Livros e fanfics
Recomendado por Layla Glêz
Layla Glêz
Penso que devo escrever em sangue, para que as palavras assim pareçam mais vivas, ou viscerais. Essa história tem algo de um certo conde Drácula, uma dose do Lestat, o divertimento dos melhores vampiros que já ousaram passear nas páginas, pintando-as com o sangue das vítimas em histórias obscuras e únicas.
É daquelas que se é compelido a ler da primeira linha até a última, quando as sombras são tantas e tão palpáveis que é necessário ser uma criatura da noite para compreendê-las. Simplesmente não sei como hei de me apaixonar mais pelas tramas de Vladimir, ou pelos percalços que a Anna suporta. Apenas sei que vou e que, como eu, todos deveriam fazê-lo.
Leio e super recomendo!
A GENTE É AGENTE SECRETO?
Quando se refere a “nós”, é separado, resultando em “a gente”. Já “agente” é derivado do verbo “agir”, sendo aquele que AGE, então é tudo junto.
(1) À VONTADE / (2) AVONTADE / (3) A VONTADE
(1) "À vontade" demonstra a maneira da ação, mostra que ela foi feita comodamente. -> Ex: Podem ficar à vontade.
(2) WAT? "Avontade" non ecziste!
(3) "A vontade" pode ocorrer nos demais casos. Ocorre quando NÃO se demonstra o modo da ação. -> Ex: A sua vontade sempre era mais forte que a sua razão.
Obs.: "à-vontade" também existe, e é um substantivo masculino. Ou seja, quase sempre, estará precedido por um artigo masculino (o, um) e é o nome que se dá ao sentimento de se sentir à vontade. -> Ex: O à-vontade dele me deixava perplexo.
Recomendado por Tulipares
Tulipares
Nunca pensei que fosse recomendar uma fanfic tão cedo, mas poucas fics têm (e terão) tanta beleza em sua simplicidade quanto "Dazed and Confused".
A história fala, superficialmente, sobre o dia-a-dia de um grupo de adolescentes dos anos 80 juntamente com alguns assassinatos misteriosos. Contudo a história vai muito além de simples adolescentes descobrindo a vida adulta. Ela retrata valores individuais de cada um e nos toca de uma forma quase inexprimível. A cada linha, a cada descrição, a cada desfecho de capítulo, é notável a profunda sutileza com que a autora construiu a história. Acredito que cada um já teve, ao menos metaforicamente, algo dos personagens. Talvez um pouco da estupidez do Finn, ou da personalidade forte do Beau, ou de algum dentre tantos outros meninos que participam/participarão da trama.
Sem falar no modo em que a vênus atiça a curiosidade do leitor, fazendo ele querer saber a todo o custo quem e porque está matando todas essas pessoas; a história dos personagens e, principalmente, o destino de cada um.
Leia essa história imediatamente e não tenha medo dos capítulos com mais de 6.000 palavras, porque, infelizmente, você os lê num piscar de olhos.
E parabéns, vênus. Você é um planeta (ou uma linda escultura de mármore) que transborda criatividade e talento para a escrita.