobrenatural e bem sombrio está acontecendo nessa ilha estranha. Hum, suspeito ahahhahahaha

Enfim. O Carnby mostrou o lado de fora da Mansão. O mausoléu com aquele homem gravemente ferido. Fiquei com um pouco de pena dele, por ter tido uma morte tão cruel e sofrida, mas logo abandonei esse sentimento e assumi minha postura curiosa. Novamente me perguntei o que está acontecendo nessa ilha!

Na parte de Aline - a possível favorita ahhahahha - eu fiquei muito intrigada com a situação da senhorinha. Por que ela estava abandonada daquele jeito, num quarto, aparentemente com fome e frio? Será que seus filhos não estavam ligando para ela? Será que os dois queriam, ora essa, que ela morresse? Hum, muito suspeito, também ahahahaha

Aliás, fiquei chocada quando vi que o tal doutor que atirou o dardo na Aline era, na realidade, irmão GÊMEO - provavelmente idêntico - do real Dr. Obed Morton. Depois, voltei a pensar na história de Aline. Será que ela era realmente filha do Obed? Hum.

E sobre o que eles estavam falando naquela sala escura, depois da passagem secreta do espelho? Novas criaturas? Nova ordem mundial? Acho que o Allan cria (com a ajuda do seu irmão gêmeo, pelo que pude notar) uma nova raça de animais fantásticos - os tais que atacaram o homem no mausoléu, Felipe e apareceram na casa, no corredor da biblioteca.

E a parte de Felipe... O tal homem, aposto, era o índio da foto que estava na estante do quarto onde Aline ficou presa, não? Aposto. ahhahahhahahahahha Ou pelo menos, era um parente dele, já que você apenas disse que tinha um índio na foto.

Bem, eu fiquei bem intrigada e pretendo voltar aqui, com certeza, na sexta-feira, ok?

Beijos e até a próxima

Claire L.F


O que mais gostei:

Da narração da Aline! Acho que ela está virando uma personagem favorita na sua história.

M
Mandy

Incrível!

~.~

Sua narrativa é sensacional, puxa vida. Não é todo dia que se acha algo tao bem escrito, com um desenvolvimento ainda melhor.

Parabéns!

*-*

Até.



O que mais gostei:

"Esta i-ilha... É o buraco do inferno..." Adorei isso *-*


O que acho que pode melhorar:

Nadinha *-*

Cris Varella
Cris Varella Autor

Olá, desculpe a demora em responder seus reviews. Obrigado pelo elogio e por acompanhar a leitura. Abraços!!