Ética Do Amor
14 O paraíso na terra
Notas iniciais
Era sábado de manhã eu não sabia ao certo o que levar para a ilha de Edward, não por não saber com quais roupas deveria estar, mas sim por não saber qual das que eu tinha eram as melhores. Ele tinha saído pra resolver tudo para nós podermos ir, enquanto a minha única missão era aprontar minhas malas. Então foi o que fiz, mesmo com certa dificuldade para terminar e tudo mais.
Quando eram dez horas recebi uma mensagem de Edward.
“Coloque o vestido que eu comprei para você assim que nos conhecemos na mala e desça. Já estou te esperando.”
Colocar o vestido na mala? Mas aquele vestido era social demais. O que Edward estava pretendendo com aquilo tudo? Não fazia ideia, mas com certeza descobriria em breve. Peguei o vestido, colocando-o na mala e desci em seguida.
– Você quer ir de helicóptero, ou de iate? – Perguntou simplesmente como quem pergunta se você quer hambúrguer ou cachorro quente.
– Acho que prefiro o iate. – Eu disse sem muita certeza. Ambos pareciam interessantes.
Edward assentiu com a cabeça.
– Ligar Matt.
– Ligando Matt. – Disse uma voz mecânica vinda de algum lugar, o que me assustou um pouco.
– Pois não, senhor Cullen. – Disse uma voz masculina do outro lado da linha.
– Prepare o iate, estarei aí em meia hora.
– É pra já. – Respondeu o rapaz.
– Encerrando a chamada. – Disse Edward.
– Chamada encerrada. – Disse a voz mecânica novamente.
Em alguns minutos Edward e eu chegamos na Marina onde havia vários barcos, lanchas e iates, um mais lindo que o outro. E o dele, é óbvio, era um dos mais bonitos, todo preto e prata, com as janelas em vidro fumê, grande, mas não muito. Era de encher os olhos.
– Vamos? – Perguntou com aquele sorrisão torto que só ele sabia dar.
– Vamos sim. – Respondi segura.
Edward me levou até o grande iate e assim que entramos, havia um homem lá, o que me assustou de inicio, mas isso foi só até eu perceber que Edward o conhecia.
– Matt. – Disse ele ao homem baixinho de meia idade que estava à nossa frente. – Esta é Isabella Swan, minha acompanhante. Bella, este é Matt, ele cuida do meu iate.
– Muito prazer. – Eu disse estendendo a mão que foi apertada firmemente por Matt.
– O prazer é todo meu, senhorita. Senhor Cullen. – Disse assim que parou de me cumprimentar. – O senhor vai pilotar ou prefere que eu pilote?
– Prefiro que você pilote, para que eu possa fazer companhia à senhorita Swan.
– Tudo bem.
– Vamos então?
– Vamos sim.
Entramos no iate e passamos por uma sala luxuosa, até que entramos em um quarto igualmente luxuoso, no qual Edward deixou nossas malas, em seguida me pegou pela mão e me levou para o lado de fora.
– Pra onde estamos indo? – Perguntei enquanto observava a exatamente tudo, maravilhada.
– Lá pra fora.
Deixei que Edward me levasse para onde ele pretendia e como eu sabia que seria, não me arrependi, nós fomos para uma parte descoberta do iate, onde havia um grande sofá, desses que vão até os pés, perfeitos para assistir filmes, branco. Nos deitamos ali e ficamos observando as estrelas, enquanto nossas mãos estavam entrelaçadas.
– Aqui é incrível. – Eu disse.
– Eu sei, por isso quis te trazer. – Disse baixinho.
Dei um leve sorriso e virei o rosto na direção do seu, para beijá-lo.
– Obrigada. – Edward apenas sorriu em resposta.
Assim que chegamos na ilha, fomos caminhando pelo píer. Edward segurou minhas mãos e me acompanhou todo o trajeto até sua casa, quer dizer, mansão. Aquilo ali parecia um verdadeiro paraíso. Era como aquelas ilhas dos filmes, com a água cristalina e areia clara.
