acabei de mandar uma MP perguntando se vc poderia ler essa XD bom, que bom que gostou! muito obrigada! fico muito feliz em ver que agradou! o/ E sim, Poe é um mestre *_*
Mas me fez pensar em, sei lá, quando certas pessoas morrem e os parentes e amigos disputam pelo que pertenceu um dia à ela. Todos já foram parceiros uma vez, porém depois da morte são todos corvos que 'devoram' uns aos outros. Oo
Mt bom. O que vale mesmo é o final. Vc parece seguir bem de perto a filosofia da composição, do Poe (já leu, né?). Conto de terror e suspense tem que ser curto, para ser lido numa só "sentada". Final surpreendente e misterioso. Quem será que irão devorar agora?
Só uma observação: das traduções do corvo, a que mais gostei foi a do Fernando Pessoa. A do Machado eu acho meio fraca. Vc conhece a do Pessoa? Mt boa mesmo.
Observação dois: apenas uma correção. No último parágrafo, onde está escrito "dos quase cinquenta que haviam agora", o certo é: "dos quase cinquenta que havia agora". O verbo "haver", quando tem sentido de existir, fica no singular. Parece estranho, mas a regra é essa.
Obrigada =P Sim, conheço a tradução do Fernando Pessoa, mas tenho uma certa predileção pelo Machado, embora digam ser mais fraca. Sim, também conheço essa regra do "haver", escapou mesmo ^^ obrigada pelo aviso.
Muito bom, por um momento eu achei que tinha alguma coisa a ver com a história "O Corvo" que já tem tantos filmes por aí né xD...mas me enganei...muito interessante...vou favoritar essa também..
Nuooooooosssaaaaa! Assim você me deixa sem saber o que dizer! Fantástico! Eu me vi nesse ambiente que você criou! Fala sério! Adorei! Sua narrativa me surpreende a cada texto!
Terror é o que há! Simples, carismática e não menos sombria!
Sem sei o que dizer, só que fiquei realmente muito feliz com as reviews.
É gostoso para um autor descobrir que seus textos causam reações - além de risos não-intencionais - nos leitores :D
Meus contos de terror são estranhos, faço coisas curtinhas e mais sombrias que assustadores :P Influência do Poe - óbvio que estou a anos-luz de distância dos Mestres, mas foram Poe e Machado que me fizeram gostar tanto de contos.
Ps: se quiser, leia um conto meu chamado "Oliver", ele tem essa coisa de ser sombrio =)
"Num dia desses um corvo apareceu no meu telhado e eu não temi seu possível anúncio fúnebre. O corvo havia pousado na ponta da torre que abrigava a caixa-d'água, ficou lá o dia todo e só foi embora quando o Sol se pôs."
Vou confessar uma coisa, minha mente estava vagando em outras plagas quando comecei a ler. Chegando ao final, pensei comigo mesma "que maravilhosa descrição do clima e do ambiente interiorano", então voltei ao início de sua ficlet e percebi que você não escrevera nada quanto ao clima ou à paisagem. Então como eu vi tudo na minha mente, como um filme? Você tem essa capacidade realmente, Ana, de fazer o leitor mergulhar na história, e a perceber como realidade. Quanto ao enredo, ortografia, encantamento, etc, você é 10 sempre. :-)
Obrigada pela review. ^^ Escrevi esse texto quando tinha uns 15 anos, depois arrumei um pouco para postar aqui :P eu não descrevo tanto às coisas porque fico com uma certa preguiça de detalhar tudo xD aí tento por elementos centrais que identifiquem certo tipo de cenário.
agradeço a presença e os elogios!
abraços ;*
A
Alchem
Mais um(a)(!) DEZ!
Esse foi insólito, posso dizer. E pelo número dos corvos, eles até que anunciaram a morte com bastante antecedência. Suficiente pra moça fazer inventário e talvez, possivelmente, arranjar um(a) herdeiro(a) para todos os bens -- ou doá-los à caridade.
Eu também me pergunto se ela morreu na hora, ou se agonizou por algum tempo.
O mais interessante, no caso da primeira hipótese (morte imediata), foi que eles esperaram três dias. Se foi esse o caso, por que eles não partiram logo pra cima?
Pareciam respeitá-la, também. Ao menos é o que eu digo.
Nossa, huahauahauahau! xD
O poema do Allan Poe na sinopse já me mostrou que o teor do conto teria um quê de soturno, mas o último parágrafo me fez até arrepiar aqui, hehehe =D
A forma abrupta como você usou as últimas frases, o impacto... Nossa, ficou muito bom! :)
Parabéns, abraços.
acabei de mandar uma MP perguntando se vc poderia ler essa XD bom, que bom que gostou! muito obrigada! fico muito feliz em ver que agradou! o/ E sim, Poe é um mestre *_*
Lindo! Histórias assim me lembram Byron e Álvares (de alguma forma, meus favoritos)
Parabéns! Beijos ;*
XD São caras bem admiráveis. Alvares é um dos meus poetas favoritos, apesar da curta obra.
muito obrigada!
beijos!
Grande texto, boa narrativa, EXCELENTE final! Fiquei totalmente arrepiada.
Sua sinopse também foi cheia de autoridade. Allan Poe é mestre. FATO.
