Bom, acabou que eu me atrasei e só pude ler o capítulo na madrugada. Antes, quero comentar algo que você disse sobre "Fire" ter sido sua época de escrita mais livre, enquanto que, atualmente, você está mais concentrado. Não sei se é só comigo, mas eu sinto falta da minha época de escrita livre, é algo que eu venho tentando ressuscitar até hoje; eu escrevia errado, mas escrevia feliz (não que agora eu escreva triste, mas, antes, era mais natural). A Liga é quase isso... Brincadeira! Na verdade, a gente discute sobre tudo, menos Português (tem umas vezes raras, mas eu nem participo porque eu acho chato).
Sobre o capítulo, estou observando essa Florença toda assanhada pra cima do Heitor... Adoro essas meninas de fic Yaoi que se jogam em cima do protagonista, mas nem imagina o que está por vir; a reação dessas personagens é uma das melhores, é do tipo "Eu me joguei em cima de você, estava quase me abrindo e você vem me dizer que gosta da outra fruta?"; isso é cruelmente legal de se ler! Mas ainda está num tempo remoto, é apenas criança, vamos deixar que o tempo faça isso.
Essa viagem para capital me soa como interessante... Sua narração me imergiu muito dentro do clima mais rural das grandes fazendas, imagino ver o mesmo com os das cidades mais movimentadas, ainda mais que as capitais daquela época tem aquelas características marcantes, costumo dizer que é um ar mais Vintage. Eu me identifico tanto com essas coisas antigas que tem vez que eu penso que nasci no século errado. Nossa, a irmã! Já chegou com uma notícia braba dessas, que loucura! Bom, se sua fic é cheia de tragédias e finais tristes, então você ganhou um fã porque são as coisas que eu mais gosto de ver (principalmente em Yaoi). Lerei os próximos amanhã, até mais!
Aaaahhhh meu deuss. Ok, antes de responder ao review, devo explicar que ontem e hoje foram dias impossíveispara fazer qualquer coisa que envolvesse um mínimo de concentração, por isso mal entrei no Nyah! Então, pelamordedeus, me perdoe, autor que demora a responder review é ridículo e eu NÃO sou desses.
Mas enfim, sobre o review: eu também sinto MUITA falta de minha escrita livre. Eu tento reconstruir a sensação de escrever sem me prender a padrões, mas é um desafio imenso. É exatamente o que você disse: "Eu escrevia errado, mas escrevia feliz." Aaahh kkkkkkkkkkkkkkk então quer dizer que a Liga dos Betas é realmente tipo a Liga da Justiça? Combatendo os inimigos da gramática e da coesão! kkkkkkkkkkkk A M OOOOO.
VE-LHO, eu lembro que eu ria muito enquanto escrevia as cenas da Florença. Eu geralmente gosto de pôr partes de pessoas que eu conheço ou de mim mesmo nos personagens, e Florença é meio que minha parte (daquela época que eu escrevi), que achava meninas atiradas e nojentas e tinha nojinho do corpo feminino (não é mais assim, jurooo, o que não significa que eu sinta atração ehueheuheu). Mas ela vai quebrar a cara no tempo certo kkkkkk.
Engraçado você falar de a linguagem te imergir no ambiente, porque eu, sinceramente, não sei como fiz isso. Agora que você está comentando, eu resolvi reler Fire, e descobri que eu realmente fiz isso, e ficou legal. Espero poder repetir esse feito nas minhas fics futuras que precisarem de uma linguagem própria (e tenho certeza que não vão faltar oportunidades, pois eu também amo coisas antigas e romances históricos [acho que já falei isso antes]).
Enfim, pode se preparar SIM para finais tristes. Isso está enraizado em mim, não vejo graça em finais felizes, sério... bem, na verdade... Boooom, nada de spoiler açjkdsçjçsdj Obrigado pelo comentário anjoooo, beijos no coração ♥ ♥ ♥
M
Mandrágora
A coisa tá ficando cada vez melhor, e eu, mais curiosa.
anwanwnawna é que eu gosto de pôr espírito nas histórias, emoção me gusta hsuahsau e obrigado por comentaar, estou postando praticamente por sua causa, senão já tinha desistido há tempos :3
E
Enrique Buendía
Bem, estou um pouquinho atrasado xD, naquele dia eu li o capítulo, só não enviei o comentário :p, mas, enfim, em linhas gerais, o capítulo ficou legal, ainda que eu ache que a raiva do Heitor tenha sido graaaaande demais no início (óbvio que qualquer pessoa que perde os pais ficaria puto da vida, ainda mais uma criança, e claro que o comportamento é intrínseco, mas acho que o que mais pode ocorrer é o apego e o carinho, a forma de apoio, de buscar por amor, e isso foi ocorrendo mas tarde, só que essa raiva em demasia teve, a meu ver, uma dose a mais do que deveria), mas logo depois já rola um encontro ali entre os dois (Heitor e o velho), e já começa a ter algo mais legal.
