Livros e fanfics

Recomendado por RavensShadow

RavensShadow
Uma história tão boa que foi a primeira a me cativar e me convencer que eu podia ler fic's, coisa que eu sempre começava e não conseguia acabar nem os primeiros capítulos. A autora te faz sentir como se você fosse o personagem, te faz ser tanto Pedro, quanto Gabriel. É meio confuso como me fez se apaixonar pelos dois, é como se quando eu estou lendo o capítulo de um, me apaixone pelo outro. É tudo tão simplista e objetivo, tão bem colocado. Aquela história que você lê em 30 minutos e fica querendo mais e mais e mais e tem que esperar alguns dias para ter, dias esses que te sufocam de ansiedade e te fazem querer ficar clicando na fic, mesmo sabendo que não vai ter nada novo nela, porque você tá acompanhando e sabe que não lançou capítulo. Faz você reler e reler, até sair um capítulo novo.
"PROLONGO"

Aquela introdução da história que costumamos fazer, antes de iniciar os capítulos, se chama PRÓLOGO e não
PROLONGO ou PROLÔNGO. PROLONGO é o verbo "prolongar" conjugado na 1a pessoa do singular no presente do indicativo, e PROLÔNGO nem existe. O ser do mal que usou essas duas últimas palavras para nomear o "prólogo" terá de prestar contas com o Senhor no dia do Juízo.

(1) SOMBRANCELHA / (2) SOBRANCELHA

(1) WAT? Isso non ecziste, sir.
(2) Essa é a forma certa de se referir ao conjunto de pelos que revestem a região acima da órbita do olho. -> Ex: Ele arqueou a sobrancelha.

Recomendado por Samyni

Samyni
Eu tenho orgulho do meu coração... Porque mesmo depois de ler essa história, ele continua batendo. Lindo. Comovente. Profundo. Doloroso... São palavras que resumem bem a história de Emerson contada aqui. Ela é mandada para uma espécie de "reabilitação" no meio do nada, pelos pais, a fim de lidar com seus "problemas". No meio do nada, literalmente. Um lugar tão inexistente que atropelar uma vaca é o pior crime que se pode cometer. Mas então, entre poetas como E. E Cummings, ou Sylvia Plath, ou Frank O'hara, idas ao lago e visitas a ponte "Nola", Emerson vai aprendendo que existem outros problemas acontecendo com outras pessoas, e que os triângulos têm mais de uma face... Que ninguém é tão inocente como se diz ser e que nem mesmo o "vilão" é completamente mal. Os personagens são todos cativantes, principalmente... Perry. Claro. É de longe o meu favorito. Adoro o "problema" dele. Adoro as citações dele, adoro ele simplesmente por ser ele! Sério. É tudo tão bom, tão profundo, que quando acaba você encara a tela do pc por meia hr e pensa "certo. E a minha vida? O que faço com ela?" Letícia para variar, escreve com maestria e não deixa nada a desejar. Estou orgulhosa dela. E você? Sente orgulho de si?