Primeiramente, nossa, juro que eu um dos meus sonhos doidos e particulares é acordar no meio do meu funeral e dizer: "Caramba, que fome..." e depois bocejar! Um dia eu ainda faço isso. "Tio Rob voltou, bitches!". Não tussa porque você vai ativar meus instintos médicos... Onde foi que eu deixei o termômetro? *anda de um lado pro outro* E ainda desmaia... *pega o livro de primeiros-socorros porque se esqueceu dessa parte* Ah, o trabalho interno não é nada demais *mentira, é muito trabalhoso, mas eu amo fazer porque eu preciso trabalhar, odeio ficar parado*
Sobre o capítulo, eu senti todo o incômodo do Heitor, eu já fico assim com a minha família (sim, com a minha família), imagine se fosse com os outros! Eu acho que o Heitor está mais para uma pessoa fechada do que para uma tímida, ele sabe se comunicar (fazia isso muito bem com a Nega, a sua família e, por incrível que pareça, faz até com a Florença, pois, se fosse o contrário, ele não conseguiria desviar dela, não saberia trabalhar nas palavras), só que ele simplesmente não consegue ver razões para se comunicar (não do tipo antissocial, mas do tipo "minha presença não é necessária aqui"); já o Marcelo (que eu nunca imaginaria que a forma falada era Martchelo, e a forma falada ficou muito boa) ele, apesar de mais interativo, apresentou sinais claros de timidez nesse capítulo; o tímido quer se comunicar, mas não consegue, é isso que, a meu ver, diferencia o tímido do fechado. Eu considero o Heitor um personagem fechado, mas, na cena em que os dois estavam juntos, ambos estavam tímidos, foi um estágio temporário (até porque o Marcello era mais sociável). Tá, eu nem sei por que eu fiz essa filosofia toda, deve ser o horário (a essa hora minha mente fica uma loucura...), mas o que você acha? Eu acho que a timidez é um estado, algo temporário, momentâneo, e não uma característica.
Agora, sim, sobre o capítulo (e não reflexões aleatórias), alguém disse... TRETA? Vou resumir, em frases, o que eu interpretei da reação do resto da família ao conhecer o Heitor: Isabella: "Só se o filho for apenas seu, né, querido, afinal, essa coisa não saiu de mim." Marcello:*fazendo-se de desentendido* Giancarlo: "Mais um tampinha para dividir as heranças?" Florença: "O Heitor não pode ver esse pedaço de porco no meu dente!!" Senhor de Castro: "Bom ver que está todo mundo se entendendo!" Heitor: "Eu quero minha mãe... Não, pera..."
Piadinhas à parte, espero que o Marcello não tenha quebrado nenhum osso (ou tenha, aí isso dá uma polêmica *apanha*). Mas eu já estou sentindo o cheiro do amor, da polêmica, das tretas e do fogo.
Remetendo à sua resposta do comentário anterior, não, a minha pergunta foi se teria treta em relação ao quarto, como vai ficar a divisão? Vai ter treta, como você já disse. Giancarlo x Heitor... Hm... Não deixe a minha imaginação ativar... Acho que não faria sentido, sei lá, veremos o que virá. Ótimo capítulo!
TOTALMENTE MORRIDO COM SEU COMENTÁRIO KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK SOCORRROOOO. Morto com a reação da família.
Ok, sempre que eu vejo seus comentário eu penso: meu deus que negócio grande é esse? Eu sempre me sinto na obrigação de superar. Acho que não vou conseguir hoje porque voce SE superou, então vou aqui responder humildemente. Depois de lê-lo, fiquei uns bons minutos pensando sobre suas considerações sobre timidez, e percebi que você tem muita razão. Eu sempre me considerei uma pessoa tímida, por não conseguir falar ninguém com quem não conheço, não conseguir falar pra um grupo de pessoas etc, mas, a partir do momento que me sinto confortável com alguém, consigo ser extrovertido, e isso deve ser crucial. Confesso que, na verdade, não escrevi Marcello como uma pessoa tímida, e Heitor sim, mas imagino que sua observação seja muito feliz nesse aspecto. Além de que, definitivamente, o grande pensamento de Heitor é "minha presença não é necessária aqui" heuheuhehue.