Pergunto-me qual será a real importância da Florença para essa história, onde ela interferirá, porque ela me parece uma personagem um tiquinho intrigante. Gosta do guri, tem seus sentimentos por ele, mas provavelmente já sabe que ele não tá afim dela, pelo menos ele não demonstrou nenhum interesse, mas ainda assim continua ali; tenho a impressão de que ela vá ser uma pessoa legal durante a fic, ou não, talvez uma destruidora xD.
Como já falei, aquele comportamento de raiva exagerada em demasia do Heitor me pareceu um pouco forçado, um adolescente, um adulto (como o pai dele), com certeza reagiria de uma forma igual ou até mesmo pior, mas como criança, como falei, o sentimento que costuma rolar é o desamparo. Óbvio que nem todas as crianças são obrigadas a reagir da mesma maneira, desde cedo a gente vê "os bicho ruim" e "os bicho bom", talvez toda essa raiva só demonstre como o Heitor vai ser violento no futuro, não?
Por fim temos a passagem dos anos e tals. Eu, Eddy, particularmente não gosto desse recurso de passagem muito rápida e comprimida, todavia eu não me esqueço de que essa foi a sua primeira fanfic, então há toda uma calma, assim como eu também não fui nenhum gênio na minha primeira fanfic. E quando esse recurso aparece em livros, eu, Elton, também não costumo gostar muito não, mas é pessoal, é do autor e tals, o problema, pra mim, é que os detalhes fogem, episódios importantes poderiam ter um parágrafo, alguma coisa importante, relevante, a não ser que o autor queira fazer digressões, aí tá, tals, mas, dada as circunstâncias, eu achei que você se saiu muito bem ;).
E essa tem uns errinhos que eu abro um sorriso às vezes. Uma vez eu li no perfil de uma autora aqui no próprio Nyah! uma mensagem que dizia "eu gosto dos errinhos nas minhas fics, deixam-nas mais com cara de fics", e eu achei aquilo o máximo. Até livros possuem erros, mas os errinhos nas fics têm os seus lugares. Enfim, não nada que prejudique a leitura, só falei isso porque me veio à memória.
Quanto tempo vou ficar sem aparecer? Só os deuses sabem :3. Esse final de semana eu vou estar maisoumenasmente ocupado, então realmente não sei como vai ser, mas pretendo ler mais dois capítulos e comentários. Desculpa os atrasos, o bagulho tá sério :v.
Até,
Eddie.
E
Elyon Somniare
De Castro tem sido uma surpresa agradável. De início suspeitei dele, afinal, tenho na ideia que o fogo foi posto e de Castro poderia muito bem lucrar com a apropriação do terreno vizinho. Mas apesar de não colocar a ideia de crime de lado, de Castro está riscado da lista de suspeitos. Soube lidar com a situação do rapaz, e ainda ofertou o que não se esperaria de um externo à família. Tratou-o como um filho, pelo que deu a perceber do texto, tanto que quando se falou em “irmã” pensei logo na Florência XD
Btw, não sei se foi mencionado e se eu me esqueci, ou se a irmã do Heitor só surgiu agora. Mas achei estranho ela deixar o irmão ao cargo do vizinho em vez de o levar com ela.
Gente, queria ter tido a noção à época que o acontecimento do incêndio em si poderia render um bom plot twist em relação a quem o provocou hauhauhau. Não pensei nem de longe nisso. Minha cabeça estava mais preocupada com o romance nessa idade kkkkk. E de fato, de Castro poderia ser bastante suspeito nesse caso, mas adianto que não há nenhum outro aprofundamento. O incêndio foi apenas parte da confusão da fuga dos escravos.
AAHHH você deve ser a primeira pessoa a comentar sobre a irmã do Heitor. Embora não soe muito plausível ou realístico, a irmã dele voltou pra casa, encontrou tudo em cinzas e tomou o irmão como morto assim como o resto da família e partiu de volta. Como essa é uma história que faz parte de uma série, eu pretendia (ainda pretendo, na verdade) escrever essa cena específica, mas ainda desconfio do quanto ela seria verossimilhante hauhauha.