Edward e eu entramos na mansão e é claro que eu não ia me decepcionar, tudo era muito bem arrumado e organizado, com detalhes rústicos, mas dispostos de uma forma sofisticada.
– Gostou?
– Adorei. – Eu disse sorrindo.
Edward segurou minha mão e me levou para um tour pela casa, mostrando cada cômodo e por algum motivo, deixou o quarto principal, por último.
– Por que o quarto ficou por último? – Perguntei sorrindo.
– Não faço ideia. – Disse se fazendo de inocente, enquanto beijava o meu pescoço.
– Você não está jogando limpo. – Eu disse.
– Eu nunca disse que jogava.
E sem dizer mais nada, eu o beijei intensamente. Estava tentando com todas as minhas forças ir devagar com isso, afinal, Edward e eu ainda estávamos nos conhecendo, mas aquela conexão que eu sentia com ele era algo infreável, ou algo bem próximo disso.
Enquanto nos beijávamos as coisas iam ficando mais quentes e eu estava tentando me segurar a todo custo.
– Edward... – Eu disse após certo esforço.
– Hum? – Disse enquanto beijava o meu pescoço.
– Eu acho que devíamos ir mais devagar.
– Por quê? – Perguntou com a voz embargada de expectativa. – Vai dizer que não quer tanto quanto eu?
– Eu quero, mas não acho que deva rolar assim.
– Assim como?
– Na expectativa do momento. Quero que seja especial.
– Especial?
– Sim, Edward, especial.
– Tudo bem. – Disse desanimado. – Eu posso esperar então.
Dei um leve sorriso e o beijei.
– O que vamos fazer agora? – Perguntei.
– Que tal uma praia?
– Eu topo!
Após trocarmos de roupa, Edward e eu saímos da mansão e já estávamos na praia, definitivamente não era nada mal ter uma casa de frente para o mar.
Edward e eu fomos até a praia e ele ficou embaixo de um coqueiro, sentado em uma espreguiçadeira de madeira que havia ali, lendo um livro.
– Vamos. – Chamei.
– É... Não gosto muito de mar.
– Mas por quê? – Perguntei com os olhos arregalados. – Tomar um banho de mar é a melhor coisa que existe.
– Não, faz anos que eu nem entro. A água é muito gelada e salgada, fora os animais que podemos encontrar. Não curto muito.
– Não gosta ou tem medo?
– Não gosto.
– Então por que você tem uma ilha? – Perguntei confusa.
– Não gosto do mar, mas amo a praia. A brisa relaxante, o silêncio. Gosto muito de praia, mas praia vazia. Como eu não posso expulsar as pessoas das praia de Nova Iorque que sempre está lotada, achei melhor comprar uma pra mim.
– Ah, mas você vai entrar comigo. – Eu disse.
– Não, Bella, por favor.
– Vai entrar comigo sim! – Eu disse tirando o livro de suas mãos e o puxando com toda a minha força, o que parecia inútil, já que ele nem se movia. – Vamos Edward, pare de ser preguiçoso!
– Não é preguiça, eu não curto o mar.
– Rapidinho, só uma vez.
– Bella, não. – Disse sério.
– Tá, confesso. – Eu disse cabisbaixa. – Só estou insistindo tanto porque não sei nadar.
– Então, o que vai fazer no mar?
– Eu amo o mar! Ir à praia sem dar, nem que seja, um mergulhinho no mar, é o mesmo que ir ao antiquário e não levar nada.
Ele sorriu.
– Tem piscina lá atrás da casa. Não gosto de mar, mas piscina me agrada um pouco, podemos dar um mergulho lá.
– Não, quero mergulhar neste mar. Olhe só pra ele! Essa água que dá pra ver o chão de tão limpa. É um paraíso! Vir aqui e não poder desfrutar é muita tortura.
– Bella, não adianta. Desde que eu era adolescente eu não entro no mar, não mudarei isso só porque você quer entrar. E além do mais, ela é rasa no começo e as ondas são muito fracas, você pode entrar se quiser.
