Pior que ler esses sentimentos de Bella, é já ter passado por eles.
Um dia, a dor vai embora. A gente se levanta, sacode a poeira e segue adiante.
Não mais sendo a pessoa de outrora, mas com uma nova personalidade. Com novos propósitos.
Mas, a ferida sempre está lá, não totalmente curada, somente à espera de que alguém chegue e, com um pouquinho mais de força, a faça abrir novamente.
E a dor volta com tudo. E o medo de vivenciar tudo aquilo de novo...
E a certeza de que você não tem mais sonhos, expectativas para o futuro...
Às vezes, felizmente, somos novos demais, e a proporção que damos aos eventos, após alguns anos, não passam de migalhas. Enxergamos como fomos dramáticos.
Mas, naquela época, a dor era lancinante. A ferida estava permanentemente aberta. E a gente tinha certeza de que tudo se repetiria. Passasse o tempo que fosse.
Naquela época, as proporções eram diferentes, mas a dor e a decepção foram reais. E deixaram cicatrizes que carregamos pela vida toda.
E, bem lá no fundo, ainda temos medo de que tudo volte a acontecer.
Mesmo que tudo esteja bem.
O receio de que a ferida seja aberta novamente e sintamos aquela dor, agora com proporções realmente gigantescas em virtude da experiência de vida, dos anos de estrada, nunca mais deixa de fazer parte do nosso íntimo.
Mesmo que tudo esteja bem, que muitos anos tenham se passado, o fantasma da decepção sofrida com a pessoa amada ainda nos ronda.
Pior que ler esses sentimentos de Bella, é já ter passado por eles.
Um dia, a dor vai embora. A gente se levanta, sacode a poeira e segue adiante.
Não mais sendo a pessoa de outrora, mas com uma nova personalidade. Com novos propósitos.
Mas, a ferida sempre está lá, não totalmente curada, somente à espera de que alguém chegue e, com um pouquinho mais de força, a faça abrir novamente.
E a dor volta com tudo. E o medo de vivenciar tudo aquilo de novo...
E a certeza de que você não tem mais sonhos, expectativas para o futuro...
Às vezes, felizmente, somos novos demais, e a proporção que damos aos eventos, após alguns anos, não passam de migalhas. Enxergamos como fomos dramáticos.
Mas, naquela época, a dor era lancinante. A ferida estava permanentemente aberta. E a gente tinha certeza de que tudo se repetiria. Passasse o tempo que fosse.
Naquela época, as proporções eram diferentes, mas a dor e a decepção foram reais. E deixaram cicatrizes que carregamos pela vida toda.
E, bem lá no fundo, ainda temos medo de que tudo volte a acontecer.
Mesmo que tudo esteja bem.
O receio de que a ferida seja aberta novamente e sintamos aquela dor, agora com proporções realmente gigantescas em virtude da experiência de vida, dos anos de estrada, nunca mais deixa de fazer parte do nosso íntimo.
Mesmo que tudo esteja bem, que muitos anos tenham se passado, o fantasma da decepção sofrida com a pessoa amada ainda nos ronda.
Bom, mas chega de filosofar...
momento depre da bella bem tenso
A Bells é uma vencedora
A Bells é uma vencedora