Notas iniciais
A Toriel tá um pouco.. "Diferente"

Dois olhos amarelados brilharam nas sombras daquela saída. Apenas escutaram uma voz fria e meio rouca dizer:

— O que vocês querem?

Frisk e Flowey congelaram.

— A gente.. Queria.. Passar..

Disse Frisk; Gaguejando.

A criatura caminhou mais perto.

— Passar? Hahahahah! Ok! Vem comigo, criança! Eu sou a Toriel, guardiã das ruínas. Eu vou te levar pro começo e tô nem aí pra como você vai passar pelos puzzles.

Frisk não sentiu firmeza, mas foi mesmo assim. Aquela moça parecia um pouco familiar.. Mas até um pouco... Diferente?..

Toriel parou, e Frisk trombou com ela na frente. Toriel empurrou-a.

— Aqui. Pega esse celular. Se você for atacada, me liga. Eu quero ouvir seus gritos de dor! Hahahah!

Hmmm... Tá. Você já pode ter imaginado a reação da Frisk. Quando se deu conta de que Toriel havia sumido, continuou caminhando, mesmo com medo. Até que um pequeno monstro pulou na sua frente.

— Ribbit. (Humana, eu devo te eliminar.)

Opa. Era o Froggit.

— Quem? Quando? Onde? – Ela ainda achava essas coisas familiares.

— Psiu, acho melhor você sair de fininho. – Flowey comentou.

Frisk foi apenas dando passos pra trás enquanto ouvia Froggit murmurar coisas que ela nem entendia. Quando estava a quase passando para a próxima sala, ela finalmente entendeu alguma coisa.

— Ribbit, ribbit.. (É tudo culpa sua..)

Continuou andando, mesmo não fazendo a menor ideia sobre o que Froggit estava falando. Quando perdeu Froggit de vista, aliviada, outro monstro voou na sua frente.

— Eu não vou pedir desculpa.

Era Whimsun. Também parecia familiar. Frisk estava sem paciência, e quando ia se aproximar para atacar-

— E-espera!! Deixa ele, ele nem fez nada!

Flowey salvou a vida de Whimsun.

— É verdade...

Frisk poupou a alma de Whimsun, que terminou dizendo:

— Você passou por essa. Mas é tudo culpa sua...

Continuou não sabendo do que ele estava falando. Passou pelas ruínas, com Flowey lhe auxiliando em todos os quebra-cabeças e armadilhas (Um tanto perigosos) até que recebeu uma ligação.

“- Oi, aqui é a Toriel. Qual você prefere? Sangue ou órgãos?”

Frisk desligou o telefone. Ficou um POUQUINHO surpresa com o que Toriel disse.

— Não liga pra ela, Frisk. Vamos continuar.

Frisk riu.

— Ei, do que você tá rindo?

— Você fez um trocadilho sem perceber.. Hahah.. “Ligar pra ela”...

— Agh, Frisk! Vamos continuar, então.

Continuaram caminhando pelas ruínas, escutando sempre a mesma frase: “É tudo culpa sua.”

Um tempo depois, encontraram uma casa bem.. Modesta (Na verdade, um pouquinho macabra de mais...) e apenas viram Toriel sair de lá.

— O quê?! Vocês ainda sobreviveram?!

...

— Hahahah! Não tem problema! Melhor pra mim!! Entrem, sejam muito mal vindos.

— Humm.. Obri.. Gada? – Frisk tentou ser educada.

— De nada, filhote de cruz credo. Dorme no tapete.

Frisk e Flowey se ajeitaram no tapete e até que conseguiram dormir.

Frisk acordou e achou uma torta de sangue e órgãos do seu lado.

— Aaaaaah! – Ela tinha se assustado.

— AAAAAAAAAAAH! – E alguém, mais ainda.

Toriel estava no sofá da sala, esperando.

— Já acordaram, pelo que parece?

Notas finais
Eu gostei mais desse capítulo do que do outro! Me fala se vc gostou!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.