Livros e fanfics
Recomendado por Anna Potter Jackson
Anna Potter Jackson
Sério, essa é sem dúvida, A MELHOR FIC QUE EU JÁ LI EM TODA A MINHA VIDA! Okay, eu nunca fui de ler muitas fics, mas essa é muito perfeita. Sou suspeita a falar porque sou super amiga da Diana (aquela linda) mas tenho certeza que se vocês lerem o primeiro capítulo já vão amar! A Dih escreve fanfics muito divas, bem escritas e que NUNCA enjoam! Eu amo muito as histórias dela,e é obvio que eu tinha que recomendar essa, que é muito perfeita! Os personagens são tudo de bom! A Luce, que é a principal é muito diwa, apesar de ter muitos problemas emocionais e ser muito calada, ela consegue ser engraçada e encantadora. Eu simplesmente amo ela. E tem a tia que cuida dela, a Emma. Nossa, a Emma é linda demais! Ela é extremamente engraçada, e muuuuito alegre, minha pergonagem favorita, talvez porque seja espevitada igual a mim (prevejo a Dih jogando isso na minha cara u-u) e tem a Ally, a filha adotiva da Emma. Ela é um amor, uma criança muito fofa *--* Não vou falar de todos os personagens, estou dando muito spoiler! Não sou boa com recomendações. (OH, REALLY?) Mas eu não posso terminar essa recomendação sem falar do...TAM TAM TAM TAM...ALEX MANSON! Ele é o bad boy mais lindo do mundo, ele é muuuito perfeito, ele é meu marido divo e sequiçi, amo ele! Nhac! Se não lerem essa fic, nunca vão conhecer o Alex, o que é a coisa mais triste do mundo, porque ele é a perfeição em pessoa! :3 Bem, aqui está minha humilde e diwa (TÁ BOM!) recomendação. LEIAM ESSA FANFIC ABENÇOADA PELOS DEUSES *--------------------*
PREFERIA IR "DO QUE" FICAR
A gente sempre prefere uma coisa a outra -> Ex.: Preferia ir a ficar.
"LEMBRO DE VOCÊ"
Só existe a preposição "DE" nesses verbos caso haja o pronome oblíquo (me, te, se, nos, vos, se) referente à pessoa que atua na ação.
-> Ex. certos: “Eu me lembrei das minhas férias” OU “Eu lembrei as minhas férias”.
-> Ex. errados: ”Eu lembrei das minhas férias” OU “Eu me lembrei as minhas férias”.
Recomendado por Melissa Sbragia
Melissa Sbragia
É fantástica a forma com que essa história consegue mesclar um passado real, de tormenta, com uma fantasia sensacional e de tirar o fôlego, moldada em conceitos realistas e geniais.
É esplêndida a maneira com que os personagens se desenvolvem, revelam os seus lados mais sombrios à si mesmos e percebem o quão são mais poderosos; essa é a desgraça da grande maioria dos personagens desta obra, se convém dizer, e, ao mesmo tempo, é o ponto forte da história: não há bons ou maus aqui, há pessoas lutando para deixar virem à tona os seus eus de maior poder.
Com uma mitologia rica, deuses únicos e conceitos excepcionais — que não distinguem o bem do mal —, Os Olhos do Corvo é uma promessa da literatura brasileira. Trabalha com os sentimentos de forma singular e com uma escrita completamente coerente, bonita e fluída, embora trate de assuntos pesados, como a crença inescrupulosa em superstições absurdas e passados dolorosos que haverão de se revelar.
Mas, para o equilíbrio da trama, há personagens e situações que conseguem ser divertidas e leves, o que torna a leitura menos tensa, harmoniosa, ainda salpicada com mistério e um drama muito bem dosado. Cada personagem e cena te cativa de uma maneira diferente e única; até mesmo aquilo o que nos deixa enfurecidos e indignados está lá por algum motivo, que, em breve, trará apenas mais respostas para o enredo e mais força para a história.
Não me surpreenderia se a história de Raven se tornasse um best-seller. É admirável o amor com que é escrita; Luiza Mór — ou Holly Hobbie — sabe escrever com carinho e cuidado, enquanto distribui a sua simpatia e afeto pelos leitores. Essa autora entrou para sempre no hall da fama do meu coração! (E essa frase é da própria Holly, de quando enviei a minha outra recomendação ♥).
Logo, com tantas qualidades em uma única história, como eu poderia não desejar que outras pessoas pudessem desfrutar dessa narração impecável? Seria egoísmo, como fechar os portões do paraíso para usufruir dele sozinha. E eu acredito que todos os leitores deveriam conhecer uma autora tão amorosa como a Holly. Uma autora que consegue colocar mistério, ação, emoção, drama, fantasia, romance, aventura, tudo numa história só, e ainda incluir coisas que, particularmente, amo: sereias, marujos, ninfas e uma mitologia própria, que apenas encontrarei em OODC — ou em Caor, o que seria um bocado difícil, não é mesmo?
Eu posso sentir o vento gélido no meu rosto quando leio essa história. Posso ouvir o som das ondas e dos sinos, posso sentir a água me inundar e os braços de um ninfa me levarem para a minha própria escuridão, e isso é o que trás o magnetismo único de Os Olhos do Corvo: eu posso ser quem eu quiser. Um capitão corajoso, uma sereia obscura, uma ninfa vingadora. Ou um marujo chato, mas eu não quero ser o Gehart. ♥
Por isso, eu peço: leia OODC! Não apenas por deleite, mas por reflexão. Pelo amor à trama, e pelo amor que acabará desenvolvendo pela autora, porque ela é uma fofa.