Notas iniciais
Oii gentee!! E aii, como vão vocês?? Espero que estejam todas beem ^^ Capítulo passado gerou polemica haha Edward não é tão pobre, Bella caiu do cavalo e eu, surpreendi vocês o/ kkkkkk Eu amo isso :3 Boom, agora vamos leer ;) Espero que gostem, boa leitura :D

Afastei tais pensamentos da minha cabeça. Isso não era algo importante, já havia decido. Eu o amava, nada ia mudar isso.

Ele tendo dinheiro ou não, sendo cirurgião plástico ou neurologista, morando na Califórnia ou no Texas, eu continuaria doidinha por ele.

Aquela linda banheira parecia boa demais para ser usada apenas em um banho rápido, fora somente por isso que eu optara por usar o chuveiro.

O banho ligeiro e relaxante, só servira para confirmar o que Esme havia dito. Eu estava mesmo cansada, a viajem fora longa e mesmo tendo dormido a maioria do tempo, sentia meu corpo dolorido.

Eu não sabia exatamente como me vestir para aquele jantar. Não me parecia algo formal, porém eu via tanta elegância neles, no ambiente, que era melhor ficar mais arrumada.

Não queria que eles tivessem uma má impressão de mim.

Levei minhas malas até o closet, ele era consideravelmente grande, as prateleiras de madeira escura, continham iluminação indireta, o que dava um efeito lindo.

A parede oposta era feita de espelho, ele ia do chão ao teto e ampliava ainda mais o espaço.

Eu gastei um tempo considerável ao arrumar minhas roupas nos cabides, gavetas e na estante, e assim que terminei, comecei a busca do que vestir.

Não queria nada muito elegante, nada que parecesse que eu estava pronta para ir a um jantar do Oscar, por isso peguei um vestido amarelo creme.

Ele não tinha mangas, o decote era discreto, e os poucos recortes que haviam na cintura, não o deixava vulgar ou chamativo.

Depois de vestida, calcei as botas de cano curto. Elas eram marrons claro, o salto quase rasteiro.

Estava terminando de me maquiar quando ouvi as batidas na porta. Eu duvidava muito que fosse Carlisle, então eu tinha duas opções:

Esme ou Edward.

Meu estomago estava gelado quando eu a abri, porém assim que os olhos azulados caíram em mim, eu sorri.

Edward me analisou de cima a baixo, um sorrisinho brincando no canto dos seus lábios. Não era o meu sorriso fofo, era o meu sorriso safado.

—Ual, você está linda! – ele me elogiou apoiando o braço no batente da porta, seus olhos encaravam meu decote descaradamente. Senti meu baixo ventre vibrar o que não foi muito bom, visto que eu estava na casa dos meus sogros que eram conservadores, e respeitar aquilo era extremamente difícil quando se tinha um homem tão gostoso a minha frente.

—Obrigada, você também está!

Dessa vez, fui eu quem percorreu os olhos por ele. Edward vestia uma camisa polo justa. O tom azul marinho destacava seus cabelos e olhos, a calça jeans era clara e valorizava seus.... Atrativos.

Respirei fundo pegando meu lábio inferior em uma mordida, ergui meus olhos me deparando com os de Edward.

Eu podia ver a fome brilhar neles, o desejo correu por minhas veias me deixando acesa. Merda!

—Não faça isso. – pediu se aproximando de mim, sua mão se arqueou e pousou em meu rosto, seu polegar puxou meu lábio do aperto que meus dentes proporcionavam. —Não morda a boca.

Engoli seco, seu toque quente me deixava de pernas bambas.

—Porque não?

Minha voz era um sussurro arrastado. Edward respirou fundo seus dedos correram por minha face até se alojarem na minha nuca.

Oh, caralho.

Eu amava quando me pegava assim para me beijar!

—Porque eu estou doido para ter você. – sua boca colou em minha orelha, seu hálito quente batendo contra minha pele era extasiante. —E acho que não vai ser uma boa ideia fazer isso enquanto meus pais estão acordados, esperando por nós dois.

