Última Chance
11 Capítulo 11: Café da Manhã.
Eles chegam em casa exaustos, tomam um banho rápido domados pelo cansaço e se deitam na cama caindo em um sono profundo e relaxante. Vanessa acorda por volta de 9 horas da manhã mas Roland permanece dormindo, com o rosto sereno e tranquilo, ela então desce para a cozinha morrendo de fome e sentindo um pouco de desconforto no estômago. Decide preparar um bom café da manhã com tudo que eles têm direito.
— Panqueca, omelete, bacon, mel, suco de morango e alguma fruta. — Decide em voz alta falando sozinha, indo pegar os ingredientes para começar a preparar.
— Falando sozinha é? — Roland entra na cozinha com cara de sono, com o cabelo bagunçado e vestindo uma calça de moletom. Vai em direção a esposa e beija ela.
— Bom dia, amor. Dormiu bem? — Ela retribui o beijo afagando o cabelo macio dele.
— Bom dia. Sim, e você?
— Sim, eu estava exausta e para variar acordei com aquele velho incômodo no estômago. E sim, eu sei, você me disse isso ontem e você sempre tem razão.
— Ainda bem que você sabe. — Ele sorri convencido.
— Com fome? Estou preparando um farto café da manhã, acordei louca de fome.
— Pior que eu também, muita fome!
— Só um minutinho, já está quase tudo pronto. Quer panqueca ou omelete?
— Nesse momento quero os dois. — Os dois riem.
— Pois bem, vou te acompanhar nessa.
Ela termina de preparar e serve o café em pratos aquecidos e senta na mesa de frente para ele.
— Quer suco ou café? — Pergunta Roland servindo a esposa.
— Vou de café mesmo.
— Mas e então, nossa viagem? Já se decidiu?
— Sim, vamos. Já havia lhe dito, amor. Está ficando velho e esquecido, é? Olhe lá. — Eles sorriem, desfrutando do café e da conversa tranquila.
— E o destino? Praia mesmo?
— Isso, praia. Pegar um sol, andar de barco e curtir a natureza.
— Olha só pra garota da cidade grande! — Provoca bem-humorado, e a Vanessa faz beicinho.
— Quando vamos? Por mim pode ser pra já, aproveitar a alta temporada.
— Semana que vem? Ai dá tempo de organizarmos tudo.
— Sim! — Comemora animada. — Preciso comprar alguns biquínis, afinal não usamos muito por aqui.
— Biquíni? — Pergunta fingindo não entender, abusando ela.
— É, biquíni. Vamos para praia, você queria o que? Que eu comprasse um vestido de festa? — Retruca levantando uma das sobrancelhas.
Roland aperta os olhos e a boca fingindo estar bravo e de repente se levanta e pega a Vanessa jogando ela no ombro e dando um tapa na bunda dela. Ela ri surpresa se divertindo.
— Vamos lá para cima sua respondona e malcriada, vou te ensinar uma lição. — Ele sorri ao mesmo tempo que finge estar bravo, segurando a esposa no ombro e indo para o quarto.
Chegando no quarto ele joga ela na cama enquanto ela ri, sobe em cima dela e se apoia com os braços ao lado da cabeça dela enquanto encara ela que permanece sorrindo igual a uma boba. Ela coloca a mão no quadril dele e delicadamente vai arrastando as unhas pelo pé da barriga até chegar na abertura do moletom, então coloca as mãos por dentro do moletom. De repente ela empurra ele com toda força fazendo ele deitar na cama e ela fica por cima dele, prendendo as pernas ao lado do corpo dele. Roland olha para ela com um olhar ansioso e apaixonado sabendo exatamente o que ela pretende fazer. Ela retribui o olhar ansioso dele com um sorriso sensual e travesso e abaixa a cabeça concentrada em seu objetivo passando a língua nos lábios, agarra a barra do moletom e abaixa deixando o membro dele livre. Ela sente, escuta e percebe a respiração dele alterar ficando mais ofegante e curta, a barriga dele sobe e desce em expectativa enquanto encara ela. Em um movimento preciso ela agarra o membro dele com uma das mãos e com a outra acaricia a barriga dele, descendo os dedos pelo seu "caminho da felicidade" fazendo ele suspirar e gemer, um gemido baixo e rouco vindo do fundo da garganta que deixa ela mais excitada. Com a mão que está no membro ela faz movimentos para cima e para baixo estimulando ele, depois aperta de leve e acaricia toda aquela extensão volumosa e rígida alternando entre o início e a base. Vanessa olha para ele de relance e observa a expressão de puro desejo e tesão em suas feições bem esculpidas, então abaixa o rosto tocando seus lábios no membro dele, primeiro sentindo aquela textura e temperatura que ela tanto conhece e adora e depois passando a língua, beijando e assoprando causando nele uma confusão de sensações gostosas. Ele respira com dificuldade e alisa o cabelo macio dela, e quando ela coloca o membro na boca ele empurra de leve a cabeça dela para baixo estimulando ela a continuar e a ir mais fundo e mais rápido. E ela prossegue ali naquela região, aumentando os movimentos cada vez mais implacáveis e longos, indo mais fundo, explorando com os lábios toda aquela região. Roland já estava no limite da excitação, tentava prolongar aquele momento mas as sensações já estavam deixando ele doido, ele já sentia o corpo querer se libertar e a Vanessa só fazia ir mais fundo estimulando mais e mais, incessante. Rapidamente ele toma forças e vira a Vanessa deitando ela na cama, ela lambe os lábios e ele penetra fundo nela deitado sobre seu corpo, ela geme alto e agarra os ombros dele apertando. Com a cabeça enfiada no pescoço dela ele penetra bem forte fazendo barulho, fazendo ela se tremer toda sentindo as pernas bambas com aquela invasão bruta e ele tenta mas não consegue mais aguentar e então se liberta graciosamente nela, gozando e suspirando tentando prolongar os movimentos ao máximo sabendo que ela ainda não atingiu o ápice. Ele se sente exausto e sem forças depois daquele êxtase todo mas ela pede por mais movimentando a pélvis em direção a ele, passando a mão no cabelo dele sentindo a sensação familiar crescer dentro dela concentrada naquela região tão sensível do seu corpo. Roland prossegue com os movimentos profundos e rápidos, e enfim leva a esposa ao ápice de sua excitação, fazendo e sentindo ela gozar em torno dele, com o corpo tremendo rígido protestando por aquele momento e então ele permanece parado deixando que ela sinta todo o prazer ao máximo. Vanessa respira com dificuldade sentindo os músculos passarem de rígidos a frágeis quando a sensação vai sumindo e a adrenalina vai baixando transformando o corpo dela em uma espécie de gelatina. Os dois permanecem ali naquela mesma posição por alguns segundos, esperando que seus corpos se acalmem e suas respirações se normalizem. Roland então beija carinhosamente a testa dela.
— Eu te amo.
Ela sorri apaixonada e beija docemente os lábios dele.
— Eu também, Roland.
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