Livros e fanfics

Recomendado por Melanie

Melanie
Pois é, mais uma estória boa finalizando! O que falar sobre ela? Po, foi muito maravilhosa! Senti muita raiva, muita alegria, teve momentos em que quis chorar por causa do sofrimento do meu lindo Jay, mas tá chegando ao fim já. Felizmente, meu loirinho vai ter o final feliz que tanto merece. Bom, só me resta agradecer por essa web linda, meiga e curta. Foi maravilhoso lê-la. Obrigada! Espero mais projetos, pq vc é foda, escritora. TMJ s2
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

OBEDEÇA "AS" LEIS

O verbo exige a preposição “A”. Ou seja, não se obedece algo, se obedece a algo. O correto é "obedeça às leis de trânsito".

Recomendado por Ana C Pory

Ana C Pory
Tudo começou quando a Diana disse Eu também estou escrevendo uma fanfic Original, de uma menina que sofre, etc e tal ela tinha me dado alguns spoilers, mas não quero colocá-los à mostra para quem estiver lendo a minha recomendação. A Luce, oh, God, coitada... era fala tão bem sobre seus sentimentos... ah, cara. Tô com dó de mim mesma, por não ter uma fanfic maravilhosa desse jeito. A minha personagem favorita, por enquanto, é a Ally. Uma menina que sorri e é alegre, como se não houvesse infelicidade na vida. Porém, parece que toda a tristeza que a Ally deveria ter foi direto pra Luce. Pobre Lu... Por que raios estou recomendando? Pense, querido. O que já li, pelo jeito, é o suficiente para emocionar-me. Deixa eu resumir: que história maravilhosa. A cada capítulo eu fico pensando e criando hipóteses para continuar lendo o resto, aí a Di aparece, destrói as hipóteses e cria algo que a gente não tinha a mínima ideia que ia acontecer, e é por isso que, obviamente, ela diva está nos meus autores favoritos. É só você ler a sinopse. As duas primeiras linhas. Isso é o que te faz continuar lendo. E também te faz criar uma recomendação com tão pouco capítulo. Que merda, Diana, por que você não dá um pouco do seu poder da escrita para mim? Eu quero, de verdade. Queria poder expressar-me desse jeito, tão fácil de entender. Como se o sentimento fosse algo explicável, quando na verdade, em minha humilde opinião, não é. Sempre temos aquela parte da vida em que sentimos rancor, em que nos sentimos, como posso dizer... excluídos. Nossas opiniões não importam. Parece que tudo é decidido pelos outros. E o que esses outros fazem não é nada de bom. Pelo contrário, é horrível. E todas essas más expectativas ficam na personagem principal. Para ela, não há esperança; não há felicidade; para ela, a vida é desvalorizada. Bem, obrigada por ler. Isso era para ser uma recomendação. Beijocas.