Enfim, eu nunca havia parado pra pensar sobre isso, mas imagino que timidez seja realmente algo temporário, casual.
HAHAHAHAHAH sim, foi exatamente essa a reação dos presentes à mesa (embora inicialmente eu tenha tentado trabalhar Isabella como alguém que não gostou nem um pouco da intromissão de Heitor, fiquei achando isso cruel demais com ele, e criei nela a ideia de um "Faça o que quiser, mas MEUS bebês são MEUS bebês", que talvez seja (ou talvez não) um pouco mais amena).
AHHH entendi, devo dizer que enquanto eu escrevia acabou que não prestei muita atenção na divisão dos quartos, apenas decidi colocar Heitor e Marcello no mesmo. Esses detalhes não estão especificados na história, então considere, como nota de rodapé, que Giancarlo ficou no quarto junto com o Senhor de Castro, Isabella com Florença e Marcello no quarto de Heitor (UEPAAAA hihihihhi).
Ai gente, sempre sinto que não consigo expressar por aqui o quanto fico feliz com seus comentários, então saiba que, sempre que aparece um aqui, eu praticamente fico estatelado no chão, tendo convulsões e tremendo, mais ou menos isso heuheuhe. Um beijão e obrigado por ser um amor da vida ♥ ♥ ♥
Muita crueldade ter matado a Nega, eu gostava dela ;-;
E
Enrique Buendía
Eu sabia que ia dar merda, eu sabia :v. Quando começa assim, um ensinando o outro a cavalgar, o resultado só pode ser duas coisas: ou gozada ou merda... foi merda. Decidi começar pelo final desse capítulo só porque eu sabia, tipo, sentia, lá do fundo, que ia dar merda, quero só ver a confusão que isso vai dar agora. Por que esses meninos são tão impacientes, hem? Podiam estar atrás de umas negrinhas por aí pra ganhar experiências na vida sexual (o que era comum e estimulado pelos pais naquela época :v, não que eu concordo, óbvio), mas, não, tavam ali, affs.
Bem, sobre a Florença, agora ela tá começando a ficar irritante, não sei se era bem isso que tu queria, mas aquela imagem de menina legal e simpática e cuidadosa tá começando a se transformar em uma patricinha chata e mimada e arrependida, sério, sei lá, achei que ela fosse melhor, mas, bem, só achei, né? xD
Sobre essa viagem pra Itália, sonho, luxo *-*, me lembro disso, mas já fazia tanto tempo que eu não lia que eu tive que me esforçar um pouquinho pra lembrar. Achei legal o modo com o qual você descreveu essa parte, e também a hora em que tu falou da vida do Heitor, da tragédia e da desgraça que havia caído sobre a vida dele, sobre a consideração dele como um filho e tals... Mas, ué, que olhar foi esse do Giancarlo (esse nome e.e, nome de galã da novela das nove com o Thiago Lacerda), não achei que esse irmão fosse ser pisão, não, mas pelo visto... E o pai dele foi levar ele pra comer uma negrinha que eu sei u.u, introduzir na vida de macho u.u.
Sobre o Marcello e esse final (e a pronúncia do seu nome que eu achei uó, mas tudo bem), bem, a merda aconteceu, agora vou ter que ler pra saber o que se passará, só espero que o outro irmão não venha com aquela história de "tentou matar pra ficar com a herança" e que todos compreendam que foi o brincadeira, o que raramente acontece. Sobre o nome do cavalo: Adamastor HSUASHAUSH, guri, da onde tu tira esses nomes de velho, da onde?