Engoli a seco repassando sua fala.

E acho que não vai ser uma boa ideia fazer isso enquanto meus pais estão acordados, esperando por nós dois.

O que ele queria dizer com aquilo? Que iriamos transar quando seus pais estivessem dormindo?

Eu queria poder recusar caso ele invadisse meu quarto no meio da madrugada, contudo a ideia me pareceu fodidamente excitante.

Porque o proibido era mais gostoso?

Eu não entendia e talvez tentaria, mais tarde, de madrugada.

Por hora, eu iria me centrar no jantar. Quando descemos, Edward me conduziu até a sala de jantar e novamente eu fiquei petrificada.

Acho que enquanto não conhecesse cada canto da casa, não iria me acostumar com sua exuberância e beleza.

A sala era composta por uma grande mesa de madeira retangular. As cadeiras eram estofadas, o tom cinza, fazia par com a bela louça que já estava posta.

As duas paredes principais eram distintas, contudo fascinantes.

Uma exibia três grandes janelas, onde as persianas abertas davam vista a uma área enorme e uma parte do jardim também. A outra era ocupada por uma gigantesca cristaleira.

Toda a madeira presente ali, era mogno e reluzia tamanho seu envernizado. Porém, nada tomava o lugar do belo lustre de cristal. Ele era lindo, caia como uma cascata de água iluminando a mesa.

Esme terminava de colocar a comida na mesa quando chegamos. Ela nos olhou e sorriu, enquanto deixava uma peça de carne suculenta entre as tantas outras tigelas.

Ela havia mudado de roupa, não deixei de reparar. Usava um vestido vermelho, que deixava à mostra o corpo bem formado.

Queria saber se ela havia feito cirurgia, porque era impossível acreditar que ela havia tido dois filhos.

—Estão com fome? – ela se endireitou, me olhou sorrindo —o olhar era terno—, antes de encarar o filho.

—Morrendo. – Edward murmurou me fazendo rir. —Estou com saudades da sua comida mãe!

—Vai poder se livrar dela nos próximos dias. – brincou antes de Carlisle entrar na sala. Ele também havia mudado de roupas.

Agora, usava uma camisa xadrez preta e vermelha com uma calça escura. Ele ergueu os olhos da garrafa de vinho que tinha em mãos e nos encarou.

—Cune Rioja imperial Gran Reserva. – proferiu sabiamente. —Com certeza o melhor vinho de todo o mundo!

Eu sorri diante suas palavras, e mal sabia que, pouco tempo mais tarde, iria concordar veemente com ele.

O sabor era equilibrado e marcante, não era muito ácido, nem muito doce. Simplesmente perfeito.

O filé estava muito suculento, assim como todo o resto do banquete que Esme mesmo preparara.

Tinha purê de abobora, milho, salada crua, macarrão com molho de tomates, e um pouco do ensopado de peixe que segundo Carlisle, havia sobrado do almoço.

Ela cozinhava muito bem, era até difícil de acreditar que ela não tinha empregadas.

—Está em que período da faculdade? – Esme perguntou soando verdadeiramente interessada, nós quatro conversávamos enquanto saboreávamos a deliciosa comida.

Aquilo era novo para mim, não havia conversa entre eu e meus pais nas raras vezes em que sentávamos juntos para fazer qualquer refeição.

Na verdade, quase nunca conversávamos.

Maneando a cabeça, livrei-me dos pensamentos, limpando os lábios com o guardanapo de seda.

—No quinto ainda.

—São dez, certo? – dessa vez fora Carlisle quem questionara.

—Sim, são dez.

—Engenharia financeira é muito interessante. – Esme proferiu bebericando seu vinho. —Eu sempre fui fascinada pela matemática.

—Foi isso que me atraiu nela. – Carlisle disse sorrindo, os dois se olharam rapidamente, eu pude notar o amor presente entre eles.