– Tudo bem, vou sozinha então né? – Eu disse triste. – Se eu morrer lá, a culpa será sua e vão achar que você me afogou porque descobri algo errado na empresa, logo você perderá a presidência e ainda passará o resto dos dias na prisão.
– Posso conviver com tudo isso, mas entrar no mar já é demais. – Disse sorrindo. – Agora vá.
– Tudo bem então. – Eu disse, porém ainda não me dando por vencida, se ele tivesse medo, eu o respeitaria, mas ele apenas “Não gostava”. Custava ele entrar um pouco pra me fazer companhia?
Entrei no mar devagar, sentindo a água que nem estava tão fria e mergulhei, abrindo bem os braços e dando um bom impulso, sem me importar muito com a profundidade na qual eu chegaria nem nada disso, já que além da praia parecer até uma lagoa de tão calma, eu ainda sabia nadar, sim eu sabia. Tudo aquilo tinha a ver com o meu plano de trazer Edward para dentro d'água. Assim que emergi na superfície já não senti mais o chão sob meus pés. Pude avistar Edward lendo calmamente seu livro, parecendo um verdadeiro Adonis. Esperei mais um pouco e então ele olhou para o início do mar, me procurando, seus olhos foram percorrendo ao redor dele até que finalmente chegaram em mim. Bom, essa era a hora do meu teatro. Comecei a me debater na água e ocasionalmente submergir para dar mais realismo. Os flashs que eu ainda conseguia ver dele ocasionalmente revelavam um Edward preocupado, olhando em volta – provavelmente procurando alguém que estivesse por perto para me “salvar” – inicialmente sem saber o que fazer, até que após um longo suspiro, veio correndo, de roupa e tudo para a água. Ele mergulhou e em questão de segundos já estava ao meu lado, me segurando firme.
– Se apoie em mim. – Ele disse enquanto segurava minha cintura com uma das mãos e se mantinha submerso com a outra.
– Não precisa. – Eu disse sorrindo. – Eu sei nadar.
Edward me olhou por um longo instante, parecendo nada satisfeito.
– Puta que pariu, Bella! – Disse irritado enquanto largava minha cintura. – Você quase me matou do coração e ainda me fez entrar, pra nada!
E então ele virou de costas para mim e começou a nadar rumo à praia.
– Ah Edward, qual é? Eu só queria que você entrasse comigo. – Eu disse enquanto nadava atrás dele.
– Mas eu te disse que eu não gostava. Eu jamais te obrigaria a fazer algo que não goste. Você devia ter respeitado. – Disse sério enquanto nadava.
Fiz uma força para nadar mais rápido e quando o passei, entrei na frente dele, que foi obrigado a parar. Naquele ponto a água já batia no meu peito e no tórax dele, então já podíamos ficar em pé para conversar direito.
– Okay, o que eu fiz foi egoísta e idiota. – Eu disse realmente arrependida após raciocinar sobre o que ele disse em relação a respeitar o fato dele não gostar do mar, ainda que não fosse conveniente para mim. – Estou te pedindo desculpa e garantindo que não farei novamente.
Edward respirou fundo enquanto olhava em meus olhos e então deu um sorriso fraco.
– Você me tira do sério, Swan. Mas até que eu vou com a sua cara. – Disse enquanto me puxava para um abraço.
– Está gostando um pouco mais do mar agora? – Perguntei.
– Eu não lembrava o quanto era refrescante dar um longo mergulho no mar.
– Então... Valeu à pena né?
– Valeu sim. – Disse sorrindo e beijando minha testa em seguida. – Quando eu tinha 16 anos, vi um tubarão arrancar a perna de um surfista. Desde então nunca mais entrei no mar.
– Ah! – Olhei para ele sorrindo. – Então é medo!
– Não. Não é exatamente medo, tá mais pra uma forma de prevenção. Sou um homem prevenido, apenas isso.
– Pode admitir Edward. Não há nada de errado em ter medo das coisas. Medo é um sentimento humano.