Sobre os erros, algo que eu esqueci de comentar, não vi muito, só vejo mais é na pontuação dos diálogos, tem algumas coisas ali que podem ser arrumadas para deixar a fic ajeitadinha e dentro das regras :3. Fora isso, pontuação, descrição tá tudo certo, e o enredo tá cada vez melhor.
P.s.: só achei meio clichezinho aquele momento do "choque", tipo, é estranho pensar que isso possa acontecer, e que realmente aconteça, acho até que outras descrições são mais apropriadas, como o coração batendo mais rápido, suor nas mãos, reviravoltas no estômago e tals, acho esses sinais mais comuns e melhores que o "choque", só isso.
Até,
Adrien Rabiot.
(caso tu não te lembres de mim, sou o Eddy Knut, ok?)
"'Quando começa assim, um ensinando o outro a cavalgar, o resultado só pode ser duas coisas: ou gozada ou merda..." KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK MEU8 DEUS VOCE É A PIOR PESSOA. Ah, e obvio que lembro que você é o Eddy Knut, posso estar desaparecido, mas minha onisciência continua muito bem, obrigado rs ʕ•ᴥ•ʔ.
Velho, você falando sobre esses dados da época da escravidão me faz pensar em como que gostaria de ter tido a sensibilidade que tenho hoje em dia de pesquisar sobre o que escrevo, porque até então eu só deixava fluir o que pensava que seria pertinente para o contexto, daí vem tantos clichês e certas inconsistências. Mais uma vez digo: tenho certeza que a abordagem de temas teriam sido bem diferentes com minha mentalidade atual, a história teria ficado bem mais encorpada e crível, mas vamos seguindo, vamos vivendo né.
Vi que você falou muito sobre a Florença nos comentários, então vou dar uma dica bem interessante sobre a série como um todo e que deve esclarecer certas coisas: a história não é sobre dois, mas sobre quatro personagens -- ou quatro espíritos, dependendo de como você encare (e sim, mais pra frente eu vou discutir a questão sobre o espiritismo que você colocou, vai ser uma ótima oportunidade de falar sobre isso porque nenhum leitor nunca me questionou sobre esse aspecto da história). Isso vai ser um spoiler imenso (ou nem tanto), mas os personagens que nessa história correspondem a Heitor, Marcello, Florença e Giancarlo são os responsáveis pelo giro da trama porque eles são interdependentes. Em cada uma das histórias eu trabalho um mais, outro menos, mas eles são os principais (embora, óbvio, Heitor e Marcello tenham mais destaque). E VOCÊ NÃO GOSTOU DA PRONUNCIA DO NOME DO MARCELLO
MAS GENTE, E NÃO É QUE VOCÊ REALMENTE DESOCORBIU DE ONDE VEIO O NOME DO ADAMASTOR? (Não lembro se eu digo na história, mas ok). Eu nem lembrava mais disso, mas realmente veio do gigante de Os Lusíadas. Eu nunca o li até o final, mas gosto muito das partes do livro que eu tive contato e em uma delas Adamastor é citado. E sim, é nome de velho >.<. Acho que eu busco tanto nomes extraordinários que chego nessas pérolas dos tempos do rococó.
HAUAHUAHUA O CHOQUE KKKKKKKKKK. Mulher, ainda bem que você tá sendo bem sensível em relação a essa ser minha primeira história, porque até eu tenho meio vergonha alheia (a uma coisa minha rs) desses momentos toque-elétrico ou corpos-que-trocam-calor. Isso ia ser uma constante durante a série toda (por causa das referências ao fogo e tal), mas resolvi abandonar em Rosa dos Ventos porque eu não tava conseguindo dar a cara a tapa o suficiente pra isso hauhuaau. Vou me concentrar nas sensações mais reais, como você disse.
Bom, vou responder o resto quando chegar em casa à noite. Muito obrigado de novo por voltar aqui, me deixa muito feliz, de verdade. Eu não estava conseguindo inspiração em lugar algum para escrever, e sempre que vem alguém pra ressuscitar essas memórias da história eu me animo um pouco. BJOS NO CORAÇÃO E OBRIGADO ♥ ♥
E
Elyon Somniare
Eu sabia que seria no quarto do Marcello que Heitor estaria XD Por que o Marcello não mencionou ter encontrado Heitor no comboio, btw? Não espero que me respondas, até porque provavelmente terei a resposta em breve, mas fica aqui o wondering.
