Livros e fanfics

Alguns resultados podem ter sido omitidos devido à classificação indicativa

Recomendado por Drícia Ribeiro

Drícia Ribeiro
Me apaixonei pela história assim que comecei a ler a primeira temporada! Todos os perigos que correm o suspense de saber o que vai acontecer e tipo é um casal lindo e Miah é perfeita é uma mocinha que parte para uma briga em vez de ficar chorando em um cantinho. O bom de acompanhar a história que cada capitulo existe uma surpresa nova. Vale muito a pena ler.
(1) HÁ ANOS / (2) A ANOS / (3) À ANOS

(1) Indica tempo passado -> Ex.: Ele chegou do Japão há um ano.
(2) Indica tempo futuro -> Ex.: Daqui a dois anos eu farei intercâmbio.
(3) Não existe no sentido de indicação de tempo! Aliás, também não existe "á" (com o acento agudo para a direita): nem em "á anos".

"FAZEM TRÊS ANOS..."

O verbo “fazer”, indicando tempo (sentido de “haver”: Há três anos) não varia. Então: FAZ TRÊS ANOS.

Recomendado por Lady Isa Baudelaire Blount

Lady Isa Baudelaire Blount
OMG! Estava em busca de algum yuri e olha o que encontro pela frente, Equalize. Foi amor à primeira vista conhecer Michelle e Jenny. As duas incrivelmente lindas, e formando um casal simplesmente único. Olhe, dona Ale, a senhorita me fez passar dois dias completamente ligada nessa história! Meu Deus, cheguei até a me emocionar lendo os capítulos. Todas as batalhas que Michelle travava, todos os medos que tanto ela e Jenny perdiam juntas. Personagens incrivelmente vívidos, que me tocaram até a alma. E sim, o que falar do modo como tocou a questão da homossexualidade? Putz, foi tão real! Tu abordou de uma forma tão singela, tão sincera, que me encantou. Sem sombras de dúvidas, valeu MUITO a pena ter perdido esses dois dias lendo a tua história. Foi enriquecedor. Muito obrigada, muito obrigada mesmo. Por escrever essa história, por postá-la aqui. Posso parecer uma idiota sem fim tentando te explicar o quanto essa história me tocou lá no fundo de meu coração, mas é... E sim lá no comecinho quando a Michelle diz que prefere não se rotular quanto a sua sexualidade, a explicação que ela deu, sem tirar nem pôr, é o que eu penso sobre as "tarjas" que a sociedade constantemente nos põem. A gente ama a pessoa, o seu jeito, o seu sorriso, o seu cheiro e personalidade, não sua genitália. É bom saber que existe alguém no mundo que compartilha desse pensamento livre de preconceitos e rótulos. E o modo como tu descreveu o amor? Foi de uma suavidade sem fim... Mostrando a todos que te acompanhavam, que o amor simplesmente é amor. Livre de discriminação e preconceitos. Não me canso de te agradecer, Obrigada, obrigada e mais uma vez, obrigada! Você fez uma pessoa se emocionar aqui.