—Meus pais se conheceram como nós dois, na faculdade. – Edward se pronunciou, sua mão afagou minha perna por de baixo da mesa, engoli o filé com dificuldade, seu toque era provocante.

—Sério? – soltei com o timbre fraco. —Que coincidência! – fui mais firme após pigarrear. Edward soltou um risinho ao meu lado, sua mão saiu da minha perna.

Eu gostei e não gostei daquilo.

—Sério, houve um pequeno tornado em Dallas que destruiu uma parte do campus. Para ser mais exata, destruiu a sala de Carlisle. – eu sorri prestando bastante atenção em sua história. —Havia uma sala vaga ao lado da que eu estudava e eles foram remanejados para lá. – fez uma breve pausa olhando para o marido que sorria olhando fixamente em sua direção. Seus olhos eram apaixonados e eu desejei que Edward me olhasse assim um dia. —Nos esbarramos no corredor no mesmo dia, e agora, estamos aqui!

—Você pulou uma parte interessante da história, meu amor.

Achei fofo o fato de ele a chamar de um modo tão carinhoso.

—Antes de chegarmos “aqui” – Carlisle deixou a taça grande de cristal sobre a mesa, para poder fazer aspas no ar com os dedos. —Ela me deu muitos foras, muitos vácuos.... Foi difícil conquistar a aluna mais linda que Dallas Baptist University, já tivera!

—Oh, pare! – Esme jogou charme. —Não fui tão difícil assim.

—Não, nem um pouco. – eles trocaram um sorriso bobo me deixando mais uma vez encantada.

Eles estavam juntos a quase trinta anos, mas se olhavam como se fossem adolescentes apaixonados. Aquilo era incrível, mágico, e eu queria provar aquilo.

Nosso jantar continuou a fluir do modo mais agradável possível. Nossa conversa sobre faculdade, me permitiu descobrir as profissões dos pais de Edward.

Carlisle era Engenheiro Agronômico, Esme era Contadora. Assim como os pais, Alice também seguira profissão na área das exatas, ela fazia Arquitetura e Urbanismo.

Edward era o único que fora para humanas e seus pais, aceitaram completamente bem. Eles não se preocupavam com quem ia assumir os negócios da família —eu sabia que era algo ligado a gado, mas não tentei aprofundar o assunto. Nada relacionado a dinheiro me importava—, apenas queriam ver os filhos felizes.

—O que está passando nessa sua cabecinha linda, hein?. – a voz de Edward saiu baixa, arrastada e ainda mais rouca. Fechei os olhos sentindo seu nariz correr por meu pescoço. Ele me puxou para mais perto, suspirei me ajeitando em seus braços.

—Nada demais.

Minha voz saiu tão baixa que eu tive medo de que ele não ouvisse, Edward beijou minha bochecha antes de impulsionar a rede com o pé, fazendo-a voltar a se movimentar.

Estávamos na varanda lateral da casa, a que outra sala de estar —tão ou mais deslumbrante que a outra— dava acesso.

A noite estava linda, estrelada. Estava calor, mas uma brisa leve aliviava tudo.

—Seus pais são ótimos, eu adorei eles. – com dificuldade, eu me virei na rede para poder olhá-lo.

—Minha mãe está eufórica com você. – ele murmurou tirando o cabelo do meu rosto.

—Ela gostou de mim? – estava receosa, mesmo não tendo notado algum desgosto em Esme.

—Oh, podemos dizer que ela amou. – eu sorri grandiosamente. —Meu pai também não ficou atrás.

Eu suspirei satisfeita. Meus sogros tinham me aprovado, pelo menos em primeiro instante. Por mim estava de bom tamanho, eu iria lhes conquistar ainda mais, faria de tudo para que eles gostassem cada vez mais de mim.

Qualquer pensamento coerente, fugiu de mim quando a boca de Edward cobriu a minha. Sua língua entrou por meus lábios sem pedir permissão e então, conduziu a minha em uma dança sensual, quase erótica.

