"(...) Sua irmã? E a cadela, sentiria falta dele? (...)" Chamar a irmã dos outros de cadela é muito, muito feio. NNN Sei que não foi a sua intenção, mas sei lá, foi o que me pareceu. Enfim. Nenhum erro de português e/ou digitação, ao meu ver. Você consegue ser incrivelmente nojentinho quanto a isso, pois é. Ô, ódio.
Eu gostei bastante da história, apesar de apreciar o meu antigo estado de paz gerado pela sua falta de criatividade para criar outros contos e, consequentemente, mostrá-los para mim - e intimar-me, timidamente, a lê-los, diga-se de passagem. Aliás, eu gostaria, sinceramente, que você parasse com esses seus disclaimers idiotas, gao.
O final foi um pouco óbvio demais, o que me deixou levemente decepcionada. Não é como se eu esperasse algo muito diferente, considerando o fato de que a louca ditadora sádica radicalista aqui sou eu, e não você. Q
Reclamações quanto aos atrasos escolares, perseguições, brenisse e derivados, bom. De uma nota de um à dez, talvez um oito. Eu falaria para "melhorarmos os finais", mas estaria transformando você num aprendiz de Thayná de Almeida Jorge, colocando bonecas assaltantes de membros e demônios que surgem de acidentes de trânsito explosivos no meio das suas histórias. Sem falar do lemon.
Chega, eu odeio reviews grandes. Vou lá apreciar a minha face da traveco e já volto. n
Eu não costumo postar antes de revisar umas duas ou três vezes. E reviso de volta quando posto. O problema é que quando acho erros depois de postar, dificilmente corrijo. Preguiça. Mas já que aqui não teve, ok então~
Ah, eu nem te passo tudo o que escrevo porque você não gosta de ler coisas sem lemon, então relaxe, não vai ser bombardeada. E ei, meus disclaimers são legais! Admita, meu cabelo é uma ameaça ótima. Ninguém vai copiar com esse risco. Q.
Sabe, eu quase deixei o final felizinho. "Ah, seu idiota, que tipo de brincadeira é essa?" Mas pra isso eu tinha que pensar em algo pra tirar a dúvida dele. O melhor seria pôr um fantasma ali, mas, assim como funciona com as bonecas, eu prefiro não fazê-lo, foge um pouco da realidade. Não é sempre que se vê fantasmas ou coisas do tipo. Sem falar que "quanto mais triste, mais bonito soa", não é?
E, maldição, onde eu deveria colocar Lemon aí? "A cadela da minha irmã vai sentir minha falta? E meu namorado? Nossa, adoro como ele diz que eu sou apertado e quentinho por dentro."... Não né. E_E
Wait, wait, agora eu fiquei confusa. O garoto morreu ou não? O_O
(Ótima fic, muito bem escrita, sou louca por um angst, e eu adorei seu estilo, principalmente por ser terceira pessoa, que tá ficando cada vez mais raro. A história também é muito legal, e gostei da forma como você conduziu a forma de pensar do personagem. Mas não entendi nada do final -Q)
Existem aberturas para diversas interpretações. A interpretação que eu coloquei, de início, era a de que ele havia ficado curioso com a morte, alguns dias depois se matou e por fim sua mãe acabou sozinha, apenas com a cadela e a outra filha, que morando em outro lugar, de vez enquando a visitava. Ela acabou sozinha.
Agora, a interpretação quando ao que aconteceu mesmo ali é livre; Pode ser uma alucinação dela, ele pode ter se tornado um fantasma, até mesmo podemos ter vários tempos e tudo aconteceu mesmo, e ela está lembrando... Existem muitos jeitos, mas de qualquer forma... Sim, o garoto pulou e morreu. E é, a dúvida fica... Mas qualquer dia a gente descobre, não é?
Haha, não sei se foi sua intenção, mas a fic acabou com a mesma eterna dúvida que o garoto tinha, só mudando a dúvida em si(ele morreu ou não?), passada para nós leitores de uma forma angustiante, transmitindo-nos então este receio que atormentava o personagem principal(de uma forma mais forte e impactante, uma vez que todo mundo tem essa dúvida,... não é? -q). Você é um exímio escritor. Parabéns pela história =)
Na verdade não, não tive intenção em passar dúvida quanto a morte dele. Sim, ele acabou pulando e morrendo para saciar sua curiosidade. Raramente coloco coisas que invadam muito o sobrenatural, não está entre meus temas favoritos. Fantasmas, lobisomens, vampiros, fadas... Costumo deixar o lado fantasioso de lado, apesar de usar às vezes. E o único jeito de eu salvar o garoto seria matando a dúvida dele. Ele não poderia viver com aquilo, e não havia meio "natural" de se descobrir, que não fosse morrendo. Portanto, ele pulou e morreu.
É, é uma dúvida que todos acabamos por ter de vez enquando, apesar de que em uma escala menor... Mas qualquer dia a gente descobre. Eu não tenho pressa.
Sabe, eu gosto da palavra "exímio". Foi a primeira vez que usaram ela em relação à mim. Gostei disso. Obrigado.
