Notas iniciais
Oi, oi geentee! Em primeiro lugar, queria agradecer a Dariane Cristina! Meeu amor, muuuuito obrigada pela recomendação e pelos comentários também que eu logo irei responder! -sem tempo :(- Ameeei cada palavra, elogio e sério, isso motiva muuuuito a gente!! Muito obrigada mesmo! Um beijo :* Agora, vamos lá... Eu sei, eu demorei a postar :( Desculpem-me, por favor... É que eu tive um fim de semana corrido e com alguns compromissos, por isso precisei me ausentar, mas agora, cá estou eu! Prontas para lerem? Esse é o ultimo capítulo oficial, hein! hehe -vou chorar- Espero que gostem, boa leitura!

Saber identificar qual era o sentimento mais constante dentro de mim, era tão impossível quanto separar os ingredientes de uma massa homogênea.

Saudade. Desejo. Felicidade. Amor. Ansiedade.

Eles se misturavam, se uniam dentro de mim, revezando a cada instante para que todos chegassem a uma intensidade que eu nunca pensei ser possível alcançar.

Mesmo estando colada a ele, com meu corpo encaixado no seu, minhas mãos em seus cabelos, as suas em minha cintura e sua boca na minha, ainda não podia acreditar que aquilo era real.

Eu não podia estar delirando, imergida em mais um sonho, podia?

Uma lamuria escapou por minha boca quando minhas costas bateram contra a parede, Edward me prensou, sua boca desceu por meu queixo até alcançar meu pescoço.

Fechei os olhos sentindo suas mordidas e chupões, puxando seu cabelo, não contive o gemido.

A urgência que ele me passava, era tão gigante quanto a que eu sentia.

Eu respirava ofegante, soltando gemidos baixos e curtos a cada toque que eu recebia de Edward.

Estava a quase um mês sem ele, sem sexo, o que eu podia fazer?

Me conter estava fora de questão.

Subindo as mãos pelas laterais do meu corpo, Edward voltou a me beijar, sua língua se encontrou a minha em um roçar deliciosamente quente.

Seus passaram por meus braços puxando minhas mãos de seu cabelo, para pressioná-las contra a parede, por poucos segundos.

Cortando nosso beijo, Edward afastou um pouco o corpo para me fazer girar. Sem resistência, deixei que ele me empurrasse, me apertasse contra a parede, me deixasse de costas a ele.

Ele afastou o cabelo do meu pescoço, mordi a boca ao sentir sua respiração bater contra minha pele.

Engolindo seco, eu tentava me acalmar, acalmar meu coração que batia loucamente dentro de mim, acalmar minha boceta que a cada instante pedia e pedia por um alivio.

Sentia uma excitação tão grande que todo meu corpo estava sensível, apenas o fato de sentir o zíper traseiro do meu vestido sendo aberto, me fez estremecer.

Um arrepio subiu por minhas costas, as alças do vestido ficaram frouxas em meus ombros quando a mão de Edward se colocou entre o cetim e meu corpo.

As pontas dos seus dedos traçaram leves contornos por minha barriga. Prendi a respiração, sua mão desceu por meu umbigo, tocou meu baixo ventre e então, deslizou sobre a renda da minha calcinha.

Mordi os lábios com força, seus dedos contornaram a volta que minha boceta causava na calcinha.

Seu dedo forçou um pouco até abrir a barreira que meus lábios maiores causavam, podendo adentrar em minha vagina.

Mesmo com a renda da calcinha, eu podia sentir seu toque quente em mim, mergulhado em meio ao meu mar de excitação.

Ofeguei alto, Edward mordeu meu pescoço e então se afastou um pouco, retirando a mão de mim.

Meu coração palpitava mandando alertas direto ao meu centro molhado. Molhado ao ponto de começar a escorrer.

—Gosto do seu cabelo solto.

Edward murmurou, sua voz saiu arrastada, sexy. Lubrifiquei meus lábios com a ponta da língua, olhando-o por cima do ombro observei-o retirar a presilha que prendia parte do meu cabelo.