Sua mão deslizou por minha perna subindo por dentro do vestido. Meu coração batia tão rápido quanto o de um beija-flor, meu estomago estava gelado e tudo o que eu mais queria era montar nele ali mesmo.

—Edward. – afastei minha boca da sua, usando o restinho de coerência que vagava por minha mente —Pare, seus pais.... Estão... Na sa... Sala. – minhas palavras saíram cortadas pelos beijos que ele deixava em minha boca.

Ele não deu muita importância as minhas alegações, pelo contrário, começou a beijar e sugar meu pescoço para me deixar ainda mais maluca.

—Amor, não faz assim...

Minha voz saiu mais manhosa do que eu esperava, no entanto, eu não queria que Carlisle ou Esme saísse pelas portas francesas e nos pegasse assim.

—Mais tarde você não escapa senhorita Swan.

Ele sussurrou roucamente em meu ouvido me deixando com a calcinha encharcada, aquelas palavras me deixaram enlouquecida além de me fazer o sono.

Eram quase três da manhã e eu ainda rolava de um lado para o outro na cama sem conseguir dormir. Meu corpo pedia pelo o de Edward, na verdade ele já implorava.

O ar estava ligado, contudo eu já estava cogitando a ideia de abrir as janelas. Talvez respirar um pouco de ar puro ajudasse a me acalmar.

Empurrei o lençol para o lado, com um impulso, me coloquei de pé. O piso aquecido só piorou minha situação. Eu precisava apagar meu fogo, não aumentar aquele calor que corria por meu corpo.

As janelas eram grandes, retangulares, me davam uma bela vista.

Eu não podia ver muito, era alta a madrugada e não haviam muitas luzes acesas no jardim, mas a piscina redonda com uma pequena ilha no centro, estava visível. Ela era circundada por luzes azuis, o que só deixava a agua mais bela.

Ao lado havia uma enorme tenda de pérgulas de madeira, onde belas lamparinas redondas estavam penduradas. Em seu centro, um longo colchão branco com alguns travesseiros.

Eu não via a hora de conhecer todo aquele lugar, o bom é que teríamos tempo. Três dias e meio!

Uma brisa leve bateu contra meu rosto, fechei os olhos normalizando minha respiração.

O céu estava estrelado, os únicos barulhos que haviam eram os dos grilos, sapos e corujas, até a porta do quarto ser aberta com um baixo rangido.

Meu coração disparou em meu peito. Não precisei me virar para saber que era ele. Meu calor só aumentou assim como minha excitação.

Eu podia ouvir cada passo que ele dava no piso de madeira, e a cada som, mais minha expectativa aumentava.

Droga!

Tive de morder a língua para prender o palavrão, quando senti as mãos quentes em minha cintura.

—Achei que estivesse dormindo.

Sua boca roçou em minha orelha a cada palavra sussurrada. Um arrepio subiu por minha coluna, minha boceta já escorria.

—E você achou que eu fosse conseguir dormir?

Sua risada rouca antecedeu a mordida que ele deixou em meu ombro. Fechei os olhos, suas mãos subiram por minha camisola puxando-a por meu corpo.

Ergui meus braços e facilitei a saída da —única— peça que eu vestida. Sorri grandiosamente, ao ouvir a respiração de Edward ficar alterada.

Seu peito colou em minhas costas, ele estava sem camisa e muito, muito duro, constatei quando senti seu pau pressionar a volta das minhas costas.

Porra, porra!

Suas mãos tocaram meus ombros, ele inclinou a cabeça, sua boca roçou em meu pescoço ao mesmo tempo em que seus dedos desciam por meus braços.

Lubrifiquei minha boca, fechando mais minhas pernas na busca de algum alivio para minha boceta. Ela pedia atenção, assim como meu clitóris.

Quando as mãos de Edward tocaram as minhas, ele as arqueou para cima, logo eu entendi o que ele queria.

