Notas iniciais
Desculpem,o capítulo ficou meio monótono e o texto ficou um pouco desconfigurado, não sei o porquê...

Depois que Helena parou de chorar, foi comer o almoço que sua mãe tinha deixado para ela:
— Por que Renê, por que te amar tem que complicar toda a história?
Enquanto isso, Renê foi até a casa de Suzana tentar se desculpar, e Suzana abre a porta com uma cara de choro.
— Oi, Suzana.
— A não Renê, você aqui não, se veio pra falar dos meus joguinhos inúteis de nov pode ir embora. Já não acha que foi demais por hoje não? Não basta você ter me xingado aos berros pra defender sua querida Heleninha sabendo que eu te amo?
— Não Suzana, calma, dessa vez eu tô aqui pra me desculpar, sério, eu perdi a cabeça, eu não devia ter gritado e nem falado aquelas coisas... A gente ainda trabalha junto, não dá pra ficar assim pro resto da vida... Me perdoa?
— Olha Renê, eu preciso pensar, a verdade é que eu me iludi demais com você, você sempre amou a Helena, e eu tentei fazer com que você me amasse, e me iludi. Vamos dar um tempo nesse assunto e depois eu resolvo isso.
Suzana fechou a porta na cara de Renê, bateu na parede e foi escorregando até sentar no chão, chorando baixinho para o Renê não ouvir.
Enquanto isso, Helena estava dando aula á tarde, quando Graça falou:
— Frôzinha, que cara é essa? Que que aquela Jararaca aprontou com tu frôzinha?
— Não Graça, dessa vez não foi a Suzana, dessa vez foi outra coisa. — E continuou sua aula com cara de choro.

Á noite, quando Cristina chegou em casa, encontrou Helena no sofá, chorando, assistindo TV agarrada á uma almofada:
— Filha! Que que aconteceu? Por que você está chorando desse jeito?

- O Renê mãe! Ele descobriu tudo! Descobriu meu trato com a Suzana, descobriu que ela me disse que os dois estavam namorando!

As duas ouviram a campainha tocar, e Cristina foi abrir a porta:

- Renê?

Continua...

Depois que Helena parou de chorar, foi comer o almoço que sua mãe tinha deixado para ela: — Por que Renê, por que te amar tem que complicar toda a história? Enquanto isso, Renê foi até a casa de Suzana tentar se desculpar, e Suzana abre a porta com uma cara de choro. — Oi, Suzana. — A não Renê, você aqui não, se veio pra falar dos meus joguinhos inúteis de nov pode ir embora. Já não acha que foi demais por hoje não? Não basta você ter me xingado aos berros pra defender sua querida Heleninha sabendo que eu te amo? — Não Suzana, calma, dessa vez eu tô aqui pra me desculpar, sério, eu perdi a cabeça, eu não devia ter gritado e nem falado aquelas coisas... A gente ainda trabalha junto, não dá pra ficar assim pro resto da vida... Me perdoa? — Olha Renê, eu preciso pensar, a verdade é que eu me iludi demais com você, você sempre amou a Helena, e eu tentei fazer com que você me amasse, e me iludi. Vamos dar um tempo nesse assunto e depois eu resolvo isso. Suzana fechou a porta na cara de Renê, bateu na parede e foi escorregando até sentar no chão, chorando baixinho para o Renê não ouvir. Enquanto isso, Helena estava dando aula á tarde, quando Graça falou: — Frôzinha, que cara é essa? Que que aquela Jararaca aprontou com tu frôzinha? — Não Graça, dessa vez não foi a Suzana, dessa vez foi outra coisa. — E continuou sua aula com cara de choro. Á noite, quando Cristina chegou em casa, encontrou Helena no sofá, chorando, assistindo TV agarrada á uma almofada: — Filha! Que que aconteceu? Por que você está chorando desse jeito?
Notas finais
Espero que gostem!