As mechas caíram por meu rosto tapando parte da minha vista, que logo fora liberta pelos dedos de Edward.

Ele me olhava sorrindo, os olhos brilhavam vorazmente.

A fome que rondava seus orbes claros, era a mesma que exista dentro de mim.

Nós dois estávamos famintos, um pelo o outro.

Ficando de frente para ele, mordi meu lábio inferior. Minhas mãos subiram até as alças do vestido azul e mantendo meus olhos nos dele, eu as puxei até deixa-las escorrerem por meus braços levando consigo meu vestido.

O cetim escorregou por meu colo e quando passou por meus seios, deixou uma caricia tentadora em meus mamilos rijos.

Edward desceu o olhar por mim, acompanhando cada centímetro de nudez que o vestido deixou ao cair. Estava toda exposta a ele, visto que, minha —minúscula— calcinha não tapava quase nada.

Assim que ele parou no chão, em um bolo estranho, dei um passo à frente, meus saltos causaram um leve ruído ao se chocarem contra o piso de madeira.

Meus seios roçaram no paletó negro que Edward vestia, subi as mãos segurando seu rosto.

Edward apenas me olhou, permanecendo quieto enquanto eu traçava beijos por seu maxilar, queixo e pescoço.

Quando eu mordi sua boca e suguei seu lábio, ele pareceu ‘acordar do transe’. Sua mão mergulhou em meu cabelo, seus dedos se enrolaram nas mechas para manter minha cabeça firme.

Sorri deliciada com o gesto bruto e sexy.

Sua boca veio de encontro com a minha em um beijo violento, apertei as unhas em seu pescoço chupando sua língua.

Impulsionei o quadril para frente e mesmo estando coberto por camadas espessas de pano, eu pude sentir o volume rijo do seu pau.

Nós dois gememos, separando nossos lábios tomamos ar de modo sôfrego.

Edward me olhou, seus olhos estavam um pouco mais perigosos, ele devolveu a mordida, seus dentes pressionaram meus lábios com força lançando recados por todo meu corpo, que estremeceu.

A cada segundo que se passava, mais excitada eu ficava.

Com um empurrão forte, ele lançou meu corpo para trás. Sem resistências, cai sobre a cama redonda ficando espalhada sobre o colchão macio.

O sorriso que se formou em sua boca foi extremamente sedutor, arqueando a mão ele a correu pelo cabelo antes de desfazer o perfeito nó de sua gravata borboleta.

Nossos olhos não se desgrudavam, Edward deu um passo em direção a cama, retirando o blazer preto para então, começar a desabotoar a camisa de seda branca.

Apoiando o copo nos cotovelos, eu me arrumei no centro da cama, aproveitando aquele showzinho particular que meu —só meu— namorado me proporcionava.

Edward podia e muito bem estrelar um comercial, aposto que causaria furor entre as mulheres. Respirando fundo, eu soube que não iria gostar nem um pouquinho de ter meu homem tão exposto.

Sorri vitoriosa. Edward era meu, de mais ninguém.

Soltando as abotoaduras de prata em seu pulso, ele retirou a camisa deixando-a largada aos pés da cama.

O bom daquele motel, era que a cama era bem mais baixa que as comuns, além de ser redonda, vibrar e ser rodeada por espelhos e luzes.

Só de calças, eu podia ver o grande volume bem feito entre suas pernas. Tomei folego esfregando uma perna na outra.

Minha boceta estava encharcada, praticamente gritando para ter aquele pau dentro dela, entrando e saindo com a força e o ritmo que só Edward sabia manter.

Abaixando as mãos, ele desabotoou o cinto, com dois movimentos rápidos, pareceu se livrar dos sapatos e então, soltou o fecho que prendia o cós da sua calça.

A peça negra e justa desceu aos poucos pelo quadril estreito, aumentando minha expectativa em vê-lo nu.