– Não é medo. – Insistiu e eu decidi não martelar no mesmo assunto. – Vamos sair agora?
– Mas eu pensei que você tinha gostado de entrar de novo.
– E gostei, mas uma coisa de cada vez. Agora vamos.
Edward e eu fomos andando até à praia e assim que chegamos no finalzinho, eu o empurrei, fazendo com que ele caísse sentado e me joguei em cima dele, o beijando ferozmente, ele entrou na minha e nós ficamos rolando na areia.
Depois do maravilhoso almoço que a empregada da casa serviu generosamente para nós dois, Edward me levou para conhecer a ilha, parecendo um turista, com sua câmera pendurada no pescoço. Tinha uma linda piscina com bar molhado, toboágua e várias quedas que simulavam uma cachoeira, com algumas espreguiçadeiras de madeira em volta, um enorme campo onde havia algumas tendas de sapê. Era realmente algo muito bonito. Passamos por um campo de futebol, quadra de basquete, fora todas as áreas com coqueiros, árvores e plantas distribuídas tão harmonicamente que eu tinha certeza que aquilo era obra de um arquiteto, Edward provavelmente. Fomos subindo por escadas de madeira até o alto de uma montanha que tinha ali, não estava entendendo muito bem, mas o acompanhei. Assim que chegamos, entendi do que se tratava. A praia, a casa e todas as coisas que Edward construiu na ilha, ficavam entre duas montanhas pequenas, montanhas essas que estavam ligadas por duas tirolesas, que estavam ao nosso lado. Eu sempre quis ir em uma tirolesa, estava muito animada por estar tão perto disso, mas ao mesmo tempo não queria demonstrar uma empolgação além da conta.
– Vamos? – Perguntou.
– Claro. – Respondi sorrindo.
Edward me ajudou com os equipamentos de segurança e me prendeu à tirolesa, em seguida ele mesmo se arrumou na dele e nós fomos ao mesmo tempo, a sensação era incrível, passamos por cima do mar ao mesmo tempo e os nossos pés quase tocavam na água, assim que chegamos do outro lado, Edward já tomou minha mão e me levou até o Heliporto que havia ali no alto, na verdade ele servia também de mirante, já que ficava no alto da montanha e dava pra ver todo o resto da ilha e o mar, aquela era um pouco menor do que a outra montanha, mas tinha uma vista incrível.
– Aqui é muito bonito. – Eu disse enquanto sentia o vento batendo em meu rosto.
Fui até a beirada do Heliponto e me sentei, vendo aquela paisagem incrível, Edward sentou ao meu lado e me abraçou, ficamos ali por algum tempo, vendo o sol, o mar e conversando ocasionalmente. Até que o sol começou a se pôr e eu não queria estar em qualquer outro lugar deste mundo. Foi então que ouvi um “Click”. Olhei para Edward e lá estava ele, apontando a Câmera pra mim.
– Hei! – Eu disse sorrindo. – Pare com isso! Você provavelmente já tem milhões de fotos daqui.
– E tenho mesmo. – Disse prontamente. – Mas nenhuma delas tem você.
Eu sorri docemente e o beijei.
– Não fale essas coisas se a sua intenção não for me deixar maluca por você. – Sussurrei contra sua boca.
– E quem disse que não tenho essas intenções? – Perguntou sussurrando de volta.
Eu o beijei novamente e uma de minhas mãos estava em seu peito, Edward pegou esta mão e a puxou lentamente para baixo enquanto nos beijávamos. Ele sabia exatamente o que estava fazendo, bom, eu também não estava fazendo nada para impedir. Quando minha mão ficou sob sua calça, ele moldou seus dedos aos meus e apertou, consequentemente fazendo com que eu apertasse seu membro que já estava rígido.
– Isso... – Sussurrou.
– Eu posso fazer bem melhor que isso. – Eu disse enquanto desabotoava e abria o zíper de sua calça.
– Então faz... Por favor.
