Livros e fanfics

Recomendado por Cisan

Cisan
Oie!! demorei mas cheguei pra recomendar mas uma da Moni. A cada dia me surpreendo mais com a criatividade que a Moni tem de escrever essas fics maravilhosas, quando começamos a ler não queremos mais parar, os personagens são bem desenvolvidos, a fic bem elaborada. Tudo maravilhoso. Bom eu não sou muito boa com palavras mas a Moni é, então da uma conferida na fic, e comprove o que todos nós estamos falando.
(1) DE REPENTE / (2) DERREPENTE

(1) Assim se escreve, estrelinha na testa pra quem escreve desse jeito.
(2) Saia deste capítulo que não te pertence! Ninguém escrevendo mais derrepente, hein!

"_ VAMOS EMBORA! _ DISSE ELE."

Epa, epa! Para indicar a fala de um personagem, use aspas ( " " ) ou travessão ( — ). -> Ex. CORRETO: "Vou escrever uma nova fic" disse a autora. (Observação: Não escreva com as duas ao mesmo tempo, ou alternando entre uma e outra. Escolha um desses sinais e o use durante toda a fic. E não se esqueça de que são usados para marcar o começo e o final da fala!)
Logo, não use underline ( _ ) ou asterisco ( * ) para indicar uma fala ou ação. -> Ex. ERRADO: _Vou escrever uma nova fic_ disse a autora.
Também pode-se usar o discurso indireto. -> Ex. CORRETO: A autora disse que iria escrever uma nova fic.
Não misture em um só parágrafo discurso direto e indireto.

Recomendado por Aiko

Aiko
Não há forma de falar de As Leis do Paraíso sem evitar alguns spoilers, então me utilizarei de uma analogia. Se o paraíso realmente possuir leis, eu diria que as principais são a lei de equilíbrio e a lei de compensação, que se completam ao serem aplicadas. O equilíbrio de tudo neste mundo, onde felicidade e tristeza estarão em perfeita harmonia, e uma continuará compensando a outra. Ou seja, sempre haverá a mesma quantidade de tristeza para a mesma quantidade de felicidade. E é exatamente assim que com maestria excepcional a autora mais uma vez coordena uma história. Com sentimentos principais de tristeza, agonia, desespero, melancolia e dor permeiam as entranhas da história, porque enquanto a autora escreve, a felicidade permanece adormecida de forma serena.