Quase gozei quando Edward se colocou apenas de cueca a minha frente, seu pau estava duro, firme. A boxer azul marinho quase não o cobria, então não fizera a menor falta quando fora abandonada pelo quarto.

Mordi meu lábio inferior quando ele se ajoelhou nos pés da cama, cerrou os olhos e esticando as mãos, segurou meus pés para me puxar.

Deixei meu corpo escorregar no lençol fino, voltando meus olhos para Edward que ainda segurando meus pés, retirou meus scarpins antes de traçar beijos por meu calcanhar.

Respirei fundo sentindo seu nariz roçar na batata da minha perna, estava esperando por um oral, mas ele parecia ter outros planos.

Se inclinando, ele deixou um rápido beijo sobre minha boca antes de puxar minha calcinha e a deslizá-la para fora de mim.

Ofegante eu me vi ali, estirada na cama, completamente nua, completamente entregue. Como sempre.

Edward abriu minhas pernas, se ajustou entre elas, não prendi o gemido ao sentir seu pau roçar em minha virilha.

Porra, eu já não aguentava mais esperar.

Ele levantou minha perna esquerda, a recostando-a sobre seu ombro. Ainda ajoelhado, dobrou a outra por cima da sua coxa e então, com um único movimento, se colocou dentro de mim.

O gemido ficou entalado dentro da minha garganta naquele momento. Sentindo todo o pau dele dentro de mim, sua pele quente contra a minha, eu sabia que não precisava de mais nada.

Edward mexeu o quadril, indo e vindo dentro de mim, me fazendo arquear na cama. Mordendo o lábio, eu me deliciei quando sua mão desceu por minha perna e se encontrou com meu clitóris.

Contornando, ele o prensou diversas vezes, aumentando o ritmo das estocadas. A cada investida, mais fundo seu pau ia dentro de mim.

Eu gemia, ele gemia e nunca deixava de me tocar. A mão subiu por meu corpo, usando o lubrificante da minha boceta em minha pele, em meus seios.

Apertei as unhas no colchão, arqueando o quadril de encontro ao de Edward. O calor reconhecível, começava a se acumular dentro de mim, cada vez mais próximo a explodir.

Minha boceta se contraia apertando cada vez mais aquele pau delicioso, respirando ofegante, Edward conduzia minhas pernas—levantando, para ir mais rápido, abrindo para meter mais fundo, ou voltando a posição inicial para prolongar nosso momento de prazer.

Estava quase lá, quase gozando quando ele resolveu mudar de posição.

Eu não reclamei, não queria que aquilo acabasse, não tão cedo.

Sem sair de dentro de mim, Edward sustentou meu corpo no ar, nos arrumando na cama para então, apoiar meus dois pés em seu ombro.

Assim que ele voltou a meter seu pau em mim, eu pude perceber como ele ia fundo naquela posição.

Edward conseguia alcançar lugares antes nunca explorados, com seu pau e aquilo me enlouqueceu.

Meus gemidos eram altos, suas mãos estavam alojadas de modo possessivo em minha cintura o que só facilitava o aumento do ritmo das penetrações.

O suor escorreu por minha testa, meu coração pulou uma batida e então ouve a explosão em minha boceta, liberando daquela agonia, deixando o prazer me dominar.

Eu saí do meu corpo por alguns instantes, mal conseguia respirar, mal ouvia e falar era impossível.

Foi incrível, surreal.

Tomando o ar pela boca, fui puxada de volta a realidade quando o corpo de Edward caiu sobre o meu.

Eu não sabia dizer quem tremia mais, eu ou ele.

Com a cabeça apoiada em meu ombro, Edward estava colado a mim. Nossos suores se misturavam, nossos gozos escorriam juntos. Eu podia sentir seu coração bater sobre o meu, aquilo ia além de qualquer descrição possível.

—Caralho. – ele soltou apoiando o braço ao lado da minha cabeça.

—Caralho mesmo.

