Livros e fanfics

Recomendado por Kalyn

Kalyn
Como começar? Essa é uma fanfic que, pelo nome, já hipnotiza você, e a sinopse então... A autora sabe como prender um leitor, porque você vai devorando cada capítulo como a Elisa devoraria uma pizza. E eu encontro muitas coisas em comum com a protagonista, o que ajuda a ler, sempre esperando um "final feliz" ~que eu espero que demore muito para chegar, porque não sei como vai ser ficar sem essa fic~ Logo no começo eu já me apaixonei completamente, porque a ideia de um "blog vingador" é exatamente o que é inesperado, e ao mesmo tempo, ansiado. Os capítulos não deixam nada a desejar, porque tem um tamanho bem grande (obrigada Evy!!!) e uma história engraçada... Já mencionei como nós acabamos odiando e amando os mesmos personagens que a Elisa, e prevendo como se fôssemos a consciência dela todos os sentimentos dela? Até a Judy eu passei a odiar (valeu Elisa ¬¬' ~sim estou sendo sarcástica), e a me apaixonar pelo Carter. Fazer o quê? Talvez seja uma das fics mais perfeitas do site, com essa narração incrível *-* Sem mais nada a declarar, e poxa, leia logo Vingue-se ou Morra ou será um estúpido idiota (se é que isso existe)
(1) AO ENCONTRO DE / (2) DE ENCONTRO A

(1) Significa “a favor de” ou “para junto de”. -> Ex: fui ao encontro de meus familiares.
(2) É algo contra, que se choca. -> Ex: as medidas vêm de encontro aos interesses do povo.

(1) AFIM / (2) A FIM

(1) "Afim" indica afinidade. -> Ex: sentimentos afins.
(2) "A fim" é um conectivo que indica finalidade (= para). -> Ex: Estudava muito a fim de ser aprovado (para ser aprovado).

Recomendado por antarctic

antarctic
Essa é aquela história que te faz parar pra pensar, não só pensar, mas refletir de verdade. Faz você querer ser mais você e t traz vontades que você nem lembrava-se mais de ter, coisas como agradecer a Deus pela mãe e pelos tempos evoluídos, agradecer a medicina, agradecer a si mesmo por se aceitar e aceitar a negação dos outros. Delilah não é apenas uma one-shot sobre uma jovem sendo oprimida por sua orientação sexual, a carta de Gwen não precisa ser descrita porque todos nós já escrevemos uma carta para Delilah, nem sempre com papel e caneta e sim com pensamentos, com palavras orais, com gestos exasperados, algumas vezes Delilah possui um nome diferente, mas continua sendo nossa melhor amiga. Algumas vezes nós somos Gwen e Delilah e algumas vezes ela é aquela pessoa que o julga constantemente e que o repudia, as vezes ele pode ser até mesmo seus pais, avós, amigos distantes com quem tu não tem contato íntimo. A carta de Gwen são todas as vezes em que você se sentiu intimidado por ser você mesmo não apenas por ser homossexual, mas também por ser negro, por ser judeu, por ser mulher. É sobre o medo de uma sociedade preconceituosa e obre aceitar quem você é, eu aceitei, eu entendi quem eu sou, descobri a mim mesma refletida na Gwen preocupada com a reação dos pais e os comentários dos estranhos na rua. Todos nós já fomos uma Gwen e já nos apaixonamos por uma Delilah, tudo o que essa fic me passou foi que, independentemente do que os outros digam, no fim das contas nós apenas temos de nos soltar, soltar nosso verdadeiro eu, apenas para que uma carta como essa não fique entalada na sua garganta e o mate sufocado por uma corda, de overdose ou com os pulsos cortados. palavras são palavras, ditas, escritas ou cantadas e, essa fic, fez com que eu pensasse sobre todas as palavras que eu devo dizer agora e direi futuramente pelo simples prazer de ter o direito de dizê-las.