Ética Do Amor
5 Um lado diferente
Notas iniciais
— Senhor Cullen? – Perguntei igualmente confusa enquanto o encarava.
— Bella! – Disse Emmet sorrindo.
— Nossa, mas que coincidência! – Disse Rose vindo até mim e me abraçou.
— Espera, vocês se conhecem de onde? – Carlisle perguntou confuso.
— Ela é a assistente social que está vigiando o Edward lá na empresa. – Disse Emmet.
— Sério? – Perguntou surpreso e depois olhou para minha mãe. – É mesmo, eu me recordo de você ter me dito que a sua filha era assistente social.
Olhei para o Cullen e ele já tinha até sentado no sofá. Por um segundo cheguei a pensar que ele viria me cumprimentar. Tolinha! Na verdade ele parecia bastante entediado. Normal, afinal, o maldito não gostava de gente.
Emmet, Rose, Carlisle, minha mãe e eu nos sentamos no enorme sofá de canto, impecavelmente branco que cabia dez pessoas confortavelmente, mas é claro que o senhor sociável se sentou em uma das duas poltronas que estavam distribuídas pela sala, com um copo de uísque em uma das mãos.
— Sente-se conosco Edward. – Carlisle chamou amigavelmente.
— Não obrigado. – Ele disse com aquela cara de paisagem que sempre fazia. – Já está ficando tarde, tenho que ir embora.
— Nem são dez horas ainda. – Disse Carlisle. – Fique ao menos até o jantar ser servido. A empregada falou que faltam menos de dez minutos para que fique pronto.
— Fora o tempo que levarei para comer. – Ele disse.
— Ah Edward, qual é? – Disse Emmet. – Você quase nunca fica com a gente. Perder mais uma horinha aqui é tão doloroso assim?
— É muito fácil pra você dizer isso. Porque se você chegar atrasado ou faltar, é só arrumar qualquer desculpa esfarrapada e está tudo certo. Agora se eu me der ao luxo de fazer isso, todo o meu trabalho pra manter as coisas em ordem vai embora.
— Edward, a questão aqui não é o seu trabalho. – Disse Carlisle. – Nós estamos com visitas, custa ser cordial ao menos agora? Você não trabalhou hoje e nem vai trabalhar amanhã.
— Não trabalho na empresa, mas e em casa? Que eu tenho que preparar tudo para a semana seguinte? – Disse com a voz elevada. Eu já estava me mordendo de raiva, será possível que ele não consegue ser agradável em momento algum? – Poxa, eu estou aqui mesmo estando morto de cansaço de tanto imaginar alguma estratégia praqueles asiáticos que a senhoria Swan sabe muito bem quem são, assinarem o maldito contrato. Parece que nada que eu faço é o suficiente!
E então o Cullen se levantou furioso, soltou seu copo de uísque friamente em cima da pequena mesinha de centro da sala e saiu a passos fortes e largos, deixando um enorme silêncio na sala. Emmet ameaçou levantar, mas Carlisle segurou seu braço.
— Deixe-o ir. – Ordenou. – Final de semana que vem vai ser diferente.
— É tão complicado. – Emmet disse cabisbaixo.
— Me perdoem. – Carlisle disse para minha mãe e eu. – O Edward sempre foi assim. Não importa o quanto a gente tente, ele não muda.
— Eu só não compreendo. – Eu disse pouco me importando para se eles iam ficar magoados ou não por ser tão sincera. – Como pessoas tão educadas e atenciosas como vocês podem ter algum vinculo com alguém como o Cullen.
— São alguns fatores do passado. – Disse Carlisle me deixando curiosa. Eu já estava pronta para perguntar, só que antes que eu começasse a falar, alguém o fez antes.
— Tá na mesa. – Disse a empregada chegando na sala.
— Vamos jantar? – Carlisle perguntou tentando parecer empolgado e todos fomos, deixando o clima chato para trás.
