Notas iniciais
Deixem comentários ou não postarei mais capítulos!

Fui direto para o meu ponto de ônibus, infelizmente estava lotado. Não tenho carro, pois estou mais afim de um emprego bom, em que eu goste de trabalhar e não por que sou obrigada, e quando eu achar este bendito emprego, eu economizarei mais do que o normal para ter meu carro. Meus pés estão doendo de tanto eu caminhar, leva uma meia hora de meu apartamento para o ponto. Vi um cara se levantar e oferecer para mim o banco, onde ele estava sentado, e assim assenti. Sentei e encostei minha cabeça na parede, fechei um pouquinho os meus olhos, e senti que não deveria ter feito isto. No mesmo instante vi que estava de volta ao meu lar, pois tinha voltado para aquele lugar sombrio, de certa forma eu já estava acostumada. Mas só não aguentava muito era ouvir os gritos e as lamentações das pessoas, então caminhei mais um pouco sem receio algum, pois se eu sou a soberana, então eu vou governar não? Afinal eu tenho direito. Em poucos passas, vi que havia um castelo no meio de todo aquele calor, aquele fogo infernal. Mas fui tirada dos meus pensamentos, com um barulhinho bem pequeno atrás de mim, então eu discretamente procurei algo para me defender, então eu senti algo se materializar nas minhas costas e na minha mão direita. Quando percebi estava com uma capa preta e uma espada nas mãos, então com tudo eu virei já dando um chute onde provavelmente acertaria nas partes intimas e dei um soco acertando na cara de meu ‘inimigo’, então vendo meu inimigo no chão parei e tirei á mascara que ele ou ela possui ao retirar com minha mão esquerda e ainda empunhada á espada na direita, preparada para o pior, quando pus meus olhos era um homem bastante bonito.

Tinha cabelo lizo, preto como á noite, possuía roupas rasgadas e estava ferido, então eu olhei para os lados para ver se alguém ajudava. Mas só possuía eu, então vi ele abrir teus olhos cor de mel caindo para o dourado, e vi que ele me olhou com espanto e ficou encurralado estre diversos crâneos, sem poder rastejar, com esse olhar de medo para mim, eu gostaria de saber o porque realmente está havendo. Ouvi gritos vindos da minha direita, então este homem basicamente só faltou se borrar todinho e vários soldados parecendo monstros apareceram. Tinham corpos de homens e cabeças de cachorro, eu já tinha visto isso antes. São soldados do deus do Submundo, apesar de ter tantos nomes, eu prefiro chamar de Ades. Então eles nos encurralaram, mas quando chegaram perto de mim, eles se ajoelharam e três dos cinco que estavam ali, foram atrás do rapaz. Então eu os repreendi:

–O que queres com ele soldados?- pergunto desconfiada.

Temos uma ordem minha senhora, de leva ló para o castelo e ser punido pelo próprio Ades por desobedecer o que lhes era á sua obrigação! –diz um dos soldados.

Então eu irei com vocês e não ouses falar não se não será devidamente castigada!­– digo indo na direção do rapaz agora olhando para mim desconfiado.

Vamos.. –digo tentando ajuda-lo.

Não! –diz ele.

Se não for comigo, por bem, você ira ser levado por eles e garanto que não haverá muita boa coisa!- digo rindo da careta que ele fez de desgosto.

Então ele finalmente sede-o, e todos nos estávamos indo para o castelo através de um barco, mas enquanto isto eu reparava nos objetos que flutuavam como se fosse vento no deserto, então toquei em alguns e mesmo sem explicação alguma eu sabia o que era. Todos aqueles objetos que hoje são dados mais valor do que uma vida era á lixeira humana, tirada por uns com á morte e outros que nunca foram conquistados, mas então virei para o rapaz que tanto me olhava como se eu fosse alguém extremamente estranha – que normalmente eu sou mais não quero confirmar á suposta certeza dele- então sorri para ele, mas então ele olhou para o lado e senti meu corpo queimar, não era de sentimentos de raiva ou algo assim. Era porque nós havíamos chegado no castelo de Ades, o famoso deus do Submundo. Pelo jeito seria hoje o dia em que eu confrontaria o deus mais mal humorado que existe no universo. Como eu sei?

Nunca ouviram falar em internet não amores? Então eu finalmente sorri com á cabeça erguida e assim adentramos no castelo, passamos por diversos aposentos bem extremamente empoleirados, se eu morasse ali daria um belo de um jeito, mas o que fazer se alguns homens são assim? Então finalmente vi o famoso Ades de costas para nós em uma sala bastante simples, mas simples do que eu imaginava, e então ele se virou.

–Horas quem diria, pessoas pra trazer um verme e vocês me trazem ela também? ­­– diz ele sarcástico rindo.

Mas que eu saiba eu não te perguntei nada..-digo já começando deixa-lo irritado.- Mas vim aqui para apenas saber uma coisa!­–digo sincera.