"(...) Sua irmã? E a cadela, sentiria falta dele? (...)" Chamar a irmã dos outros de cadela é muito, muito feio. NNN Sei que não foi a sua intenção, mas sei lá, foi o que me pareceu. Enfim. Nenhum erro de português e/ou digitação, ao meu ver. Você consegue ser incrivelmente nojentinho quanto a isso, pois é. Ô, ódio.
Eu gostei bastante da história, apesar de apreciar o meu antigo estado de paz gerado pela sua falta de criatividade para criar outros contos e, consequentemente, mostrá-los para mim - e intimar-me, timidamente, a lê-los, diga-se de passagem. Aliás, eu gostaria, sinceramente, que você parasse com esses seus disclaimers idiotas, gao.
O final foi um pouco óbvio demais, o que me deixou levemente decepcionada. Não é como se eu esperasse algo muito diferente, considerando o fato de que a louca ditadora sádica radicalista aqui sou eu, e não você. Q
Reclamações quanto aos atrasos escolares, perseguições, brenisse e derivados, bom. De uma nota de um à dez, talvez um oito. Eu falaria para "melhorarmos os finais", mas estaria transformando você num aprendiz de Thayná de Almeida Jorge, colocando bonecas assaltantes de membros e demônios que surgem de acidentes de trânsito explosivos no meio das suas histórias. Sem falar do lemon.
Chega, eu odeio reviews grandes. Vou lá apreciar a minha face da traveco e já volto. n
Na verdade, era a inten... Tá, não era. E_E
Eu não costumo postar antes de revisar umas duas ou três vezes. E reviso de volta quando posto. O problema é que quando acho erros depois de postar, dificilmente corrijo. Preguiça. Mas já que aqui não teve, ok então~
Ah, eu nem te passo tudo o que escrevo porque você não gosta de ler coisas sem lemon, então relaxe, não vai ser bombardeada. E ei, meus disclaimers são legais! Admita, meu cabelo é uma ameaça ótima. Ninguém vai copiar com esse risco. Q.
Sabe, eu quase deixei o final felizinho. "Ah, seu idiota, que tipo de brincadeira é essa?" Mas pra isso eu tinha que pensar em algo pra tirar a dúvida dele. O melhor seria pôr um fantasma ali, mas, assim como funciona com as bonecas, eu prefiro não fazê-lo, foge um pouco da realidade. Não é sempre que se vê fantasmas ou coisas do tipo. Sem falar que "quanto mais triste, mais bonito soa", não é?
E, maldição, onde eu deveria colocar Lemon aí? "A cadela da minha irmã vai sentir minha falta? E meu namorado? Nossa, adoro como ele diz que eu sou apertado e quentinho por dentro."... Não né. E_E
VOCÊ NÃO TEM CARA DE TRAVECO, MALDIÇÃO!
Wait, wait, agora eu fiquei confusa. O garoto morreu ou não? O_O
(Ótima fic, muito bem escrita, sou louca por um angst, e eu adorei seu estilo, principalmente por ser terceira pessoa, que tá ficando cada vez mais raro. A história também é muito legal, e gostei da forma como você conduziu a forma de pensar do personagem. Mas não entendi nada do final -Q)
Existem aberturas para diversas interpretações. A interpretação que eu coloquei, de início, era a de que ele havia ficado curioso com a morte, alguns dias depois se matou e por fim sua mãe acabou sozinha, apenas com a cadela e a outra filha, que morando em outro lugar, de vez enquando a visitava. Ela acabou sozinha.
Agora, a interpretação quando ao que aconteceu mesmo ali é livre; Pode ser uma alucinação dela, ele pode ter se tornado um fantasma, até mesmo podemos ter vários tempos e tudo aconteceu mesmo, e ela está lembrando... Existem muitos jeitos, mas de qualquer forma... Sim, o garoto pulou e morreu. E é, a dúvida fica... Mas qualquer dia a gente descobre, não é?
Haha, não sei se foi sua intenção, mas a fic acabou com a mesma eterna dúvida que o garoto tinha, só mudando a dúvida em si(ele morreu ou não?), passada para nós leitores de uma forma angustiante, transmitindo-nos então este receio que atormentava o personagem principal(de uma forma mais forte e impactante, uma vez que todo mundo tem essa dúvida,... não é? -q). Você é um exímio escritor. Parabéns pela história =)
Na verdade não, não tive intenção em passar dúvida quanto a morte dele. Sim, ele acabou pulando e morrendo para saciar sua curiosidade. Raramente coloco coisas que invadam muito o sobrenatural, não está entre meus temas favoritos. Fantasmas, lobisomens, vampiros, fadas... Costumo deixar o lado fantasioso de lado, apesar de usar às vezes. E o único jeito de eu salvar o garoto seria matando a dúvida dele. Ele não poderia viver com aquilo, e não havia meio "natural" de se descobrir, que não fosse morrendo. Portanto, ele pulou e morreu.
É, é uma dúvida que todos acabamos por ter de vez enquando, apesar de que em uma escala menor... Mas qualquer dia a gente descobre. Eu não tenho pressa.
Sabe, eu gosto da palavra "exímio". Foi a primeira vez que usaram ela em relação à mim. Gostei disso. Obrigado.
Breno.