Nós começamos a nos servir com a mesa farta e de muitas opções, minha mãe e Carlisle eram apenas troca de olhares apaixonados, Rose e Emmet também, enquanto eu paquerava o delicioso salmão com aspargos que estava em meu prato.
— Sabe, eu estava pensando em viajar no aniversário da empresa. – Disse Carlisle para todos ouvirmos. – Vai ser sexta feira, então vamos ter o fim de semana também, como todos vocês trabalham na mesma empresa, por que não vamos viajar?
— Por mim fechou. – Disse Emmet imediatamente.
— O que vocês duas acham? – Perguntou para minha mãe e para mim. – Podemos ir de jatinho para algum país vizinho. A viagem não será longa e nós aproveitaremos bastante.
— Nossa, a gente nunca saiu do país. – Disse minha mãe maravilhada.
— E nem temos condições de sair. – Eu disse imediatamente para tirá-la do transe.
— Mas será tudo por minha conta horas. – Disse Carlisle como se fosse óbvio. – Eu estou convidando, eu pago.
— Eu não tenho dia de folga na sexta na floricultura, mas posso falar com a minha patroa.
— Perfeito. – Disse Carlisle empolgado. – E aí Bella, vamos?
— Eu não sei... – Disse pensativa. – Não acho muito legal sair por aí por conta dos outros.
— Deixa disso, eu não me importo em pagar nada para vocês. Vai ser uma honra para mim tê-las lá.
— Mas pro Cullen não. – Eu disse imediatamente.
— Ele provavelmente nem vai. – Disse Rose.
— É mesmo. – Emmet concordou cabisbaixo. – Ele só passa o feriado de 4 de julho com a gente e olhe lá.
— Ah ele vai sim, deixem comigo. – Disse Carlisle. – Mas isso não vai interferir em nada para vocês duas, Bella. Vai ser muito divertido, eu garanto.
— Tudo bem, nós vamos então. – Eu disse mais motivada pela visível empolgação de minha mãe do que da minha. Aturar o Cullen durante três dias não ia ser nada fácil, mas fazer o que?
O resto do jantar foi muito agradável e o motorista nos levou em casa. Assim que chegamos tomei um bom banho, pensando na loucura que foi esta noite, agora eu era meio que irmã de um dos homens mais arrogantes e prepotentes do mundo.
— Mãe. – Eu a chamei assim que sai do banho.
— Oi filha? – Perguntou parando ao meu lado.
— Onde você conheceu o Carlisle?
— A empresa que ele é dono é perto da floricultura, ele vai almoçar no restaurante visinho todos os dias. A gente começou a conversar e as coisas foram fluindo. Agora o que eu jamais ia imaginar é que ele era pai do presidente da empresa que você está trabalhando. E meu Deus, você tem razão, o homem é antipático demais. Nem falou com a gente quando chegamos!
— Não falar com a gente é a menor das coisas né mãe? E ele ter sentado separado de todo mundo? E ele ter discutido com o pai e o irmão? E ele ter ido embora antes mesmo do jantar ser servido? Aquele homem não existe!
— Tomara que o Carlisle não consiga convencê-lo a ir.
— Tomara mesmo. Mas mãe, por que você não fala com ele que não vai se sentir à vontade, porque acha que ele não gostou muito de você e tudo mais.
— Tá louca? É filho dele.
— Eu estou pouco me lixando. Se fosse ao contrário eu ficaria chateada.
— Ele teria razão em ficar chateado se você falasse isso de Emmet. Agora do Cullen? Ele sabe o monstro que tem em casa. E digo mais, é por isso que ele age dessa forma, apronta e na outra semana já está viajando pra outro país. Se fosse meu filho ia aprender a tratar os outros direito na marra.
— É verdade. Mas isso pouco me importa. Eu e o Carlisle estamos bem, ele não está se metendo entre a gente, então tá perfeito.
— Verdade. A senhora tem que se importar só com ele. Se o idiota quiser ignorá-la, ignore-o também.
— Isso mesmo, agora vou tomar o meu banho.