Coloquei a mão por dentro de sua cueca, já sentindo seu pau por entre meus dedos. Puta que pariu, era bem grosso. Mordi os lábios em expectativa, e então o puxei para fora. Nossa, eu não sabia se era exagero meu por estar tão encantada com a beleza de Edward de uma forma geral, mas seu pênis era bonito, o mais bonitos de todos que já vi, e quando digo bonito, não quero dizer apenas no sentido cor e formato, mas também em tamanho e largura. Arriscava dizer inclusive que deixava muitos desses atores pornôs no chinelo no quesito “pau”. Tentei não parecer muito deslumbrada e voltei ao que estava prestes a fazer. Segurei firme e comecei a movimentar minha mão, para cima e para baixo, acariciando ocasionalmente sua glande com o polegar. Edward arfava e rolava os olhos ao meu lado, essa era uma sensação simplesmente maravilhosa! Dar prazer a alguém é quase tão bom quanto receber. Fui aumentando a velocidade e isso parecia estar agradando, e muito!
– Põe a boca... Vai. – Pediu com a voz rouca em excitação.
– Tenha calma. Uma coisa de cada vez. – Sussurrei.
Continuei movimentando minha mão e massageando seu membro até que ele veio ao ápice e seu sêmen veio em um jato. Edward fechou os olhos, totalmente relaxado, em seguida deitou no chão do Heliporto com os cotovelos apoiados no chão.
– Isso foi incrível. – Disse sorrindo feito uma criança em dia de Natal. – Você é bem melhor do que eu imaginava.
– Ah, então o senhor andou me imaginando?
– Bella, desde que comecei a sair com você, não saí com nenhuma outra mulher, eu sei que tem pouco tempo que estamos saindo, mas já estou subindo pelas paredes, eu te imagino todas as noites, feito um adolescente tarado com os hormônios à flor da pele.
– Edward não diz que você se masturba pensando em mim. – Eu disse rindo.
– Se você quiser eu não digo, mas não vai deixar de ser verdade. – Ele disse sério.
– Ai meu Deus. – Eu disse rindo. – Vamos descer porque já está ficando escuro.
– Vamos. – Respondeu.
Após guardar seu amiguinho em seu devido lugar, Edward se levantou. Me levantei também e nós descemos até a mansão.
– Vá se arrumar. Oito horas quero você linda pra mim. Okay?
– Okay. Mas me arrumar como se fosse sair?
– Sim. Coloque o vestido que eu te dei.
– Tudo bem, mas eu não trouxe nenhuma sandália que combine com ele.
– Não se preocupe com nada disso. Apenas vá até o quarto principal e se arrume para às oito da noite.
– Okay.
Fui até o quarto e surpresa foi a minha ao ver o vestido vermelho que ele havia me dado, em cima da cama e ao lado uma calcinha fio dental também vermelha, uma sandália vermelha com salto agulha, aparentemente era um salto 15. Edward estava de brincadeira comigo, só pode.
Fui até o enorme banheiro da suíte e tomei um bom banho, depois me arrumei. Depois de devidamente perfumada, maquiada, penteada e vestida, saí da suíte e fui até a sala, procurando por Edward, assim que fui até a porta para sair e ver se ele estava lá fora, vi um bilhete manuscrito pregado na mesma.
“Me encontre no iate. Atenciosamente, Edward”
Abri a porta e caminhei até o píer e Graças a Deus o caminho era todo de madeira, caso contrário, não sabia como me manteria em pé na areia com aqueles sapatos.
Caminhei até a porta do iate e quando estava bem próxima, a porta se abriu e lá estava Edward, de terno e gravata. Era mesmo uma noite de gala?
– Queira me acompanhar, mademoiselle. – Disse Edward charmosamente estendendo a mão para mim.
Segurei sua mão e nós seguimos até a área externa do iate, que pra minha surpresa estava completamente decorada, com pétalas de rosas vermelhas, algumas velas espalhadas pelo ambiente, entre outras coisas que deixaram tudo ali num clima bem romântico e aconchegante. Não sabia direito o que esta noite estava reservando para mim, mas de certo, eu gostaria.
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