Livros e fanfics
Recomendado por Rain
Rain
Eu sou uma leitora bem eclética, leio praticamente tudo o que me cai na mão. Só que, em meio a esse "tudo", tenho minhas preferências e o gênero Chick Lit costuma ser uma das últimas coisas que me atrai.
Tanto é que quando me deparei com o perfil da Clark e escolhi algo dela para ler, optei por Monster Hunter, que é totalmente diferente de À flor da pele. Só vim parar aqui mesmo porque a Clark me recomendou. Agora tudo o que consigo pensar é "que bom que ela o fez!", porque AFP é a coisa mais gostosa de se ler. Eu rio, implico com a Diana (protagonista), me identifico com as neuras dela (um pouco demais para o meu gosto, rs) e me enterneço com os personagens e situações. Para mim, essa sempre foi a chave do meu coração, então eu mais do que recomendo esta história.
A escrita da Clark é leve, ágil e bem-humorada, o que eu adoro, e ela me leva a refletir sobre as pequenas-grandes coisas do dia-a-dia, sobre como a gente dá dimensões totalmente destemperadas para as coisas da vida, mas, no fim, é isso que nos define.
Deixe-se seduzir por À flor da pele. Você não há de se arrepender.
(1) OLHAR / (2) VER
(1) Olhar indica estar atento para ver enquanto (2) ver significa perceber pela visão.
Ou seja, "ele olhou com atenção" é redundante.
(1) TÃO POUCO / (2) TAMPOUCO
(1) Referindo-se à quantidade, equivale à “muito pouco”. -> Ex: Havia tão pouco pão.
(2) Quer dizer “também não”. -> Ex: Ela não gostava de comprar, tampouco se divertia ao sair.
Recomendado por ACarolRM
ACarolRM
Eu vi essa história no Facebook, mas eu meio que tive preguiça de ler, mesmo com tantas recomendações, e com toda esse dedicação espantosa da autora. Mas isso foi um erro.
Para quem acha que fic brasileira só se passa no Morro, eis um exemplo de uma história que realmente retrata a realidade brasileira: uma pessoa comum, numa casa comum, jogando seus jogos "comunmente", tento sua vida comum. Tendo todas as dificuldades de um brasileiro, como o dinheiro de táxi e ônibus, mas sem perder o charme e a lábia do Brasil.
Qualquer brasileiro pode ser como Marcela: uma pessoa sedentária, sobrevivendo de fast-foods, que praticamente mora em frente ao computador, jogando. Isso é que torna o mais legal. Aquele jeitinho BR de ser somado à trama de mistérios envolvendo games deixa tudo muito incrível!
Ler A Jogadora foi uma experiência incrível, e olha que ela nem foi terminada enquanto escrevo essa recomendação. E acredito que seja algo que todos os leitores devam ler, pela força do HUE!