ヒマワリ. - Himawari
3 Capítulo 3 - ライバル - パート02 - Raibaru - pāto 02.
Notas iniciais
No dia seguinte, sábado, não teve aula, Himawari decidiu ir ao campo de girassóis. Com um vestido cinza, e meias pretas, pegou a guitarra, e na porta, calçou seu mocassim, trancando a porta e saindo, segurando uma pasta com partituras contra seu corpo.
— Hoje está um ótimo dia para ensaiar isso, eu acho... – fala para si mesma, enquanto caminha pela calçada em direção aos girassóis.
— Aquela ali é a novata. – fala Kin, observando Himawari do outro lado da rua, já que havia ido comprar frutas num mercadinho ali naquele bairro – Ótima chance para descobrir ‘’coisinhas’’ sobre ela... – sussurra rindo.
Nossa protagonista continua caminhando, sem notar a presença de Kin, passa num mercado para comprar uma lata de refrigerante, e prossegue seu caminho.
— Pensando bem, o Haru também mora nesta rua... Vou chamá-lo para sair comigo agora, e veremos quem implica quem! Mas eu nem sei se ela gosta mesmo do Haru... Bem, tanto faz. – Kin pega o telefone no bolso, e liga para Haru, que atende rapidamente, já que o jovem não desgruda do celular.
**Call on**
— Hi!! – diz Haru, dando-se para escutar seus sorrisos.
— Oi, Haru! Eu estava pensando, sabe, hoje está fazendo bastante sol, então, que tal irmos á algum lugar?
— Você tem razão. Enfim, que lugar?
— Hhn... – Kin olha para Himawari indo para o parque, prosseguindo o caminho do parque se encontrava o campo de girassóis, que ficava próximo á escola. – Que tal o parque perto da escola?
— Parque? Ah, claro! – responde entusiasmado – Te encontro lá, rapidinho.
— Certo, certo. Obrigada! – sorri, desligando o celular, e o colocando no bolso.
**Call off**
Kin anda até o parque e se senta num banco qualquer, que dava visão aos passos de Himawari, notando que a jovem não ficaria no parque, novamente pega o celular, e envia uma mensagem á Haru :
‘’Oi, então, que tal irmos ao campo de girassóis? É mais calmo, e o local é mais bonito e agradável que o parque.’’ – Após enviar, fica á espera da resposta.
‘’Novamente você tem razão, rsrs... Já estou indo, me espere no parque.’’
Alguns minutos depois, Haru chega, e se aproxima de Kin, que estava ainda sentada no mesmo banquinho.
— Oi. – diz sorrindo – Vamos?
— Vamos, sim. – responde, e sorri gentilmente.
Dois minutos de caminhada, Kin avista Himawari tocando guitarra, um pouco á frente deles, ela olha para o céu, e diz :
— Vamos ficar por aqui.
— Okay! – fala, e senta no chão, apoiando as mãos no joelho.
— Está com fome? – pergunta, abrindo a sacola e pegando latas de suco, e alguns salgadinhos.
— Você é sempre tão preparada. – ri, e pega uma lata de suco, em seguida, abrindo-a, levando á mão ao pacote de salgadinhos – Hoje o céu está muito bonito, não é?
— Sim, está sim.
— Ainda mais na companhia desses girassóis, é minha flor preferida.
— Interessante. – sorri – Minha flor preferida é a tulipa.
— As tulipas são bonitas, principalmente as roxas, e amarelas, combina com você. A sua pupila é quase lilás, como uma pequena tulipa. – sorri ao terminar a frase, e continua comendo.
— Ahn...? – olha em volta, Himawari escuta as vozes, mas, como queria terminar aquela música, continuou tocando sem dar atenção.
As vozes ficam mais altas, atrapalhando a mente de Hima, assim, ela se levanta, colocando a guitarra no chão sobre a capa, e olha em volta, observando, e tentando saber de onde vinha as vozes. Caminhando um pouco para frente, observando, avista Kin e Haru, logo volta para inde estava sua guitarra, para que eles não á vissem. Mas, Kin viu...
— Olha Haru, aquela ali não é a novata, sua amiguinha, bem, esqueci o nome dela...
— É a Himawari. – ele sorri – O que ela está fazendo aqui?... Hey, Himawari!
— Ehr... – ela se vira para trás, e Haru se levanta, indo até ela.
— O que está fazendo aqui?
— Estava ensaiando umas partituras, mas já vou embora. – fala andando até a guitarra, e a colocando nas costas.
— Ah, oi mocinha. – Kin sorri, olhando em seus olhos.
— Oi, Kin! – responde, com uma voz firme, e vira de costas. – Peituda... – sussurra.
— Do que me chamou?
— Peituda, você é surda?
— Hey! Você está me desafiando?!
— Não, você perguntou, eu respondi. É ruim de interpretar, não é? – responde com um sorrisinho no canto da boca.
— Ora, sua...!!! – fala Kin, pulando encima de Himawari.
— Vocês não vão brigar! – Haru entra na frente de Himawari, e sem querer, dá uma cotovelada na boca da mesma, que começa uma leve hemorragia externa.
— Esquece. – diz Hima, se virando, e saindo andando.
— Desculpa, Himawari! Foi sem querer, sério!
— Tudo bem , tanto faz. – responde, e continua andando.
— Haha, garota boba. – diz Kin, rindo, e olhando ela ir embora.
— Aah, a culpa é sua, Kin! – Haru se senta abraçando os próprios joelhos, fazendo bico.
— Desculpe, desculpe. – sorri balançando as mãos em sinal de ‘’perdão’’.
— Estou me sentindo covarde agora... De qualquer forma, está tarde, vamos voltar. Vou procurar Himawari, e ver se ela está bem. – fala se levantando.
— Pode ir, eu vou embora sozinha. – responde, saindo para o caminho contrário – Te vejo na escola.
— Ah, aaah, humpf, okay, tchau! – confuso, vai atrás de Himawari – Ela tem que estar perto.
Próxima á uma árvore, lá estava nossa protagonista, tocando a guitarra calmamente, sentada no chão, de cabeça baixa, ainda com um pouco de sangue na lateral da boca.
— Te achei. – diz Haru, se aproximando – Você está bem?
— Sim. – responde e continua tocando, ignorando ele.
— Desculpa, foi sem querer, eu só ia segurar ela e...
— Tudo bem. – interrompe ele, e para de tocar, levantando o rosto, e limpando o sangue na lateral da boca.
— Está em torturando? Me sinto muito mau por isso.
— Não, não estou. – tira a franja do olho, e o encara, seu olho esquerdo estava vermelho, quanto ao outro, amarelo, normalmente.
— Hemorragia ocular??! Agora sim, vou morrer. Isso é tortura sim! – se ajoelha na frente dela, coçando a cabeça.
— Cale-se. – fala, se levantando, e olhando para ele por cima, com ar de autonomia.
— O que...
—segura forte a cabeça dele, o levantando, e pegando em seu pescoço- Mandei se calar.
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