Livros e fanfics

Recomendado por NPazini

NPazini
Totalmente incrível, quando você começa a ler logo se prende no enredo, se apaixona pelos personagens e entra em um mundo totalmente do casal. Para quem espera um ótimo romance não tem como não se enfeitiçar. Comecei a ler de madrugada pelo celular, quando vi já havia amanhecido o dia e eu querendo mais, saber tudo, mais detalhes, e com o coração da mão sempre, pois nunca se sabe o que vai acontecer.
(1) HÁ ANOS / (2) A ANOS / (3) À ANOS

(1) Indica tempo passado -> Ex.: Ele chegou do Japão há um ano.
(2) Indica tempo futuro -> Ex.: Daqui a dois anos eu farei intercâmbio.
(3) Não existe no sentido de indicação de tempo! Aliás, também não existe "á" (com o acento agudo para a direita): nem em "á anos".

"ISSO NÃO TEM HAVER COM VOCÊ"

WAT? Saia desse capítulo que não te pertence!
A expressão de “ter a haver” só é utilizada quando significa “ter a receber”. -> Ex: Ana não tem nada a haver. (Nada a receber.)
“Ter a ver” indica uma ligação, um envolvimento. -> Ex: Isso não tem a ver contigo. (Isso não te envolve.)

Recomendado por Lumii

Lumii
Bendita hora que eu me empolguei com aquele post no grupo do Nyah no facebook! Por que? Porque eu nunca leio originais. Já li, mas há muito tempo. Porém, ao ver que se tratava de uma história com o enredo situado na segunda guerra mundial e que era yaoi, me empolguei. Me empolguei tanto que decidi dar uma chance, mesmo ao abrir a página e me deparar com "shotacon" nos avisos. Eu dificilmente leio esse gênero, porque me incomoda de várias maneiras, porém agradeço ter dado uma chance mesmo assim. O tema é incrivelmente bem tratado aqui. Não é o shotacon "fetichizado". É algo escrito com embasamento, sabe? Algo que você consegue ver uma real ligação, algo verdadeiro nascendo em meio a tanto sofrimento. Apesar de me sentir ligeiramente incomodada com os capítulos iniciais, pela situação dos personagens, tudo é muito bem construído. A análise psicológica do Wolfang é fantástica. A maneira como ele percebe que deixou de ser aquele garoto que um dia fora, os arrependimentos, como ele permite que a inocência de Louie o toque e faça com que repense seus erros. E o Louie é um personagem fantástico. Sua inocência é adorável e triste ao mesmo tempo. Sua visão de mundo, limitada pelo local que vivia e pelo que passara é horrível, mas tão convincente. Os personagens são muito bem desenvolvidos, a escrita é sensacional também. A história te guia pelos acontecimentos e você nem ao menos percebe, só sabe que quer saber o que vai acontecer. Uma história que arrancou diversos sentimentos de mim: raiva, nojo, compaixão no início e certo medo também. Para depois arrancar leves sorrisos, lágrimas e (ainda bem) sorrisos de novo. Recomendo essa história com muito gosto pra quem preza uma leitura diferente e sensacional.