Obrigado pelo comentárioooooooo. Beijos, gatíssima ♥ ♥
Bom, acabou que eu me atrasei e só pude ler o capítulo na madrugada. Antes, quero comentar algo que você disse sobre "Fire" ter sido sua época de escrita mais livre, enquanto que, atualmente, você está mais concentrado. Não sei se é só comigo, mas eu sinto falta da minha época de escrita livre, é algo que eu venho tentando ressuscitar até hoje; eu escrevia errado, mas escrevia feliz (não que agora eu escreva triste, mas, antes, era mais natural). A Liga é quase isso... Brincadeira! Na verdade, a gente discute sobre tudo, menos Português (tem umas vezes raras, mas eu nem participo porque eu acho chato).
Sobre o capítulo, estou observando essa Florença toda assanhada pra cima do Heitor... Adoro essas meninas de fic Yaoi que se jogam em cima do protagonista, mas nem imagina o que está por vir; a reação dessas personagens é uma das melhores, é do tipo "Eu me joguei em cima de você, estava quase me abrindo e você vem me dizer que gosta da outra fruta?"; isso é cruelmente legal de se ler! Mas ainda está num tempo remoto, é apenas criança, vamos deixar que o tempo faça isso.
Essa viagem para capital me soa como interessante... Sua narração me imergiu muito dentro do clima mais rural das grandes fazendas, imagino ver o mesmo com os das cidades mais movimentadas, ainda mais que as capitais daquela época tem aquelas características marcantes, costumo dizer que é um ar mais Vintage. Eu me identifico tanto com essas coisas antigas que tem vez que eu penso que nasci no século errado. Nossa, a irmã! Já chegou com uma notícia braba dessas, que loucura! Bom, se sua fic é cheia de tragédias e finais tristes, então você ganhou um fã porque são as coisas que eu mais gosto de ver (principalmente em Yaoi). Lerei os próximos amanhã, até mais!
Aaaahhhh meu deuss. Ok, antes de responder ao review, devo explicar que ontem e hoje foram dias impossíveispara fazer qualquer coisa que envolvesse um mínimo de concentração, por isso mal entrei no Nyah! Então, pelamordedeus, me perdoe, autor que demora a responder review é ridículo e eu NÃO sou desses.
Mas enfim, sobre o review: eu também sinto MUITA falta de minha escrita livre. Eu tento reconstruir a sensação de escrever sem me prender a padrões, mas é um desafio imenso. É exatamente o que você disse: "Eu escrevia errado, mas escrevia feliz." Aaahh kkkkkkkkkkkkkkk então quer dizer que a Liga dos Betas é realmente tipo a Liga da Justiça? Combatendo os inimigos da gramática e da coesão! kkkkkkkkkkkk A M OOOOO.
VE-LHO, eu lembro que eu ria muito enquanto escrevia as cenas da Florença. Eu geralmente gosto de pôr partes de pessoas que eu conheço ou de mim mesmo nos personagens, e Florença é meio que minha parte (daquela época que eu escrevi), que achava meninas atiradas e nojentas e tinha nojinho do corpo feminino (não é mais assim, jurooo, o que não significa que eu sinta atração ehueheuheu). Mas ela vai quebrar a cara no tempo certo kkkkkk.
Engraçado você falar de a linguagem te imergir no ambiente, porque eu, sinceramente, não sei como fiz isso. Agora que você está comentando, eu resolvi reler Fire, e descobri que eu realmente fiz isso, e ficou legal. Espero poder repetir esse feito nas minhas fics futuras que precisarem de uma linguagem própria (e tenho certeza que não vão faltar oportunidades, pois eu também amo coisas antigas e romances históricos [acho que já falei isso antes]).
Enfim, pode se preparar SIM para finais tristes. Isso está enraizado em mim, não vejo graça em finais felizes, sério... bem, na verdade... Boooom, nada de spoiler açjkdsçjçsdj Obrigado pelo comentário anjoooo, beijos no coração ♥ ♥ ♥
A coisa tá ficando cada vez melhor, e eu, mais curiosa.
Continuarei lendo :)
Bem, estou um pouquinho atrasado xD, naquele dia eu li o capítulo, só não enviei o comentário :p, mas, enfim, em linhas gerais, o capítulo ficou legal, ainda que eu ache que a raiva do Heitor tenha sido graaaaande demais no início (óbvio que qualquer pessoa que perde os pais ficaria puto da vida, ainda mais uma criança, e claro que o comportamento é intrínseco, mas acho que o que mais pode ocorrer é o apego e o carinho, a forma de apoio, de buscar por amor, e isso foi ocorrendo mas tarde, só que essa raiva em demasia teve, a meu ver, uma dose a mais do que deveria), mas logo depois já rola um encontro ali entre os dois (Heitor e o velho), e já começa a ter algo mais legal.
