Livros e fanfics

Recomendado por My Dark Side

My Dark Side
Leitores e leitoras que por ventura acabaram chegando a ler estas palavras, Esta história apresentada e recomentada por minha pessoa não é apenas uma história. É uma vida. Seja nos diálogos, nas descrições, nos acontecimentos cotidianos. Você irá se identificar e se apaixonar. Porque não é mais que perfeita, não é aquela história que você arregala os olhos e fica embasbacado. É aquela que te conquista. É um quebra cabeça, a cada capítulo a autora entrega na sua mão uma peça para, no final, você ter a paisagem completa. Ela é... Sublime. Os personagens que você sente afeição e não, as primeiras impressões, as máscaras do cotidiano, as diferentes facetas do diamante. Leiam essa história maravilhosa, que vocês estarão enriquecendo mais um pouco a sua leitura. Degustem das palavras, por mais simples, elas são arranjadas e colocadas para que você possa ver: é uma história Real. Ela poderia acontecer facilmente, não existem fatos mirabolantes e não existe aquela ação insistente. É o cotidiano, a vida, de um jovem que se mudou para uma cidade nova. Um adolescente tirado de sua zona de conforto, um menino que vai conhecer pessoas novas assim como você poderá fazer em vários momentos de sua vida. Espero que tenham uma boa leitura.
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1) SOB / (2) SOBRE

1. Quer dizer "debaixo de". -> Ex: Me escondi sob a árvore.
2. Quer dizer o oposto: "por cima de". -> Ex: Andei sobre a ponte.

Recomendado por Melissa Sbragia

Melissa Sbragia
É fantástica a forma com que essa história consegue mesclar um passado real, de tormenta, com uma fantasia sensacional e de tirar o fôlego, moldada em conceitos realistas e geniais. É esplêndida a maneira com que os personagens se desenvolvem, revelam os seus lados mais sombrios à si mesmos e percebem o quão são mais poderosos; essa é a desgraça da grande maioria dos personagens desta obra, se convém dizer, e, ao mesmo tempo, é o ponto forte da história: não há bons ou maus aqui, há pessoas lutando para deixar virem à tona os seus eus de maior poder. Com uma mitologia rica, deuses únicos e conceitos excepcionais — que não distinguem o bem do mal —, Os Olhos do Corvo é uma promessa da literatura brasileira. Trabalha com os sentimentos de forma singular e com uma escrita completamente coerente, bonita e fluída, embora trate de assuntos pesados, como a crença inescrupulosa em superstições absurdas e passados dolorosos que haverão de se revelar. Mas, para o equilíbrio da trama, há personagens e situações que conseguem ser divertidas e leves, o que torna a leitura menos tensa, harmoniosa, ainda salpicada com mistério e um drama muito bem dosado. Cada personagem e cena te cativa de uma maneira diferente e única; até mesmo aquilo o que nos deixa enfurecidos e indignados está lá por algum motivo, que, em breve, trará apenas mais respostas para o enredo e mais força para a história. Não me surpreenderia se a história de Raven se tornasse um best-seller. É admirável o amor com que é escrita; Luiza Mór — ou Holly Hobbie — sabe escrever com carinho e cuidado, enquanto distribui a sua simpatia e afeto pelos leitores. Essa autora entrou para sempre no hall da fama do meu coração! (E essa frase é da própria Holly, de quando enviei a minha outra recomendação ♥). Logo, com tantas qualidades em uma única história, como eu poderia não desejar que outras pessoas pudessem desfrutar dessa narração impecável? Seria egoísmo, como fechar os portões do paraíso para usufruir dele sozinha. E eu acredito que todos os leitores deveriam conhecer uma autora tão amorosa como a Holly. Uma autora que consegue colocar mistério, ação, emoção, drama, fantasia, romance, aventura, tudo numa história só, e ainda incluir coisas que, particularmente, amo: sereias, marujos, ninfas e uma mitologia própria, que apenas encontrarei em OODC — ou em Caor, o que seria um bocado difícil, não é mesmo? Eu posso sentir o vento gélido no meu rosto quando leio essa história. Posso ouvir o som das ondas e dos sinos, posso sentir a água me inundar e os braços de um ninfa me levarem para a minha própria escuridão, e isso é o que trás o magnetismo único de Os Olhos do Corvo: eu posso ser quem eu quiser. Um capitão corajoso, uma sereia obscura, uma ninfa vingadora. Ou um marujo chato, mas eu não quero ser o Gehart. ♥ Por isso, eu peço: leia OODC! Não apenas por deleite, mas por reflexão. Pelo amor à trama, e pelo amor que acabará desenvolvendo pela autora, porque ela é uma fofa.