Deve ter sido, indeed, uma situação awkward para a família chegar e existir um novo membro, mas o senhor de Castro poderia ter alertado com uma missiva :P Que pai e esposo negligente. Anyway, estas foram as reacções iniciais, estou curiosa para ver os seus desenvolvimentos.
Cavalos ♥ Achei piada ver o Marcello cometer alguns dos erros de principiante. Quanto à queda, bom, dizem que não se é um verdadeiro cavaleiro até se cair dum cavalo, e nisso o Marcello já vai à minha frente :v Confesso que não estou muito preocupada, porque apesar de todos os perigos, já vi tantas quedas… E após a dor inicial as pessoas sempre recuperaram, até voltaram para o cavalo dez ou quinze minutos depois (quando é possível fazer isso, convém, para tentar que não se fique com medo do bicho).
Mortoo que você já andou de cavalo! Hoje tenho noção do perigo que corri ao descrever algo que jamais tive experiência ou sequer ouvi relatos sobre. As dicas que eu dei através do Heitor são válidas? kkkkkkk Sempre quis saber isso.
Não lembro se cheguei a explicar na história verbalmente se o Marcello esclarece sobre fingir não lembrar do que aconteceu no trem, mas a título de elucidação o motivo é o mais imediato possível: ele não queria dar na pinta que já o conhecia na frente dos pais, além de que é um misteriozinho instigante para o Heitor kkkkkkk.
Respondi esse rápido porque vi que você falou sobre a Florência no comentário seguinte e estou ansioso para conversar sobre isso hauhaua. Indo lá!
Primeiramente, nossa, juro que eu um dos meus sonhos doidos e particulares é acordar no meio do meu funeral e dizer: "Caramba, que fome..." e depois bocejar! Um dia eu ainda faço isso. "Tio Rob voltou, bitches!". Não tussa porque você vai ativar meus instintos médicos... Onde foi que eu deixei o termômetro? *anda de um lado pro outro* E ainda desmaia... *pega o livro de primeiros-socorros porque se esqueceu dessa parte* Ah, o trabalho interno não é nada demais *mentira, é muito trabalhoso, mas eu amo fazer porque eu preciso trabalhar, odeio ficar parado*
Sobre o capítulo, eu senti todo o incômodo do Heitor, eu já fico assim com a minha família (sim, com a minha família), imagine se fosse com os outros! Eu acho que o Heitor está mais para uma pessoa fechada do que para uma tímida, ele sabe se comunicar (fazia isso muito bem com a Nega, a sua família e, por incrível que pareça, faz até com a Florença, pois, se fosse o contrário, ele não conseguiria desviar dela, não saberia trabalhar nas palavras), só que ele simplesmente não consegue ver razões para se comunicar (não do tipo antissocial, mas do tipo "minha presença não é necessária aqui"); já o Marcelo (que eu nunca imaginaria que a forma falada era Martchelo, e a forma falada ficou muito boa) ele, apesar de mais interativo, apresentou sinais claros de timidez nesse capítulo; o tímido quer se comunicar, mas não consegue, é isso que, a meu ver, diferencia o tímido do fechado. Eu considero o Heitor um personagem fechado, mas, na cena em que os dois estavam juntos, ambos estavam tímidos, foi um estágio temporário (até porque o Marcello era mais sociável). Tá, eu nem sei por que eu fiz essa filosofia toda, deve ser o horário (a essa hora minha mente fica uma loucura...), mas o que você acha? Eu acho que a timidez é um estado, algo temporário, momentâneo, e não uma característica.
