Livros e fanfics
Recomendado por Miss A
Miss A
Lá estava eu deitada, entediada, explorando o Nyah e de repente quase me vi estirada no chão. Não, não fui atropelada pelo carro do Anthony, também não foi pela louca da Lisa, mas bem que poderia, foi pela genialidade dessa história mesmo. Eu ri tanto que quase cai da cama. Quase acordei meus pais. Quase fiquei com dor no maxilar de tanto sorrir (esse último não foi quase não).
Contrato de Amor tem tudo o que eu procuro numa história: humor, coerência, ortografia correta, personagens loucos e cativantes.
A personagem principal é dona da porra toda. A história deveria se chamar Lisa, a rainha (do azar) -q
Meio difícil se destacar com alguém como a Lisa por perto, mas aos poucos, Anthony ganha brilho e nos conquista. Eles são o melhor casal ever.
Você lê a sinopse e pensa "que enredo mais maluco", mas você só diz isso porque ainda não conhece a protagonista (ela supera todos os limites de maluquice). E acredite, amigo, esse enredo maluco dá certo. Dá SUPER certo.
A autora escreve bem pra caramba e eu espero que ela não deixe de fazer isso nunca ♥
Parabéns pela criatividade e pelo talento, sunshine!
Se você gosta de rir e de histórias fofas e irônicas, corra ler. Mas vai rápido ou a Lisa vai acabar te comendo vivo (ela tem MUITA fome).
"HOUVERAM" MUITOS ACIDENTES
O verbo "haver", no sentido de existir, é invariável; sendo assim -> Houve muitos acidentes.
"LEMBRO DE VOCÊ"
Só existe a preposição "DE" nesses verbos caso haja o pronome oblíquo (me, te, se, nos, vos, se) referente à pessoa que atua na ação.
-> Ex. certos: “Eu me lembrei das minhas férias” OU “Eu lembrei as minhas férias”.
-> Ex. errados: ”Eu lembrei das minhas férias” OU “Eu me lembrei as minhas férias”.
Recomendado por Rodrigo Caetano
Rodrigo Caetano
Delilah... Você termina essa história pensando nela. E ela fica com você. Eu sei porque ela ficou comigo, por bastante tempo, por sinal.
Dizer que me faltam palavras, além de ser insuficiente, é inaceitável, por mais verdade que seja. Essa história desperta em mim algo que... Não. Essa história não. Isso aqui não necessariamente é uma história. Quem desperta alguma coisa em mim é a Gwen. Por que ela é real demais para viver apenas nessas palavras. Ela vive comigo e com todo mundo que lê a sua "não história", mas a sua declaração de amor, à vida principalmente, desperta em mim os meus instintos mais básicos de carinho e proteção.
Dá vontade de pegar ela no colo e secar as suas lágrimas, rindo - junto com ela, tenho certeza - do simples fato de ela estar chorando. Quem sabe ela resolva secar as minhas lágrimas também. E, se eu pudesse, eu pagava essa declaração e a entregava em mãos, pessoalmente. Até porque eu não resistiria a tentação de conhecê-la.
Eu termino de ler e sei que eu não preciso pensar nela. Sei que essa história vai muito além dela. E que independe da reação dela ao que eu lhe entregar. Eu sei que isso é tudo muito lindo sem ela, e que não é ela que eu quero abraçar. Mas ainda assim, você fica pensando nela. Oh Delilah... Como deve ser lindo te ver dançar...