— Vai lá.
Fui para a minha cama e dormi rapidamente. Amanheci empolgada, afinal hoje eu iria para a feira de antiguidades. E toda vez que eu ia para esta feira, torrava mais da metade do meu salário, mas voltava com o sorriso maior do que a cara. Eu já estava com a grana e hoje ia comprar um telescópio, já que o meu estava todo quebrado. Depois de fazer a minha higiene matinal, me arrumei, tomei café da manhã com a minha mãe e fui com a lambreta até a feira. Assim que cheguei, deixei minha moto no estacionamento e entrei, olhando algumas peças muito interessantes, e algumas muito caras também. Foi então que encontrei o telescópio, praticamente corri até ele, foi realmente de encher os olhos.
— Posso ajudar? – Perguntou o simpático vendedor.
— Pode sim. Vou levar este telescópio.
— Vou levar para passar no caixa. A senhorita pode me esperar no balcão.
— Tudo bem.
Fui até o balcão e fiquei observando as coisas que tinham nas estantes, distraída.
— Eu tenho esse aqui do Led Zeppelin. – Disse alguém perto de mim.
— Houses of the holy? Já tenho. – Disse uma voz conhecida. – Tem o Coda deles?
— Vou dar uma olhada.
— Tudo bem.
Imediatamente me virei e ergui uma sobrancelha ao ver de quem se tratava. Era o Cullen, mas o que mais me assustou não foi vê-lo, mas vê-lo ali, e de trajes que não fossem aquele terno formal, ele usava apenas uma calça jeans, uma camisa branca por baixo da jaqueta de couro preta e sapatênis preto e cinza. Ele também estava com o cabelo mais desgrenhado e cacete! Como ele estava sexy. Não demorou muito para que ele olhasse para mim também e me flagrasse o encarando com cara de babaca.
— Senhorita Swan? – Perguntou também confuso.
— O que faz aqui? – Perguntei.
— Eu que lhe pergunto. Tenho a visto mais do que gostaria ultimamente. – E toda a sensualidade vai pelo ralo quando o maldito abre a boca.
— Sua simpatia me comove. – Disse irônica e ele deu um sorriso sem humor.
— Anda me perseguindo?
— Não, eu só vim comprar o meu telescópio.
— Em um antiquário?
— É. Um novo é muito caro. Tá aí um presente que você poderia ter me dado ao invés daquele vestido que eu nem tenho ocasiões para usar.
— Algum dia terá. Se quiser posso lhe dar um telescópio novo também.
— Não. – Eu disse imediatamente. – Não quero nenhum tipo de presente seu. Mas e você? O que veio fazer aqui.
— Aqui. – Disse o vendedor que o atendia com três discos de vinil em mãos. Não tenho o “coda”. Mas chegaram esses aqui. “Is this it” do The strokes, “Radio Ga Ga” do Queen e “Meat is murder” do The smiths.
— O Meat is murder é meu. – Quase gritei. – Há anos procuro por esse cd, minha mãe tem um aparelho antigo que reproduz vinil, então eu vou levar.
— Acontece que eu quero levar o Meat is murder. – Disse Edward sério.
— Eu só tenho um. – O vendedor avisou.
Edward e eu trocamos olhares mortais e então para a minha surpresa, ele riu.
— É todo seu. – Disse Edward rindo. – Eu até ia levar, mas só pra ter mesmo. The smiths é uma droga.
— Hei. – Eu disse irritada. – The smiths é uma das melhores bandas de todos os tempos.
— Discordo. The Beatles e Oasis são infinitamente melhores.
— São maravilhosos. Só que The smiths também é bom, muito bom.
— Eu não vou te julgar. The smiths é banda de mulherzinha mesmo.
— Não é! – Praticamente gritei. – Conheço muitos homens extremamente másculos que adoram.
