Notas iniciais
Fala, galera! Levei 2 dias para responder todos o comentários, desculpem pela demora e obrigada por todo o carinho. E queria dizer que, pelos comentários, cheguei a uma conclusão. Quer dizer, eu já sabia, só se confirmou... Só tem gente tarada lendo essa fic kkkkkkkk Eu não sei porque eu me espanto ainda com as respostas de vocês XD Queria oferecer esse capítulo para a Andrielly Weasley, a mina nasceu de 7 meses, só pode! Para Bianca Gabriela, nível master em taradice... E para a Witchase, que coloca carinhas em seus comentários para que eu roube ( ゚▽゚)/ (╭☞。^‿^。)╭☞ Boa leitura!

Theodor

Eu sei que exagerei quando ela fica muda.

Pisando em ovos...

Eu gosto de falar coisas sujas na cama e, principalmente, escutá-las. Acredito que em algum momento Diana irá se sentir à vontade com esse meu lado. Talvez até entre na brincadeira. Mas depois dessa, acho que vai demorar mais do que eu gostaria. E eu nem disse nada demais...

– Vamos jantar então. — Saio de cima dela e escapo do colchão. Arrependo-me imediatamente, quando o frio toma conta.

Abro a porta do quarto e acendo a luz do corredor, deixando que só isso ilumine o quarto.

– Será que uma pizza cairia bem?

Consigo manter minha voz firme, disfarço muito bem. Mas a porra da ereção erguendo minha cueca não ajuda muito.

Aproveito a pouca luz no cômodo e passo rapidamente por ela. Começo a mexer nas caixas, a procura de um roupão. Mas não presto atenção no que faço, estou consciente demais dela. Esperando um movimento.

Diana se senta, não me olha.

– Pizza parece... Bom.

Porra, fiquei com vergonha. Mulherzinha complicada. Tudo nela dá um nó em mim. Desde esse corpo provocante até a sua personalidade. Que não combina em nada com o pacote.

E eu que achei que era fácil lê-la...

– Mas eu preciso de uma corrida puxada amanhã. Todo esse queijo está indo direto para meu traseiro.

Comentário infeliz! Agora só consigo pensar no "traseiro" dela. E em como a palavra soa em sua boca bonita...

Minha ereção, quase sob controle, ganha vida de novo.

– Vou ver se Simon já trouxe sua mala.

Saio do quarto, apressado, como o diabo fugindo da cruz. Eu me sinto um adolescente de novo. Só que com menos banha.

Quando eu tinha quinze anos, Thomas convidou algumas garotas para a piscina do seu pai e eu tive uma ereção, bem no meio da festa. Uma das garotas começou a gritar "Barraca armada" e a inocente festa, não tão inocente, virou um festival para zoar o gordo pauzudo.

Aposto que aquelas meninas não reclamariam hoje...

Desço as escadas e encontro nossas malas.

Não subo de imediato, respiro fundo. Tentando controlar-me. Caso contrário Diana terá certeza de que sou um tarado. E isso não pelo fato de estar de pau duro, mas porque é difícil me segurar quando quero agarrar aquela bunda bonita e...

Caramba! Regressão total ao estado abestalhado de adolescente tarado precoce...

Quatro meses sem sexo. Agora que finalmente consigo por as mãos em Diana, preciso ir devagar, ou vou assustá-la.

Já mais calmo, pego sua mala e subo.

Dia ainda está sentada, do mesmo jeito que a deixei. Perdida em seus pensamentos.

Acendo a luz dessa vez e vejo suas bochechas fortemente coradas. Ela sorri. Morde os lábios e então estende a mão em direção à mala, que deixo ao seu lado.

Encontro uma calça nas caixas de roupa e o maldito roupão.

– Você pode usar isso... — Diana está acabando de colocar uma calcinha branca e eu consegui ver as bochechas de sua bunda no processo.

– Caramba...

Viro-me e vou para o banheiro, ligo o chuveiro e tiro a roupa, entrando ali e segurando, sem pudor algum, meu pau. Acariciando-me como um maldito tarado punheteiro.

Essa mulher vai acabar comigo!