Agora, sim, sobre o capítulo (e não reflexões aleatórias), alguém disse... TRETA? Vou resumir, em frases, o que eu interpretei da reação do resto da família ao conhecer o Heitor:
Isabella: "Só se o filho for apenas seu, né, querido, afinal, essa coisa não saiu de mim."
Marcello:*fazendo-se de desentendido*
Giancarlo: "Mais um tampinha para dividir as heranças?"
Florença: "O Heitor não pode ver esse pedaço de porco no meu dente!!"
Senhor de Castro: "Bom ver que está todo mundo se entendendo!"
Heitor: "Eu quero minha mãe... Não, pera..."
Piadinhas à parte, espero que o Marcello não tenha quebrado nenhum osso (ou tenha, aí isso dá uma polêmica *apanha*). Mas eu já estou sentindo o cheiro do amor, da polêmica, das tretas e do fogo.
Remetendo à sua resposta do comentário anterior, não, a minha pergunta foi se teria treta em relação ao quarto, como vai ficar a divisão? Vai ter treta, como você já disse. Giancarlo x Heitor... Hm... Não deixe a minha imaginação ativar... Acho que não faria sentido, sei lá, veremos o que virá. Ótimo capítulo!
TOTALMENTE MORRIDO COM SEU COMENTÁRIO KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK SOCORRROOOO. Morto com a reação da família.
Ok, sempre que eu vejo seus comentário eu penso: meu deus que negócio grande é esse? Eu sempre me sinto na obrigação de superar. Acho que não vou conseguir hoje porque voce SE superou, então vou aqui responder humildemente. Depois de lê-lo, fiquei uns bons minutos pensando sobre suas considerações sobre timidez, e percebi que você tem muita razão. Eu sempre me considerei uma pessoa tímida, por não conseguir falar ninguém com quem não conheço, não conseguir falar pra um grupo de pessoas etc, mas, a partir do momento que me sinto confortável com alguém, consigo ser extrovertido, e isso deve ser crucial. Confesso que, na verdade, não escrevi Marcello como uma pessoa tímida, e Heitor sim, mas imagino que sua observação seja muito feliz nesse aspecto. Além de que, definitivamente, o grande pensamento de Heitor é "minha presença não é necessária aqui" heuheuhehue.
Enfim, eu nunca havia parado pra pensar sobre isso, mas imagino que timidez seja realmente algo temporário, casual.
HAHAHAHAHAH sim, foi exatamente essa a reação dos presentes à mesa (embora inicialmente eu tenha tentado trabalhar Isabella como alguém que não gostou nem um pouco da intromissão de Heitor, fiquei achando isso cruel demais com ele, e criei nela a ideia de um "Faça o que quiser, mas MEUS bebês são MEUS bebês", que talvez seja (ou talvez não) um pouco mais amena).
AHHH entendi, devo dizer que enquanto eu escrevia acabou que não prestei muita atenção na divisão dos quartos, apenas decidi colocar Heitor e Marcello no mesmo. Esses detalhes não estão especificados na história, então considere, como nota de rodapé, que Giancarlo ficou no quarto junto com o Senhor de Castro, Isabella com Florença e Marcello no quarto de Heitor (UEPAAAA hihihihhi).
Ai gente, sempre sinto que não consigo expressar por aqui o quanto fico feliz com seus comentários, então saiba que, sempre que aparece um aqui, eu praticamente fico estatelado no chão, tendo convulsões e tremendo, mais ou menos isso heuheuhe. Um beijão e obrigado por ser um amor da vida ♥ ♥ ♥
Ichiii... e agora? Ai, ai...
Ai, que fofo, que fofo, que foofo *w*
Não, pera... Marcello is dead ouo
Mentira, tem que ter yaoi.
