Notas iniciais
Oi, oi gentee! Vindo aqui rapidinho, sem enrolações, só para postar o capítulo ^^ Enfim, espero que gostem :) Boa leitura :D

Eu não tinha forças para me mover. Tinha perdido todo o controle do meu corpo que ainda sentia os loucos delírios do orgasmo.

Fechei os olhos, um sorriso banhou meus lábios enquanto sentia os beijos molhados de Edward descerem por minhas costas.

Eu estava suada, cansada e com uma puta dor nas pernas, mas já queria mais uma deliciosa rodada de sexo.

O dia, assim como a tarde, se fora contudo eu mal notei a passagem de tempo. Eu não dava a mínima aos minutos corridos quando estava viajando pelos longos caminhos do êxtase.

Gozei várias vezes, assim como Edward e sabia que todo aquele intenso desejo de sexo me deixaria 'incomoda' por alguns dias. Porém eu mal ligava, toda e qualquer dorzinha, perdia a importância diante daquele frenesi de prazer. Era impossível parar.

Ainda mais depois de passar quase uma semana sem aqueles beijos, aqueles toques, aquele corpo...

Já tinha dezessete dias desde que Edward e eu tranzamos pela primeira vez e a cada dia que se ia, mais eu me viciava nele.

Já estava impossível me manter longe daquele mecânico e claro, meu ciúme e possessividade só aumentavam.

Eu não aceitava dividir. Ele era meu por inteiro, mesmo que não soubesse disso.

—Acho melhor a gente dar uma pausa antes que eu faça você perder os movimentos das pernas.

Ele sussurrou em meu ouvido, sentia seu peito forte colado em minhas costas.

Sorri sentindo seus dedos subirem e descerem por meu braço em um carinho gostoso.

—Sabe que eu não me importo, não é?

Edward riu e então me virou no tapete, deixando-me de frente a ele.

Não controlei o suspiro ao vê-lo. Estava ainda mais sedutor. Os cabelos desgrenhados, o rosto levemente corado e suado, e arranhões espalhados por seus ombros e colo.

Típica imagem de quem acabou de foder, o dia todo.

—Mas eu me importo. – sorriu torto antes de deixar um selinho sobre meus lábios. —Passamos o dia todo transando, isso não é normal!

Eu ri de sua alegação, ainda estava mole contudo consegui enlaçar os braços em seu pescoço.

—É normal sim, ainda mais quando passamos tanto tempo longe um do outro.

Subi as mãos para seus cabelos, embrenhei os dedos em seus fios macios e o puxei para poder beijar seu queixo.

Eu estava realmente, com saudades dele. A correria que nossa faculdade nos proporcionava se uniu ao cansativo trabalho de Edward e então, mal nos vimos.

Foi complicado usar meu tempo livre em algo que não estivesse relacionado a ele, pois nas últimas semanas Edward tinha sido o centro de tudo.

Jéssica, como sempre, se manteve ao meu lado quando Mike não estava a sua cola, e nossas compras na Rodeo Drive me serviram como distração, pelo menos por um tempo.

Comprar era o melhor remédio. Sempre.

—Vem, vamos tomar um banho e pedir alguma coisa para gente comer!

Fiz uma careta com suas palavras, Edward riu antes de morder meu lábio inferior.

—Não quero levantar. – afirmei mantendo meus olhos naqueles mares azulados de Edward.

—Não?

Neguei com a cabeça distribuindo beijos pelo maxilar quadrado, a barba por fazer pinicava meus lábios.

—Sabe que horas são? Quase sete e meia.

Apenas dei de ombros, acomodei meu corpo de baixo do dele, minhas pernas que estavam dobradas, mantiveram Edward preso a mim.

Tive de prender o gemido. Estava mesmo bastante dolorida, mas meu corpo ainda ardia por ele.

—E daí?

Procurei a boca de Edward com a minha, contudo ele tratou de desviar os lábios dos meus, recusando meu beijo.

—Edward!

Ele riu deixando claro que estava me provocando, inclinou a cabeça e chupou minha boca.

Ofeguei sentindo sua língua contornar meus lábios.

—O que?