Segurar-me ontem à noite e manter o jantar leve foi complicado. Ela parecia tão deliciosa...

– Você está bem?

Congelo. Olho sobre meu ombro para ver Diana parada na porta, me encarando preocupada. Então seus olhos descem e ela percebe o que eu estou fazendo.

– Oh... Pensei que você estava... — Desvia o olhar — Passando mal...

Ela se vira e sai do banheiro.

Bem, é o que acontece quando não se fecha a porta. No entanto, acho que no fundo eu queria ser pego...

Continuo o que estou fazendo, até que me sinto aliviado. Então me enrolo na toalha e vou à procura de cuecas novas.

Dia, para variar, escapou. Só espero que do cômodo e não do apartamento.

Desço a procura dela quando estou decente, com uma cueca e o roupão que ficou para trás. A encontro na sala de TV, um dos dois cômodos que pedi para Vince não mexer. Ela está encolhida no sofá, enrolada na coberta que usamos mais cedo. A TV está ligada e um programa culinário está passando.

Eu realmente gosto dessa sala, especialmente agora, com ela aqui. Diana combina com o cômodo.

Antigamente era o escritório do meu pai. Ele adorava usar seu arsenal de palavrões quando me encontrava aqui. E, por algum motivo, eu sempre me senti guiado para cá. Acho que era meramente porque isso o irritava. Quando se pega raiva de alguém, é tão natural se tornar vingativo e se perder na linha do certo ou errado. Eu me perdi algumas vezes.

– Será que já pediu a pizza?

Diana não se move. Me aproximo do sofá e me sento perto de suas pernas.

Sua cabeça está toda coberta.

– Hey, linda...?

Não está dormindo, disso tenho certeza. Sua respiração está apressada e posso ver leves movimentos debaixo do cobertor.

Acaricio sua bunda sobre a coberta e ouço um leve gemido, que totalmente desperta minha atenção.

Puxo a coberta e a encontro encolhida, de joelhos dobrados conta o peito e coxas apertadas. As mãos cobrem o rosto.

E nesse instante que sinto o controle escorregar para fora de mim.

Seguro suas mãos e puxo para longe do rosto, expondo as bochecha mais vermelhas e adoráveis que já vi até agora.

– Pediu pizza, mulher?

Estou corando ligeiramente, sinto as minhas próprias bochechas arderem um pouquinho, provavelmente pareço um reflexo dela agora. Mas me mantenho firme e fingindo que nada aconteceu. Se eu não der importância, não tem porque ela dar.

Ela nega, sem dizer uma palavra. Olha em meus olhos por alguns segundos, então desvia para meu colo e logo os fecha. Está pensando no que viu. Será que achou nojento?

– Do que você quer? Gosta de linguiça? — Juro, totalmente sem maldade minha pergunta! Palavra de escoteiro!

Ela abre a boca, mas não diz nada. Apenas passa a língua sobre os lábios.

O homem das cavernas dentro de mim está agitado. Querendo muito tocar nas partes de menina dela.

– Você gostou do que viu? — Ultrapasso os limites que coloquei, torcendo para não ser o único afetado.

Diana, para variar, me surpreende ao concordar lentamente. Então eu sei que toda essa coloração em seu rosto é mais que vergonha.

– Quer ver de novo...?

Prendo a respiração, sabendo que posso ter ido longe demais agora.

Por favor, seja pervertida! Por favor!

– Sim... — Ela responde, com a voz entrecortada, rouca...

Meu pau está duro antes mesmo de sua resposta estar gravada em minha cabeça. De cima.

Fico em pé e empurro o roupão, depois deslizo a boxer por minhas coxas, então seguro com firmeza minha ereção.

Seus olhos estão fixos em minha mão. Quando começo a correr os dedos fechados sobre meu pênis, vejo os olhos acompanharem e as coxas nuas se apertam mais. Ela está excitada.

Seus lábios se abrem um pouco, a respiração está rápida e os olhos contém um brilho a mais. A visão é maravilhosa. Muito excitante, me faz correr os dedos mais rápido e estremeço quando sinto-me perto da borda. Gemidos escapam dos meus lábios. E dos dela. Suas mãos estão juntas em cima de sua barriga e tenho vontade de pedir para que se toque. Mas, talvez isso sim a assuste.

