Livros e fanfics

Recomendado por Ferdinanda

Ferdinanda
Sou pessima com palavras mais então vamos lá fic perfeita essa serio me viciou tipo de verdade todo dia eu aparece pra ver se tem capítulo, e quando eu termino de ler eu simplesmente quero mais e mais e mais e quando eu leio ela me prende tipo eu meio que realmente estou la, vivendo aquilo e eu amo mesmo quando algo que eu leio me faz sentir assim.E morro de rir com tudo e...me da um Dougie, serio sou em love com ele Queria sei lá agradecer? por ... escrever essa fic maravilhosa, viciante, genial, viciante, engraçada, viciante... e ... opa eu ja disse viciante? enfim quem não leio ainda leia e se prepare voce se vicia na primeira linha :)
VAMOS FAZER UMA “VIAJEM”?

Saia desse capítulo que não te pertence! Jamais escreva “viajem” como uma aventura; escreva “VIAGEM” com “G”. Viajem só existe como verbo: “talvez eles viajem” ou "não viajem hoje". Assim, o verbo “viajar” sempre tem “J”: eu viajo, tu viajas, ele viaja...

(1) AO ENCONTRO DE / (2) DE ENCONTRO A

(1) Significa “a favor de” ou “para junto de”. -> Ex: fui ao encontro de meus familiares.
(2) É algo contra, que se choca. -> Ex: as medidas vêm de encontro aos interesses do povo.

Recomendado por Miss Chelly

Miss Chelly
Gostei dessa historia desde o primeiro parágrafo que li. No fim do prólogo eu sabia que essa historia merecia uma recomendação, mas fui forte (até agora) e resolvi ler mais capítulos simplesmente para ver se eu encontrava algum furo na historia, uma incoerência...qualquer coisa. Bem, se você considera uma falha a historia te emocionar mais do que deveria, então encontrei um defeito, afinal. O Chris está num sanatório e eu gostaria de dizer que por um engano, mas sim, ele tem um distúrbio psicológico. Só que eu ainda acho que é um engano todos os outros estarem fora da clinica onde Chris está. Porque, na verdade, Chris pensa o que todo mundo pensa, mas finge que não. Vê o que todos veem, mas acham melhor esquecer. A diferença é que Chris analisa muito, se preocupa muito e está mais do que claro que ele passou por muita coisa antes de chegar na clinica onde ele está. Mas Chris não é o único personagem que merece estar nessa recomendação. Na verdade, todos os outros personagens merecem. Acho que se me perguntassem por que eu gosto tanto dessa historia e por que eu acho que essa autora está acima da capacidade de muitos outros autores, eu diria que -Dentre tantos motivos- são os personagens que ela cria; Para mim esses personagem são as pessoas que eu conheço, são as pessoas que passam por mim na rua, e mais importante: esses personagens sou eu! E criar personagens assim em historias é ser um Dr. Frankenstein e construir um novo humano a partir de outros. É difícil, genial e quem vê a obra fica sem palavras (a diferença é que nesse caso a admiração é boa). Eu tenho que dizer que adoro o fato de a dona Alasca pesquisar sobre os distúrbios que ela fala e de ela fazer esse distúrbios não serem apenas um acessório como a cor da blusa, mas serem uma característica. Os distúrbios estão misturados ás personalidades e interferem nas ações de cada um dos personagens. Outro ponto positivo na historia é que ela é bem cuidada. Ela não é escrita e jogada de qualquer jeito. Logo se vê que é uma historia bem revisada e sei que a autora revisa mais de uma vez. Acho que esse cuidado (perigosamente perto do perfeccionismo) é um esforço que muitos não fazem, mas que faz uma diferença enorme e mostra que a autora se importa com o que vamos ler. De fato, ela se certifica de que vamos perder o ar em cada capitulo, que vamos querer comentar mesmo ficando sem palavras em cada um deles e que vamos ter milhares de perguntas e teorias apenas esperando para ver como a historia vai se desenrolar.