—Para de me provocar. – eu pedi inclinando o lábio em um biquinho. Edward riu, deixou um beijo rápido na ponta do meu nariz, antes de me beijar.

Sua língua deslizava contra a minha me envolvendo ainda mais.

Não foram precisos muitos toques, mordidas ou chupões, eu já estava ardendo para tê-lo novamente.

Quase explodi de frustração quando Edward me parou alegando que se fôssemos até o fim ele iria me machucar.

Claro que de início eu odiei, mas assim que fui para o banho, percebi como ele estava certo.

Estava toda dolorida, esfolada e provavelmente a dorzinha incomoda ia se intensificar.

Edward ainda estava na sala quando sai do banheiro.

Para meu desgosto, ele já vestia uma bermuda preta e não me contemplou com sua bela nudez.

—Já terminou?

Me olhou por cima do ombro e indagou. Sorri sem vontade, apenas dando de ombros.

—Sim. – suspirei enquanto Edward se aproximava. —Sabe... Tomar banho sozinha é bem menos divertido do que quando você está comigo.

Sua risada preencheu meus ouvidos, Edward me puxou pela cintura e então depositou um beijo no alto da minha cabeça.

—É eu sei. – lançou uma piscadela após proferir as palavras. —Mas você sabe que se eu tivesse te acompanhado...

—Não seria apenas um banho.

Completei sendo enfeitiçada por seu sorriso torto.

—Isso mesmo. – concordou tirando os fios húmidos de cabelo do meu rosto. —Vou tomar banho, liguei para pizzaria e logo eles virão trazer as pizzas.

Informou enquanto se afastava alguns passos.

Eu sorri em expectativa. Se há um mês atrás alguém me contasse que eu me apaixonaria por pizzas, eu provavelmente riria alto.

Contudo, agora, eu realmente adoro.

—Encomendou de que? – minha boca já salivava.

—Marguerita e..

—Pepperoni? – o interrompi, só então percebendo como eu estava com fome.

—Claro! É a sua favorita, não é? – assenti com a cabeça sorrindo por ele se lembrar.

—Cerveja?

Questionei quando ele fez menção de se afastar.

—Na geladeira.

Edward foi enfim, para seu banho e eu me encaminhei para sua cozinha.

Encolhi meu corpo dentro da camiseta dele, o cômodo estava bastante frio.

Assim que acendi as luzes, percebi que uma das janelas estava aberta.

—Bem melhor.

Sorri, murmurando para mim mesma, assim que fechei o vidro claro.

Com passos calmos fui até a geladeira e peguei uma das Heineken's.

Meus dedos doeram somente de segurar a garrafa no gargalo, estava bastante gelada.

O som da campainha, interrompeu minha busca por um copo pelos armários de Edward.

Mordi os lábios deixando a garrafa sobre o balcão de pedra.

Retirei o cabelo do rosto, pensando em quem poderia ser, visto que, a pizzaria sempre demorava para fazer as entregas.

—Rosalie.

Soltei baixo, minha voz deixou claro que sua visita não era nem um pouco esperada e desejada.

Ela me olhou de cima a baixo, empinou o queixo e cruzou os braços.

—Edward está?

Sua antipatia por mim era palpável. Não conseguia encontrar explicação mais óbvia do que a de ela ser apaixonada por Edward.

—No banho.

Recostei meu corpo no umbral da porta, ela maneou a cabeça fazendo seus cabelos dourados chacoalharem.

—Ok, vim buscar minha bolsa... – proferiu e então forçou sua entrada.

Tive de respirar fundo para fechar a porta com uma calma que não existia.

Sentei no sofá apenas observando-a. Ela era muito bonita, eu tinha que assumir isso.

Rosalie não usava roupas de marca, vestia uma calça jeans toda rasgada, que por ter a cintura alta, deixava suas curvas ainda mais evidentes.

A blusa era de mangas longas, renda com tule, toda preta e transparente, mostrava o sutiã que também era negro.

A bota de cano curto, completava o visual.

Ela tinha estilo.

—Gostei da sua roupa.

Elogiei na busca de apaziguar nossa "relação".