Muita crueldade ter matado a Nega, eu gostava dela ;-;
Eu sabia que ia dar merda, eu sabia :v. Quando começa assim, um ensinando o outro a cavalgar, o resultado só pode ser duas coisas: ou gozada ou merda... foi merda. Decidi começar pelo final desse capítulo só porque eu sabia, tipo, sentia, lá do fundo, que ia dar merda, quero só ver a confusão que isso vai dar agora. Por que esses meninos são tão impacientes, hem? Podiam estar atrás de umas negrinhas por aí pra ganhar experiências na vida sexual (o que era comum e estimulado pelos pais naquela época :v, não que eu concordo, óbvio), mas, não, tavam ali, affs.
Bem, sobre a Florença, agora ela tá começando a ficar irritante, não sei se era bem isso que tu queria, mas aquela imagem de menina legal e simpática e cuidadosa tá começando a se transformar em uma patricinha chata e mimada e arrependida, sério, sei lá, achei que ela fosse melhor, mas, bem, só achei, né? xD
Sobre essa viagem pra Itália, sonho, luxo *-*, me lembro disso, mas já fazia tanto tempo que eu não lia que eu tive que me esforçar um pouquinho pra lembrar. Achei legal o modo com o qual você descreveu essa parte, e também a hora em que tu falou da vida do Heitor, da tragédia e da desgraça que havia caído sobre a vida dele, sobre a consideração dele como um filho e tals... Mas, ué, que olhar foi esse do Giancarlo (esse nome e.e, nome de galã da novela das nove com o Thiago Lacerda), não achei que esse irmão fosse ser pisão, não, mas pelo visto... E o pai dele foi levar ele pra comer uma negrinha que eu sei u.u, introduzir na vida de macho u.u.
Sobre o Marcello e esse final (e a pronúncia do seu nome que eu achei uó, mas tudo bem), bem, a merda aconteceu, agora vou ter que ler pra saber o que se passará, só espero que o outro irmão não venha com aquela história de "tentou matar pra ficar com a herança" e que todos compreendam que foi o brincadeira, o que raramente acontece. Sobre o nome do cavalo: Adamastor HSUASHAUSH, guri, da onde tu tira esses nomes de velho, da onde?
Sobre os erros, algo que eu esqueci de comentar, não vi muito, só vejo mais é na pontuação dos diálogos, tem algumas coisas ali que podem ser arrumadas para deixar a fic ajeitadinha e dentro das regras :3. Fora isso, pontuação, descrição tá tudo certo, e o enredo tá cada vez melhor.
P.s.: só achei meio clichezinho aquele momento do "choque", tipo, é estranho pensar que isso possa acontecer, e que realmente aconteça, acho até que outras descrições são mais apropriadas, como o coração batendo mais rápido, suor nas mãos, reviravoltas no estômago e tals, acho esses sinais mais comuns e melhores que o "choque", só isso.
Até,
Adrien Rabiot.
(caso tu não te lembres de mim, sou o Eddy Knut, ok?)
"'Quando começa assim, um ensinando o outro a cavalgar, o resultado só pode ser duas coisas: ou gozada ou merda..." KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK MEU8 DEUS VOCE É A PIOR PESSOA. Ah, e obvio que lembro que você é o Eddy Knut, posso estar desaparecido, mas minha onisciência continua muito bem, obrigado rs ʕ•ᴥ•ʔ.
Velho, você falando sobre esses dados da época da escravidão me faz pensar em como que gostaria de ter tido a sensibilidade que tenho hoje em dia de pesquisar sobre o que escrevo, porque até então eu só deixava fluir o que pensava que seria pertinente para o contexto, daí vem tantos clichês e certas inconsistências. Mais uma vez digo: tenho certeza que a abordagem de temas teriam sido bem diferentes com minha mentalidade atual, a história teria ficado bem mais encorpada e crível, mas vamos seguindo, vamos vivendo né.