Prossiga.- diz ele.

Por que açoita-lo?-digo me referindo ao rapaz que agora me olhava assustado, mais do que o normal.

Pois ele é um incompetente, ele não sabe trabalhar direito. Então eu mesmo vou dar uma lição de moral neste verme repugnante!-diz ele agarrando o cabelo do rapaz e deixando do o da sua altura.

Solte o, ou eu juro pela minha vida que farei você pagar por tudo, sei que você não pode morrer mas farei questão de esquarteja-lo todinho!- digo e ele solta o rapaz e ri.

Não acredito que ele esta rindo da minha cara, então eu vi o que ele estava fazendo, dando uns passos para perto de uma bancada que havia indo para á ‘cozinha’, e ele queria me atacar. Provavelmente pegaria sua espada, mas vamos ver quem é o mais forte aqui. Então caminho desfazendo os passos dele, e então lanço minha espada na direção do braço dele e ele desvia pegando minha espada, então estou basicamente sendo atacada pela minha própria espada –fala serio, quem diria não – então tentado desviar dos teus ataques eu acabo tropeçando no mine sofá que tinha ali, e espero pelo pior, e fecho os meus olhos esperando á morte. Mas então não sinto nada, quando abro os meus olhos, vi como se tudo tivesse parado no tempo, então me levanto e pego minha espada na mão de Ades que agora parecia uma estatua, e então, vejo o rapaz que eu tinha ajudado, andando ate mim.

–Vi o que você é capaz de fazer por uma pessoa, sem ao menos conhecer.. Sou um guerreiro asgardiano que foi morto em batalha e uma Valquíria me trouxe até você e então eu vi do que você é capaz. Com muito orgulho eu sou servo!- diz ele se curvando e então tudo volta ao normal.

Ades cai no chão me olhando abismado, tentando entender o que havia acontecido. Eu olhei para o soldado asgardiano, mas ele já havia sumido, então aos poucos vi que estava me desintegrando ali, mas então antes de parti dei minha risada maligna para ades em ato de deboche.

Quando abro os meus olhos de novo, vi que estava na mesma posição de entes, então reparei que tudo estava do mesmo jeito, quando eu fechei os olhos. Sabia que o universo basicamente tinha parado, mas por mim? Se um dia eu saber qual é o real motivo para tudo isto, de uma certa forma eu irei agradecer, pois não é sempre que isto pode acontecer alguém. Então finalmente meu ônibus chegou, mas basicamente ou um probleminha, no mesmo instante que o ônibus parou e então um raio caio sobre ele. Eu meio que fiquei espantada, mas depois ignorei, depois que eu vi que tinha uns soldados com cabeça de cachorro, acho que mais nada me surpreendi. Então todos começaram á correr que nem doidos, e eu apenas ali parada, sem mexer um único musculo – na verdade estava afim de dormir ali mesmo, afinal não tenho nada á temer mesmo- e assim que eu iria fechar os meus olhos. Ouso uns gritos vinda á minha direita, então uma armadura para da minha frente, depois de ter voado de ré –se arremessado- eu comecei á rir. Estava bom para ser verdade, então uma ruiva veio até mim e me repreendeu:

–Garota saia da rua, não esta vendo que estamos em meio de uma batalha? – diz ela já irritada e meio de cabelo em pé.

–A rua é publica e eu faço o que eu quiser com ela, claro menos coisa ilegal! ­– digo rindo da cara dela.

Então ouso uma risada meio que maligna e vejo um cara alto, cabelos pretos até os ombros e olhos verdes sendo arremessado contra uma parede. Então eu começo á rir da cara dele, então ele me olha com uma cara de mal gosto e eu apenas fico ali rindo dos Vingadores. Não estou nem ai se quiser me matar, que tentem. Então só ouso um rugido, um cara enorme todo verde, e bastante mal humorado surgi-o no meio de nós, provavelmente ele sabe pular muito bem, depois disto. Então o deus do Trovão ou á Barbie girl, surgi-o na minha frente, me pondo atrás dele, basicamente ele estava sendo meu escudo humano.

Admito ter adorado isto, então tento ver quem era ali. Mas á Barbie ficou na minha frente, então eu sai de atrás dele, de ousada. E então vi, era o Bruce Banner? O que ele tinha feito consigo mesmo? Meu melhor instrutor de energia gama tinha virado o incrível Hulk?! Então eu basicamente dei uma carreirinha passando por tudo e vi o Hulk me analisar e rugiu-o de raiva:

–Bruce é você mesmo?- então ele me olhou desconfiado- Sou eu Emily, sua antiga estagiaria em energia gama!- digo sorrindo levemente.

Então ouvi uns “ohh”, quando eu virei, tendo toda á minha atenção á Bruce, e vi que ele estava normal, então ele tinha se acalmado por mim?

Notas finais
Comentem, favoritem e futuramente recomendem!