Rosalie me olhou por cima do ombro, os olhos mostravam todo o desdenho que sentia.

Suspirei diante sua mudez.

—Ok, eu não sei o que eu fiz para você me detestar tanto assim!

Com a mochila no ombro, ela se virou para me encarar. Sua risada cínica me deixou irritada.

—Eu não detesto você. Só não vou com a sua cara.

Recuei o corpo. Não esperava tanta sinceridade.

—E eu posso saber o porquê disso?

Indaguei fazendo-a parar sua caminhada até a porta.

De costas a mim ela pareceu ponderar por alguns segundos antes de se virar.

—Pode. – seu sorriso não era nada cativante. —Não gosto do que está fazendo com Edward.

Jogou direta.

—O que?

—Você me entendeu. Não vou repetir. – ela fez menção de me dar as costas novamente, contudo desistiu da ideia. —Aliás, eu vou aproveitar que estamos aqui e já vou lhe avisar. – deu dois passos em minha direção. —Se fizer mal ao Edward, eu acabo com você.

As palavras demoraram um pouco para penetrar em minha cabeça.

Assim que elas se encaixaram, eu tive de rir. Ri alto e me coloquei de pé.

—Isso é uma ameaça?

Perguntei encarando-a fixamente para deixar claro que não tinha o menor receio.

—Ameaça, aviso... Tome como quiser. – deu de ombros. —Só quero que tome consciência, porque eu não estou brincando. Se fizer Edward sofrer, eu te caço até o quinto dos infernos se preciso, mas acabo com a sua raça!

Apoiei as mãos na cintura, arqueei o queixo e não me abati.

—Eu nunca faria ele sofrer, não sei porque está falando isso...

Sua risada irônica foi alta o que me calou

—Por favor, não precisa fingir comigo. – arqueou as mãos. —Eu sei o que você quer com ele, sei que não quer nada sério.

—Você não sabe de nada!

Minha raiva só crescia. Quem ela era para se intrometer assim?

—Ah não? Então me fala se você não está com ele apenas por sexo, me diz se esse não é o único motivo por estar aqui?

Sua acusação me desarmou. Engoli seco, contraindo a face.

—Às vezes o silêncio fala mais que mil palavras. – jogou com a voz vitoriosa.

—Você não tem nada a ver com isso! Não tem que se meter!

—Tenho sim, tenho tudo a ver com isso porque eu gosto do Edward, ele é meu melhor amigo e eu o quero bem, o quero feliz!

—E acha que eu não gosto dele? Acha que eu não quero ver ele feliz?

—Você gosta dele na cama. Gosta do prazer do que ele te dá. – bufei com suas palavras. —Você pode até querer ver ele feliz, mas eu sei que a sua "felicidade" está a cima de tudo.

Ela fez aspas com os dedos. Respirei fundo, sem desviar meus olhos dos dela.

—Pessoas como você são assim: Mesquinhas. Incapazes de amar.

—Olha aqui, você não tem o direito de falar assim comigo!

Minha voz aumentou uma oitava, logo eu me acalmei.

Não queria que Edward ouvisse.

—Espero que você não me dê o direito de arrebentar essa sua carinha de filhinha de papai.

—Porque não para de ameaçar e faz logo? Quem muito fala pouco faz!

Rosalie voltou a rir, tirou a franja dos olhos e se afastou.

—Por mais que eu tenha vontade, não vou relar em você até que me dê motivos. – sua mão pousou na maçaneta da porta e a entreabriu. —E pode ficar tranquila que eu tenho palavra. Se eu falo, eu faço. – me lançou um olhar frio. —Está avisada.

A raiva explodiu dentro de mim como fogos de artifício no céu.

Rosalie que tentasse, que ousasse, me bater.

Além de colocá-la na cadeia, ainda daria um jeito de Edward ficar contra ela.

Quem ela pensava que era? Se eu ainda tinha dúvidas de que ela nutrisse uma paixão por Edward, elas se foram.

Mas ela não ia ter ele. Não mesmo.

—Não acredito que ela te disse tudo isso!

Jéssica exclamou, estava surpresa e até indignada, assim como eu.

Mantive o celular pressionado no rosto, meus dedos apertavam o aparelho com força.