— Talvez não sejam tão másculos assim. – Disse vagamente e eu tive vontade de bater nele, mas ele estava tão... Tão estranhamente sexy discutindo comigo não no sentido discutir de verdade, mas uma discussão saudável, onde ele até se arriscava sorrir às vezes.
— Aqui senhorita. – Disse o vendedor que me atendeu inicialmente. – O seu telescópio.
— A senhorita vai querer o vinil do The smiths? – Perguntou o cara dos vinis.
— Sim. Mas coloca em sacolas separadas pra não quebrar o vinil.
— Tudo bem. E você Edward? – Edward? Ele vinha aqui com tanta frequência assim a ponto do cara chamá-lo desse jeito? – Vai querer os outros dois?
— Vou sim. Apesar de não gostar muito de rock alternativo, pode mandar o The strokes junto.
— Rock alternativo é o melhor gênero musical que existe e The strokes também é uma das melhores bandas de todos os tempos. – Eu juro que não queria implicar nem nada disso, mas ele estava ofendendo as minhas bandas favoritas.
— Tudo bem Swan, antes isso do que gostar de Hip Hop.
— Eu também gosto de algumas músicas de Hip Hop. Algum problema?
— Sério?
— Não. – E então ambos sorrimos.
O cara dos vinis deu uma sacola para Edward e a outra para mim. Edward pagou pelo que comprou e eu paguei pelo que eu comprei. Nós saímos juntos, um ao lado do outro. Eu não sabia direito o que fazer, então apenas continuei andando, em direção ao estacionamento, mas ele permanecia ao meu lado.
— Está de carro? – Perguntou.
— Moto.
— A senhorita pilota?
— Sim.
E o silêncio se estendeu por mais além. Até passamos pelo seu carro.
— É aqui que eu fico. – Avisou.
— OK. Até amanhã então.
— Até. Só não perturbe muito a minha nova madrasta com esse vinil do The smiths.
— Tchau Cullen. – Eu disse enfaticamente.
Fui até a minha lambreta e tentei ligá-la, mas nada dela pegar.
— Mas que droga!
— Algum problema aí Swan? – O Cullen perguntou ao passar com seu carro ao meu lado.
— A maldita não quer pegar.
— Quer uma carona até em casa?
— Eu não sei... Acho melhor não.
— Vamos logo Swan. Aproveita que estou de bom humor. – Disse dando um falso sermão e eu sorri.
— Tá, mas eu vou deixar a minha moto aqui?
— Eu tenho os meus contatos, em menos de uma hora ela vai estar na sua casa, consertada.
— OK então.
Fui até a porta do carona e entrei no carro luxuoso, ainda meio insegura em relação ao comportamento do meu querido colega de trabalho. Ele estava sendo um tanto quanto simpático e solícito. Essas não eram características do Edward. Talvez ele só fosse daquele jeito no trabalho. Mas ontem, durante o jantar não estávamos no trabalho. Ou talvez o mau humor de ontem à noite tenha sido resultado de algum estresse durante o dia.
Eu estava tão pensativa sobre tudo que nem percebi que já havíamos chego na minha casa, mas espera, eu não me recordo de ter dito a ele sobre o meu endereço.
— Como você sabe onde fica a minha casa? – Perguntei confusa.
— Tenho meus contatos. – Disse com um leve sorriso. – Agora vá. Eu tenho que preparar uns relatório pra amanhã ainda.
— OK. Mas e quanto a minha lambreta?
— Eu mando entregar na sua casa.
— Obrigada. Até amanhã então. – Eu disse sorrindo e ele apenas assentiu com a cabeça.
Assim que entrei em casa parei e analisei a situação com curiosidade. O idiota que vinha me tratando com hostilidade, frieza e demitia funcionárias que precisavam do emprego como se não significassem absolutamente nada era o mesmo cara que agora de manhã estava em uma loja de antiguidades comprando vinis, discutindo comigo sobre rock alternativo e ainda por cima me deu uma carona? Isso parecia tão estranho. Ainda mais para alguém como Edward Cullen. Eu sabia que ele não era uma pessoa muito normal, e talvez até meio bipolar, mas a este ponto? Eu estava realmente muito confusa.