Apoiei as mãos no vidro da janela, agradecendo por não ter o erguido por completo.

—Boa menina.

Murmurou beijando minha nuca. Empurrei meu quadril para trás deixando minha bunda colidir com seu pau.

Ele gemeu baixo, eu sorri olhando-o por cima do ombro. Os olhos dele estavam perigosos. Eu sempre amei o perigo!

Tentei controlar minha respiração, mas o tapa que Edward deu em minha bunda, não ajudou muito.

A ardência do local, se espalhou por todo meu corpo, engoli seco, se ele fizesse isso de novo, eu ia gozar.

—Amor... – Edward chamou puxando meu quadril para trás, seu peito estava colado em minhas costas.

—Hm.

Minha resposta foi praticamente inaudível, porém não achava que Edward estava esperando por ela.

—Não podemos fazer barulho, então preciso que fique quietinha. – seus dedos tiravam meus cabelos do meu pescoço. —Você entendeu?

—Entendi. – falei baixinho. Senti o sorriso de Edward crescer em minha pele, sua mão desceu por minha barriga parando sobre minha boceta.

Ele me acariciou por fora, seus dedos contornavam meus lábios maiores. Engoli seco, nada de barulho.

Dois dedos adentraram em mim, mergulhando em toda minha excitação. Ele pressionou o indicador em meu clitóris e foi impossível prender o gemido.

Outro tapa estalou em minha bunda.

—Eu disse quietinha, princesa. – proferiu em meu ouvido, sugando meu lóbulo.

Porra! Como ele queria que eu ficasse quieta?

Seu dedo massageou meu clitóris novamente, mordi minha boca com força remexendo o quadril.

Eu queria mais, muito mais.

Chupando meu pescoço, Edward deslizou um dedo para dentro de mim. Rolei os olhos contraindo os dedos do pé.

—Você está molhadinha amor. Prontinha para mim.

Minhas unhas bateram contra o vidro da janela. Caralho, caralho, caralho!

Puxou o dedo, quase retirando-o de mim, para enfiá-lo novamente. Ofeguei, quase engasgando com a saliva.

—Delícia. – voltou a sussurrar em meu ouvido, o gemido parou na ponta da minha língua, a qual tive de morder fortemente. —Diz para mim o que você quer minha pequena. – seu nariz roçou em meu ombro. —Diz.

—Eu quero... – comecei a dizer, contudo fui interrompida por outro dedo de Edward que deslizou para dentro de mim. —Caralho, Edward! – minha voz saiu mais alta do que eu queria, e eu recebi outro tapa.

—Hm, você quer meu caralho, é?

Suas palavras sujas foram tão sexys que me tiraram o ar. Precisei suspirar profundamente.

—Sim, quero... – minhas palavras se perderam quando seus dedos estocaram dentro de mim. —Amor, por favor.

Usei meu fio de voz para pedir. Eu queria seu pau dentro de mim, metendo com força, me fazendo delirar de prazer.

—Abra as pernas amor. – aquilo não foi um pedido, eu rapidamente obedeci. —Muito bem. – cerrei os dentes em uma frustração muda, quando ele tirou a mão da minha boceta. —Porra, você tem um gosto maravilhoso. – por cima do ombro, eu o vi chupar os de dedos. Aquilo foi a cena mais excitante que eu já havia visto. —Vou chupar você depois. – anunciou se afastando para se livrar do short.

Como é que se respira mesmo?

A pergunta surgiu e sumiu em minha cabeça em um estalo de dedo, quando Edward colou seu corpo no meu novamente, ele já estava nu.

Ainda o olhando, eu o vi segurar a base do seu pau, que me pareceu ainda mais delicioso.

Eu o faria segurá-lo para eu poder chupá-lo, ah faria sim!

—Nada de barulho amor. – ele relembrou, sua mão livre puxou meu quadril e eu senti a cabeça do seu pau pressionar minha entrada.