Minha voz saiu fina, baixa. Não contive o sorriso ao olhar para ele. Estava todo suado, alguns fios de cabelo colado em seu rosto, a boca toda vermelha, algumas marcas roxas e avermelhadas no maxilar e pescoço —essas que eu tinha certeza que também existiam em mim.

Não podia estar mais lindo.

—Não te machuquei, não é? – com a mão livre, ele tirou todos os fios de cabelo que estavam grudados em meu rosto.

Sorri diante sua preocupação.

—Não amor, eu estou bem. – segurei seu rosto, me inclinando para poder beijá-lo. Quando minha boca encontrou a sua, nós dois gememos pelo movimento que refletiu em nossos sexos que ainda estavam unidos.

Descendo as mãos para minha cintura, Edward se ajustou sobre mim, minhas pernas passaram por seu quadril e ainda o beijando, dei início aos movimentos.

Sugando minha língua, Edward demonstrou mais uma vez sua força e virilidade ao me sustentar no alto, enquanto entrava e saia em mim.

Movendo meus quadris lateralmente, eu o provocava com caricia nas coxas. Edward mordeu minha boca, cessou os movimentos e então nos levantou na cama.

Segurando em seus ombros, contive a vontade de me mexer apenas esperando que ele se arrumasse na cama.

Mordendo os lábios, Edward deitou no colchão, apoiou as costas no bolo de travesseiros e então me fez girar sobre ele.

Ofegando com o movimento, me arrumei sobre seu colo, mantendo seu pau encaixado dentro de mim.

Sorri mordendo os lábios ao olhá-lo por cima do ombro.

Edward sorria torto, o sorriso torto safado.

Suspirei me arrepiando quando suas mãos se alojaram em minha bunda. Estiquei os braços apoiando as mãos em suas pernas, eu amava montá-lo, ainda mais quando era assim de costas.

Usando os joelhos, eu arqueei o quadril subindo em seu pau, para depois sentar nele de uma vez.

Falar quem gemeu mais alto era algo impossível. Nós dois estávamos livres de qualquer restrição.

Edward me ajudava a subir e descer, facilitando a entrada de seu pau em minha boceta, mantendo as mãos bem presas em minha bunda.

Os tapas que ele me dava, só aumentava minha excitação, fazendo-me praticamente quicar sobre ele.

Soltando um gemido alto, eu o senti gozar dentro de mim. Revirei os olhos, eu amava sentir seu jato quente ir fundo dentro de mim.

Com a ajuda dos meus dedos em meu clitóris, não demorei a me unir a ele, gozando sobre aquele pau delicioso.

Quando meu corpo ia cair para frente, Edward me segurou me puxando para junto de seu peito.

Soltei um suspiro, tentando normalizar minha respiração enquanto ele beijava meu ombro e pescoço.

—Caralho, como eu senti falta disso...

Com a boca praticamente colada em minha orelha, ele sussurrou. Não contive o sorriso, aproveitando o abraço gostoso que seus braços fortes me forneciam.

—Eu também senti. – falei baixo, porém alto o suficiente para ele compreender. —Edward?

Eu o chamei, quando a dúvida que rondava minha cabeça ficara grande demais para eu conseguir segurá-la.

—Hm? – voltou seus olhos para os meus, quando eu o fitei por sobre o ombro.

—Você ficou com alguém durante esses dias em que a gente estava separado?

Soltei de uma vez, no fundo, eu sentia um medo extremo de sua resposta.

—Claro que não Bella. – disse após rir e rolar os olhos. —Porque a pergunta?

Dando de ombros, voltei a me recostar em seu peito, sentia um alivio enorme.

—Ah, bobagem minha. – murmurei. —Ciúme, medo....

—Eu não queria, ou melhor, não quero ninguém além de você. – ele garantiu antes de beijar meu pescoço.

Sorri maravilhada com suas palavras.

—Mas e você? Ficou com alguém durante esses dias?

—Claro que não! – neguei de imediato. —Sou do tipo de pessoa que comete o erro uma vez só e já aprende a lição. – sua risada foi baixo. —Estou falando sério.

