Livros e fanfics
Recomendado por Ghost
Ghost
Eu não sei, honestamente não sei o que me deu na cabeça para não ser a primeira a recomendar essa estória cativante, mas, bem, agora já foi. Tenho um apreço muito grande pelo Vitor, o autor dessa fic simplesmente maravilhosa, porque - não sei como ele consegue! - ela consegue expressar exatamente a parte "chata" do início da adolescência. Os hormônios, os sentimentos em avalanche, as paixonites até então não correspondidas... Não sei, ele consegue ser poético, descontraído, engraçado e fofo em todas e cada palavra de todos e cada capítulo. Isso é fascinante. Meio desolador, porque sou mulher e não consigo me expressar assim, mas enfim.
Sou super apaixonada por essa fic que relata a Luna, garota convencional-mas-não-convencional, total e perdidamente apaixonada pelo Finn, garoto-popularzinho-gatinho-e-tudo-o-mais. Pode parecer só mais uma estória típica e clichê,mas não é. Essa aqui foge dos padrões.
Sou chata para recomendar fics - por mais que, estranhamente, tenha o feito com frequência -, porque não acho justo sair recomendando à torto e à direita histórias que simplesmente não foram...O suficiente, entende?
Mas essa aqui merece.
E como disse o próprio Vitor numa recomendação que fez à minha fic.
"Recomendadíssimo".
Um beijo, e não deixem de ler.
Ghost.
(1) AONDE / (2) ONDE
(1) Usa-se com verbos que dão ideia de movimento. Equivale sempre a “para onde” -> Ex.: Aonde você vai?
(2) Usa-se com verbos que não dão ideia de movimento -> Ex.: Onde estão os remédios?
ISSO IMPLICOU "NA" SUA MORTE
Quando o verbo significa "ACARRETAR", não se deve utilizar a preposição "EM" (no caso do título, "NA" é a junção de "EM + A"). Assim, se implica algo, não se implica em algo.
-> Ex. certo: As leis implicam acidentes.
-> Ex. errado: As leis implicam em acidentes. <- ISSO NON ECZISTE!
Recomendado por Lybruma
Lybruma
Eu li essa história pela primeira vez com 12 anos.
Na época, eu era apenas uma pré adolescente mal humorada e arrogante, que ficava horas e horas sonhando acordada com histórias como essa, pensando se um dia acharia um amor para mim, me perguntando se algum dia sentiria algo que pudesse se assemelhar ao romance de Vicente e Maria Valentina. Os anos passaram, eu quebrei a cara algumas vezes, mas meus pensamentos sempre voltavam para essa história (não é o tipo de narrativa que sairá de sua mente com facilidade) e para o amor aqui representados, até que chegamos aos dias de hoje. Hoje eu eu tenho 18 anos e acabei de reler todos os capítulos aqui escritos. Hoje, para ser mais específica, eu tenho 18 anos e meu próprio amor e digo: essa história conseguiu ficar melhor do que eu me lembrava. A cada capítulo eu ia relembrando o que havia acontecido, devorando cada palavra com a mesma intensidade que devorei há 6 anos, e cada ponto ficava melhor, me fazia sentir um friozinho na barriga. Eu não sou o tipo de pessoa que gosta de recomendar (eu tenho muita preguiça de tentar convencer as pessoas de algo, principalmente de ler algo) mas com O Amor é Clichê é diferente. Tudo é diferente nessa história, porque ela faz você se apaixonar. Faz você se sentir feliz e amar, mesmo sem ter muita certeza do que está amando. Enfim, cada palavra escrita nesses capítulos definitivamente merece o seu tempo e atenção, não há porque negar algo tão maravilhoso e genuíno (e com isso finalizo. Eu odeio finalizar coisas, me dá muita agonia, me desculpem por quebrar o clima. Apenas leiam. Obrigada).