Livros e fanfics

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Recomendado por Ariane Munhoz

Ariane Munhoz
Emoções não são simples de expressar como todo mundo pensa. É fácil gritar de raiva, chorar de ódio e se encolher de tristeza. Mas discorrer com a alma e escrever com o coração é algo que só alcança quem sente o que realmente escreve. Despedida é exatamente o que o título sugere, uma despedida do escritor que finalmente deixa a sua obra, o personagem que amou com todo o afinco de seu ser, partir através destas palavras. Pontuada por uma emoção que só pode sentir aquele que lê também com o coração, essa história prova que a perfeição não tem número certo de palavras para se fazer sentir. Venha e sinta com o coração. Deixe sua alma transbordar com sentimentos que todos os escritores querem transmitir, mas que poucos conseguem. Vai valer a pena. Eu garanto.
(1) CÉREBRO / (2) CÉLEBRO

(1) O cérebro (sim, cé-re-bro), o cerebelo e a ponte, juntos, formam o Encéfalo, o centro nervoso do corpo humano. Essa palavra faz parte da aulinha de anatomia, mas, figurativamente, pode ainda significar inteligência ou talento. -> Ex: O seu cérebro era superdesenvolvido.
(2) WAT? Isso non ezciste!

(1) À VONTADE / (2) AVONTADE / (3) A VONTADE

(1) "À vontade" demonstra a maneira da ação, mostra que ela foi feita comodamente. -> Ex: Podem ficar à vontade.
(2) WAT? "Avontade" non ecziste!
(3) "A vontade" pode ocorrer nos demais casos. Ocorre quando NÃO se demonstra o modo da ação. -> Ex: A sua vontade sempre era mais forte que a sua razão.
Obs.: "à-vontade" também existe, e é um substantivo masculino. Ou seja, quase sempre, estará precedido por um artigo masculino (o, um) e é o nome que se dá ao sentimento de se sentir à vontade. -> Ex: O à-vontade dele me deixava perplexo.

Recomendado por Maria Antoniette

Maria Antoniette
Como posso começar? Bem, é uma ótima leitura, simples, porém sofisticada. Ele sabe escrever tão bem que envolve você de um jeito fascinante. Os detalhes dos locais, personagens, dos diálogos. Tudo parece uma orquestra com um ótimo maestro -o autor- que toca tão bem e lhe envolve em um edredom feito com fantasias e sonhos dos mais loucos possíveis. Além de tudo não existe possibilidade de você não amar um personagem da trama, são tão diversificados, com tantas personalidades diferentes que não há uma existência de um possível eu não gostei de algum personagem. Além de claro os cenários que são bem detalhados, como uma arquitetura barroca, você acaba por imaginar-se ,em sonhos, andando pelos os corredores, lendo os livros da biblioteca, subindo o titã, jogando algum esporte na quadra, lendo o mural de regras, tendo as aulas de moral e cívica, olhando para cada troféu da sala de troféus. E por fim , é claro, vem a trama, muito arrumada com linguagem comum, que nas mãos deste autor mais parece um poema da era barroca, diálogos alucinantes, ações inesperadas de ambos personagens-e em principal nosso querido Ulisses-, capítulos de um tamanho ótimo mesmo que todos os leitores esperem uns bilhões de caracteres por capítulo, pois a trama é tão boa que sempre iremos querer mais-, e como não falar dos capítulos e não falar do enredo? Ele é apenas maravilhoso, fantástico, dentre tantos outros adjetivos positivos que você encontrar nessas esquinas da vida, ele é objetivo, e a cada episódio, mais vem o suspense e a vontade de querer ler mais. Essa foi a minha recomendação, espero que muitos leiam e acima de tudo possam ler também a Rosa dos ventos, que é e sempre será uma criação incrível e recheada de suspense, personagens incríveis, descrição maravilhosa, enredo fantástico e claro a cobertura deliciosa do quero mais.