—Eu sei amor.

Respirando fundo, o olhei por cima do ombro.

—Eu era idiota demais para perceber o quão incrível você é. – Edward me fitava quieto. —Fui muito embebeci, não dei valor e tive até que te perder para cair ainda mais na real. – soltei o ar pela boca, acomodando minhas costas em seu peito. —Que a minha vida estava sem sentido até o dia em que eu te conheci. – assumi recebendo seus beijos em meu pescoço.

Fechando os olhos, eu me apertei mais nele.

Agora que eu estava ali, presa no abraço de Edward, não queria sair nunca mais.

—Eu era uma pessoa vazia, sozinha, infeliz. – abaixando os olhos, fitei nossos dedos que estavam entrelaçados.

—Era, disse bem. – Edward murmurou, seus lábios roçavam em minha orelha me causando um arrepio gostoso. —Agora, eu estou com você.

—Eu ia dizer isso. – disse fazendo-o rir. —Agora eu tenho você. – o olhei por cima do ombro. —Você me faz feliz, me completa, me fez e faz uma pessoa melhor.

Edward sorriu torto, meu coração respondeu de imediato.

—Eu amo você. – ergui a mão tocando seu rosto. —Muito.

—Também amo você.

Ouvir aquilo era a melhor coisa do mundo. Edward se inclinou sua boca tocou a minha e me puxou para um beijo apaixonado.

Suspirava enquanto afagava seu rosto.

Eu só podia estar sonhando.

—Droga, Jéssica ainda deve estar me esperando lá!

Só então que a minha fixa caiu, me fazendo perceber que eu não havia avisado a ela que estava vindo para o motel mais próximo do campus com Edward.

Esse que riu, parecendo se divertir.

—Jéssica não ficou te esperando Bella. – contou antes de nos deitar na cama. —Ela sabia que eu não ia deixar você voltar para casa hoje.

—O que? – perguntei sem entender. —Como assim?

—Eu já ia te procurar para nós conversarmos, quando sua mãe apareceu me deu o empurrão que eu precisava. – permaneci quieta deixando que ele falasse. —Foi então que eu liguei para Jéssica e pedi para que ela a trouxesse para a festa.

Mordendo os lábios, eu analisei suas palavras.

—Então a Jéssica sabia que você ia me encontrar lá?

—Sabia. – confirmou beijando a ponta do meu nariz.

—Vadia, nem para ter me contado. – rolei os olhos fingindo uma raiva que não existia. Não sei o que eu teria feito sem ela.

—Eu pedi que ela não contasse. – explicou mantendo a voz calma. —Pretendia falar com você antes, mas Rosalie me encheu o saco, tentando me impedir dizendo que você estava de papo com outro cara.

Cerrando os dentes, tive de me conter. A cada dia, mais aumentava minha vontade de matar Rosalie.

Pela primeira vez, eu me arrependi por não ter estapeado-a no lugar de Jéssica.

—Arg, Rosalie é uma vadia. – soltei cruzando os braços. —Eu não estava de papo com outro cara, não sei de onde ela tirou isso.

—Ela viu você sentada com outro homem na festa...

Um estalo soou em minha cabeça, me fazendo perceber ao que ela se referia.

—Era Jacob. – contei sem restrição. —O meu ex. – Edward pareceu não gostar de saber daquilo. —Antes que pense besteira, eu nem sabia que ele ia estar naquela festa porque nem lá ele estuda mais. Se eu soubesse que ele ia estar presente, não teria ido. – olhando em seus olhos, deixei transparecer toda a sinceridade que existia dentro de mim. —E foi ele quem sentou na minha mesa, não o convidei nem nada e ainda o deixei sozinho lá...

—Amor, eu sei. – Edward me interrompeu, passando a mão por minha bochecha. —Eu vi essa parte.

Aquilo me surpreendeu.