—Disse sim Jéss. – sentei no sofá após olhar no corredor. Edward ainda estava no banho. —E pensar que eu elogiei aquela vadia!

—Arg! – Jéssica bufou. —O pior é que a vaca é linda! Aquele cabelo causa inveja e os olhos?

—Jéssica, você não está ajudando!

A interrompi, tudo o que eu menos precisava e queria era que alguém ficasse distribuindo elogios para aquela víbora.

E queria ainda menos quando esse alguém era minha melhor amiga.

—Sou muito mais você, gata! Você arrasa.

—Boba! – rolei os olhos, mas tive de rir.

—Acha que ela está divagando ou sentiu o peso da ameaça?

Suspirei profundamente retirando o cabelo do rosto.

—Vindo dela eu não duvido de nada. Mas ela que seja besta, se relar um dedo se quer em mim, vai passar um bom tempo na cadeia.

—Isso mesmo, lugar de vadia agressiva é atrás das grades.

—E outra, é bom ela entender que Edward está comigo, porque senão eu o coloco contra ela.

Murmurei mais baixo para garantir que ele não ouviria nada.

—Acha que ela gosta dele, não apenas como amigo...

—Tenho certeza Jéss, mas ele é meu. Edward é meu e ela não vai tomar ele de mim!

Minha voz saiu mais intensa do que eu esperava, assustando até a mim mesma.

—Ok, acho que você está entrando em um campo minado...

O barulho de porta se abrindo me alertou que Edward terminara o banho.

—Jéssica, Edward saiu do banheiro. Depois nos falamos.

Ela suspirou longamente, antes de murmurar mais séria.

—Tudo bem, beijo.

—Outro.

Desliguei o celular no mesmo momento em que Edward apareceu na sala.

Sorrindo, ele estava encantador. Os cabelos húmidos completamente desgrenhado, a barba tinha saído do rosto e ele trajava apenas uma calça de moletom cinza.

—Ue, a pizza ainda não chegou?

Questionou caindo sentado ao meu lado.

Neguei com a cabeça me acomodando em seu peito. Seus braços fortes abraçaram minha cintura.

—Escutei vozes... Alguém esteve aqui?

Apoiei o queixo em seu peito, ele exalava um perfume delicioso.

—Rosalie.

—Rose? O que ela... – parou por breves segundos. —Veio pegar a bolsa dela?

—Sim. – concordei lhe exibindo um leve sorriso. Edward inclinou a cabeça e me beijou por longos minutos.

As mãos fortes deslizavam por meu corpo me deixando mais colada a ele.

Escorregou no estofado macio e me puxou para deitar sobre seu peito.

—Edward? – chamei enquanto traçava linhas imaginárias por sua pele quente.

—Hm?

Apoiei a cabeça na mão para poder olhá-lo melhor.

—Você e Rosalie já ficaram?

Ele pareceu surpreso com a pergunta, mordi o lábio a espera de sua resposta.

—Não, Rose e eu somos apenas amigos. – seus olhos eram extremamente sinceros. —Porque?

—Porque eu acho, na verdade tenho quase certeza, que ela é apaixonada por você.

Edward riu chacoalhando a cabeça.

—Porque diz isso?

Respirei fundo decidindo contar a ele pelo menos parte do que houvera há pouco tempo entre nós duas.

—Ela é tão protetora e ciumenta, carinhosa demais e... Não gosta de mim.

—Rose sempre foi assim, protetora, carinhosa, ciumenta... É o jeito dela.

Torci os lábios diante suas palavras.

—Mas por que acha que ela não gosta de você?

—Não acho, tenho certeza!

Me olhou confuso.

—Ela disse com todas as palavras, sílabas e letras possíveis que não vai com a minha cara.

Edward se sentou, me puxando junto ele me manteve em seu colo.

—Ela disse isso mesmo?

Rolei os olhos bufando.

—Não tenho motivos para mentir ou inventar isso. – lubrifiquei os lábios com a ponta da língua.

Edward curvou os lábios em um pequeno bico, parecendo pensativo.

—Vou falar com ela e...