Parabéns pelo trabalho.
muito obrigada =]
Adorei a froma abrupta como o conto terminou. Causa um arrepio até no mais preparado dos leitores! XD
Muito legal, adoro nossos amiguinhos de penas negras ^^v
que bom que você gostou ^^ teve gente que não entendeu o final, ou que é um conto, e por isso, curto e rasteiro.
muito obrigada o/
tem um bom enredo, gostei da fic, krak q sombrio, comendo a propria carne, kkkkkk, uma boa fic
é porque ontem foi dia do rock XD
obrigada!
boa narrativa , gostei meio sombrio
uauah
bjuss
obrigadissímos!
beijooo! o/
'x_x Isso foi... estranho. *toma pedrada*
Mas me fez pensar em, sei lá, quando certas pessoas morrem e os parentes e amigos disputam pelo que pertenceu um dia à ela. Todos já foram parceiros uma vez, porém depois da morte são todos corvos que 'devoram' uns aos outros. Oo
Não sei se isso fez muito sentido.
Acho que não.
*3*
fez sim! e foi demais você ter captado isso ;)
abraços!
Mt bom. O que vale mesmo é o final. Vc parece seguir bem de perto a filosofia da composição, do Poe (já leu, né?). Conto de terror e suspense tem que ser curto, para ser lido numa só "sentada". Final surpreendente e misterioso. Quem será que irão devorar agora?
Só uma observação: das traduções do corvo, a que mais gostei foi a do Fernando Pessoa. A do Machado eu acho meio fraca. Vc conhece a do Pessoa? Mt boa mesmo.
Observação dois: apenas uma correção. No último parágrafo, onde está escrito "dos quase cinquenta que haviam agora", o certo é: "dos quase cinquenta que havia agora". O verbo "haver", quando tem sentido de existir, fica no singular. Parece estranho, mas a regra é essa.
;-)
Obrigada =P Sim, conheço a tradução do Fernando Pessoa, mas tenho uma certa predileção pelo Machado, embora digam ser mais fraca. Sim, também conheço essa regra do "haver", escapou mesmo ^^ obrigada pelo aviso.
abraços!
Muito bom, por um momento eu achei que tinha alguma coisa a ver com a história "O Corvo" que já tem tantos filmes por aí né xD...mas me enganei...muito interessante...vou favoritar essa também..
Eu particularmente gosto do primeiro filme "O Corvo", mas gosto mais de Edgar Allan Poe - e de escrever XD
abraçoo! e obrigada pela review! ^^
Nuooooooosssaaaaa! Assim você me deixa sem saber o que dizer! Fantástico! Eu me vi nesse ambiente que você criou! Fala sério! Adorei! Sua narrativa me surpreende a cada texto!
Terror é o que há! Simples, carismática e não menos sombria!
Puxa, obrigada :D
Sem sei o que dizer, só que fiquei realmente muito feliz com as reviews.
É gostoso para um autor descobrir que seus textos causam reações - além de risos não-intencionais - nos leitores :D
Meus contos de terror são estranhos, faço coisas curtinhas e mais sombrias que assustadores :P Influência do Poe - óbvio que estou a anos-luz de distância dos Mestres, mas foram Poe e Machado que me fizeram gostar tanto de contos.
Ps: se quiser, leia um conto meu chamado "Oliver", ele tem essa coisa de ser sombrio =)
Muchas Gracias! \o/
Vizinhos são sempre um saco...
Ain *-* Sempre quis um amiguinho corvo *0*
Tipo, que divertido...
Agora ela pode atasar alguém '-'
Então, os 50 corvos também foram humanos?
D:
Escrevi esse conto faz muito tempo atrás XD
Não sei se os corvos eram humanos :P Acho que é tudo uma questão de linguagem e interpretação.
Particularmente não acredito em explicações sobrenaturais para qualquer aspecto da vida ou da morte. :P
Obrigada pela review! ^^
"Num dia desses um corvo apareceu no meu telhado e eu não temi seu possível anúncio fúnebre. O corvo havia pousado na ponta da torre que abrigava a caixa-d'água, ficou lá o dia todo e só foi embora quando o Sol se pôs."
Vou confessar uma coisa, minha mente estava vagando em outras plagas quando comecei a ler. Chegando ao final, pensei comigo mesma "que maravilhosa descrição do clima e do ambiente interiorano", então voltei ao início de sua ficlet e percebi que você não escrevera nada quanto ao clima ou à paisagem. Então como eu vi tudo na minha mente, como um filme? Você tem essa capacidade realmente, Ana, de fazer o leitor mergulhar na história, e a perceber como realidade. Quanto ao enredo, ortografia, encantamento, etc, você é 10 sempre. :-)
Sly!!! o/
Quanto tempo moça! =D
Obrigada pela review. ^^ Escrevi esse texto quando tinha uns 15 anos, depois arrumei um pouco para postar aqui :P eu não descrevo tanto às coisas porque fico com uma certa preguiça de detalhar tudo xD aí tento por elementos centrais que identifiquem certo tipo de cenário.
agradeço a presença e os elogios!
abraços ;*
Mais um(a)(!) DEZ!
Esse foi insólito, posso dizer. E pelo número dos corvos, eles até que anunciaram a morte com bastante antecedência. Suficiente pra moça fazer inventário e talvez, possivelmente, arranjar um(a) herdeiro(a) para todos os bens -- ou doá-los à caridade.
Eu também me pergunto se ela morreu na hora, ou se agonizou por algum tempo.
O mais interessante, no caso da primeira hipótese (morte imediata), foi que eles esperaram três dias. Se foi esse o caso, por que eles não partiram logo pra cima?
Pareciam respeitá-la, também. Ao menos é o que eu digo.
^_^
Eu escrevi a tanto tempo atrás que nem lembro mais o que se passava na minha cabeça. :P Sério, devia ter uns 15 anos quando fiz esse texto.
Que bom que você gostou. xD
Eu acho que a personagem é dessas pessoas que não ligam muito para as coisas mundanas.
Obrigada pela presença! o/