Ele entrou de vagar em mim. Sua pele quente me abrindo aos poucos. Fecheis os olhos puxando o ar com força.

Uma vez dentro de mim, ele se colou em mim, sua cabeça infiltrada no vão do meu pescoço, as mãos sobre as minhas.

Ele estocou de vagar no começou, me provocando, me fazendo contorcer a sua frente, contudo, assim que começou a meter com força eu fui abraçada pelo prazer.

Edward alcançava lugares deliciosos, indo e vindo com um ritmo e força deliciosamente violentos, ele mordia meu pescoço para barrar os gemidos.

Muito esperto, ele abafava seus urros em minha pele, enquanto eu tinha de morder a boca, tentar respirar fundo e engolir os gritos que queriam sair de mim.

Quando o orgasmo chegou, o som gutural escapou por minha boca. Dessa vez, Edward também gemeu.

Um zumbido tomou meus ouvidos, minha respiração se perdeu, meu coração estava a ponto de saltar para fora de mim e eu tremia. Tremia inteira.

Edward sustentou meu corpo até me pegar no colo. Ainda estava anestesiada quando ele nos deitou, o lugar não era macio, nem um pouco.

—Estamos no chão?

Perguntei baixo, minha voz estava escassa. Ele sorriu ao assentir, suas mãos seguravam as minhas ao lado da minha cabeça.

—Sim. – confirmou. —Quero você de quatro para mim. – contrai os músculos da minha boceta com suas palavras sedutoras. —Mas antes... – ele começou a descer a boca por mim. —Vou chupar você.

Nossa noite foi longa. Deliciosa. Era incrível como só melhorava. Incrível.

Após me comer de quatro, ele me colocara sobre ele, me deixou de costas e fez cavalgar em seu pau.

Aquilo me fez delirar, para variar e também me deixou exausta, ainda no chão, enroscada em Edward, eu apaguei.

Quando eu acordei, o quarto estava claro, eu estava na cama e sozinha. Se não fosse por minha camisola no chão e o vidro da janela erguido, eu iria pensar que a noite passada fosse apenas um sonho.

Um sonho muito, muito bom!

—Bom dia! – fui saldada por Esme assim que sai do quarto. Ela sorria para mim, como sempre muito doce.

—Bom dia. – respondi enquanto ela se aproximava de mim. Estava muito bem vestida, uma calça flare jeans de cós alto e uma blusa larga de véu sem mangas no tom salmão.

—Feliz dia de ação de graças! – ela me abraçou, mesmo surpreendida, retribui.

—Obrigada, feliz dia de ação de graças também! – desejei recebendo novamente seu sorriso.

—Você deve estar com fome, não é! – seu braço passou por meus ombros. —Vamos descer, você precisa tomar café.

Esme era tão gentil, tão meiga! Eu tinha a melhor sogra de todas!

—Hoje nós tomamos café lá fora, está um dia tão lindo! – comentou afagando meu braço, enquanto me conduzia pela casa.

Nós passamos pela cozinha, tentei não me fascinar com o cômodo, mas fora impossível.

Ela era um espetáculo, que ficava em um ambiente aberto junto com uma sala de jantar e de estar, e contava com uma enorme bancada de mármore que com toda certeza servia como mesa para convidados dependendo do evento.

Nós atravessamos duas portas francesas e eu novamente me deslumbrei. Na área grande, havia uma mesa redonda bem espaçosa.

Meu estomago mandou recados me deixando ciente do quanto eu estava com fome.

Havia tanta coisa ali, frutas, pães, cereais, waffles, panquecas, sucos, leite... Era difícil escolher o que comer.

—Vou lhe fazer companhia até Edward chegar. – Esme se sentou ao meu lado. Seria bom ter a companhia dela, mesmo querendo a de Edward também.

—Alice ainda não chegou? – questionei colocando um pouco do suco no copo.

—Não, ela vem depois do almoço. Vai almoçar com os pais de Emmet.