—Não. Não quero que fale com ela sobre isso.

Eu me senti temerosa. E se ela o convencesse de que eu não queria nada sério? Ou o fizesse se afastar de mim?

Eles eram muito amigos, havia uma cumplicidade entre eles que eu nunca entenderia, obviamente um escutava o outro.

Não. Ele não podia falar com ela.

—Bella eu não quero que ela te trate mal.

—Ela não me tratou mal, Ed! Apenas falou que não vai com a minha cara.

Aleguei apoiando as mãos em seu ombro.

—Então! Ela não pode falar assim com a minha namorada.

Suas palavras me desarmaram. Na verdade, apenas uma me deixou abobalhada.

Namorada.

Edward pareceu não notar a palavra usada, visto que continuou a sibilar coisas sobre Rosalie.

O modo natural, me deixou encantada. Sorri o olhando.

Edward era tão lindo e tão fofo.

—Edward!

Chamei fazendo com que ele parasse de falar.

—Não quero que fale com Rosalie, porque só vai piorar as coisas. – respirei fundo segurando o rosto másculo entre as mãos. —O que importa é que você gosta de mim, se ela gosta ou não, tanto faz! Deixe para lá, ok?

Não lhe dei tempo para respostas, apenas uni nossos lábios.

Ainda estava com as pernas doloridas, porém minha vagina já estava um pouco melhor, o que me permitia ter uma foda boa e longa.

Edward desceu as mãos pela minha cintura, seus dedos deslizaram por minhas pernas antes de subirem e se infiltrarem por baixo da camiseta que eu usava.

Mordi seus lábios, puxei seus cabelos, ondulando o quadril contra o grande volume presente em sua calça.

—A campainha.

Sussurrei frustrada quando o som ficou mais alto e repetitivo.

Edward recostou a cabeça em meu ombro, passei as unhas em sua nuca retribuindo toda a frustração que ele me mandava.

—Deve ser as pizzas, vou pegá-las.

Proferiu meio ofegante, concordei com a cabeça, beijei seu rosto e então sai de seu colo.

Permaneci sentada no sofá, apenas observado Edward abrir a porta e pegar as pizzas após pagar ao entregador com cara de nerd.

Mordi o lábio inferior, um longo arrepio correu meu corpo quando ele deixou as caixas sobre a mesa de centro e veio em minha direção.

Esticou os braços e me puxou, deixando-me de pé a sua frente.

—Estou morrendo de fome...

Seus olhos azulados, queimavam minha pele.

—As pizzas já chegaram.

Murmurei antes de pegar meu lábio inferior entre os dentes. Eu sabia exatamente ao que ele estava se referindo.

Seus dedos seguraram a barra da blusa que cobria meu corpo, um sorriso safado brincando no canto dos lábios de Edward.

—Quero algo mais gostoso do que as pizzas.

Ergui os braços para ele poder puxar e tirar a camiseta de mim.

Estava nua diante dele. Seus olhos azulados estavam fixos em mim.

Por segundos eu me senti um bife suculento diante a um leão faminto.

E foi assim, feito uma fera feroz, que Edward me atacou.

Agarrou minha cintura e caiu comigo no sofá.

Seu corpo pressionou o meu, sua boca pressionou a minha.

Puxei seus cabelos enquanto Edward lutava para se livrar da calça de moletom.

Abri as pernas, uma fisgada dolorida me fez soltar um baixo gemido, quando ele se acomodou sobre mim.

Seu pal pulsou contra minha buceta, arqueei o corpo sentindo-o abocanhar meu seio.

Uma única estocada e ele se colocou para dentro de mim.

Meu interior se contraiu, piscou, acomodando melhor aquele pau grosso.

Sugou e mordeu meu mamilo ao mesmo tempo que começou a investir contra mim.

Gemíamos em uníssono, sincronizados em um mesmo caminho, uma mesma direção e propósito.

O prazer.

Notas finais
Algo me diz que Rosalie e Bella ainda vão sair nos tapas :X hahaha Edward, gostoso do caralho, Cullen causando discórdia e.e Boom gente, nos vemos em breve o/ Espero que tenham gostado :) Beijõõões da Nick :*