— Posso saber quem é o dono desse carrão que te deixou aqui? – Minha mãe perguntou chegando na sala e me assustando.
— Ninguém demais.
— Sério? Porque eu te conheço e sei que poucas coisas te tiram do prumo e olha só pra você. Toda pensativa.
— Eu só estou confusa.
— Sobre o que?
— Tem como alguém em determinado dia agir completamente diferente da forma que está habituado a fazer?
— Filha, quem entende sobre comportamento humano aqui é você.
— Sim, mas eu sei que ele não tem transtorno bipolar nem nada disso, senão jamais dariam um emprego desse gênero a ele...
— É o Edward?
— Sim, o Cullen.
— Por que nunca o chama de Edward?
— Porque nossa relação não permite isso.
— Sim, mas estamos só nós duas aqui.
— É, mas eu não posso me permitir tanta intimidade direcionada a ele, ainda que secretamente. Porque ele é...
— Ele é... – Incentivou já desconfiada do que eu diria.
— Ele é muito articulado e sensual, eu não sei, mas tenho muito medo de cair nas garras dele.
— Então há uma atração aí?
— Física sim. Não tem como negar, mas não passa disso.
— Que bom. – Minha mãe disse parecendo aliviada. – Não quero você envolvida com alguém como ele. Pelo que o Carlisle me falou esse filho dele é meio problemático.
— Como assim? – Perguntei interessada.
— Eu não sei direito. O Carlisle não gosta muito de falar sobre. Mas pelo pouco que ele me falou, há algumas coisas enterradas no passado para o Edward ser assim.
— Eu queria muito saber sobre o que houve. – Eu disse já instigada.
— Por quê? Você só tem que fazer o seu trabalho. Deixe esse homem e a vida dele pra lá.
— Mas mãe, saber se há algum trauma passado na vida desse Edward pode me ajudar muito, a senhora não tem noção do quanto!
— Por quê?
— A maioria das atitudes das pessoas em relação às outras são reflexo do que elas viveram anteriormente, das suas experiências passadas. Se alguém já foi muito magoado por confiar demais em outra pessoa, a chance dela não confiar facilmente em mais ninguém é enorme. E algo me diz que essa personalidade do Edward tem relação sim, com alguém que já o magoou muito no passado.
— E em que isso pode ajudar no seu trabalho?
— Creio que o entendendo melhor, o convívio vai melhorar e com o convívio melhorando, eu fico menos estressada durante esse tempo que tenho que trabalhar ao lado dele.
— Tudo bem. Eu vou tentar tirar alguma coisa do Carlisle, mas não garanto nada.
— Tá OK. Eu tento descobrir pelo Emm ou pela Rose.
O dia seguinte começou cheio de expectativas para mim, já que ontem mesmo, minha moto chegou, já consertada. Eu queria dizer pro Cullen que eu tinha que pagar por aquilo e tentar ser simpática ao máximo com ele, para que talvez aquele bom humor de ontem perdurasse. Mas é claro que era uma esperança tola, já que assim que cheguei já fui recebida com hostilidade. Não tinha jeito. Uma vez Cullen, sempre Cullen.
Notas finais
Roupa da Bella: http://mariacarolinefanfics.blogspot.com.br/2013/06/look-bella-etica-do-amor-capitulo-5.html
Carro do Edward:
http://mariacarolinefanfics.blogspot.com.br/2013/06/carro-do-edward-audi-r8-etica-do-amor.html
E aí? O que acharam? Esse lado do Edward é novo não é mesmo? Hahaha. Mas acho que já deu pra sacar que o bom humor foi só no fim de semana mesmo, né? Queria agradecer à todas que comentaram e tal. Os reviews aumentaram e eu to feliz :D Lá pro meio da semana que vem devo estar aqui novamente, não se esqueçam de comentar pra dizer o que acharam. Até mais!
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