—Quando você saiu, eu tentei ir atrás de você, só que tinha muita gente na saída e eu acabei te perdendo de vista. – lubrificando os lábios com a língua, ele fez uma breve pausa. —Foi então que eu encontrei novamente com Jéssica e ela disse que ia me ajudar a procura-la, mas acabou se envolvendo na briga com Rosalie e bom... Você sabe o resto.

Puxando o ar pela boca, não consegui prender toda a raiva que eu sentia de Rosalie.

—Sabe, sua amiga é uma cretina, Edward! – apoiando as mãos em seu peito, eu o afastei para me sentar na cama. Arrumando o lençol sobre meus seios, passei a mão por meu cabelo. —Nada me tira da cabeça que ela gosta de você.

Rindo, Edward se sentou também.

Mordendo os lábios, ele esfregou a mão no cabelo.

Eu teria agarrando-o no mesmo instante se não estivesse com tanta raiva daquela vaca loira.

—Ela não gosta de mim, Bella. – garantiu me olhando. —Pelo menos, não do jeito que você pensa.

Rolando os olhos, cruzei os braços.

—Ah, amor por favor! – exclamei sem conseguir entender o porquê de ele ser tão cego, diante ao assunto. —Ela te quer, isso é tão explicito quanto uma espinha na testa.

—Está enganada.

—Não estou.

—Está sim. – esticando os braços, Edward me puxou pela cintura. —Rosalie não me quer.

Bufei alto começando a me irritar.

—E porque você tem tanta certeza, hein?

Sorrindo, ele retirou o cabelo do meu rosto antes de me beijar.

—Porque Rosalie é lésbica.

Eu estanquei com suas palavras, até senti meu queixo cair.

Lésbica? Rosalie?

—O que? – soltei ainda sem acreditar.

Não que eu tivesse preconceito ou algo do tipo, mas Rosalie? Lésbica?

—Ela curte mulher, o que eu super entendo porque né.... – passando os olhos por meu corpo, que tinha apenas algumas partes cobertas pelo lençol, ele me provocou.

Deixei um tapa em seu braço, rolando os olhos.

—É sério isso?

—É. – confirmou mordendo minha boca. —Acho que ela nunca ficou com um cara. – passando a mão pelo cabelo, ele riu. —Está quase namorando até.

—Nossa!

Soltei ainda surpresa.

Rosalie lésbica. Isso era uma grande e maravilhosa surpresa.

Não contive o sorriso. Gostando de mulheres, ela não ia querer nada com Edward.

—Percebeu agora, não é? – ele perguntou beijando meu rosto.

—Sim. – concordei sorrindo. —Ela não gosta de você como homem. – Edward assentiu com a cabeça.

—Exatamente.

—Então porque ela implica tanto comigo? Porque é tão chata?

—Porque ela tem medo que você me faça sofrer. – sorri amarga, levando em conta como eu era, ela até tinha razão. —É muito protetora, as vezes quer agir como a minha mãe.

—Antes como mãe do que como namorada. – disse no ímpeto, sem esconder meu ciúme.

Lésbica ou não, ainda tinha um pequeno ciúme. OK, um enorme ciúme.

—A única garota que pode agir como minha namorada, é a senhorita. – mordendo minha boca, Edward se inclinou sobre mim, nos deitando na cama.

—Mas eu sou sua namorada. – proferi enlaçando os braços em seu pescoço. —E você é o meu namorado. – deixei claro. —Só meu.

Edward sorriu e concordou com a cabeça antes de me beijar.

Ainda sorrindo, não pude conter o suspiro.

Não havia mais mentira, mais segredo, mais noite negra e nem mesmo a vadia loira entre nós.

Agora, era apenas nós dois.

Notas finais
Reconciliação, explicações, revelações e alguns esclarecimentos. Final de fanfic é pura emoção!! kkkk Dariane Cristina, mais uma vez muuuuuito obrigada! E gente, volto logo com o epílogo! Fiquem bem, se cuidem e tenham uma boa semana! Beijõõões da Nick :* P.S: Mais tarde tem mais um capítulo de De Volta Para Você ;) hehe :* : *