Gozo em minha mão, lambuzando minha barriga e meus dedos. Deixo-me escorregar para o sofá, não o mesmo que ela. Estou ofegante, tentando recuperar-me do momento.

Diana me estuda fascinada.

– Por que não vem aqui...? Eu posso cuidar de você...– Minha voz sai fraca, muito perto de um sussurro.

Ela se levanta do sofá. Se aproxima com insegurança e, uma vez em pé na minha frente, não consegue fazer mais que encarar meu pênis. E o maldito está duro de novo.

Me inclino e descanso a cabeça em sua barriga, por cima do tecido da camisa. Levo as mãos, mesmo a suja, para suas coxas e toco as laterais da calcinha, então começo a puxar. Lentamente a peça de renda desliza por suas pernas.

Toco o centro de suas coxas.

– Está excitada...

Aliás, excitada é pouco. Ela está ensopada, com as coxas úmidas.

Diana

Excitada é pouco. Eu me tornei líquida. Totalmente entregue.

Eu sabia que estava perdida antes e agora eu só tive a certeza.

– Você se tocou enquanto eu estava lá em cima?

Combustão espontânea em três, dois, um...

Me afasto, envergonhada por ter sido pega. Mas ver o que eu vi e ser indiferente não parecia uma opção. Foi quente, provocativo e me deu uma vontade louca de abusar dele.

– Você se tocou Diana? — Ele pergunta de novo, sua voz falhando.

– Sim...– Confesso.

– Você gozou, linda?

Ele não está bravo. Sorri para mim e então solta uma de suas mãos de mim e volta a acariciar seu pênis duro. Uma pontada se faz incômoda em meu íntimo e preciso morder o lábio para não gemer.

Theo desliza um dedo sobre minhas dobras e é difícil me manter em pé. Fecho os olhos, aproveitando o contado.

– Gozou? — Ele insiste.

– Não...

Eu estava perto, muito perto, quando ouvi seus passos na escada.

– Vou resolver isso.

Theo segura as pontas da camisa e as puxa com bastante força. Escuto o barulho dos botões baterem no piso e sinto ar frio cobrir minha pele. Meus mamilos expostos estão duros, meu corpo queima por seu toque.

– Posso provar sua boceta, Dia?

De novo essa história... Mas concordo dessa vez, sem pensar demais.

Não estou muito feliz com essa minha versão com tesão e sem álcool. Não tem o que culpar agora.

Quer dizer, nesse momento estou muito feliz. Mas no geral, não é legal ser guiada por sua vagina e não por seu cérebro. Será que é isso que os caras chamam de “pensar com a cabeça de baixo”?

Theo me puxa para o sofá.

– De joelhos...

O obedeço, ajoelhando no assento e apoiando-me no braço do sofá. Sinto-me uma puta dessa forma. Mas uma puta feliz nesse momento.

Theo desliza para atrás e fico à espera.

Suas mãos separam minhas coxas e sinto-me um pouco tensa pela posição. Só espero que ele não pense que o buraco dois está liberado também.

Seguro-me forte ao sofá quando sua boca encontra a abertura de minhas partes íntimas. A posição me deixa tensa, já que seu nariz esfrega-se em minha bunda a cada chupada que eu ganho... Mas eu consigo, em absoluto, empurrar tal desconforto para longe. Especialmente porque eu estava tão perto antes... Suas carícias me empurram para a borda mais rápido do eu esperava e estou contorcendo-me e gritando minutos depois. E como se isso já não fosse intenso o bastante, sinto Theo se colocar atrás de mim. Ele segura minha cintura e puxa para trás, empinando minha bunda.

Estou pronta a dizer que o buraco dois está fora de cogitação, quando sinto seu pênis no lugar certo.

Malditamente certo...

Ele tem tudo de mim. Meu corpo. Meu coração.

E saber disso parece só tornar o ato mais especial e marcante.

Deixo-o me levar. Levar tudo, e só espero que ele queira o que estou lhe dando.

Notas finais
Alguém encontrou seu lado devassa... ;) Acharam muito forte? XD Bj bjs