Vi que você falou muito sobre a Florença nos comentários, então vou dar uma dica bem interessante sobre a série como um todo e que deve esclarecer certas coisas: a história não é sobre dois, mas sobre quatro personagens -- ou quatro espíritos, dependendo de como você encare (e sim, mais pra frente eu vou discutir a questão sobre o espiritismo que você colocou, vai ser uma ótima oportunidade de falar sobre isso porque nenhum leitor nunca me questionou sobre esse aspecto da história). Isso vai ser um spoiler imenso (ou nem tanto), mas os personagens que nessa história correspondem a Heitor, Marcello, Florença e Giancarlo são os responsáveis pelo giro da trama porque eles são interdependentes. Em cada uma das histórias eu trabalho um mais, outro menos, mas eles são os principais (embora, óbvio, Heitor e Marcello tenham mais destaque). E VOCÊ NÃO GOSTOU DA PRONUNCIA DO NOME DO MARCELLO
MAS GENTE, E NÃO É QUE VOCÊ REALMENTE DESOCORBIU DE ONDE VEIO O NOME DO ADAMASTOR? (Não lembro se eu digo na história, mas ok). Eu nem lembrava mais disso, mas realmente veio do gigante de Os Lusíadas. Eu nunca o li até o final, mas gosto muito das partes do livro que eu tive contato e em uma delas Adamastor é citado. E sim, é nome de velho >.<. Acho que eu busco tanto nomes extraordinários que chego nessas pérolas dos tempos do rococó.
HAUAHUAHUA O CHOQUE KKKKKKKKKK. Mulher, ainda bem que você tá sendo bem sensível em relação a essa ser minha primeira história, porque até eu tenho meio vergonha alheia (a uma coisa minha rs) desses momentos toque-elétrico ou corpos-que-trocam-calor. Isso ia ser uma constante durante a série toda (por causa das referências ao fogo e tal), mas resolvi abandonar em Rosa dos Ventos porque eu não tava conseguindo dar a cara a tapa o suficiente pra isso hauhuaau. Vou me concentrar nas sensações mais reais, como você disse.
Bom, vou responder o resto quando chegar em casa à noite. Muito obrigado de novo por voltar aqui, me deixa muito feliz, de verdade. Eu não estava conseguindo inspiração em lugar algum para escrever, e sempre que vem alguém pra ressuscitar essas memórias da história eu me animo um pouco. BJOS NO CORAÇÃO E OBRIGADO ♥ ♥
Eu sabia que seria no quarto do Marcello que Heitor estaria XD Por que o Marcello não mencionou ter encontrado Heitor no comboio, btw? Não espero que me respondas, até porque provavelmente terei a resposta em breve, mas fica aqui o wondering.
Deve ter sido, indeed, uma situação awkward para a família chegar e existir um novo membro, mas o senhor de Castro poderia ter alertado com uma missiva :P Que pai e esposo negligente. Anyway, estas foram as reacções iniciais, estou curiosa para ver os seus desenvolvimentos.
Cavalos ♥ Achei piada ver o Marcello cometer alguns dos erros de principiante. Quanto à queda, bom, dizem que não se é um verdadeiro cavaleiro até se cair dum cavalo, e nisso o Marcello já vai à minha frente :v Confesso que não estou muito preocupada, porque apesar de todos os perigos, já vi tantas quedas… E após a dor inicial as pessoas sempre recuperaram, até voltaram para o cavalo dez ou quinze minutos depois (quando é possível fazer isso, convém, para tentar que não se fique com medo do bicho).
Abraço
Mortoo que você já andou de cavalo! Hoje tenho noção do perigo que corri ao descrever algo que jamais tive experiência ou sequer ouvi relatos sobre. As dicas que eu dei através do Heitor são válidas? kkkkkkk Sempre quis saber isso.
Não lembro se cheguei a explicar na história verbalmente se o Marcello esclarece sobre fingir não lembrar do que aconteceu no trem, mas a título de elucidação o motivo é o mais imediato possível: ele não queria dar na pinta que já o conhecia na frente dos pais, além de que é um misteriozinho instigante para o Heitor kkkkkkk.
Respondi esse rápido porque vi que você falou sobre a Florência no comentário seguinte e estou ansioso para conversar sobre isso hauhaua. Indo lá!
Beijooss e obrigado por comentar ♥ ♥