Á era de guerras de Emily – Á garota das Trevas™
18 The Life
Notas iniciais
~Pov. Loki
Mais que desgraça!
Só de raiva eu peguei à cadeira da varanda e joguei na parede. Por que eu tenho quê ser assim? Eu só trouxe desgraça quando entrei na vida minha menina, desde quando ela nasceu. Já se fazia duas semanas quê ela não acorda desde à "visita" de Fury, aquele miserável! Eu não acredito que ele ainda tentou chantagear à MINHA GAROTINHA. Aquele caolho desgraçado!
Apenas de lembrar o desespero da minha filha quando viu a "irmã" naquelas condições desumanas, acorrentada como um animal selvagem me deu vontade de matar o Fury da forma mais dolorosa, mas não antes de tortura-lo das maneiras que sei que ele teme.
Mas isto não ira ficar assim, ele irá pagar! E muito caro pelo o que fez a minha princesa passar.
~Pov. Emily
Meus olhos se abriram atrás de algo para ver (pois era como se tivesse anos sem ver nada, além da escuridão), então eu simplesmente sorri ao ver meu reino mais uma vez. Eu não acredito que estou aqui mais vez, achei que nunca mais veria à luz deste meu mundo em chamas apesar de ter muita gente — espírito- gritando pôr clemência, ajuda ou mais alguma coisa que acha que merece.
Tem uma política no submundo -sei pôr ler livros de mitologia- que aqueles que vivem no submundo cometeram algo que não deviam na vida carnal. Mas resumindo, é o Inferno. Mas mesmo assim eu nem ligo, agora era minha "vez" de governar tudo, pois é meu direito de nascença eu acho. Pois eu não sei quem são meus pais.
Mas então uma luz chamou-me à atenção mais a frente, pois era meio alaranjada e brilhava como o sol e para minha "sorte" e fui sugada não como um puxão e sim como se tivessem sugando meu cérebro, como se puxasse primeiro pela cabeça. Então eu simplesmente fechei os olhos de dor, mas tentei ignorar.
Quando os abri, eu estava em uma casa toda de vidro. Ela era bem arejada, e bem úmida também. Então me vi no Filme Crepúsculo — em resumo para se dizer — quando adentrei no lugar vi uma escada e assim eu subi, quando os meus olhos chegaram a um cômodo da casa luxuosa assim dizemos, ouvi umas vozes, mas apenas uma se destacou:
–Bella? -pergunta um cara pálido e bem gato.
–Desculpe, me chamou de quê? — perguntei confusa
–Bella?! É seu nome.. -diz ele ficando preocupado — Isabella! Por favor, você bateu à cabeça? -diz parecendo com raiva.
–Calma Edward! Deve ter acontecido algo! -diz um loiro de mais ou menos trinta e poucos anos.
–Desculpe-me pessoal, mas acho que vim parar num filme! -digo bastante empolgada com esta possibilidade.
–O quê? — algumas pessoas daquela sala falam.
–Bem.. para explicar, eu sei que no início vai ser difícil de acreditar, mas enfim. Eu não sou do seu mundo, sou do mundo onde existem deuses e reis além do espaço! — digo resumindo tudo.
O tal de Edward, ficou tipo *quê merda é essa?*
–Bem.. espero que eu não os tenha confundido, mas tenho que ir embora! -digo me afastando deles.
Mas então as chamas possuíram meu corpo como na primeira vez, e os vi com cara de admiração e espanto.
–Só para avisar.. sou Emily, mas também conhecida como Hell! A deusa da Morte — digo antes de sumir. Mas a tempo de vê-los se assustarem com a ultima frase
E então senti um puxão mais uma vez, como se tivessem sugando minha cabeça e de repente abri meus olhos como se eu tivesse sem ar e então vi tudo ao meu redor. Eu estava de volta a Torre.
~ Pov Delma
Acordei em uma enfermaria, minha visão ainda turva, minha cabeça latejava, tentei me sentar na maca. Um ato que me arrependi automaticamente porque meu corpo inteiro doeu.
Mas isso não impediu que eu sentasse, tinha a sensação de estar sendo vigiada, mas ignorei. Vi que tinha a mangueirinha de soro ligado ao meu braço direito, fechei a circulação do soro e puxei a agulha.
– Não deveria fazer isso — disse uma voz masculina pouco metros atrás de mim, me virei até que conseguir ver Clint — Me desculpe, não queria te assustar.
– Tudo bem — sussurro a resposta e pressiono o lugar onde a agulha estava para que não saísse mais sangue — O que você está fazendo aqui?
– Vigiando você — respondeu como se fosse obvio
– Vigiando a mim? — perguntei confusa — Por quê?
– Quando o Tony te trouxe para a enfermaria, ele não prestou atenção e você saiu — Clint respondeu se aproximando — Fraca como estava poderia ter caído da escada. Quis me certificar que não sairia daqui sem autorização
– Com ou sem permissão eu irei sair daqui — digo tirando os fios que estavam me ligando ao aparelho de batimentos cardíacos.
Quando desconectei a maquina começou a apitar, um barulho irritante. Procurei o botão e desliguei, Clint estava quase ao meu lado caminhando a passos lentos em minha direção. Coloquei meus pés no chão, mas quando desci da cama minhas pernas fraquejaram e teria caído se Clint não tivesse me segurado.
– Agora entendeu porque não deveria sair daqui — Clint disse ainda me segurando
– Eu estou bem, preciso apenas me rea-costumar com o meu peso — digo e ele me ajudou a me sentar na maca.
– Não importa o motivo — Clint falou firme — Você ficará aqui, até que receba alta do Banner.
– Com que direito acha que pode me dar ordens? — pergunto em um misto de confusão e irritação
– Não importa com que direito eu tenho — ele disse me olhando — Será melhor assim
– Porque você acha que eu devo... — ele me olhou com repreensão e soube que ele não mudaria de ideia — Esquece... Onde está a Emily?
– Dormindo em um dos quartos da Torre — ele respondeu aliviado por eu ter cedido
– Quero vê-la — digo mas não como uma ordem e sim como um apelo
– Nem você, nem ela estão em condições de sair à lugar algum — ele responde autoritário
– Por favor Clint! — falo quase implorando — Ela é a minha irmã
– Está bem — ele cedeu após um bufar em frustração — Quando ela acordar te levarei a ela
– Não preciso de babá agente Barton — digo cruzando os braços
– Não irei discutir com você novamente — ele falou sério — Descanse, daqui a pouco o Banner virá ver como você está
Ele se virou e começou a se afastar e eu o chamei
– Clint? — ele parou e virou-se para me olhar — Obrigada
Ele apenas assentiu discretamente e se afastou. Me deitei na maca e fiquei olhando o teto naquele silêncio irritante.
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