Pergunto-me qual será a real importância da Florença para essa história, onde ela interferirá, porque ela me parece uma personagem um tiquinho intrigante. Gosta do guri, tem seus sentimentos por ele, mas provavelmente já sabe que ele não tá afim dela, pelo menos ele não demonstrou nenhum interesse, mas ainda assim continua ali; tenho a impressão de que ela vá ser uma pessoa legal durante a fic, ou não, talvez uma destruidora xD.
Como já falei, aquele comportamento de raiva exagerada em demasia do Heitor me pareceu um pouco forçado, um adolescente, um adulto (como o pai dele), com certeza reagiria de uma forma igual ou até mesmo pior, mas como criança, como falei, o sentimento que costuma rolar é o desamparo. Óbvio que nem todas as crianças são obrigadas a reagir da mesma maneira, desde cedo a gente vê "os bicho ruim" e "os bicho bom", talvez toda essa raiva só demonstre como o Heitor vai ser violento no futuro, não?
Por fim temos a passagem dos anos e tals. Eu, Eddy, particularmente não gosto desse recurso de passagem muito rápida e comprimida, todavia eu não me esqueço de que essa foi a sua primeira fanfic, então há toda uma calma, assim como eu também não fui nenhum gênio na minha primeira fanfic. E quando esse recurso aparece em livros, eu, Elton, também não costumo gostar muito não, mas é pessoal, é do autor e tals, o problema, pra mim, é que os detalhes fogem, episódios importantes poderiam ter um parágrafo, alguma coisa importante, relevante, a não ser que o autor queira fazer digressões, aí tá, tals, mas, dada as circunstâncias, eu achei que você se saiu muito bem ;).
E essa tem uns errinhos que eu abro um sorriso às vezes. Uma vez eu li no perfil de uma autora aqui no próprio Nyah! uma mensagem que dizia "eu gosto dos errinhos nas minhas fics, deixam-nas mais com cara de fics", e eu achei aquilo o máximo. Até livros possuem erros, mas os errinhos nas fics têm os seus lugares. Enfim, não nada que prejudique a leitura, só falei isso porque me veio à memória.
Quanto tempo vou ficar sem aparecer? Só os deuses sabem :3. Esse final de semana eu vou estar maisoumenasmente ocupado, então realmente não sei como vai ser, mas pretendo ler mais dois capítulos e comentários. Desculpa os atrasos, o bagulho tá sério :v.
Até,
Eddie.
De Castro tem sido uma surpresa agradável. De início suspeitei dele, afinal, tenho na ideia que o fogo foi posto e de Castro poderia muito bem lucrar com a apropriação do terreno vizinho. Mas apesar de não colocar a ideia de crime de lado, de Castro está riscado da lista de suspeitos. Soube lidar com a situação do rapaz, e ainda ofertou o que não se esperaria de um externo à família. Tratou-o como um filho, pelo que deu a perceber do texto, tanto que quando se falou em “irmã” pensei logo na Florência XD
Btw, não sei se foi mencionado e se eu me esqueci, ou se a irmã do Heitor só surgiu agora. Mas achei estranho ela deixar o irmão ao cargo do vizinho em vez de o levar com ela.
Abraço
Gente, queria ter tido a noção à época que o acontecimento do incêndio em si poderia render um bom plot twist em relação a quem o provocou hauhauhau. Não pensei nem de longe nisso. Minha cabeça estava mais preocupada com o romance nessa idade kkkkk. E de fato, de Castro poderia ser bastante suspeito nesse caso, mas adianto que não há nenhum outro aprofundamento. O incêndio foi apenas parte da confusão da fuga dos escravos.
AAHHH você deve ser a primeira pessoa a comentar sobre a irmã do Heitor. Embora não soe muito plausível ou realístico, a irmã dele voltou pra casa, encontrou tudo em cinzas e tomou o irmão como morto assim como o resto da família e partiu de volta. Como essa é uma história que faz parte de uma série, eu pretendia (ainda pretendo, na verdade) escrever essa cena específica, mas ainda desconfio do quanto ela seria verossimilhante hauhauha.
Obrigado pelo comentárioooooooo. Beijos, gatíssima ♥ ♥