—Ah... Ela vai ficar feliz por ver que trouxemos o Nemo. – Esme me olhou sem entender. —O peixe. – expliquei a ela, nós duas rimos juntas.

—Ela falou tanto sobre esse peixe. – soltou o ar pela boca, o barulho de carro chegando a fez sorrir. Virando minha cabeça, olhei na direção que ela olhava.

Uma caminhonete cabine dupla prata, se aproximava, ela era enorme.

—Chegaram!

Esme soou animada ao falar. O carro deu a volta na estrada, pelo o que eu entendia, estávamos nos fundos da casa, provavelmente o carro pararia no mesmo local de ontem.

Não demorou nem cinco minutos para Carlisle e Edward atravessarem as portas francesas.

Eu hiperventilei na cadeira ao ver meu namorado. Ele estava sem camisa, apenas de calça jeans e botas.

Acho que se ele estivesse de chapéu, eu teria gozado ali mesmo.

Fiz uma nota mental sobre fazê-lo se vestir assim para mim, seria muito sexy.

—Bom dia. – Carlisle me desejou após beijar a testa de Esme. —Feliz dia de ação de graças, Bella.

—Bom dia. – proferi me pondo de pé, para aceitar seu rápido abraço. —Feliz dia de ação de graças.

Ele se afastou de mim sorrindo, e então, Edward se aproximou. Seu sorriso dizia coisas que seus pais não podiam ouvir.

Segurou minha cintura e me puxou para um abraço, sua boca se colou em minha orelha.

—Dormiu bem? – sua pergunta foi alta o suficiente para que Carlisle e Esme ouvissem, raspei as unhas em sua nuca, respondendo a sua provocação.

—Muito bem e você? – Edward beijou meu pescoço, se afastou um pouco para poder me olhar.

—Muito bem. – usou minhas palavras, ia morder o lábio, mas seu beijo rápido me impediu. —Feliz dia de ação de graças.

Quando desejou, não notei nenhuma provocação em sua fala.

—Para você também, amor. – afaguei seu rosto com a mão, antes de voltar a me sentar. Ele se colocou ao meu lado, o sorriso não deixava sua boca.

—Esme, sua mãe me ligou. – Carlisle disse levando a xicara de café aos lábios. —Disse que não está conseguindo falar com você, acho melhor verificar seu celular.

—Ué, que estranho. – ela se colocou de pé. —Bella querida, fique à vontade. – murmurou carinhosa. —Se me dá licença, preciso ir ali dentro resolver um assunto.

Eu sorri concordando com a cabeça.

—Claro, tem toda.

Carlisle também se levantou, após me pedir licença também. Eles eram tão educados.

—E então... Já começou a fazer seus agradecimentos? – Edward me perguntou, sua mão afagava a minha.

—Ainda não e você?

—Claro, tenho muitas coisas para agradecer esse ano. – arqueei minhas sobrancelhas vendo seu sorriso aumentar.

—Ah é? O que por exemplo?

—Nada demais. – deu de ombros. —Faculdade, família, amor... – meu coração bateu mais forte com a última palavra.

Eu respirei fundo, minha mão acariciou seu rosto.

—Vou agradecer isso também. – falei sabendo que ‘família’ não se enquadrava nisso. —Mas tenho um motivo muito especial.

—Hm e que motivo é esse? – ele se inclinou, meu sorriso torto estava em seus lábios.

—Ter encontrado você. – soltei, minha voz saiu um pouco mais baixa. O sorriso de Edward aumentou, sua mão segurou minha nuca e então, ele me beijou.

Suspirei encantada.

Eu precisava e muito, agradecer por tê-lo em minha vida.

Notas finais
Bella apaixonada *--* hehe Próximoo e teremos o jantar o/ Nos vemos gatinhas :3 Um bom fim de semana e uma boa prova pra quem vai prestar enem ^^ Se cuideem :) Beijõõões da Nick :*